Cultura devastada

O dia seguinte ao incêndio que devastou um dos maiores patrimônios culturais do país foi de solidariedade ao Museu Nacional. A grande alameda da Quinta da Boa Vista foi ocupada por centenas de pessoas.

 

A multidão concentrada desde manhã nas proximidades do museu foi reprimida com violência pela Guarda Municipal e por policiais militares que interditaram o acesso às proximidades do prédio.

 

No início da tarde, os manifestantes ultrapassaram as grades que impediam a aproximação do museu destruído para um abraço simbólico.

Coordenadores do Sintufrj, dirigentes do DCE Mário Prata, técnicos, professores, dezenas de estudantes a UFRJ e de outras instituições federais, como o Colégio Pedro II e o Cefet, estavam presentes ao ato.

 

Outros sindicatos e organizações do movimento social despertaram para a gravidade do fato e engrossaram o protesto contra o corte de investimentos na educação pública e o congelamento de gastos públicos.

 

Reitor

O reitor da UFRJ, Roberto Leher, e o diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, estiveram na manhã da segunda-feira, na Quinta da Boa Vista, para avaliar o impacto do incêndio.

 

Leia matéria na íntegra: https://goo.gl/wF7SL2