GT propõe retorno de atividades em etapas na UFRJ

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O planejamento do retorno gradual das atividades na UFRJ apresentado na sexta-feira 19 pelo GT Pós-pandemia prevê cinco fases com ações até 2021. A primeira fase já foi considerada concluída, entre março e abril. A fase 2 está em curso. O plano foi apresentado pelo pró-reitor Eduardo Raupp e indica diretrizes cujo desdobramentos devem ser referendados pelos colegiados superiores da universidade. Segundo o pró-reitor, o GT tem caráter consultivo, e o documento está sendo trabalho pela Administração Central como uma orientação geral sobre as fases de retorno.

Fase 1
A Fase 1 se deu entre março e abril, com as medidas emergenciais, como a formulação do plano de contingência, a continuidade do GT Coronavírus, o início do trabalho remoto, aquisição de insumos, adequação das estruturas hospitalares e testagem dos profissionais de saúde e membros da comunidade universitária.

Fase 2
A Fase 2, para os meses abril, maio e junho (atual), prevê a continuidade das atividades essenciais presenciais e do trabalho remoto, colação de grau e bancas de defesa remotas, estudos para o ensino e trabalho remoto e para acesso de estudantes e servidores à internet e a necessidade de equipamentos, com treinamento de estudantes, professores e técnicos para uso de tecnologias para ensino, pesquisa, extensão e trabalho remoto. Também será necessário identificar atividades práticas essenciais em ensino, pesquisa e extensão.

Fase 3 – Ensino remoto
Na fase 3, de julho a setembro, prevê ensino remoto na graduação e na pós-graduação e medidas de biossegurança para a atividades presenciais essenciais em disciplinas e pesquisas, adequação da infraestrutura de ensino e trabalho; prossegue o trabalho remoto em áreas não essenciais e haverá transporte ampliado e apoio à saúde mental.
Entre os requisitos institucionais para atividade remota ou presencial está a necessidade de definições dos conselhos superiores, garantia de insumos para higienização, de EPIs e readequação dos serviços de limpeza, a existência de Postos de Triagem, testagem e rastreabilidade, garantia de serviços essenciais de alimentação e transporte e acesso às plataformas de ensino.

Fase 4 – Volta gradual
De outubro a dezembro, a fase 4 prevê a ampliação do funcionamento presencial dos laboratórios e início gradual de aulas presenciais na graduação e na pós-graduação com rodízio e ensino híbrido, assim como a retomada do trabalho presencial para servidores fora dos grupos de risco.
Esta fase conta ainda com avaliação de sintomas da comunidade universitária em atividades presenciais com testagem e rastreabilidade; medidas de biossegurança, reuniões de trabalho de forma remota, transporte ampliado, apoio à saúde mental.
Requisitos epidemiológicos – Para isso, prosseguem a necessidade dos mesmo requisitos institucionais apontados na fase 3, acrescidos de requisitos epidemiológicos para atividades não essenciais como a avaliação, pelo GT Coronavírus, de fatores como a taxa de contágio, número de casos, de óbitos, taxa de ocupação de leitos (de enfermaria) e de leitos de UTI.

Fase 5 – Com vacina ou medicação
Na Fase 5, que será em 2021, o estudo aponta a necessidade de medidas de avaliação de sintomas da comunidade universitária com testagem e rastreabilidade; adoção medidas de biossegurança e campanhas de prevenção para o trabalho e aula presenciais e apoio à saúde mental.
Só que, entre os requisitos epidemiológicos para atividades presenciais não-essenciais está a existência e disponibilidade de vacina ou medicação contra a Covid-19.

Subgrupos
O GT prossegue no plano de fases com a constituição de subgrupos temáticos. O prazo inicial para publicação das medidas por tema é 3 de julho. Será enviada circular para unidades recomendando a constituição de GTs ou comitês locais, a elaboração de medidas específicas de acordo com as fases e envio ao GT.

 

 

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