Assembleia-ato é destaque no Consuni

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Repercutiu positivamente na sessão do Conselho Universitário (Consuni) desta quinta-feira, 27, a assembleia-ato comunitária on line realizada no dia anterior em defesa da UFRJ. A iniciativa foi do Fórum de Mobilização e Ação Solidária (Formas), que reúne as entidades representativas dos segmentos que compõem a comunidade universitária: Sintufrj, Adufrj, DCE Mário Prata, APG e Attufrj – em defesa da UFRJ. 

“Em meio a ataques do governo Bolsonaro e de perdas de amigos e familiares para a covid, compartilhar hoje, neste espaço, um momento de alegria como foi o da assembleia-ato comunitária de ontem é importante. Estavam presentes todos os segmentos e a reitoria, e nos sentimos revigorados para continuar com a resistência e a luta não só pela UFRJ, mas por todas as universidades e pela educação pública”, disse a representante técnico-administrativa e coordenadora do Sintufrj, Joana de Angelis.  

A dirigente sindical Joana também convidou a todos para o ato nacional do dia 29 de maio, em defesa das universidadres públicas,  educação pública, do auxílio emergencial e de vacina para todos, presencialmente na Praça Zumbi dos Palmares, na Avenida Presidente Vargas, ou pelas redes sociais.

Para o professor Samuel Araújo o ato político comunitário foi uma “demonstração vigorosa em defesa da UFRJ e da universidade pública”, e parabenizou o Formas e as entidades sindicais pelo “magnífico evento”. 

A reitoria Denise Pires de Carvalho também saudou a realização da assembleia comunitária e parabenizou o Formas pela organização do evento político em defesa da UFRJ. “Não podemos ficar inertes aos ataques às instituições de Estado”, afirmou.

Solidariedade à UERJ

O envio à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) de projeto de lei de extinção da UERJ – pelo deputado Anderson Moraes (PSL) — também foi assunto do Consuni. O decano do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE), Flávio Martins, propôs uma manifestação pública da UFRJ em apoio à Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Denise Pires de Carvalho considerou como  “inadmissível o ataque à UERJ” e acrescentou ter a certeza de que o Conselho Universitário “era unânime no apoio e na defesa daquela importante instituição pública do Estado do Rio de Janeiro e uma das mais importantes do país, pioneira na implantação das cotas raciais”. Ela informou que a Reitoria divulgaria uma nota de solidariedade à UERJ em nome de toda a comunidade da UFRJ.

 

 

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