Servidores: expectativa para o 1º de abril

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A insatisfação do funcionalismo público com o governo Bolsonaro é geral e a expectativa se volta para esta sexta-feira, 1º de abril, data marcada pelo pelo Ministério da Economia para responder sobre abertura de negociações. Os servidores querem reposição salarial emergencial de 19,99%.

A Jornada de Lutas já reúne milhares de servidores públicos federais em Brasília. É o Ocupa Brasília que desde segunda-feira, 28, reúne caravanas de todas as regiões do Brasil, realizando atividades e marchas, fortalecendo uma vigília permanente em frente ao Ministério da Economia instalada desde o dia 17 de março. O prazo dado pelo Ministério da Economia para responder as reivindicações das entidades representativas dos servidores foi para esta sexta-feira, dia 1º de abril. O Sintufrj participa da Jornada de Lutas com uma delegação representando a categoria.

No primeiro dia, 29, houve ato pela manhã em frente ao Ministério da Educação (MEC) junto com estudantes. Neste dia foi cobrada a investigação de Bolsonaro na farra de recursos do MEC. No segundo dia, 30, centenas de servidores ocuparam o canteiro central do espaço do servidor (entre os blocos C e D da Esplanada dos Ministérios), e caminharam até o Ministério da Economia com paradas no Ministério da Saúde e Previdência. Nesta quinta-feira, 31, fizeram ato no Anexo do Senado e depois foram para a vigília em frente ao Ministério da Economia.

As caravanas ocupam a capital federal sinalizando como o maior ato unificado do funcionalismo público em 2022. O objetivo das mobilizações é pressionar o governo a abrir negociações efetivas com o funcionalismo. Há mais de cinco anos os salários dos servidores estão congelados e vêm sendo corroídos pela inflação. Só em três anos de governo Bolsonaro o percentual de perdas é de 19,99%.

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