Dezesseis peças, entre protótipos de equipamentos e artefatos construídos pelos laboratórios da UFRJ para resolver problemas locais, entre 1970 e 2000, expõe como um tímido CPD aos poucos foi se transformando em um local de pesquisas votado para a evolução tecnológica do país. Na área de tecnologia da computação, a universidade também foi pioneira. A computação tem história? Tem, sim e muita!
A era dos computadores e sua e evolução nos séculos XX e XXI, e a decisiva participação da UFRJ nessa área para os brasileiros, estão à mostra no Museu da Computação do Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas, inaugurado no dia 17 de junho, no corredor cultural do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), interligado ao Museu da Geodiversidade.
Investimento
O Museu da Computação é coordenador pela jornalista e assessora de comunicação do Núcleo de Computação Eletrônica (NCE), Ana Lúcia Rodrigues. Ela inspirou a concretização do projeto e teve o apoio e a colaboração da direção do instituto e de vários profissionais da unidade. A viabilização do projeto foi com recursos do CNPQ, cerca de R$ 400 mil de um edital de 2022. Foram três anos de muito trabalho, incluindo a restauração do espaço. As obras e montagem da exposição caminharam de acordo com a chegada do dinheiro.
“Há sonhos que nascem da imaginação de alguém e que resistem ao tempo, às transformações e aos desafios, porque encontram abrigo em uma comunidade que acredita neles”, registrou a diretora do instituto Angélica Fonseca Dias.
Segundo a coordenadora do museu, a intenção é preservar uma parte da história da informática brasileira, vista pela ótica da UFRJ e, em especial do NCE.





