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Comunicado urgente.

Em função das fortes chuvas nos últimos dias, a execução de pequenos reparos na sede do sindicato foi prorrogada para fazermos uma reforma estrutural de curto prazo.  Brevemente normalizaremos nosso atendimento.

Editorial

Rio sob intervenção

O golpe de Estado que derrubou o governo de Dilma Rousseff ganha nova característica com a intervenção militar nas forças de segurança do Rio de Janeiro.

 

Sob pretexto de combater o crime, bandeira cara à população, com razão, intimidada pela violência, Michel Temer convoca o exército para o papel de polícia.

 

Ainda não é possível dimensionar as consequências dessa medida extrema. Mas o preço da pirotecnia, articulada por um governo ilegítimo, é mais ameaça à democracia. No horizonte, a consolidação de um estado de exceção no país.

 

O governo decretou a intervenção depois de um carnaval de explosões de descontentamento nas ruas.

A bordo da segurança pública como pauta (inclusive, com a criação de um ministério específico para a área), uma outra alternativa no cenário: o governo viabilizar um nome com as mesmas bandeiras do desqualificado Bolsonaro, absorvido até aqui apenas por parte do capital financeiro.

 

A crise econômica, com a recessão, levou o Rio ao fundo poço. A crise da segurança tem relação com um estado falido, sem dinheiro até para bancar salários. A corrupção e inépcia de ex-governadores, governador e do grupo que hegemonizou a política no estado agravaram a situação.

O governo federal tem responsabilidades diretas. Aprovou emenda constitucional (nº 95) congelando por 20 anos os gastos públicos. Causou desemprego e, na segurança, além de retirar recursos, jamais concebeu um plano integrado. Mais: não atuou na repressão aos grandes traficantes de armas e drogas.

 

A situação é de alerta. Ordem pública, mas com política de segurança, investimentos, polícia treinada, sem autoritarismo. Com transparência e democracia.

 

Sindicatos, movimento social, as forças democráticas do país devem ter como objetivo garantir a mobilização contra as reformas, eleições livres e democracia.

 A intervenção federal em unidade da Federação impede ao Congresso Nacional votar matéria constitucional. Desta forma, a votação da reforma da Previdência, prevista para 28 de fevereiro, não pode se realizar.

 

Esse seria um dos motivos da medida intempestiva no Rio. Diante da iminente derrota na Câmara, o governo teria criado uma cortina de fumaça com a intervenção, mudando sua agenda para a segurança pública, tema de grande apelo popular.

 

Mas este fator, de acordo com parlamentares, não seria suficiente para ação tão abrangente e de grande impacto.

 

Por trás da manobra de Temer e camarilha, estaria a articulação das forças dominantes (é consenso que uma operação dessa envergadura não seria realizada sem um acordo com a grande mídia, grupo Globo à frente) em garantir a continuidade do programa de reformas antipopulares do projeto conservador.

 

Diante de dificuldades da direita e da centro-direita em definir um candidato viável à presidência, e da força de Lula (mesmo se for interditado), não estaria descartado, inclusive, a possibilidade de mexida no calendário eleitoral, com o exército na cena política.

Sintufrj entrega certificados de capacitação

Encontram-se à disposição da categoria, na sede do Sintufrj, os certificados dos cursos oferecidos pelo Sintufrj em 2017.  Procurar o funcionário Alexandre, das 9h às 17h. Endereço: Praça Jorge Machado Moreira, s/nº, Cidade Universitária (campus Fundão).

Decreto acaba com 800 vagas na UFRJ

No total, 4.627 cargos do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação

(PCCTAE), das instituições federais de ensino, foram atingidos pelo Decreto 9.262/18, do governo Temer, que extingue mais de 60 mil cargos na administração pública federal.

PÁGINA 6 DO JORNAL

Vídeos sobre fatos históricos

A narrativa visual da história do país da Revolução de 30 ao golpe parlamentar que tirou Dilma Rousseff do governo pode ser vista numa seção especial criada no site do Sintufrj. São imagens preciosas, capturadas durante meses pelo editor de imagens Luís Fernando Couto, da equipe de Comunicação da entidade.

Assista no canal do Sintufrj vídeos sobre fatos históricos