FOTOS: RENAN SILVA
A direção do Sintufrj realizou, nesta terça-feira, 12 de agosto, mais uma reunião por local de trabalho para esclarecer dúvidas sobre a ação judicial dos 28,86%, informar sobre a luta em curso pelo cumprimento integral do acordo de greve e contra a Reforma Administrativa. Desta vez, os técnicos administrativos em educação atendidos foram os do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), no auditório Maria Irene.
Na segunda-feira, 11 de agosto, a reunião sobre a mesma pauta foi com os trabalhadores do Instituto de Biologia, Faculdade de Farmácia, Nutes e Instituto de Biofísica, no Salão Azul do bloco A do Centro de Ciências da Saúde (CCS).
Na quinta-feira, 14, das 11h às 13h, o encontro da direção sindical será com os técnicos-administrativos em educação do Ipub, INDC, IP, ESS, CFCH, Faculdade de Educação, ECO e CCJE. E na sexta-feira, 15, com os trabalhadores da Prefeitura Universitária, às 8h.
Em todas as reuniões, o Sintufrj leva a urna do Plebiscito Popular e convida para o lançamento oficial da consulta no dia 18 de agosto, no Centro de Tecnologia (CT), às 10h, no auditório do bloco A, com a participação de parlamentares progressistas.
28,86%
O coordenador-geral do Sintufrj e dirigente da Fasubra, Francisco de Assis fez uma síntese do histórico da ação dos 28.86%, respondeu às perguntas dos presentes, explicou que são situações distintas e orientou que entrassem em contato o mais rápido possível com os advogados do escritório Rudi Cassel que assessora o Sintufrj nos processos judiciais coletivos. Inclusive quem não consta na listagem publicada na edição do Jornal do Sintufrj 1458. Pelos seguintes canais de comunicação:
Email: 2886sintufrj@servidor.adv.br / whatsApp: (61) 99218-6258 / telefone do escritório: (61) 3223-0552 ou na sede do Sintufrj, de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h.
Conjuntura exige unidade e luta
Esteban Crescente, coordenador-geral do Sintufrj, relembrou as pendências do acordo assinado com o governo, mas chamou a atenção para a conjuntura do momento, que pode dificultar seriamente o cumprimento integral das conquistas dos 113 dias de greve.
A Reforma Administrativa que a direita e a extrema direta discutem no Congresso Nacional, segundo o dirigente, é uma reedição da PEC 32 do governo Bolsonaro (que não foi aprovada pela resistência dos trabalhadores): “Acaba com a estabilidade dos servidores, eleição de servidores nas instituições públicas federais, reduz a prestação de serviços públicos à população nas áreas de saúde, educação, habitação popular, por exemplo”, disse o dirigente.
“Ainda não apresentaram um projeto de lei, mas especialistas alertam para os riscos dessa reforma. Além disso, estamos sob ameaça do intervencionismo no território brasileiro com a ajuda dos traidores da Pátria”, observou.
“Esse processo de luta depende muito do nosso esforço coletivo: participação nas assembleias, nos movimentos de mobilização de rua, dos debates e rodas de conversas. Nos ajudem a estimular a sindicalização, pois só assim mostramos a nossa força”, sustentou Esteban.






