A Expectativa se concentra na negociação desta terça-feira, 27, e na avaliação da plenária virtual da federação, dia 31, que avaliará a disposição do governo em cumprir o acordo
A plenária nacional da Fasubra nos dias 24 e 25 de janeiro aprovou o indicativo de deflagração de greve a partir de 23 de fevereiro. Na votação, antecedida por caloroso debate, 81pessoas votaram por essa data e 68 pela proposta de 2 de fevereiro. Cinco se abstiveram.
As delegações de todo o país apresentaram reflexões orientadas pelas assembleias de base sobre o indicativo de greve, durante o debate sobre a conjuntura conduzido pelas coordenadoras-gerais da federação, Cristina Del Papa, Ivanilda Reis e Loiva Chansis.
Foi aprovada também aprovada a continuidade da plenária no dia 31 de janeiro, no modo virtual e com a mesma delegação, para avaliação do resultado da reunião da Fasubra com o Ministério de Gestão e Inovação no Serviço Público (MGI), nesta terça-feira, 27 de janeiro.
Semana decisiva
Na avaliação do coordenador-geral do Sintufrj e da direção da Fasubra, Francisco de Assis, a plenária foi muito importante e bastante representativa das bases (com mais de 160 delegados presentes), possibilitando o aprofundamento do debate.
“O grande destaque da plenária foi o contexto geral de unificação de que a gente precisa realmente se armar para a greve, caso o governo não atenda as nossas demandas. Tivemos diferenças em relação a data, mas a maioria aprovou o dia 23 de fevereiro, porque as entidades terão tempo para se organizarem. Inclusive, já com o resultado da avaliação nacional da negociação com o governo nesta terça-feira, 27”, pontuou Assis.
O coordenador-geral do Sintufrj Esteban Crescente, avaliou que é importante a construção da mobilização para a greve. Segundo o dirigente, o debate sobre a data teve a ver com a situação de cada base. “Há as que têm acúmulo para imediatamente entrar em greve e outras, não; algumas só vão aderir ao movimento após o início do ano letivo antes do carnaval. O que não é o caso da UFRJ, cujo semestre acadêmico começa após o carnaval. Mas, o fundamental é que se discuta a organização da greve como instrumento de pressão na mesa de negociação”, observou.
Acesse aqui o ID correlato da última Plenária: ID N° 002.2026_





