SOS UFRJ MACAÉ

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  • Em todos os campi da UFRJ, problemas de infraestrutura se acumulam, e no Centro Multidisciplinar da universidade em Macaé não é diferente. Em seus espaços de trabalho, os trabalhadores e trabalhadoras do campus convivem com inundações, mofo, bactérias, enfrentam calor intenso (faltam ar-condicionado e/ou ventiladores), falta de bebedouros e sanitários precários e também aquém da população universitária, formada por três mil estudantes, 170 técnicos e 480 docentes.
  • Os profissionais do Complexo de Laboratórios — montado há 18 anos em drywall metálico para funcionar em caráter provisório –, são os mais prejudicados pelas más condições de trabalho. Na Anatomia a situação é grave. Além da falta de ventilação, produtos e materiais como formol e paróxido de hidrogênio (utilizados para conservação de corpos e lavagem das peças utilizadas), e luvas de proteção individual, estão com validade há muito tempo vencidos.
  • Em alguns laboratórios portas de saída de emergência não abrem. No Laboratório de Controle de Qualidade Físico-Químico de Medicamentos o quadro elétrico fica embaixo da pia e não há extintores em todos os locais. Salas de aulas também são insuficientes. À noite, a parte do campus do complexo de laboratórios se transforma em um filme de terror devido a oscilação da iluminação externa, informam trabalhadores e alunos, principalmente quem utiliza o estacionamento.
  • O Centro tem muitos outros problemas e foram detalhados no documento entregue pelos coordenadores do Sintufrj Antonia Karina e Nivaldo Holmes ao reitor Roberto Medronho, nesta terça-feira, 10, durante a solenidade de posse da atual diretoria do Instituto de Química da UFRJ Macaé. Milton Madeira, que integra a bancada de tecncos no Conselho Universitário, participou do ato. FOTO: RENAN SILVA
  • ANTONIA KARINA E NIVALDO HOLMES entregam documento ao reitor Roberto Medronho que relata os problemas de infraestrutura da universidade em Macaé
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