Na mais recente reunião do Comando Local de Greve (CLG) da UFRJ, na segunda-feira (11), uma moção de repúdio foi aprovada a ação da PM do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) que atacou estudantes na madrugada de domingo para acabar com a ocupação da Reitoria
Continua intensa a mobilização dos estudantes da Universidade de São Paulo (USP). A paralisação iniciada em14 de abril já atinge mais de 100 cursos. A adesão ao movimento aumentou principalmente após a invasão da Reitoria na madrugada de12 maio, que estava ocupada pelos grevistas, por soldados da Polícia Militar que usaram de violência na ação. Os alunos reivindicam melhores condições de permanência, aumento de bolsas, contratação de professores e melhorias na infraestrutura, com relatos de problemas em bandejões e desabastecimento.
A greve na USP dos estudantes está unificada com outras instituições estaduais paulistas (Unesp e Unicamp) e já ganhou a adesão de trabalhadores técnicos administrativos, resultando em uma greve geral da educação contra precarização.
O atendimento no Hospital das Clínicas (HC) e HU foi reduzido com a entrada na greve dos estudantes da Faculdade de Medicina. Os alunos em luta têm realizado manifestações no centro de São Paulo, denunciando a falta de investimentos em assistência estudantil. Os protestos de ruas estão sendo reprimidas por PMs, que usam gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes. Enquanto isso, a Reitoria mantém o impasse para acabar com a crise, negando-se, depois de três rodadas de negociações sem resultados práticos, a continuar dialogando com os grevistas.





