Denise Góes, Superintendente-Geral da SGAADA (Superintendência de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade), disse na abertura do “Conhecendo a UFRJ” – programa que recebe pelo menos seis mil estudantes do ensino médio – na manhã desta sexta-feira (23) que o evento está acontecendo num momento muito especial, “de levante” da juventude “na defesa deste patrimônio público que deve ser defendido com unhas e dentes”.
Denise, técnica-administrativa, fez as afirmações ao lado do reitor Roberto Medronho, da vice-reitora Cássia Turci, da pró-reitora de Extensão Ivana Bentes e da pró-reitora de Graduação da UFRJ, Maria Fernanda numa cerimônia que também abriu a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O auditório do Centro de Tecnologia (CT) estava lotado de jovens. O hall das instalações no bloco A estava povoado de estandes.
Aos estudantes – que estão na universidade para conhecer a maior instituição federal de ensino superior do país -, Denise observou que a UFRJ está em constante transformação. Ela lembrou sua militância no movimento negro para citar sua luta contra o racismo e observou que, hoje, a universidade deixou de ser um ambiente autocrático, antidemocrática para conviver com a diversidade.
“Aqui, pretos, pardos, quilombolas, trans convivem de forma pacífica”, disse Denise Góes disse que não só o direito ao acesso de estudantes tem que ser garantido, mas também a sua permanência. “A universidade é o local para se pensar o Brasil”, afirmou, acrescentando que, diverso de outros tempos, quando as instituições só atendiam ao um nicho, hoje “aqui, se respira políticas públicas”.
Na saudação que fez ao evento, o coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis destacou o papel dos técnicos administrativos na realização do “Conhecendo a UFRJ” e na construção do dia a dia da instituição. FOTOS: RENAN SILVA







