O Sintufrj convoca a categoria para o Ato Unificado em defesa do mandato de Glauber Braga, nesta quinta-feira, 26 de junho, às 17h, na Cinelândia.

Glauber sempre esteve ao lado da educação pública, dos servidores e da classe trabalhadora. Agora, é a nossa vez de estar ao lado dele.

Não aceitaremos ataques à democracia e à representação combativa no Congresso.

QUINTA | 26/06 | 17h | CINELÂNDIA
Vamos juntos defender quem nos defende!

Mulheres e crianças no Rio pedem basta ao genocídio de palestinos em Gaza

Populações pelo mundo têm ido às ruas para denunciar o genocídio dos palestinos, principalmente os mais frágeis. De acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), que analisou dados de novembro de 2023 a abril de 2024, quase 70% das vítimas mortas em Gaza eram crianças e mulheres. Cerca de 80% delas estavam em edifícios residenciais na hora em que foram mortas. O massacre já chega a mais de 60 mil mortos.

No Brasil, após atos realizados no último fim de semana, mulheres e crianças do povo no Rio de Janeiro foram levar seu protesto contra as atrocidades cometidas por Israel à população palestina e seu testemunho sobre a violência a que são acometidos cotidianamente pelo estado brasileiro.

“Moro no Complexo da Pedreira. O povo palestino enfrenta essa guerra e nós aqui temos a nossa guerra nas comunidades. Perdi parentes com a violência. Israel prefere jogar fora a comida a dar para o povo matar sua fome. Já as crianças têm aquelas que estão morrendo na barriga de suas mães! Mas nossa luta não vai parar. Vamos lutar pelas crianças das nossas comunidades e pelas crianças da Palestina”, declarou Aline, do MLB de Costa Barros.

O ato foi realizado em frente ao Escritório do Itamaraty, conhecido como ERERIO (Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores no Rio de Janeiro), na Avenida Marechal Floriano, centro da cidade. Uma manifestação em solidariedade aos oprimidos pelo sistema capitalista e às vítimas do imperialismo assassino, conforme anunciaram os organizadores do ato que reivindicaram o rompimento imediato de relações econômicas e diplomáticas do Brasil com Israel.

Nele houve uma intervenção artística em alusão ao assassinato das crianças palestinas, a leitura da carta da Unidade Popular (UP) à Lula reiterando o rompimento de relações com Israel, e falas de representantes dos organizadores, tais como Unidade Popular (UP), Movimento de Luta nos Bairros e Favelas (MLB), Movimento Luta de Classes, Movimento de Mulheres Olga Benário.

Do Escritório do Itamaraty na Marechal Floriano os manifestantes foram em caminhada até a Central do Brasil, onde distribuíram panfletos contendo o teor da carta à Lula e com as palavras de ordem: Chega de Genocídio, Bombas e Mortes! Basta de Genocídio na Palestina! Lula, Rompa Relações com Israel!

 

 

 

Você sabia que a PR4 está promovendo alterações no PGD?

E quais mudanças estão sendo executadas para validação em consulta pública?

Então se liga que a direção do SINTUFRJ ja solicitou prorrogação do prazo dessa consulta, pois identificou que essas mudanças podem gerar distorções entre as diferentes unidades da UFRJ.

Então participe da live, fiquem bem informado e vamos construir juntos.

Nesta quinta-feira, 5 de junho, sessão conjunta dos Conselhos Superiores da Unirio que discutiu a proposta da Reitoria denominada “fusão” entre o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG) e o Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE) mobilizou durante todo o dia a comunidade da Unirio a qual questiona a falta de debate e transparência por parte da Reitoria. A sessão que durou oito horas teve alta temperatura e acabou sendo interrompida pelo reitor ao fim da tarde sob alegação de violência à sua pessoa e impedimento do debate.

Entre as principais preocupações da comunidade da Unirio é que, ao contrário do que vem sido dito oficialmente, a medida representará o fechamento do HUGG. O hospital universitário, fundado em 1929 e incorporado pela Escola de Medicina e Cirurgia em 1966, irá deixar de funcionar como tal e o edifício será utilizado para outras finalidades caso seja aprovada a resolução proposta pela reitoria da Unirio. As categorias da universidade denunciam que o hospital será transformado em clínica da família sendo gerido por organizações sociais e denunciam também a ingerência da Ebserh que está no HUGG desde 2015.
Na sessão houve várias manifestações e moções contrárias à fusão, solicitações de transparência e de aprofundamento da discussão, denúncias sobre privatização, assim como levantamentos de questões de ordem durante a sessão.

“Queremos entender enquanto categoria estudantil porque esses processos deliberativos não estão sendo feitos de forma democrática. Houve quatro audiências públicas. Observamos que foram pouco divulgadas e esvaziadas. Nós da categoria estudantil nós somos 18 mil considerando Sederj e nós concordamos que não há para nós debate suficientemente esclarecedor que tenha sido passível de poder ter interferido democraticamente por todas as categorias dessa universidade para pautar algo tão importante quanto a fusão do HUGG com o Hospital dos Servidores. Qual a motivação da pressa? Entendemos que há tempo e espaço para maior discussão e compreensão desse processo”, colocou em questão de ordem a conselheira estudantil Daniele Gelaberti.

“Nesse processo da fusão o Ministério da Saúde e o MEC disseram que não estariam mais responsáveis pelo hospital universitário e ele seria de responsabilidade da Unirio. Portanto, na nossa avaliação, há uma discussão que precede a da fusão que é sobre o fechamento ou não do hospital universitário. Ficou claro em todas as audiências públicas que a fusão significa o fechamento do hospital”, manifestou posição o dirigente da Asunirio, Rodrigo Ribeiro.

“No debate que fizemos em assembleia avaliamos que não se trata de fusão ou não como a Reitoria está propondo. Acumulamos nas nossas assembleias e nas audiências públicas de que se trata na verdade de uma total reconfiguração do HUGG que muitos falam sobre o fechamento o que de fato pode acontecer. Estamos falando da transferência de um campus para outro campus. E também tem o debate de uma reestruturação de unidades administrativas. Então estamos diante de uma complexidade de uma matéria que não se encerra no voto binário sim ou não sobre a fusão. Por isso essa questão de ordem que colocamos que é para ser um debate sobre a revitalização a revitalização do HUGG e que o hospital possa permanecer no seu prédio histórico. Somos a favor de um debate amplo e de forma conjunta. Nem o contrato da fusão nos foi apresentado”, defendeu Rodrigo Castelo, dirigente da Adunirio.

 

Live sobre a crise nas unidades de saúde do Complexo Hospitalar da UFRJ promovida pelo Sintufrj nesta terça-feira, 3 de junho, expôs a realidade nua e crua dos hospitais universitários que não aderiram a gestão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e que se encontram mergulhados em uma crise de inanição financeira sem precedentes. São eles Instituto de Neurologia Deolindo Couto (INDC), Instituto de Ginecologia (IG), Instituto de Psiquiatria (IPUB) e o Instituto de Atenção à Saúde São Francisco de Assis (Hesfa).

Com a mudança da matriz de financiamento, que passou do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF) para o Programa Nacional de Qualificação e Ampliação dos Serviços Prestados por Hospitais Universitários Federais Integrantes do Sistema Único de Saúde. (PRHOSUS), a situação crônica da asfixia financeira piorou isto porque os recursos do novo programa não chegaram.

O Sintufrj tem organizado a denúncia de técnicos, trabalhadores terceirizados, professores, estudantes e pacientes. Eles têm se mobilizado e ido para as ruas denunciar a penúria em que se encontram os hospitais que tiveram de cancelar cirurgias e sofrem com a ausência de medicamentos. Esta live promovida pelo Sintufrj faz parte dessa jornada de luta desses hospitais universitários da UFRJ.

O sindicato reuniu então seus gestores numa roda de conversa que apresentaram uma verdadeira anatomia do drama por que estão passando suas unidades de saúde, isso enquanto a Ebserh tenta “celebrar” um ano de gestão nas três unidades que aderiram a Empresa – Maternidade Escola, Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG) e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF).

Através dos canais do Facebook e do YouTube do Sintufrj veja a live com Gutemberg de Almeida Leão (IG), Pedro Gabriel (IPUB), Eduardo Alexandre (Hesfa), Clynton Corrêa (INDC). Participação de Viviane Frias (Comitê de Mobilização do Instituto de Ginecologia). E mediação do coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis.

Assista:

A história do SINTUFRJ foi forjada na luta por autonomia universitária com democracia e defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Nessa luta por democracia interna nas universidades nossas bandeiras de lutas são: a paridade eleitoral entre os três segmentos; o fim da lista tríplice, para que o processo de escolha dos dirigentes seja realizado e concluído pela sua própria comunidade universitária e a garantia de que os Técnicos Administrativos em Educação possam ser candidatos ao cargo de Reitor.

ELEIÇÕES DA DIREÇÃO DA FND

As eleições para escolha da Direção na Faculdade Nacional de Direito ocorreram dentro dos princípios que norteam os demais processos da universidade, atendendo o regramento do regimento eleitoral.

Foram duas chapas concorrentes ao pleito num processo bem disputado e com os atuais gestores da FND concorrendo em chapas diferentes.
Como sempre ocorreu em todas as eleições na universidade, foi feita a ponderação de 1/3 dos votos para garantir a paridade entre os Técnicos Administrativos em Educação, Docentes e Estudantes. O resultado garantiu vitória a uma das chapas.

ATAQUES E DESQUALIFICAÇÃO DA CATEGORIA TÉCNICO ADMINISTRATIVA EM EDUCAÇÃO

Após o resultado, uma série de apoiadores da chapa que foi derrotada, em sua maioria estudantes e docentes, fizeram ataques ao peso de voto dos Técnicos Administrativos em Educação, bem como ameaças e violências simbólicas.

A quem interessa desqualificar os Técnicos Administrativos em Educação por ter uma votação determinante para eleger uma das chapas? Porque questionamentos desta monta não foram feitos quando o voto Docente foi determinante em outros processos eleitorais. Vale destacar que nos órgãos colegiados superiores se mantém uma desproporção injusta com a vantagem de peso de 70% na ocupação das cadeiras.

Portanto lamentamos profundamente os ataques e violências e repudiamos o ocorrido.

O Sintufrj está atento a todos o processo e se coloca a disposição de sua base na Faculdade Nacional de Direito, inclusive para denúncia nas instâncias institucionais e jurídicas frente aos acontecimentos.

Entendemos que a Comunidade Acadêmica deve ter unidade de ação em defesa do caráter da universidade pública, gratuita e socialmente referenciada. Com respeito a todas e todos que constroem o fazer universitário.

Viva a Democracia Universitária!

 

O #29M no Rio de Janeiro – Dia Nacional de Luta em Defesa do Orçamento para a Educação Pública Federal – uniu o vigor do movimento estudantil e a experiência dos trabalhadores da educação em prol de bandeiras comuns e específicas em manifestação no centro da cidade. A recomposição e a ampliação orçamentária das instituições de ensino estão na ordem do dia.

Aula Pública no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ, Ato na Igreja da Candelária com Passeata até o Buraco do Lume marcou a mobilização em que se denunciou também a pauperização das universidades e institutos, fruto do desfinanciamento gradativo das instituições de ensino e da política de arcabouço fiscal do governo.

O Sintufrj, dirigentes e companheiros de base, mais uma vez fortaleceram a manifestação levando o exemplo de que a luta leva a vitória e mesmo com as conquistas de sua greve de mais de 100 dias de paralisação, se faz necessário novamente protestar e pressionar para defender a universidade e o cumprimento integral do acordo de greve por parte do governo federal. Devido a mobilização de trabalhadores, estudantes e reitores o governo voltou atrás no contingenciamento às universidades e anunciou recomposição parcial, mas não é suficiente.

“O recuo do governo nos cortes não muda a situação dramática que nós tínhamos desde que esse orçamento foi aprovado, com redução dos valores necessários ao funcionamento das instituições de ensino, das instituições federais, das universidades, dos institutos. O orçamento da UFRJ, por exemplo, é metade do que era em 2012. São muitos salários atrasados de trabalhadores terceirizados, muitos são demitidos por falta desses recursos e a universidade vive a penúria com teto desabando em faculdades como a de Educação Física ou então com estruturas precárias como no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais. Nós aqui do sindicato precisamos falar uma coisa que nunca é demais reforçar. O caminho é a luta nas ruas. Ano passado nós fizemos uma greve de 113 dias e nós conquistamos parte da nossa recomposição salarial. E teve mais orçamento para as universidades no ano passado porque teve greve. Então a luta é o caminho. É mobilização pelo fim do pagamento dos juros da dívida pública, da taxação das fortunas, pelo fim da escala 6x1por um, e é com luta na rua”, declarou o coordenador-geral do Sintufrj, Esteban Crescente.

Na aula pública no IFCS, promovida pelo DCE Mário Prata, e realizada antes do Ato na Candelária, Esteban Crescente, a dirigente do DCE Giovanna Almeida e a vereadora Maira do MST, trataram do orçamento da UFRJ e a política econômica do governo. Já no Ato na Candelária, estudantes, professores e dirigentes de sindicatos expuseram as mazelas e a realidade que enfrentam nas instituições de ensino defendendo a ampliação dos recursos.

“Prédios fechados, desabando e caindo. Essa situação se repete e se perpetua por todas as universidades. Tais dificuldades vêm dos constantes cortes orçamentários que a educação sofre. Há quem diga que estudante é vagabundo, mas desde que eu entrei na universidade o que ouço é um grito ecoar: queremos estrutura, estudar com dignidade. Até por que não existe um mundo sem educação. Lutamos para poder produzir uma ciência socialmente referenciada, que pode transformar a vida da classe trabalhadora. Para nossas universidades se recuperarem queremos 10% do PIB e a taxação das grandes fortunas para investir na educação”, anunciou uma representante da UNE.

“Por isso que mais uma vez estamos aqui nas ruas, professores, estudantes, organizados. Para reivindicar aquilo que produzimos nesse país. Nós queremos defender o orçamento, a ampliação real do orçamento das universidades públicas para que a gente possa ter expansão da pós-graduação, expansão da graduação, expansão dos serviços de qualidade para serem oferecidos à população do Rio de Janeiro e de todo o Brasil”, disse a dirigente do Andes, Cláudia Piccinini.

“Precisamos exigir o fim do arcabouço fiscal, que é o dinheiro destinado ao pagamento dos juros e da dívida pública desse país. Mas ainda companheiros, é preciso movimentar as nossas entidades nacionais por uma jornada de lutas e incorporar toda a educação pública por mais recursos para a saúde e educação, para nossas universidades e institutos federais. Por fim, é manter a nossa luta de defesa de 10% do PIB para a educação. Não podemos sair da rua enquanto o governo ataca nossas universidades e nossos institutos. Vamos à luta pessoal. A luta continua”, afirmou o coordenador do Sintuff, Wagner Peres.

 

Tema: Vidas Negras Importam.

Dia: quarta-feira, 21/5.

Horário: 14h.

Local: Espaço Cultural do sindicato.

Palestrante: Carlos Alberto Medeiros – Militante e intelectual (doutor em História Comparada, mestre em Ciências Jurídicas e Sociais, e graduado em Comunicação e Editoração, escritor e tradutor).

 

O Sintufrj celebra a data de enfermeiras e enfermeiros, esses profissionais que trabalham com dedicação e carinho para nossa saúde e bem-estar.