MOBILIZAÇÃO CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA E PELO CUMPRIMENTO INTEGRAL DO ACORDO DE GREVE

TERÇA – 15/07

10h – Praia Vermelha CFCH Auditório Manuel Maurício de Albuquerque; Debate ‘‘Resistir à Reforma Administrativa’’
– Paulo Lindsey – Assibge e Auditoria Cidadã da Dívida Pública
– Robson Barbosa e Rudi Meira Cassel – Assessoria Cassel Ruzzarin.

15h – Protesto Unificado do Fórum de Servidores Federais do Rio de janeiro. Buraco do Lume, Centro do Rio, ao lado da Nova Alerj.

QUARTA – 16/07

9h30 – Assembleia Geral Simultânea: Conjuntura e eleição de delegados à Plenária Nacional da Fasubra.
– Fundão – Auditório Bloco A CT
– Museu Nacional – Sala da Biblioteca, 1º andar.
– Macaé – Decania, Bloco A 2º andar – Sala 214

14h – GT Antirrascista Sintufrj; Auditório Leme Lopes – IPUB.

A primeira reunião do GT Mulher sob a direção da nova Coordenação de Políticas Sociais – Adriana Mattos, Fabiane Marcondes e Norma Santiago – realizada nesta quinta-feira, 10 de julho, começou com uma nova dinâmica. Tendo como tema a violência doméstica foi exibido documentário “Cicatrizes” para provocar o debate.
Além dessa nova dinâmica foi inaugurado o projeto “Leitura em Ação” com o objetivo de estimular a leitura. Em toda reunião do GT dois livros serão sorteados para quem estiver participando. As coordenadoras da pasta anunciaram com prazer as propostas para fortalecer e estimular a participação nas reuniões do GT e comemoraram o quórum. Mais de 20 companheiras foram ao Espaço Cultural prestigiar a atividade do GT.

A reunião teve direito a pipoca para acompanhar a exibição do documentário e, mesmo sob um tema complexo, foi uma tarde agradável para as mulheres. Ela foi aberta com uma dinâmica em que cada uma se apresentou e falou sobre o que a motivava como força de vida.

O documentário que foi produzido por um coletivo de jovens denominado Academia Educar aborda a violência doméstica sob uma ótica diferente, a violência física e psicológica de um pai com a filha. Essa outra ótica trazida pela coordenação para a reunião foi muito elogiada pelas participantes. O debate foi profundo e produtivo.
Houve troca de impressões, informações e alertas sobre a necessidade de união da categoria feminina, conscientização sobre a realidade machista na sociedade em que vivem e mensagens de encorajamento para se engajar e abraçar a luta das mulheres.
Ao fim da reunião, a coordenadora Adriana Mattos apresentou alguns números sobre a violência contra a mulher no Brasil, como por exemplo, o nosso país ocupar o 5º lugar em feminicídio em todo o mundo.

 

Departamento de Enfrentamento ao Assédio e Conflitos no Trabalho
Todas as terças-feiras de 10h às 13h e 14h às 15h
Subsede da Praia Vermelha – Telefone: (21) 96549-2471

Reunidas no Fórum das Entidades do Serviço Público Federal no Estado do Rio de Janeiro, as organizações abaixo reafirmam a importância da mobilização contra a Reforma Administrativa e pela valorização dos serviços públicos.
Participaram da reunião:

ADUFF • ANDES-SN • ASFOC-SN • ASSIBGE (Núcleo Chile) • SINDISEP-RJ • SINDSCOPE • SINTIFRJ • SINTUFRJ • SINTUR-RJ

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📌 INFORMES:
• O FONASEFE realizará ato nacional em Brasília no dia 14/7.
• O Fórum manterá reuniões semanais, fortalecendo a articulação entre as entidades do RJ.
• Encaminhado: buscar diálogo com sindicatos estaduais e municipais para construção de uma reunião unificada, pois a Reforma Administrativa é uma ameaça a todo o funcionalismo.

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🗓️ AGENDA DE LUTAS

📍 SÁBADO – 05/07 | 9h – Fundão (UFRJ)

ATO na visita do MGI | Entrega de carta aberta e faixas
• Comissão de elaboração da carta: Esteban, Cláudia, Paulinho (ASFOC) e Raul
• A carta será subscrita pelas entidades presentes
• Elaboração do CARD do ato: responsabilidade da UFRJ
⚠️ Entidades devem confirmar presença no ato.

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📍 TERÇA – 15/07 | 15h – Buraco do Lume (Centro)

PROTESTO UNIFICADO CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA

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📍 QUARTA – 17/07 | 17h – Sede do Sindisep-RJ

📌 REUNIÃO AMPLIADA DO FÓRUM ESTADUAL DAS ENTIDADES
📍 Local: Rua Visconde de Inhaúma, 58, sala 1108 – Centro do Rio (próximo à Candelária)

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🔊 É hora de ampliar a unidade e intensificar a mobilização em defesa dos nossos direitos e dos serviços públicos!

 

O Sintufrj convoca a categoria para o Ato Unificado em defesa do mandato de Glauber Braga, nesta quinta-feira, 26 de junho, às 17h, na Cinelândia.

Glauber sempre esteve ao lado da educação pública, dos servidores e da classe trabalhadora. Agora, é a nossa vez de estar ao lado dele.

Não aceitaremos ataques à democracia e à representação combativa no Congresso.

QUINTA | 26/06 | 17h | CINELÂNDIA
Vamos juntos defender quem nos defende!

Mulheres e crianças no Rio pedem basta ao genocídio de palestinos em Gaza

Populações pelo mundo têm ido às ruas para denunciar o genocídio dos palestinos, principalmente os mais frágeis. De acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), que analisou dados de novembro de 2023 a abril de 2024, quase 70% das vítimas mortas em Gaza eram crianças e mulheres. Cerca de 80% delas estavam em edifícios residenciais na hora em que foram mortas. O massacre já chega a mais de 60 mil mortos.

No Brasil, após atos realizados no último fim de semana, mulheres e crianças do povo no Rio de Janeiro foram levar seu protesto contra as atrocidades cometidas por Israel à população palestina e seu testemunho sobre a violência a que são acometidos cotidianamente pelo estado brasileiro.

“Moro no Complexo da Pedreira. O povo palestino enfrenta essa guerra e nós aqui temos a nossa guerra nas comunidades. Perdi parentes com a violência. Israel prefere jogar fora a comida a dar para o povo matar sua fome. Já as crianças têm aquelas que estão morrendo na barriga de suas mães! Mas nossa luta não vai parar. Vamos lutar pelas crianças das nossas comunidades e pelas crianças da Palestina”, declarou Aline, do MLB de Costa Barros.

O ato foi realizado em frente ao Escritório do Itamaraty, conhecido como ERERIO (Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores no Rio de Janeiro), na Avenida Marechal Floriano, centro da cidade. Uma manifestação em solidariedade aos oprimidos pelo sistema capitalista e às vítimas do imperialismo assassino, conforme anunciaram os organizadores do ato que reivindicaram o rompimento imediato de relações econômicas e diplomáticas do Brasil com Israel.

Nele houve uma intervenção artística em alusão ao assassinato das crianças palestinas, a leitura da carta da Unidade Popular (UP) à Lula reiterando o rompimento de relações com Israel, e falas de representantes dos organizadores, tais como Unidade Popular (UP), Movimento de Luta nos Bairros e Favelas (MLB), Movimento Luta de Classes, Movimento de Mulheres Olga Benário.

Do Escritório do Itamaraty na Marechal Floriano os manifestantes foram em caminhada até a Central do Brasil, onde distribuíram panfletos contendo o teor da carta à Lula e com as palavras de ordem: Chega de Genocídio, Bombas e Mortes! Basta de Genocídio na Palestina! Lula, Rompa Relações com Israel!

 

 

 

Você sabia que a PR4 está promovendo alterações no PGD?

E quais mudanças estão sendo executadas para validação em consulta pública?

Então se liga que a direção do SINTUFRJ ja solicitou prorrogação do prazo dessa consulta, pois identificou que essas mudanças podem gerar distorções entre as diferentes unidades da UFRJ.

Então participe da live, fiquem bem informado e vamos construir juntos.

Nesta quinta-feira, 5 de junho, sessão conjunta dos Conselhos Superiores da Unirio que discutiu a proposta da Reitoria denominada “fusão” entre o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG) e o Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE) mobilizou durante todo o dia a comunidade da Unirio a qual questiona a falta de debate e transparência por parte da Reitoria. A sessão que durou oito horas teve alta temperatura e acabou sendo interrompida pelo reitor ao fim da tarde sob alegação de violência à sua pessoa e impedimento do debate.

Entre as principais preocupações da comunidade da Unirio é que, ao contrário do que vem sido dito oficialmente, a medida representará o fechamento do HUGG. O hospital universitário, fundado em 1929 e incorporado pela Escola de Medicina e Cirurgia em 1966, irá deixar de funcionar como tal e o edifício será utilizado para outras finalidades caso seja aprovada a resolução proposta pela reitoria da Unirio. As categorias da universidade denunciam que o hospital será transformado em clínica da família sendo gerido por organizações sociais e denunciam também a ingerência da Ebserh que está no HUGG desde 2015.
Na sessão houve várias manifestações e moções contrárias à fusão, solicitações de transparência e de aprofundamento da discussão, denúncias sobre privatização, assim como levantamentos de questões de ordem durante a sessão.

“Queremos entender enquanto categoria estudantil porque esses processos deliberativos não estão sendo feitos de forma democrática. Houve quatro audiências públicas. Observamos que foram pouco divulgadas e esvaziadas. Nós da categoria estudantil nós somos 18 mil considerando Sederj e nós concordamos que não há para nós debate suficientemente esclarecedor que tenha sido passível de poder ter interferido democraticamente por todas as categorias dessa universidade para pautar algo tão importante quanto a fusão do HUGG com o Hospital dos Servidores. Qual a motivação da pressa? Entendemos que há tempo e espaço para maior discussão e compreensão desse processo”, colocou em questão de ordem a conselheira estudantil Daniele Gelaberti.

“Nesse processo da fusão o Ministério da Saúde e o MEC disseram que não estariam mais responsáveis pelo hospital universitário e ele seria de responsabilidade da Unirio. Portanto, na nossa avaliação, há uma discussão que precede a da fusão que é sobre o fechamento ou não do hospital universitário. Ficou claro em todas as audiências públicas que a fusão significa o fechamento do hospital”, manifestou posição o dirigente da Asunirio, Rodrigo Ribeiro.

“No debate que fizemos em assembleia avaliamos que não se trata de fusão ou não como a Reitoria está propondo. Acumulamos nas nossas assembleias e nas audiências públicas de que se trata na verdade de uma total reconfiguração do HUGG que muitos falam sobre o fechamento o que de fato pode acontecer. Estamos falando da transferência de um campus para outro campus. E também tem o debate de uma reestruturação de unidades administrativas. Então estamos diante de uma complexidade de uma matéria que não se encerra no voto binário sim ou não sobre a fusão. Por isso essa questão de ordem que colocamos que é para ser um debate sobre a revitalização a revitalização do HUGG e que o hospital possa permanecer no seu prédio histórico. Somos a favor de um debate amplo e de forma conjunta. Nem o contrato da fusão nos foi apresentado”, defendeu Rodrigo Castelo, dirigente da Adunirio.

 

Live sobre a crise nas unidades de saúde do Complexo Hospitalar da UFRJ promovida pelo Sintufrj nesta terça-feira, 3 de junho, expôs a realidade nua e crua dos hospitais universitários que não aderiram a gestão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e que se encontram mergulhados em uma crise de inanição financeira sem precedentes. São eles Instituto de Neurologia Deolindo Couto (INDC), Instituto de Ginecologia (IG), Instituto de Psiquiatria (IPUB) e o Instituto de Atenção à Saúde São Francisco de Assis (Hesfa).

Com a mudança da matriz de financiamento, que passou do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF) para o Programa Nacional de Qualificação e Ampliação dos Serviços Prestados por Hospitais Universitários Federais Integrantes do Sistema Único de Saúde. (PRHOSUS), a situação crônica da asfixia financeira piorou isto porque os recursos do novo programa não chegaram.

O Sintufrj tem organizado a denúncia de técnicos, trabalhadores terceirizados, professores, estudantes e pacientes. Eles têm se mobilizado e ido para as ruas denunciar a penúria em que se encontram os hospitais que tiveram de cancelar cirurgias e sofrem com a ausência de medicamentos. Esta live promovida pelo Sintufrj faz parte dessa jornada de luta desses hospitais universitários da UFRJ.

O sindicato reuniu então seus gestores numa roda de conversa que apresentaram uma verdadeira anatomia do drama por que estão passando suas unidades de saúde, isso enquanto a Ebserh tenta “celebrar” um ano de gestão nas três unidades que aderiram a Empresa – Maternidade Escola, Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG) e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF).

Através dos canais do Facebook e do YouTube do Sintufrj veja a live com Gutemberg de Almeida Leão (IG), Pedro Gabriel (IPUB), Eduardo Alexandre (Hesfa), Clynton Corrêa (INDC). Participação de Viviane Frias (Comitê de Mobilização do Instituto de Ginecologia). E mediação do coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis.

Assista: