O vídeo “O que é o Racismo Estrutural” e o texto “Transforme seu Ambiente de Trabalho ”do livro “Pequeno Manual Antirracista” da filósofa e militante Djamila Ribeiro integraram a base do estudo realizado pelo Grupo de Trabalho Antirracista do Sintufrj nesta quarta-feira, 20, na sede do sindicato.  O GT tem feito um trabalho de formação e informação sobre o universo do racismo na nossa sociedade e a importância de combatê-lo.

O vídeo do canal do Youtube Quebrando Tabu aborda o racismo estrutural e suas consequências, desde a escravidão até os dias atuais. Apresenta diversos temas como a falta de reparações, a lei de cotas e a condição socioeconômica da população negra, mostrando a desigualdade racial persistente.

Já o Manual Antirracista trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, Djamila apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas.

Os participantes da reunião do GT se viram refletidos em muitas das passagens do vídeo e do manual e tiveram a oportunidade de fazer relatos pessoais, apresentando suas experiências frente à discriminação e ao preconceito que o racismo traz consigo.

O coordenador de Organização e Política Sindical, Hilem Moisés, destacou a importância de espaços de discussão e união para combater o racismo, analisando suas raízes históricas e manifestações atuais. Ele alertou para a existência do racismo sutil, a dificuldade em reconhecê-lo, incentivando a reflexão e o estudo para superá-lo.

“A gente abre o coração, compartilha, troca, e essa é uma das funções desse espaço do GT. A gente está reunido e unido para pensar o que foi o passado e pensar o futuro em espaços como nosso GT e os coletivos os quais fazemos parte”, disse.

Débora Ferreira declarou que é preciso que os negros acreditem em si mesmos, em seu potencial, tenham autoestima.

“Temos que continuar caminhando e seguindo em frente. Não podemos aceitar discriminação. Ter força. Mostrar que podemos. Que vamos conseguir superar o preconceito”, opinou.

A coordenadora de Políticas Sociais, Fabiane Marcondes, refletiu sobre a representatividade de pessoas negras na universidade. Ela mencionou a importância de ter pessoas negras em todas as funções da universidade (estudantes, docentes, técnicos), não apenas na graduação e pós-graduação. Como exemplo de discriminação, citou um caso polêmico no Instituto de Psicologia da UFRJ, onde uma vaga para docente negro foi ocupada por uma pessoa branca, apesar de haver uma candidata negra qualificada.

Jorge Pereira, aposentado, fez um relato de sua vida toda ela calcada no racismo e preconceito.

“Nada na minha vida foi fácil. Se ser negro é ser rejeitado eu sou um deles e fui primeiramente pelos meus pais. O racismo existe e estás em todas as áreas. A discriminação é racial, social, intelectual. As oportunidades dadas aos brancos não são as mesmas para nós”, desabafou.

O administrador da Sede do Valongo, recém filiado ao sindicato, José Antônio Bazílio, compartilhou reflexões sobre racismo e barreiras sociais. Ele narrou como a sociedade, especialmente pessoas negras, enfrenta preconceitos estruturais que limitam o acesso a oportunidades, educação e posições de poder. Bazílio enfatizou a importância da educação como uma ferramenta para romper essas barreiras, citando seu próprio sucesso acadêmico e o de seus filhos como exemplos. Ele também destacou a necessidade de se reconhecer em espaços de poder e perguntou como combater as estruturas racistas profundamente enraizadas na sociedade. Ele concluiu seu pensamento falando sobre a importância da união e do apoio mútuo para superar esses desafios.

A coordenadora de Aposentados e Pensionistas, Selene Vaz, falou da persistência da discriminação racial no século XXI, especialmente em espaços públicos como restaurantes, teatros e até igrejas. Ela relatou a própria experiência de se sentir excluída, falou do preconceito e enfatizou a importância de ocupar esses espaços, defendendo que eles pertencem a todos. Selene encorajou a todos a enfrentar a discriminação com determinação e consciência de sua própria história e contribuição para a sociedade.

“Passamos por diversas situações e não nos vemos nos espaços como algo natural. Fiquei me questionando por que não posso estar nesse espaço como todo mundo? Acredito que o preconceito vai mudar. E acreditar que temos o direito a estar em qualquer lugar porque os espaços são nossos também”.

A coordenadora de Políticas Sociais, Norma Santiago, lembrou que é preciso sim incentivar o conhecimento e o estudo, se capacitar. Criar consciência e serem os agentes da mudança.

“Temos de promover primeiramente uma mudança em nosso interior, acreditar que é possível fazer frente ao racismo e ao preconceito, ocupando todos os espaços. Encarar o racismo é um desafio cotidiano”, refletiu.

O coordenador de Organização e Política Sindical, José Carlos Xavier, relatou uma situação de preconceito que vivenciou no Dia dos Pais nas Lojas Americanas.

“Fomos sendo seguidos pelos seguranças. Chamamos o gerente e reclamamos. O pior era que os próprios seguranças eram negros! O racismo vem dos próprios negros. Ele existe e tem que acabar. Lutarmos para isso ou diminuir o máximo o preconceito”, declarou.

Alzira Trindade, assistente social da Prefeitura Universitária, também destacou a importância da educação como ferramenta essencial na luta contra o racismo, ao qual comparou ao “assassinato do eu” devido ao esquecimento, apagamento e isolamento que causa. Ela ressaltou também a necessidade de união, de compartilhar conhecimentos e combater o desgaste causado pela discriminação. Ela relatou sua experiência pessoal como indígena na universidade e a importância do movimento sindical na luta contra o preconceito, inspirada pela educação da mãe e a necessidade de provar seu valor. E elogiou o trabalho dos Grupos de Trabalho.

“A criação dos GTs é importantíssima por isso. Porque eles dão a oportunidade de a gente poder nos agregar, estarmos juntos e a gente falar sobre esse processo de isolamento e de apagamento.”

 

A coordenação de Políticas Sociais têm levado para debate no GT-Mulher temas relevantes que fazem parte da realidade do universo feminino como no encontro que abordou a violência doméstica. Nesse último, realizado quinta-feira, 14 de agosto, o tema em questão “Transtorno de Personalidade Narcisista”, pode parecer hermético, mas o fato faz parte do cotidiano das mulheres. É o relacionamento narcisista. Aquele relacionamento tóxico e destrutivo em que o homem domina a mulher completamente e a dizima como pessoa.

As coordenadoras da pasta, Adriana Mattos e Norma Santiago, que conduziram a mesa do debate, explicaram que o GT Mulher quer descortinar os problemas que atingem as mulheres de forma que passem a identificá-los e se fortaleçam para combatê-los, tendo como apoio as reuniões do GT e a Coordenação de Políticas Sociais do Sintufrj. O tema, que foi destrinchado pela assistente social e psicoterapeuta, Eliane dos Santos Damasceno, surpreendeu pela sua gravidade. Na oportunidade, companheiras puderam expor dramas pessoais anunciando ter mais instrumentos para se ajudar e ajudar amigas que passam pela situação.

“Tem mãe narcisista, tem pai narcisista, tem filho narcisista, mas hoje vamos falar hoje de relacionamento narcisista entre homem e mulher. O tema está bem atual para as mulheres porque elas hoje estão em relacionamentos assim, mas sequer sabem disso. É aquela mulher que está lá vivendo aquela cobrança, aquele abuso, aquele relacionamento tóxico, e ela não tem noção de quanto é grave o relacionamento com o narcisista”, alertou a palestrante Eliane Damasceno. Ela detalhou as formas de agir do homem narcisista apontando para a necessidade de a mulher reconhecer suas ações, identificar se está vivendo em uma relação narcisista, e poder se blindar.

Sobre blindar, a companheira Neuracy, sob o pseudônimo Lana Heenzi, apresentou seu livro Blinde-se exatamente sobre a experiência pessoal de um relacionamento narcisista. O livro foi sorteado, assim como o livro Emponderamento da Família para Enfrentar a Violência Doméstica, e o livro Narcisista.

A reunião teve como convidada a presidente da Comissão Permanente da 33ª Subseção da OAB da Ilha do Governador, Dra. Vana Camarão. Ela deu alguns esclarecimentos técnicos sobre o abuso em meninas menores de idade.

Mulheres atentas ao debate
Eliane Damasceno recebe o certificado do GT Mulher
Selene ganhou o livro “Emponderamento da Família para Enfrentar a Violência Doméstica”
Neuracy ganhou o livro “Narcisista”
Vana Camarão ganhou o livro “Blinde-se”
Ana Maria de Jesus ganhou o caderninho do “Blinde-se”

 

✍🏾Solicitamos aos sindicalizados abaixo listados que façam contato com o escritório Cassel Ruzzarin Advogados para tratar de assunto de seu interesse.

ACESSE AQUI A LISTA: Relatório Individualizado 28,86

☎️Contatos: Whatsapp: 61 99218-6258
Telefone do escritório: (61) 3223-0552

E-mail: 2886sintufrj@servidor.adv.br

💡Caso prefiram atendimento presencial, este poderá ser feito na sede do SINTUFRJ, de segunda-feira à sexta-feira, das 09:00h às 17:00h com a Dra. Marcela.

SINTUFRJ
GESTÃO 2025-2028

 

– Pelo fim da escala 6×1
– isenção do Imposto de Renda para R$ 5mil
– Contra a Privatização da Água

Segunda feira 18/08, às 10h, Auditório Bloco A do Centro de Tecnologia

Confirmados;
Dep. Federal – Glauber Braga
Dep. Federal – Lindbergh Farias
Dep. Federal – Talíria Petrone
Dep. Estadual – Dani Balbi
Dep. Estadual – Marina do MST
Vereador – Rick Azevedo (VAT)

Juliete Pantoja – Unidade Popular.
Lucas Correa – Partido Comunista Brasileira

Organização;
DCE UFRJ, SINTUFRJ, ADUFRJ e APG UFRJ

 

 

 

 

Quarta-feira, 13 de agosto das 10h às 15h na decania – bloco A, sala 215 B – Cidade Universitária.

Estarão à disposição da categoria para esclarecer dúvidas e dar encaminhamentos:
dirigentes da entidade, advogados, profissionais do setor de convênios, engenheiro do trabalho (adicionais ocupacionais, laudos, entre outras demandas). Uma ótima oportunidade também para filiação ao sindicato.

  • 10h atendimento Jurídico e Convênios.
  • 13h30 às 15h Reunião com a base sobre temas de interesse locais.

Olá, sindicalizados!

PRORROGADAS AS INSCRIÇÕES PARA OS CURSOS
DE IDIOMAS E DA LÍNGUA PORTUGUESA.

Inglês para proficiência de Mestrado/Doutorado
– Francês regular I
– Espanhol para proficiência de mestrado e doutorado
– Espanhol regular I
– Português para concurso e Redação Acadêmica

ÚLTIMOS DIAS PARA AS INSCRIÇÕES
ATÉ 15 DE AGOSTO EM SINTUFRJ.ORG.BR

 

1º DE AGOSTO
DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO

A ofensiva imperialista liderada por Donald Trump põe o Brasil sobre ataque e ameaça a soberania nacional. É fundamental a população ir às ruas defender a nossa economia e o nosso país.

Viva o Brasil democrático e soberano!
Viva a classe trabalhadora!

No Rio de Janeiro – 18h, no Consulado dos EUA
Av. Presidente Wilson, 147 – Centro

 

CUT, demais centrais, Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e movimentos sociais convocam a população brasileira para ir às ruas no 1º de agosto em defesa da nossa soberania e a pauta da classe trabalhadora

 

1º de agosto (sexta-feira) é uma data carregada de simbolismo para o povo brasileiro já que neste dia deve se iniciar a taxação de 50% sobre as nossas exportações aos Estados Unidos, o que deve provocar desemprego e perdas na economia do Brasil. Por isso é importante que a população saia às ruas em todo o país em defesa de nossa soberania.

O presidente da CUT Sergio Nobre durante o ato em defesa da democracia e da soberania nacional, na Faculdade de Direito da USP, na última sexta-feira (25), fez a primeira convocação para o ato.

 

Os atos estão confirmados nas seguintes capitais

SP São Paulo – 10h no Consulado dos EUA em São Paulo

BA Salvador – 15h no Campo Grande

RJ Rio de Janeiro – 18h no Consulado dos EUA

DF Brasília – 9h em frente a Embaixada dos EUA

RS Porto Alegre – 18h na Esquina Democrática

MG Belo Horizonte – 17h na Praça Sete

AM Manaus – 16h Praça da Polícia/Palacete provincial c/ caminhara até a praça do BK

PE Recife – 15h30 – Praça do Derby

SC Florianópolis – 19h30 na Praça da Alfândega

Além de um Brasil soberano os manifestantes defenderão:

Fim da escala 6×1;

Isenção do imposto de renda para até R$ 5 mil,

Taxação dos super-ricos;

Redução da jornada de trabalho;

Não ao PL da devastação;

Contra a pejotização irrestrita e;

Fim do genocídio em Gaza.

 

Representantes de movimentos socialistas e partidos de esquerda reuniram-se na Central do Brasil para marcar o Dia da Rebeldia contra o imperialismo norte-americano. Um ato simbólico em referência ao 26 de julho de 1953 data do ataque dos rebeldes cubanos liderados por Fidel Castro ao quartel de Moncada, em Santiago de Cuba, com a finalidade de adquirir armas e distribuí-las à população para combater o governo ditatorial de Fulgêncio Batista.
Este ataque é símbolo da luta revolucionária e representou uma virada histórica para todos processos de insurreição na segunda metade do século XX, na América Latina e no mundo. Por isso as organizações resolveram realizar o ato reunindo a rebeldia cubana que resiste ao bloqueio dos EUA há mais de 60 anos, com a rebeldia palestina que resiste a um verdadeiro genocídio promovido por Israel e combater o imperialismo estadunidense tendo a frente Donald Trump que agora ataca a soberania do Brasil.

O coordenador-geral do Sintufrj, Esteban Crescente, criticou o presidente dos EUA, Donald Trump, acusando-o de ditador e de tentar governar o mundo. Denunciou o imperialismo americano, citando o bloqueio econômico à Cuba e o apoio dos EUA a Israel, que vem assassinando palestinos. Esteban relacionou essas ações com a exploração da classe trabalhadora, tanto no Brasil quanto em outros países, acusando Trump de interferir nos assuntos brasileiros e apoiar os golpistas do 8 de janeiro.
“Na manhã de hoje, Trump disse que além de governar os Estados Unidos, ele governa o planeta. Ele só esqueceu de combinar com os povos do mundo, porque aqui no Brasil, Donald Trump não manda, quem manda é o povo brasileiro, é a classe trabalhadora brasileira. Trump e o imperialismo americano acham que podem fazer o que quiserem com as economias dos países que não concordam com a política externa deles. Por isso, há mais de 50 anos, proíbem o comércio internacional, matérias-primas, maquinário, remédio, alimentação, para vários países. Um dos países onde essa crueldade mais acontece é o território de Cuba e eles ainda dizem que Cuba é que é o lado mau da história. Mas como diria Chávez, ex-presidente da Venezuela, o demônio é yanque e não do povo latino-americano. Também na Palestina, milhões estão sendo assassinados e as armas, as armas que estão sendo usadas, são armas produzidas nos Estados Unidos, com facilidades comerciais, com tarifas reduzidas, com fluxo de comércio livre entre os Estados Unidos, nas Américas e Israel, para matar o povo assassinado com balas ou de fome. Vale livre comércio. Agora, pra poder o povo se alimentar, ter acesso a produtos de alta tecnologia ou industrializados, aí vale taxação, porque ameaça o domínio deles sobre o resto do mundo.”
Esteban relacionou essas ações com a exploração da classe trabalhadora, tanto no Brasil quanto em outros países, acusando Trump de interferir nos assuntos brasileiros e apoiar golpistas.
“E o que isso tudo tem a ver com a classe trabalhadora? Tudo, porque se já não bastasse aqueles que nos roubam aqui no país, os bilionários, os deputados do Centrão e da extrema direita, que roubam o Orçamento Público, os bancos, as bets, todos esses que se juntam contra o povo, nós ainda temos Donald Trump contando aqui no Brasil com seus lacaios, com os golpistas. Por isso, a classe trabalhadora diz em alto e bom som, aqui não. Viva a soberania do povo brasileiro, fora Trump, fora sua ingerência aqui, viva a luta da classe trabalhadora.”

 

Imperialismo não!

Iran Roedel, presidente da Casa da América Latina, expressou solidariedade às lutas de povos oprimidos globalmente, com foco em Cuba e Palestina. Criticou o bloqueio a Cuba e a atuação de Israel, equiparando-a ao nazismo. Denunciou o imperialismo e suas táticas, incluindo o que ocorre no Brasil com o “tarifaço”. Ressaltou a necessidade de mobilizar o povo brasileiro para defender a soberania, com a esquerda liderando essa iniciativa.
“Nós completamos mais de 60 anos de bloqueio a Cuba. Um bloqueio que tem por objetivo derrotar a revolução pela fome, pela doença, mas o povo cubano resiste e resistirá sempre. Assim como o povo palestino, também em Gaza, que luta contra um dos exércitos mais poderosos do planeta, que é o exército de Israel. O exército de Israel comandado pelo nazi-sionismo. Lembremos sempre que falar mal e condenar atitudes do governo de Israel não é ser contra o povo judeu, mas muito pelo contrário, é defender também a sua existência. O imperialismo não poupa qualquer atitude para derrotar e para continuar tendo os seus lucros e explorar a população mundial. E agora está fazendo isso também aqui no Brasil com esse tarifaço, mas o nosso governo optou ao invés de colocar povo na rua convocar somente os empresários e esqueceu dos trabalhadores, aqueles que sempre construíram esse país. Então esse é o primeiro ato, um inicial de vários outros que temos de convocar para colocar o povo na rua. Se o governo não faz, a esquerda tem de fazer.”

O diretor da Associação Cultural José Martí, conhecido como Mergulhão, e integrante da Internacional Antifascista, que é uma junção de várias organizações comprometidas com o combate ao fascismo, foi categórico sobre as consequências do imperialismo para os povos.
“Trump hoje desmascara completamente o imperialismo mostrando o que ele significa. Imperialismo significa exploração, imperialismo significa acabar com a independência dos povos latino-americanos. Estamos aqui, saudamos todos. Estamos na luta, Palestina livre, fim do bloqueio, abaixo o imperialismo e vivo o socialismo.”