Em um dos mais tensos momentos nas relações dos Estados Unidos com o Brasil, desde a redemocratização, com medidas e ameaças abertas e veladas de interferência na soberania do país, inclusive no cenário eleitoral, confirmando tradição de intervenção na América Latina, a UFRJ ratifica seu papel em defesa da democracia. Por unanimidade, seguida de aclamação, o Conselho Universitário, maior colegiado da maior universidade federal do país, aprovou, na manhã desta quinta-feira, 13, a cassação do título de Doutor Honoris Causa concedido pelo Colegiado em 1968, em meio a ditadura, ao diplomata Lincoln Gordon.

O então embaixador norte-americano desempenhou “relevante atuação diplomática e política de apoio ao movimento que culminou no golpe civil militar de 1964 e no subsequente processo de consolidação do regime autoritário”. diz o parecer que sustentou a decisão, afirmando ainda: “O conjunto documental atualmente disponível evidencia seu comprometimento com o processo político que suprimiu a ordem democrática brasileira”.O parecer da relatora da Comissão de Ensino e Títulos, a técnico administrativa Gilda Alvarenga sustenta que a manutenção do título revelou-se incompatível com os princípios constitucionais e institucionais que orientam a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Momento da Votação

Proposta foi aprovada por unanimidade

Gilda (foto acima) fez um histórico importante desde a concessão deste que constitui a mais elevada distinção acadêmica a personalidades com excepcional contribuição  para a ciência, a cultura, a educação, a humanidade ou para os valores compatíveis com a missão institucional da Universidade. E embasou a defesa da cassação:

A proposta,  submetida pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas em 2024, depois de aprovada por unanimidade também no colegiado do centro, apontou a incompatibilidade entre a manutenção da honraria e os princípios constitucionais que orientam a Administração Pública e as instituições federais de ensino superior, instituições de Estado comprometidas com a produção do conhecimento, com a liberdade acadêmica e de expressão e com a defesa da democracia,
possuem responsabilidade institucional na preservação da memória histórica e na promoção dos direitos humanos, diante “da consolidação historiográfica acerca da atuação do homenageado no contexto do golpe civil militar de 1964 e da subsequente instauração do regime autoritário no Brasil”, cuja atuação histórica esteja
relacionada ao apoio ou à viabilização de ruptura da ordem democrática mostra-se contraditória com esses mesmos princípios constitucionais..

“A permanência da honraria deixa de representar um simples registro histórico, para constituir manifestação institucional permanente de reconhecimento público. Razão pela qual a manutenção do título destoa dos princípios institucionais da Universidade do século XXI”, diz a relatora, explicando que, quando o título foi concedido, em maio de 1968, o Brasil encontrava-se sob regime autoritário, poucos meses antes da edição do Ato Institucional nº 5, marco do período de maior
recrudescimento da ditadura civil militar.

Documentos comprovam comprometimento com golpe

O relato prossegue explicando que documentos oficiais do governo dos Estados Unidos posteriormente desclassificados (Foreign Relations of the United States – FRUS; National Security Archive ), a produção historiográfica especializada (Moniz Bandeira, René Dreifuss, Carlos Fico e James Green), bem como os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade (2014), consolidaram o entendimento de que o então embaixador norte-americano Lincoln Gordon desempenhou relevante atuação diplomática e política de apoio ao movimento que culminou no golpe civil militar de 1964 e no subsequente processo de consolidação do regime autoritário. Ainda que a responsabilidade individual por violações específicas de direitos humanos não constitua objeto da presente deliberação, o conjunto documental atualmente disponível evidencia seu comprometimento com o processo político que suprimiu a ordem democrática brasileira”.

A conclusão 

O texto aponta: Verifica-se que a manutenção do título de Doutor Honoris Causa concedido ao diplomata Lincoln Gordon revela-se incompatível com os princípios constitucionais e institucionais que orientam a Universidade Federal do Rio de Janeiro. A consolidação historiográfica acerca de sua atuação no contexto do golpe civil-militar de 1964, as recomendações formuladas pela Comissão Nacional da Verdade, a recomendação expedida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, os precedentes do próprio Conselho Universitário e os princípios gerais do Direito Administrativo constituem motivação suficiente para a revisão do ato administrativo honorífico, em consonância com os valores democráticos, com a política institucional de memória e verdade e com os princípios previstos no art. 37 da Constituição da República.

Voto da relatora

“Diante de tais argumentos e por entender que a manutenção do título se revela incompatível com os princípios constitucionais e institucionais que orientam a Universidade Federal do Rio de Janeiro, voto favoravelmente à revogação do título de Doutor Honoris Causa concedido ao diplomata norte-americano Lincoln Gordon”, votou a relatora no parecer extremamente elogiado pelo reitor e vário9s conselheiros, entre os quais, o decano do CFCH, Vantuil Pereira, a representa tação estudantil e a técnico-administrativa Gerly Miceli que, como os demais , lembrou os tempos sombrios do período da ditadura pela atuação de forças polít8icas obscuras que vem ganhando força de novo na América do Sui e querem “de novo nos assombrar, arrombar nossas portas e nos colocar de novo sob o crivo da repressão. Parabéns a UFRJ tomar essa decisão num momento em que vemos de novo estas construções com apoio de traidores da pátria conspirando contra o Brasil e que a decisão seja por aclamação, propos.

Ouça o voto da conselheira

 

Mais sobre Lincon Gordon

 

O site Brasil 247 também publicou a cassação do título com detalhes sobre sua atuação na política Brasileira. Segundo o qual, Lincoln Gordon chefiou a embaixada estadunidense no Brasil entre 1961 e 1966. Durante esse período, atuou como um dos principais interlocutores de Washington no acompanhamento da crise política brasileira que culminou no golpe militar de abril de 1964. Documentos oficiais dos Estados Unidos, incluindo arquivos relacionados ao governo do ex-presidente Lyndon B. Johnson, registraram posteriormente a participação da diplomacia norte-americana nas movimentações políticas e militares daquele momento. “Um dos episódios centrais desse envolvimento foi a chamada Operação Brother Sam. Em 1º de abril de 1964, o Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos determinou o envio de uma força naval ao Atlântico Sul, em apoio às tropas golpistas no Brasil”, conta o site.

UFRJ revoga Honoris Causa de diplomata dos EUA ligado ao golpe de 1964

 

Candidato informava em vários sites que tinha pós-graduação na UFRJ, mas nunca estudou na universidade pública

BRASIL DE FATO

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mentiu em sua biografia oficial, na qual apresenta um título de pós-graduação em ciências políticas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que não fez.

A informação falsa estava publicada no site da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no perfil profissional do senador no LinkedIn e no site do Senado Federal. A informação também chegou a ser veiculada em um material biográfico oficial distribuído a jornalistas em julho.

Segundo informou a UFRJ ao G1, “não há registro referente ao sr. Flávio Nantes Bolsonaro como discente”.

Em nota oficial, a equipe de Flávio Bolsonaro disse que as informações incorretas teriam sido “possivelmente extraídas de páginas como a Wikipedia” e informou ter solicitado a retificação dos cadastros institucionais da Alerj e do Senado.

De acordo com a nova versão, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é bacharel em Direito pela Universidade Cândido Mendes, tem uma pós-graduação em Políticas Públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e um MBA em Empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas (FGV). As três são universidades privadas.

A militância bolsonarista, inclusive o senador, costuma atacar as universidades federais, acusando-as de ineficiência e de doutrinação ideológica.

A mentira do candidato do PL repercutiu entre os outros candidatos. Renan Santos, candidato da Missão, disse que o episódio é “constrangedor” e “humilhante”. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), disse que Flávio Bolsonaro “mente no currículo” e o comparou aos falsos médicos.

“Estou vendo com muito humor e com muita curiosidade o Flávio Bolsonaro, que botou seus cachorros para dizerem que o Renan não se formou na USP, querendo me diminuir, agora demonstrando a má-fé dele. Agora a gente descobre que a tal da pós-graduação dele na UFRJ não existiu”, afirmou Santos, em nota enviada à imprensa.

“Se um médico coloca especialização falsa no currículo, perde o CRM. Na vida pública, parece que virou só ‘erro de digitação’. Quem mente no currículo não tem compromisso com a verdade na hora de governar. Isso é um fato!”, afirmou Caiado.

Reunião desta quarta-feira (12) foi considerada mais um passo decisivo e um dos lances finais para que se inicie de fato a concessão do incentivo Reconhecimento de Saberes e Competências. Regimento é aprovado.

A categoria dos técnicos administrativos em Educação protagonizou, na manhã desta quarta-feira, dia 12, mais um momento histórico de sua Carreira. Foi no Salão Nobre da Decania do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, no Fundão, a instalação oficial da Comissão do Reconhecimento de Saberes e Competências (CRSC), passo decisivo e um dos lances finais para que se inicie de fato a concessão do incentivo.

O RSC reconhece os conhecimentos, habilidades e experiências cotidianas dos técnicos-administrativos para além das exigências dos cargos e permite a acréscimos equiparados aos do Incentivo à Qualificação.

O auditório ficou cheio com os participantes dos integrantes da comissão, formada por 45 titulares e 45 suplentes (alguns acompanharam on line) que se subdividirão em seis equipes para concretizar o direito de cerca de 5.800 pessoas elegíveis ao RSC, conquista da categoria organizada em nível nacional pelos seus sindicatos – como o SINTUFRJ – e pela Fasubra numa greve histórica.

Fotos: Renan Silva

Reitor Roberto Medronho. Ao lado, Agnaldo Fernandes.

Valorização

Embora a reunião tenha durado pouco mais de três horas (porque em grande parte da apresentação e aprovação do Regimento da CRSC, detalhado pelo coordenador do Grupo de Trabalho do RSC Agnaldo Fernandes), a solenidade, em si, foi rápida, resumida na fala do reitor Roberto Medronho, que também considerou aquela uma reunião histórica.

“Eu queria deixar marcado o significado do nosso RSC. Uma universidade não se constrói apenas com salas de aula e laboratórios. Mas também nos hospitais, nas bibliotecas, nos setores administrativos, nos museus, arquivos, no sistema de tecnologia de informação, no sistema de assistência de educação e em tantos outros espaços onde os nossos técnicos fazem a universidade acontecer todos os dias”, disse ele.

Segundo o reitor, “aquilo que é essencial para a universidade precisa ser reconhecido”, ponderou, apontando que o RSC representa a valorização de conhecimentos adquiridos pela experiência profissional e “a afirmação de que existem diferentes formas de produzir e acumular saber”, entre aqueles que também participam do ensino, da pesquisa, da expansão, da inovação, da assistência e da gestão.

Regimento e dúvidas

Depois da fala de Medronho, a apresentação sobre o Regimento prosseguiu e Agnaldo, que também é membro da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira, esclareceu inúmeras dúvidas dos presentes. Após a aprovação do Regimento e assinatura da portaria pelo Reitor, esta deveria ser publicada logo em seguida.

Emanuel Victor, da Divisão da TIc de Macaé deu informes sobre o andamento da preparação para o funcionamento do sistema SUAP, adotado pela UFRJ para gerenciar as solicitações e avaliações do Reconhecimento de Saberes e Competências (permite que os servidores enviem documentos e acompanhem os processos de forma digital na plataforma oficial). O sistema, segundo ele, passa por testes finais e em breve estará disponível. Ele também elucidou uma série de perguntas quando ao sistema.

Emanuel, da TIC de Macaé

“Cartilhona”

Segundo Agnaldo, a comissão está preparando um manual mais amplo (uma cartilhona, como ele disse, para os elegíveis) e outro mais específico para os membros da comissão que deverá ser encaminhado à PR-4 para publicação.

O trabalho foi iniciado pelo servidor Claudio Simões de Mattos, assistente em administração do IPPMG, há oito anos na UFRJ, que adaptou à realidade da UFRJ a cartilha do Instituto Federal de Alagoas (IFAL): “Transferi (o conteúdo) para a nossa realidade e passei para o Agnaldo (que foi pró-reitor de pessoal) que pode detalhar ainda mais as atividades e explicitação dos critérios diante da diversidade que a UFRJ tem”, contou o rapaz, explicando o que o motivou: “Foi para ajudar todo mundo”, disse, comentando sobre a percepção de que há ainda muitas dúvidas em relação a critérios e para que as pessoas possam ter uma visão global enquanto avaliadores diante das especificidades e da diversidade de fazeres da universidade.

Claudio, do IPPMG

Comissões locais

A Reitoria oficializou, em portaria do dia 24 de julho (publicada no Boletim do dia 31), a nomeação da CRSC-UFRJ.  Os 90 nomes foram compostos de forma paritária (30 indicados pela Pró-Reitoria de Pessoal, 30 pela Comissão Interna de Supervisão da Carreira e 30 pelo Conselho Universitário que referendou (em sessão no dia 23) nomes apresentados pela bancada técnico administrativa.

Conforme a portaria, a CRSC é composta por seis Comissões Locais (onde os 45 titulares e seus suplentes se dividirão), algumas com nove, algumas com seis membros, para descentralização dos trabalhos, análise dos requerimentos e distribuição dos processos:

– Comissão Local CRSC-PCCTAE I – Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) e Fórum de Ciência e Cultura (FCC);

– Comissão Local CRSC-PCCTAE II – Centro de Ciências da Saúde (CCS), Campus Duque de Caxias Professor Geraldo Cidade e Centro Multidisciplinar UFRJ – Macaé (CMM);

– Comissão Local CRSC-PCCTAE III – Centro de Tecnologia (CT), Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN) e Centro de Letras e Artes (CLA);

– Comissão Local CRSC-PCCTAE IV – Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF);

–  Comissão Local CRSC-PCCTAE V – Instituto de Atenção à Saúde São Francisco de Assis (HESFA), Instituto do Coração Edson Saad (ICES), Instituto de Doenças do Tórax (IDT), Instituto de Ginecologia (IG), Instituto de Neurologia Deolindo Couto (INDC), Instituto de Psiquiatria (IPUB), Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG) e Maternidade-Escola (ME);

–  Comissão Local CRSC-PCCTAE VI – Órgãos e estruturas que compõem a Administração Central da UFRJ.

Vem aí o Forró da Trabalhadora e do Trabalhador! 🪗🎉
A luta nos une. A cultura nos fortalece. Traga sua alegria para completar o nosso arraiá!!!
Venha celebrar conosco em uma tarde de muita música, dança, confraternização e alegria. Porque quem caminha junto na defesa dos trabalhadores também merece celebrar junto.
📅 14 de agosto (sexta-feira) 🕓 Das 16h às 20h 📍 Espaço Cultural do SINTUFRJ
💙 Traga sua animação, convide os colegas e venha completar o nosso arraiá!
📌 Obs.: Teremos comidas e bebidas típicas para deixar a nossa festa ainda mais especial!

A Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4) anunciou, na tarde nesta terça-feira,11, que está lançando na folha de pagamento de agosto a aceleração da progressão por capacitação aos servidores aposentados e instituidores de pensão com paridade.

Segundo o site da PR-4, a medida abrange 1433 pessoas e tem efeitos financeiros retroativos a janeiro de 2025. Os atrasados referentes a 2026 serão pagos até dezembro deste ano. Os atrasados de 2025 serão pagos em exercícios anteriores.

A nota diz ainda que, segundo o MGI, podem ter direito aos efeitos da aceleração da progressão por capacitação os(as) aposentados(as) e pensionistas com direito à paridade que, enquanto estavam em exercício, preencheram integralmente os requisitos previstos no art. 10-B da Lei nº 11.091/2005. Ou seja, o servidor precisa ter cumprido, antes da aposentadoria, o interstício exigido, ter obtido certificação em programa de capacitação compatível com o cargo e ter realizado a carga horária mínima prevista em ações de desenvolvimento e capacitação.

“O MGI foi explícito ao afirmar que não é necessário que a progressão tenha sido requerida ou concedida quando o(a) servidor(a) ainda estava em atividade. O requisito fundamental é demonstrar que todas as exigências legais já estavam satisfeitas antes da aposentadoria”, explica a PR-4, informando ainda que em maio de 2025, lançou 7.392 acelerações por capacitação, cumprindo o disposto na Medida Provisória 1286/2024, que trata da reestruturação do PCCTAE.

A matéria, na página da PR-4 (https://pessoal.ufrj.br/2026/08/aposentados-e-pensionistas-terao-aceleracao-concedida/)  apresenta link para as portarias

Vitória da luta

Os coordenadores do Sintufrj destacaram a importância da vitória do Sintufrj para a categoria. “A conquista é fruto da pressão Sintufrj, que apresentou nota técnica do Fórum de Gestores de Pessoal (Forgepe) a respeito, e Reitoria, enfim, atendeu: a aceleração sai, portanto, na próxima folha, paga em setembro”, comentou a coordenadora geral Vania Godinho. O coordenador geral do Sintufrj Francisco de Assis, também coordenador de Comunicação da Fasubra, apontou: “Entramos na greve com muitos desacreditando na pauta que tratava dos aposentados, já que o Ministério da Gestão e Informação (MGI) tinha fechado as portas e nós, na Fasubra  conseguimos um bom canal com o Ministério da Educação que entendeu a justiça do mérito para nossos aposentados e pensionistas e hoje estamos colhendo o resultado da nossa luta”.

 

Memória

Sintufrj reivindica desde 2025

Foto: Renan Silva

Sintufrj: boas-vindas a trabalhadores que lotaram o auditório do Quinhentão na tarde desta segunda-feira (10)

No último concurso da UFRJ passaram 283 técnico-administrativos e 101 professores. Estes novos servidores lotaram o auditório do Quinhentão no Centro de Ciências da Saúde para participar do Curso de Introdução ao Trabalho na UFRJ

Esse curso, promovido pela Escola de Trabalho da Pró-Reitoria de Pessoal, é destinado ao acolhimento e à formação inicial dos novos servidores da universidade. Aos servidores foi explicado a estrutura da carreira na UFRJ num primeiro momento.

O Sintufrj e a Adufrj tiveram a oportunidade de se apresentar e dar as boas-vindas aos novos integrantes da comunidade universitária. O sindicato foi representado pelos dirigentes Maria Lenilva, Luciano Batista,   Selene Vaz e José Carlos Xavier.

Os dirigentes destacaram as lutas do sindicato em prol dos trabalhadores e as batalhas empreendidas pelo aprimoramento da carreira, ressaltando que as vitórias obtidas vieram de muito suor e greves da categoria.

Eles apresentaram também os benefícios oferecidos aos sindicalizados como o Espaço Saúde, planos de saúde e o convênio com o TotalPass, uma boa alternativa para aqueles que desejem realizar suas atividades físicas perto de casa.

Expectativas

No universo diverso da UFRJ os grupos se identificavam e interagiam. Como os técnicos em contabilidade. A porta voz foi a falante Helena Nascimento, 36 anos.

“Trabalhar na UFRJ não é só uma questão salarial. Envolve qualidade do trabalho, projetos, carreira, conhecimento do local em que se está. Nem tudo se resume a ganhar mais”, declara Helena.

O pessoal da área de Tecnologia da Informação era outro grupo animado. Gente jovem e cheia de gás com muita disposição.

Que o diga Lucas Luna, 29 anos, técnico em informática em redes. Desde 2020 fazendo concursos ele conseguiu ser aprovado para a UFRJ.

“Quando fiz o concurso para a universidade finalmente consegui! Trabalhei também oito anos como temporário na Marinha, mas sempre tive vontade de ingressar no serviço público. E a UFRJ é bem vista!”, contou Lucas.

Um veterano é Thiago Eduardo dos Santos, 42 anos. Técnico em Tecnologia da Informação do campus Duque de Caxias há 11 anos investiu no crescimento profissional.

“Fiz prova para o Tribunal de Justiça e para a UFRJ. Não passei lá, mas aqui consegui para Analista de TI. Era nível D. Agora estou no nível superior e com as conquistas da carreira ficará melhor ainda”, comemora.

DIRIGENTES DO SINTUFRJ apresentam o sindicato aos novos servidores da universidade
JORNAL DO SINTUFRJ é distribuido na reunião do Quinhentão
THIAGO INVESTIU no crescimento profissional
LUCAS. “Sempre tive vontade de ingressar no serviço público”
GRUPO DA ÁREA DE CONTABILIDADE. Helena, no centro da foto, traduziu a animação do grupo
PESSOAL DA ÁREA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Disposição para novos desafios

Faltam cerca de dois meses para as eleições 2026, momento que define os rumos dos próximos anos para a sociedade brasileira, em especial, para a classe trabalhadora .A representação política influencia diretamente temas como emprego, salários, direitos trabalhistas e desenvolvimento. Por isso, conhecer as propostas defendidas pelas diferentes candidaturas é parte importante do processo eleitoral.

Por isso, a CUT lançou na quarta-feira, 5, em plenária virtual com sindicalistas de todo o país, a Plataforma da CUT para as Eleições 2026, documento que reúne as principais propostas da entidade: as reivindicações consideradas prioritárias para a classe trabalhadora.

Mais do que consolidar as bandeiras históricas defendidas pela Central, a plataforma é uma referência durante o processo eleitoral. De um lado, oferece aos trabalhadores e trabalhadoras um conjunto de informações que pode ajudar na avaliação das propostas apresentadas pelas candidaturas. De outro, convida candidatos e candidatas aos cargos proporcionais e majoritários a assumirem compromisso público com pautas relacionadas ao emprego, aos direitos sociais, ao fortalecimento da democracia e ao desenvolvimento nacional.

Acesse aqui a Plataforma da CUT para as Eleições

Instrumento de debate

Na abertura da atividade, o presidente da CUT, Sérgio Nobre, destacou que discutir eleições faz parte da própria concepção sindical construída pela entidade desde sua fundação. “Nós somos movimento sindical. Lutamos por melhores salários, por condições de trabalho, mas essa luta, se for descolada da luta política, do país que a gente quer, é uma luta incompleta”, afirmou.

Segundo ele, a defesa de melhores condições de vida para os trabalhadores não termina nas negociações salariais. “Não adianta o trabalhador estar bem no local de trabalho e estar mal na sociedade onde ele vive. Portanto, temas como saúde, educação, emprego, democracia e soberania são fundamentais para a nossa central sindical”, disse.

A Plataforma da CUT para as Eleições 2026 foi construída a partir das resoluções aprovadas pela Central.  O documento organiza essas reivindicações em quatro grandes eixos e apresenta 16 pontos considerados prioritários para fortalecer o emprego, ampliar direitos, reduzir desigualdades e promover um projeto de desenvolvimento com distribuição de renda.

A proposta não é substituir os programas apresentados pelos partidos nem orientar o voto em candidaturas específicas, mas oferecer um parâmetro para que o eleitorado conheça quais propostas a CUT considera essenciais para a classe trabalhadora e possa identificar quais candidaturas demonstram compromisso com esses temas.

Ao mesmo tempo, a plataforma também funciona como um compromisso proposto aos próprios candidatos. A expectativa é que parlamentares e futuros governantes conheçam as reivindicações da CUT e assumam publicamente o compromisso de defendê-las durante seus mandatos.

A vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, explicou que a plataforma sintetiza debates acumulados pela Central ao longo dos últimos anos e reúne reivindicações consideradas inegociáveis para os trabalhadores.

“Esse é um documento que retoma as nossas reivindicações e afirma compromissos que são inegociáveis para a gente, fundamentais para a classe trabalhadora”, afirmou. Ainda de acordo com a dirigente, “democracia, soberania nacional e desenvolvimento econômico caminham juntos quando o objetivo é ampliar direitos”.

“Sem democracia não tem sindicatos fortes. A gente reafirma a importância da democracia e da soberania no cenário nacional e internacional”, destacou.

Plataforma: propostas construídas a partir da realidade do trabalho

Entre as prioridades apresentadas pela CUT estão temas que já fazem parte da agenda da entidade, como a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva e dos sindicatos, a regulamentação do trabalho por aplicativos e a revisão de pontos das reformas trabalhista e previdenciária. Veja quais são:

Eixo I: Prioridades estratégicas

  • Nova regulação sindicala CUT defende uma legislação que fortaleça a organização sindical, garanta a autorregulação das entidades, preserve a autonomia das assembleias, assegure o financiamento solidário e proteja o direito de greve.
  • Fim da escala 6×1 e redução da jornadaredução imediata da jornada para 40 horas semanais, com perspectiva de chegar a 36 horas, sem redução salarial.
  • Valorização do salário mínimo e das aposentadoriascontinuidade da política de valorização real do salário mínimo e dos benefícios previdenciários, preservando também a vinculação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao piso nacional.
  • Direitos para trabalhadores de aplicativosregulamentação que assegure remuneração digna, proteção previdenciária, limite de jornada, direito de defesa e liberdade de organização sindical para trabalhadores das plataformas digitais.
  • Transição justa e requalificação profissionalpolíticas públicas voltadas à formação permanente dos trabalhadores diante dos impactos da inteligência artificial e da automação, garantindo proteção aos empregos durante as mudanças tecnológicas.
  • Tarifa Zero no transporte públicoa proposta trata o transporte coletivo como um direito social, defendendo o passe livre como instrumento para ampliar o acesso ao trabalho, à educação, à saúde e ao lazer.

Eixo II: “Democracia e desenvolvimento”

  • Justiça tributáriaatualização anual da tabela do Imposto de Renda e a tributação de grandes fortunas, lucros e dividendos.
  • Segurança cidadã e direitos humanospolíticas públicas baseadas em inteligência, prevenção e combate às diversas formas de violência, incluindo feminicídio, racismo e ataques à população LGBTQIA+ – garantir a vida e a dignidade das mulheres com o combate intransigente ao feminicídio e a todas as formas de violência de gênero, fortalecendo e amplaindo a rede pública de proteção, acolhimento e assistência integral às mulheres e seus dependentes, articulada à luta antirracista e a defesa das trabalhadoras dentro e fora do local de trabalho.
  • Meio ambiente e transição ecológicaa CUT propõe enfrentar a crise climática preservando florestas, águas e demais recursos naturais, garantindo que riquezas estratégicas contribuam para o desenvolvimento nacional.
  • Enfrentar a epidemia das apostas virtuais (bets) e proteger a renda e a saúde da classe trabalhadora: combate rigoroso à exploração financeira promovida pelas plataformas de jogos, a proibição da publicidade predatória, a criação de mecanismos de bloqueio do uso de crédito e benefício social em apostas.

Eixo III: “Direitos sociais e trabalhistas”

  • Revisão das reformas trabalhista e previdenciáriarecuperação de direitos retirados pelas reformas e o fortalecimento das negociações coletivas.
  • Negociação coletiva no setor públicoregulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), assegurando negociação permanente, data-base e direito de greve para servidores públicos.
  • Fortalecimento do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)preservar o programa como política de segurança alimentar, impedindo sua descaracterização.
  • Ratificação da Convenção 156 da OITpolíticas que permitam conciliar trabalho e responsabilidades familiares, com medidas como ampliação de creches e maior flexibilidade para trabalhadores responsáveis por crianças, idosos e pessoas com deficiência.
  • Cumprimento dos pisos salariais nacionaiscumprimento integral dos pisos nacionais da enfermagem e do magistério, independentemente do vínculo de contratação.
  • Ratificação da Convenção 193 da OIT e regulação do trabalho por plataformas: o avanço das tecnologias digitais não pode servir de pretexto para o desmonte de direitos e a precarização da vida trabalhadora. Assegurar um marco regulatório que combata a superexploração, garanta cobertura previdenciária, restrinja punições e bloqueios arbitrários via algoritmos e garanta o direito de livre organização e representação para a categoria.

Eixo IV: “Soberania nacional e relações internacionais”

  • Defesa da Soberania nacional, dos serviços públicos e das estatais e dos direitos da classe trabalhadora. Defender a soberania do Brasil, preservando o controle público sobre empresas estratégicas, riquezas naturais e inovações tecnológicas, fortalecendo os serviços públicos e destinando o patrimônio nacional à geração de empregos, à redução das desigualdades e ao bem comum
  • Reindustrialização nacionalutilizar o poder de compra do Estado e das empresas públicas para fortalecer a indústria brasileira, gerar empregos e ampliar o desenvolvimento tecnológico.
  • Defesa do multilateralismo e da paza CUT reafirma a importância da cooperação internacional, do fortalecimento de espaços como Mercosul e Brics e da defesa da autodeterminação dos povos. 

Debate para além das eleições

Ao apresentar a plataforma ao Portal CUT, Juvandia explicou que o documento foi pensado para permanecer como instrumento de diálogo mesmo depois da campanha eleitoral. “Essa plataforma é para ser utilizada no debate nos estados, para ser complementada com os debates estaduais, para conversar com os candidatos, ter o compromisso desses candidatos”, afirmou.

Na avaliação da dirigente, ampliar a representação de parlamentares comprometidos com essas propostas pode facilitar o avanço de projetos defendidos historicamente pelo movimento sindical.

“E são esses candidatos que têm este compromisso para que a gente possa ter um Congresso Nacional que de verdade represente os interesses da classe trabalhadora e não que a gente fique tendo que fazer muita luta para aprovar, por exemplo, a redução da jornada e o fim da escala 6 por 1.”

Rede CUT

Durante a plenária, o secretário-geral da CUT, Renato Zulatto, afirmou que a plataforma será encaminhada às CUTs estaduais, aos ramos, aos sindicatos e às candidaturas do campo sindical. “A plataforma é o instrumento da CUT até para ajudar na narrativa dos nossos candidatos, da nossa militância”, afirmou.

Renato ressaltou que o documento reúne posições históricas da entidade e deve orientar o diálogo com trabalhadores durante todo o processo eleitoral. “A vida da CUT não se dissocia da vida da política brasileira”, observou.

Pontos de vista

Durante a atividade, o economista Sérgio Gabrielli afirmou que as propostas apresentadas pela CUT dialogam diretamente com os desafios do país. “Essa pauta que vocês apresentaram tem enormes identidades com o que nós estamos apresentando para a sociedade brasileira, incluindo os trabalhadores”, disse.

Para Gabrielli, as conquistas sociais sempre estiveram ligadas à organização dos trabalhadores. “Os trabalhadores sabem muito claramente que todas as conquistas que tiveram na vida são resultado da luta dos trabalhadores.”

O ex-ministro chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, também destacou a iniciativa da CUT de apresentar uma plataforma construída a partir das reivindicações da classe trabalhadora e afirmou que o documento contribui para o debate sobre os rumos do país. Para ele, a eleição vai além da escolha de representantes e envolve a definição de um projeto para o Brasil.

“Esse é um momento muito especial das nossas vidas, porque nós não vamos apenas discutir a eleição de um presidente. Nós vamos escolher um caminho para os destinos do nosso país”, afirmou. Ao cumprimentar a Central pelo lançamento do documento, Gilberto acrescentou: “Quero cumprimentar mais uma vez vocês pela iniciativa da plataforma”, destacando a importância de fortalecer a organização dos trabalhadores e o debate sobre um projeto de desenvolvimento para o país.

Compromisso para além da campanha

A expectativa da CUT é que a plataforma permaneça como referência mesmo depois das eleições. Além de orientar o debate durante o período eleitoral, o documento deverá servir como instrumento de diálogo entre a Central, parlamentares e futuros governantes, permitindo acompanhar quais compromissos foram assumidos e cobrar sua implementação ao longo dos mandatos.

Representação sindical no Parlamento

Durante a plenária, o secretário de Administração e Finanças da CUT, Ariovaldo de Camargo, apresentou um levantamento preliminar sobre as candidaturas do campo sindical nas eleições deste ano.

Segundo ele, foram identificadas 157 candidaturas ligadas ao movimento sindical informadas pelas CUTs estaduais. Desse total, 108 disputam vagas nas assembleias legislativas47 concorrem à Câmara dos Deputados e uma é candidata à suplência do Senado.

Ariovaldo destacou que o objetivo do levantamento é “acompanhar a presença de dirigentes sindicais nas disputas eleitorais”.

 

Por André Accarini/ Site CUT Nacional

 

Na manhã desta quarta-feira (5 de agosto) aconteceu a segunda oficina de nivelamento da Comissão de Concessão do Reconhecimento de Saberes e Competências (CRSC-UFRJ) no NCE/UFRJ. A próxima oficina está programada para a quarta-feira (12 de agosto) com a presença do reitor Roberto Medronho.
Como se sabe, a Reitoria já publicou portarias oficializando os 90 nomes homologados no Conselho Universitário para integrar a CRSC. O treinamento dessa quarta já foi com a ferramenta on line que será utilizada no processo de recolhimentos de dados dos servidores que vão solicitar o RSC.

 

 

Pela primeira vez após o fim dos quatro meses de greve da categoria técnico administrativa em educação da UFRJ, a Coordenação de Aposentados e Pensionistas do SINTUFRJ convocou os dois segmentos para uma reunião, cuja principal pauta foi esclarecimentos e encaminhamentos sobre os dois processos ganhos pelo sindicato na Justiça, que irá resultar em dinheiro no bolso das companheiras e companheiros:

. O PSS (Plano de Seguridade Social) sobre o adicional de férias; e o Abono de Permanência sobre o 13º Salário e o Adicional de Féria (1/3).

A reunião foi conduzida pelas coordenadoras Ana Célia, Selene Vaz e Marli Rodrigues. Uma equipe do escritório de advocacia Cassel Ruzzarin, que assessora o SINTUFRJ, atualizou as informações sobre as ações judiciais vitoriosas e esclareceu as dúvidas dos presentes, coletivamente e individualmente – a advogada Thais Lopes e as assistentes Renata Carvalho e Isabelly Vieira.

As últimas informações sobre o Plano Bresser (26,06%) – número de participantes no processo e total de servidores que já receberam e ainda faltam ser pagos –, entre outras atualizações a respeito do processo, também foram passadas pela advogada Thais Lopes. FOTOS: RENAN SILVA

Atendimento diário

De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h, a assistente do escritório de advocacia Russel, Marcella Coutinho,  está à disposição das trabalhadoras e trabalhadores na sede do SINTUFRJ. O contato também pode ser feito pelos telefones do sindicato: (21) 3194-7105, 3194-7101 e 3194-7104. Cassel: (21)3035-6500 e (61) 99218-6258.

E-mail para saber sobre o Abono de Permanência: abono_sintufrj@servidor.adv.br

Execução_pss_sintufrj@sevidor.adv.br

. Matéria completa na próxima edição do Jornal do SINTUFRJ (1481, que fecha no dia 17 de agosto).

Estamos chegando ao fim do inverno e em setembro chegará a primavera e logo depois nosso agitado verão, possibilitando assim a realização de muitas atividades de lazer e cultura.

Nesse sentido, o convênio firmado entre o Sintufrj e o SESC para os servidores sindicalizados disponibiliza uma série de benefícios em cultura, lazer, esporte, saúde e educação. Os amantes de viagens têm toda uma infraestrutura pronta para recebê-los.

Hotéis na serra e no mar

O SESC têm uma rede no Rio de 3 hotéis na serra (Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo) e 4 na praia (Cabo Frio, Paraty, Grussaí e Copacabana) com estrutura completa para a família.

Saia da rotina, conecte-se com a natureza. Do mar à montanha, o turismo é garantido. São experiências únicas e roteiros acessíveis. É botar o pé na estrada, curtir e postar nas redes!

O Hotel Sesc Alpina, por exemplo, integra hospedagem, convivência, lazer e cultura em meio à paisagem serrana de Teresópolis. A unidade oferece apartamentos, piscina térmica, quadras, salão de eventos, áreas verdes e espaços de recreação que atendem famílias, grupos e visitantes ao longo do ano. Suas programações incluem atividades ao ar livre, práticas esportivas, oficinas, ações educativas e momentos de convivência.

O Hotel Sesc Cabo Frio está situado a poucos passos da Praia do Forte, principal praia da cidade.Além de suas belezas naturais, os hóspedes podem aproveitar sua estada para explorar uma diversidade de atrativos turísticos, surfar na onda dos melhores points da região e mergulhar na gastronomia local.

Sua localização privilegiada possibilita ainda uma visita às paradisíacas praias de Arraial do Cabo e aos encantos de Armação dos Búzios, um dos balneários mais famosos do mundo e a queridinha de Brigitte Bardot.

Para os apaixonados por cachorros, você e seu filho de quatro patas também poderão se hospedar. O hotel possui 124 acomodações, com café da manhã incluso na diária,  estrutura de lazer para todas as idades e muito mais.

Você Conhece o SESC Quitandinha?

O Centro Cultural Sesc Quitandinha foi inaugurado dia 17 de julho, junto com a abertura do Festival Sesc de Inverno, o Espaço Diversão, nova atração voltada ao entretenimento de crianças, jovens e adultos. Localizado no antigo rinque de patinação, abaixo da Cúpula do Quitandinha, o ambiente amplia as opções de lazer do complexo. Esse é um exemplo do que as unidades do SESC oferecem.

Com cerca de 1.300 metros quadrados, o novo espaço reúne brinquedos e atrações para diferentes faixas etárias, como carrinhos de bate-bate, playground indoor, cama elástica com trampolins, brinquedos eletrônicos, fliperamas, jogos esportivos, pinball, air hockey e outras experiências interativas. As atividades atendem públicos que vão desde crianças de 2 anos até adultos, respeitando as características e restrições de cada equipamento.

A inauguração representa mais uma etapa do amplo processo de revitalização e expansão do Centro Cultural Sesc Quitandinha. Nos últimos anos, o complexo recebeu investimentos como a revitalização do entorno do Lago Quitandinha, a modernização do tradicional boliche e melhorias em áreas de convivência.

Ainda este ano, está prevista a inauguração de uma sala de cinema com capacidade para 91 espectadores e de uma praça de alimentação, ampliando ainda mais as opções de lazer para o público. Também seguem em estudo novos projetos, como a implantação de um mercado gastronômico na antiga cozinha do hotel.

E o seu Bistrô?

Localizado no icônico Palácio Quitandinha, o Bistrô CCSQ combina história, charme e gastronomia em um dos endereços mais simbólicos de Petrópolis. Renovado e integrado à vida cultural da cidade, o espaço oferece uma experiência que une tradição, sofisticação e sabores contemporâneos.O Bistrô CCSQ resgata a memória do antigo Bar Central, primeiro ambiente a receber público durante a construção do Palácio, na década de 1940. A marca “Q”, presente em louças e talheres da época, inspirou a identidade visual original e marcou a passagem de grandes personalidades pelo local, entre elas os presidentes Harry Truman, Juan Domingo Perón, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, além de artistas como Carmen Miranda, Orson Welles, Greta Garbo e Oscarito.A proposta do bistrô valoriza a culinária contemporânea com um toque tropical, em um ambiente que preserva a elegância histórica do Quitandinha. Com bar, lounge de espera e uma varanda com vista privilegiada, o espaço convida a momentos de convivência, celebração e descoberta gastronômica.

O que vai encontrar lá

Culinária contemporânea – Pratos que destacam ingredientes autênticos e sabores tropicais.
Ambiente histórico – Sofisticação integrada à arquitetura e à memória do Palácio Quitandinha.
Bar e lounge – Espaço ideal para relaxar antes da refeição ou para encontros sociais.
Varanda panorâmica – Vista privilegiada, perfeita para uma experiência ao ar livre.

Como se associar

O convênio é aberto também aos seus dependentes (cônjuge, filhos até 25 anos e pais). Para isso é preciso que o sindicalizado solicite ao Setor de Convênio do Sintufrj uma carta de encaminhamento e façam sua carteirinha em alguma unidade do SESC no Rio de Janeiro e paguem nessa unidade uma taxa anual.

Sendo sócio o sindicalizado e seus dependentes podem ter acesso a uma programação cultural diversa, serviços de saúde, atividades esportivas, oficinas, recreações, hospedagens em centros de lazer e muito mais — com qualidade e valores acessíveis, alguns sem custo.

Orientações

A carta de encaminhamento pode ser solicitada pelo e-mail convenio@sintufrj.org.br ou pelo telefone (21) 3194-7102. O documento será enviado por e-mail ou poderá ser retirado presencialmente, de acordo com a preferência do sindicalizado. Sua validade é de 10 dias.

Com ela o servidor pode se dirigir a unidade do SESC mais próxima a sua casa e fazer a carteirinha, mediante o pagamento da taxa anual no valor de R$ 50,00. Se for incluir os dependentes essa taxa é acrescida de mais R$ 100,00. Deve levar também um documento de identidade com foto e os documentos dos dependentes, se for o caso.

O convênio é válido apenas para as unidades do Estado do Rio de Janeiro.  O Sintufrj oferece também convênios com o SESC de outros estados como Paraíba, Bahia e Minas Gerais e está em negociações para ampliar essa rede pelo país. Aqueles que já usufruíram desse benefício não tem o que reclamar. É só diversão e alegria nas viagens com a família.

 

ATENÇÃO

Uma informação importante é a de que para renovar o convênio não basta a solicitação do sindicato. O SESC exige que para manter o convênio é preciso ter 10% dos sindicalizados, isto é, 900 inscritos, conforme previsto no contrato.

Assim, a renovação está condicionada a participação de um quórum mínimo de sindicalizados. Se não houver esse número o convênio que é renovado todo mês de outubro acaba sendo suspenso.

Aos sindicalizados que já conhecem os serviços do SESC e para aqueles que desejam conhecer não deixem esse benefício correr o risco de acabar. Venham para o SESC! É bom. É barato. Tem bons serviços. E a diversão é certa.