Nesta quarta-feira, 8 de Junho
10 H
Pauta: avaliação da continuidade da greve
Fundão: Espaço Cultural
Polo Macaé: sala 214-A – bl A – Cidade Universitária

Nesta quarta-feira, 8 de Junho
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Pauta: avaliação da continuidade da greve
Fundão: Espaço Cultural
Polo Macaé: sala 214-A – bl A – Cidade Universitária

TIRE SUAS DÚVIDAS!
• A UFRJ começa a cumprir decisão judicial conquistada pelo SINTUFRJ
É nesta terça-feira, 7 de julho, às 14h.

O Salão Azul do Instituto de Biologia do Centro de Ciências da Saúde (CCS) sediou, na manhã desta quinta-feira, 2 de julho, a mesa que marcou a abertura da celebração dos 72 anos do Herbário “RFA”, uma coleção científica do Departamento de Botânica do IB. O herbário foi fundado em 1954 e abriga mais de 45 mil espécimes de plantas, algas e fungos, servindo de base para o ensino e a pesquisa.
Com o tema “Preservando e descobrindo a biodiversidade nas Coleções biológicas”, o evento contou, na mesa de abertura, com a vice-reitora Cássia Turci, Débora Anjos, coordenadora de Extensão do CCS, Cristina Nassar, vice-diretora do Instituto de Biologia, Maria Beatriz, chefe do Departamento de Botânica e Rosana Conrado Lopes, curadora do Herbário RFA. Além desta mesa, o setor organizou uma série de atividades do dia 1º até 3 de julho, em formato hibrido, com palestras visitas guiadas e minicursos.
Entre os temas: “Mini-coleções de porras abertas”, Botânica na Arte”, Da ética ao Cadastro: Pesquisa Etnocêntífica na prática”, “Herbário RFA e exposição permanente”. As palestras são transmitidas pelo canal do Youtube do Herbário (https://www.youtube.com/channel/UCvLdZ0Is_1oHda0SllY4j_A).
Fotos: Renan Silva

A vice-reitora Cássia Turci, Débora Anjos, Cristina Nassar, Rosana Lopes e Maria Beatriz Barbosa compuseram a mesa de abertura.
O Herbário e quem constrói a sua história
Reproduzimos a seguir trechos do artigo publicado no site do CCS, de Carla Y Gubáu (do Herbário RFA), publicado dia 25 de junho, “72 anos preservando a biodiversidade: a história do Herbário RFA e de quem a constrói diariamente”, que conta a história desta importante coleção científica, com contribuições do servidor mais antigo, Jorginaldo Oliveira..

Atualmente, reúne mais de 48.900 espécimes, além de 180 tipos nomenclaturais utilizados na descrição destas espécies. O RFA desempenha papel fundamental na produção de conhecimento científico, na formação de estudantes e na preservação do patrimônio biológico brasileiro.
Jorginaldo, o mais antigo
Desafios
Apesar dos avanços conquistados, o Herbário RFA ainda enfrenta desafios importantes. De acordo com Jorginaldo, em décadas anteriores, convênios e projetos garantiam maior suporte financeiro para a manutenção do acervo e a capacitação da equipe. Embora o concurso realizado em 2016 tenha fortalecido o Herbário com a chegada de quatro novos técnicos, a ausência de uma verba permanente ainda dificulta a ampliação e a continuidade de algumas atividades.
As colaborações entre instituições são uma das soluções encontradas pelo setor para ajudar no crescimento da coleção e no desenvolvimento de pesquisas. Jorginaldo destaca a parceria com o pesquisador Carlos Alberto Cid Ferreira, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), que possibilitou a incorporação ao acervo de amostras de folhas de Coccoloba gigantifolia, espécie conhecida por possuir uma das maiores folhas do mundo. Um exemplar encontra-se exposto no corredor do IB.
O site alerta: A publicação foi produzida no âmbito do Curso de Extensão Divulgação Científica, Comunicação e Fotografia, promovido pela Assessoria de Comunicação e Divulgação Científica da Decania do CCS.
Leia a íntegra em https://ccs.ufrj.br/conteudos/72-anos-preservando-a-biodiversidade-a-historia-do-herbario-rfa-e-de-quem-a-constroi-diariamente
A assembleia simultânea do SINTUFRJ (Fundão, Praia Vermelha e Macaé) nesta quarta-feira, 1º de julho, aprovou a continuidade da greve dos técnicos administrativos em educação na UFRJ. Mas, sob a perspectiva de o governo até sexta-feira, 3, por um ponto final na infame espera pela assinatura dos decretos de regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) e sobre os fazeres dos cargos amplos, portarias e GT Carreira. A disposição da categoria é encerrar o movimento nas próximas duas semanas.
O prazo até sexta-feira foi dito na reunião da Mesa Setorial do MEC com o Comando Nacional de Greve (CNG)/FASUBRA e reforçado pelas informações do assessor do ministro da Educação. Se desta vez o governo cumprir com o que é dito nas rodadas de negociações, tudo indica que o fim da greve se dará de forma unificada, ou seja: em nível nacional. Porém, a categoria na UFRJ somente votará pelo fim da greve após analisar o conteúdo dos documentos assinados e publicados pelo governo, principalmente em relação ao RSC, cuja expectativa é enorme.
Deliberações da assembleia
. A assembleia aprovou que o CNG/FASUBRA deverá descer às bases os documentos assinados (e com as considerações políticas do comando), para análise pela categoria. A deliberação da assembleia do SINTUFRJ – aprovação ou não dos conteúdos dos decretos, portarias e do texto de constituição do GT — será encaminhada ao CNG/FASUBRA.
. Os técnicos administrativos também avaliaram como sendo positivos os avanços obtidos com a greve de 2024 e a atual.
. Desconto de 0,5% para o Fundo de Greve pelos trabalhadores na ativa para sustentação da continuidade da greve nos próximos 15 dias.
. Manutenção por mais uma semana da atual delegação que se encontra em Brasília (sete integrantes da categoria), companheiros(as) que já estão lá há uma quinzena).
. Agenda de greve
Calendário de lutas
. Segunda-feira, 6/7 – Ás 9h, reunião do Comando Local de Greve (CLG/SINTUFRJ), no Espaço Cultural do sindicato.
. Terça-feira, 7/7 – Pela manhã, Mobilização Setorial, no Centro de Tecnologia (CT).
. Quarta-feira, 8/7 – Assembleia Simultânea do SINTUFRJ.
. Quinta-feira, 9/7 – Mobilização na sessão do Conselho Universitário (Consuni) pela aceleração dos aposentados(as) e pensionistas.
Decretos, Portarias e GT
A publicação do decreto de regulamentação do RSC, dos decretos sobre os fazeres dos cargos amplos e das portarias do GT Carreira são os próximos passos essenciais para a efetiva reestruturação do PCCTAE. Embora a Lei nº 15.367/2026 tenha criado o benefício, a efetiva operacionalização depende da assinatura e publicação governamental. [1]
Acompanhe abaixo o status de cada um desses pontos:

Além dos pontos da pauta, democratização e saúde, Fasubra cobrou decreto do RSC que, segundo MEC deve sair até dia 3.
Fonte: Fasubra
A coordenação geral da FASUBRA participou, na manhã do dia 30, da segunda reunião ordinária da Mesa Setorial de Negociação Permanente no âmbito do Ministério da Educação e obteve importantes sinalizações do governo sobre pautas centrais da categoria que está em greve a 120 dias. O encontro foi realizado na sede do MEC, em Brasília.
Durante a reunião, integrantes do CNG mantiveram uma vigília no local, com faixas e cartazes, com o objetivo de acompanhar de perto os debates realizados entre o ministério e as entidades sindicais.
Na reunião foram debatidos dois pontos de pauta: democratização e saúde do trabalhador.
GT Democratização – foi instituído pela Portaria nº 549/2026, tendo sua composição paritária entre o MEC, as entidades sindicais e estudantis.
Um dos temas principais de discussão será a paridade na ponderação de votos e nos espaços de gestão. Nesta reunião ficou definido que a reunião de instalação do GT será de forma presencial no dia 16 de julho, às 9h30, e as reuniões serão alternadas entre presenciais e virtuais a cada 15 dias. O prazo para a conclusão do trabalho e entrega do Relatório será de 90 dias, podendo ser prorrogado por mais 90 dias;
GT Saúde do Trabalhador – será instituído através de portaria que será publicada nesta semana. Terá como composição o MEC, entidades sindicais, ANDIFES e CONIF. A FASUBRA Sindical encaminhou um ofício com as reflexões sobre a Saúde do Trabalhador que irá subsidiar a discussão do Grupo de Trabalho. O prazo para discussão e entrega do trabalho será de 90 dias, podendo ser prorrogado por mais 90 dias.
RSC e cargos amplos
Após o encerramento da reunião, a coordenação geral da FASUBRA-Sindical solicitou aos representantes do MEC, entre eles o assessor do gabinete do Ministro, para tratar especificamente das reivindicações da greve da Categoria.
Entre os principais temas abordados estava a publicação dos decretos referentes ao Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) e dos Cargos Amplos.
Segundo o MEC, os decretos deverão ser publicados até a próxima sexta-feira, dia 3.
https://www.facebook.com/reel/27426694123607400
Foto:Fasubra


Com três meses de greve os técnico-administrativos das universidades federais promoveram na tarde desta terça-feira, 30 de junho, mobilização em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. A pressão é para o cumprimento do acordo de greve assinado pelo governo em 2024.
Esta foi mais uma mobilização dos trabalhadores nas ruas, já sob os ares dos movimentos de greve dos rodoviários do Rio e das ações das centrais sindicais, movimentos sociais e sindicatos pelo fim da escala 6 x 1 cujo projeto está parado no Senado. Pela manhã os rodoviários tomaram as ruas do centro do Rio e houve passeata na Avenida Brasil pelo fim da escala 6 x 1 cujo projeto está parado no Senado.
Ato e caminhada

O ato unificado que reuniu trabalhadores da educação das universidades UFF, UFRJ, Unirio e Rural, foi realizado em frente ao Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap) no centro de Niterói, com caminhada pela Avenida Amaral Peixoto até as Barcas onde o ato foi encerrado. A mobilização contou também com estudantes e professores.

O movimento paredista dos trabalhadores em educação tem realizado esses atos unificados em locais simbólicos de luta e sempre levando informação à população.
Já houve mobilização na Uerj, cuja universidade tem sido ameaçada de fechar e seus trabalhadores tiveram seus salários congelados, como também mobilização no hospitais universitários Gafrée Guinle, da Unirio (que está sendo fechado) e no Clementino Fraga Filho, da UFRJ. Os hospitais universitários deixaram de ser geridos pelas universidades passando para a administração da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), o que trouxe problemas para os servidores RJU e até mesmo para o atendimento do SUS, como no caso do Antônio Pedro e do Clementino Fraga. Por isso a escolha desta vez pelo Huap.
O Sintufrj representado por dirigentes e militantes reforçou o ato em Niterói. Os coordenadores do sindicato, Nivaldo Holmes, Luciano Batista, Luciana Borges e Hilem Moisés, falaram sobre a etapa do movimento na UFRJ reafirmando que a greve só termina com a assinatura da regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) – um instrumento que valoriza a carreira e o servidor – sendo uma das prioridades do acordo de greve para a categoria da UFRJ.
Nivaldo e Luciano pronunciaram-se no início do ato em frente ao Huap. Luciana falou ao longo da passeata pela Avenida Amaral Peixoto e Hilem Moisés deu o recado do Sinttufrj ao fim do ato nas Barcas. 
A coordenadora do Sintufrj, Luciana Borges, denunciou os sucateamento das universidades e a falta de orçamento para saúde e educação
Dia 1º de julho, esta quarta-feira, os técnicos-administrativos em educação da UFRJ se reunirão em assembleias simultâneas no Fundão, Macaé e Praia Vermelha para avaliar a conjuntura e dar encaminhamentos para o movimento grevista. O governo precisa cumprir os eixos prioritários do movimento e mantenha os prazos acordados nos grupos de trabalho. Isso depois de dois anos da publicação do acordo de greve e aos 125 dias da greve nacional da Fasubra e 111 dias da greve na UFRJ.
O coordenador-geral do Sintufrj, e de Comunicação da Fasubra Francisco de Assis produziu um vídeo em que chamam atenção para a análise de conjuntira e recomenda a leitura do Informe de Greve número 16 da Fasubra com a análise aprofundada do Comando Nacional de Greve para um bom debate na assembleia.
Francisco destaca que a categoria conseguiu um canal de diálogo com o MEC, e que é preciso reforçar a luta e a mobilização para garantir a conquista da aceleração da progressão por capacitação para os aposentados com paridade e integralidade, da mesma forma que é preciso garantir a publicação do decreto do Reconhecimento de \Saberes e Competências. Ele concluiu ponderando que é importante ainda manter a unidade para uma saída unificada e convoca a categoria para a assembleia desta quarta-feira.
Veja o que disse o coordenador:

ASSEMBLEIA SIMULTÂNEA DOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DA UFRJ
Nesta quarta-feira, 1º de julho, às 10h, participe da Assembleia Simultânea que reunirá a categoria nos campi do Fundão, Praia Vermelha e Macaé para debater os próximos passos da mobilização.
📍 Locais: • Fundão: Espaço Cultural • Praia Vermelha: Auditório de Reunião da Decania (2º andar da Decania do CFCH) • Macaé: Auditório do Bloco B do Centro Multidisciplinar
📌 Pauta: • Avaliação da greve; • Discussão e deliberação sobre o Fundo de Greve.
A participação de todas e todos é fundamental para fortalecer as decisões coletivas e definir os rumos da luta da categoria.
✊🏽 Participe, fortaleça a mobilização e ajude a construir os próximos passos da nossa greve!
➡️ Acompanhe as notícias, informes e a cobertura completa da mobilização em nosso site: www.sintufrj.org.br�.
FUNDÃO: Espaço Cultural
PRAIA VERMELHA: Auditório do segundo andar da Decania do CFCH
MACAÉ: Auditório do Bloco B do Centro Multidisciplinar
PAUTA: Avaliação da Greve e discussão/deliberação sobre fundo de greve

Nesta quinta-feira, 25 de junho, foi realizada a 15ª Reunião da Mesa Central da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) que reuniu representantes do governo federal e das entidades sindicais. Na pauta, as principais medidas relativas à pauta de negociação entre 2023 e 2026 e atualizar o andamento das demandas atualmente em análise.
Para o governo, o principal destaque foi o envio de Lula ao Congresso em abril do Projeto de Lei nº 1.893/2026, que regulamenta as relações de trabalho no serviço público, como afirmou o secretário de Relações de Trabalho do MGI, José Lopez Feijó, destacando o texto que regulamenta a Convenção nº 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Veja mais a respeito das “entregas do governo” em algumas páginas da apresentação feita pelo governo ao final da matéria.
Mas as entidades sindicais (entre as quais a Fasubra) cobraram do MGI respostas para as principais reivindicações.
Mas os servidores defenderam a realização de reunião extraordinária em agosto, para que o governo apresente um retorno sobre as pautas prioritárias, antes do envio do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 ao Congresso Nacional. Entre as reivindicações consideradas mais urgentes, informe o site da Condsef, estão a implementação do auxílio nutrição para aposentados e pensionistas, a equiparação dos benefícios entre os servidores dos três Poderes, a reestruturação de carreiras e a recomposição salarial para 2027. As entidades cobraram também um plano de saúde acessível para todos os servidores públicos federais. O MGI informou que tanto o plano de saúde quanto a auxílio nutrição continuam em estudo estimativas de impacto financeiro.
Cristina reiterou que aquela foi uma mesa central com pautas relativas a todos os servidores públicos federais, com os dois fóruns (Fonasefe e Fonacate) e que teve uma pauta prioritária. Por isso, como estavam lá mais de 50 pessoas das diversas entidades, não foi possível debater tudo que seria de interesse da Federação, como de outras categorias. Foi proposto então que os pontos fossem para mesas temáticas, o que foi acatado pelo governo. Segundo a coordenadora foram tratados cerca de 20 pontos de uma pauta de 96 pontos.
Entre aqueles que dizem respeito á categoria, o MGI informou que já está com o decreto dos cargos amplos pronto, restando apenas alguns acertos. “Nossa categoria sabe da importância deste decreto porque poderemos discutir depois a racionalização de cargos e a atualização das atribuições”, explicou informando que também foi tratado ponto extremamente importante: a saúde do trabalhador. O MGI informou que está atendendo a reivindicação, no entanto, pondera Cristina, a forma com que a discussão está iniciando está equivocada: “Eles criaram um comitê geral, com nove órgãos, só que dentro das representações, todas são de gestores, não tem nenhuma representação sindical. Então, discutir saúde para o trabalhador sem que os trabalhadores estejam lá com a sua representação sindical, na minha opinião, não vai falar de saúde para o trabalhador para nós, vai falar para outros”, ponderou.
Veja mais no vídeo a seguir:

Foto: Mateus Teofilo/Ascom MGI (Agência Brasil)

Registro da 15ª reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente dia 25 de junho
A saga da comunidade da antiga Escola de Educação Infantil parece que caminha para um desfecho positivo. Sem uma sede desde 2023 a escola está voltando para o campus do Fundão. Nesse ano houve a interdição do prédio onde a escola ficava alojada no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG) no Fundão tendo sido então alocada de forma precária no Colégio de Aplicação (CAp) da Lagoa.
Nessa segunda-feira, 22 de junho, iniciaram as aulas das turmas 3 e 4, no ex-Clube dos Empregados da Petrobras (CEPE). O local é provisório até que que se terminem as obras da sede definitiva na BioRio previstas para o fim de junho. O espaço foi adaptado às necessidades de estrutura das salas e segurança para as crianças, haja vista a existência da piscina no local.
Embora essa ainda não seja a solução definitiva reivindicada pela comunidade escolar o retorno ao Fundão e a retomada das aulas em um espaço mais amplo foi uma injeção de ânimo e emocionou os servidores e as famílias dos pequenos alunos. A diretora geral da escola, a professora Cassandra Pontes, disse que para trabalhadores e familiares esse fato é muito significativo.
“Foi muita emoção! A volta para o Fundão com a perspectiva concreta de termos nossa sede é fruto de muita luta da comunidade do CAp, em especial das famílias e trabalhadores do segmento de Educação Infantil”, declarou Cassandra.
O processo está sendo gradativo. O segmento da Educação Infantil atende crianças de 2 a 5 anos de idade. E as turmas estão sendo reestruturadas. A turma 2, por exemplo, para iniciar as aulas precisa da contratação de professores e segundo a PR-4 serão feitas até 3 de julho. A turma 4 já está funcionando em tempo integral e a turma 3 em tempo parcial.
O setor administrativo por sua vez também terá seu lugar próprio no CEPE.
Entenda
O local em que funcionava a antiga Escola de Educação Infantil (no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira – IPPMG) foi interditado em fevereiro de 2023 e desde então quatro turmas foram alocados provisoriamente em duas salas do Colégio de Aplicação (CAp) da Lagoa.
Profissionais e famílias das crianças atendidas sofreram com a mudança forçada e a distância. Quatro turmas de 15 alunos cada, entre dois e cinco anos, foram agrupadas em apenas duas salas da sede na Zona Sul.
Os servidores, em sua maioria mulheres ficaram sem um lugar determinado para ficar no CAp, e tiveram que procurar se adaptar em pequenos espaços.
Em relação às vagas, geralmente o número de 60, algumas famílias tiveram de renunciar a sua vaga reduzindo assim o número crianças frequentando a escola, porque os familiares não tinham condições de levar suas crianças para a Lagoa.
Para entender a ligação ao CAp da UFRJ, a antiga Escola de Educação Infantil foi integrada ao Colégio de Aplicação em 2019. Segundo a diretora geral, Cassandra Pontes, essa integração ao CAp foi o reconhecimento da instituição de que eles são uma unidade de Educação Básica, com duas sedes. O segmento da Educação Infantil na sede do Fundão e o CAp Lagoa.


Com as adaptações as crianças já respiram novos ares no CEPE, ainda que provisório

O diretor de Ensino Glauber Domingues e equipe