ACOMPANHE A CHECAGEM DO ÚLTIMO DEBATE ENTRE LULA E FLÁVIO






ACOMPANHE A CHECAGEM DO ÚLTIMO DEBATE ENTRE LULA E FLÁVIO







O SINTUFRJ convoca a categoria e toda a comunidade universitária para ocupar as ruas, fortalecer a participação popular e reafirmar a importância do voto consciente para o futuro do Brasil.
📍 Local: Posto 3, Copacabana 🕗 Concentração: 8h 🥁 Início da batucada: 9h
Vista sua camisa, leve sua alegria e venha fazer parte dessa mobilização!
É tempo de esperança, participação e democracia! Vamos juntos! ✊🔴
Denise Góes, Superintendente-Geral da SGAADA (Superintendência de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade), disse na abertura do “Conhecendo a UFRJ” – programa que recebe pelo menos seis mil estudantes do ensino médio – na manhã desta sexta-feira (23) que o evento está acontecendo num momento muito especial, “de levante” da juventude “na defesa deste patrimônio público que deve ser defendido com unhas e dentes”.
Denise, técnica-administrativa, fez as afirmações ao lado do reitor Roberto Medronho, da vice-reitora Cássia Turci, da pró-reitora de Extensão Ivana Bentes e da pró-reitora de Graduação da UFRJ, Maria Fernanda numa cerimônia que também abriu a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O auditório do Centro de Tecnologia (CT) estava lotado de jovens. O hall das instalações no bloco A estava povoado de estandes.
Aos estudantes – que estão na universidade para conhecer a maior instituição federal de ensino superior do país -, Denise observou que a UFRJ está em constante transformação. Ela lembrou sua militância no movimento negro para citar sua luta contra o racismo e observou que, hoje, a universidade deixou de ser um ambiente autocrático, antidemocrática para conviver com a diversidade.
“Aqui, pretos, pardos, quilombolas, trans convivem de forma pacífica”, disse Denise Góes disse que não só o direito ao acesso de estudantes tem que ser garantido, mas também a sua permanência. “A universidade é o local para se pensar o Brasil”, afirmou, acrescentando que, diverso de outros tempos, quando as instituições só atendiam ao um nicho, hoje “aqui, se respira políticas públicas”.
Na saudação que fez ao evento, o coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis destacou o papel dos técnicos administrativos na realização do “Conhecendo a UFRJ” e na construção do dia a dia da instituição. FOTOS: RENAN SILVA




A reunião do GT Antirracista de 21 de outubro tratou de um tema singular. O Colorismo. O que é? Como funciona? A professora da Escola de Comunicação da UFRJ, Fernanda Carrara, foi a convidada que descortinou o tema.
Fernanda é autora do livro “Sarará: memórias de colorismo” . A obra apresenta em si mesma o que a autora sentiu na sua vivência de mestiçagem: O livro é um pacto entre a desconstrução de padrões e a memória, apresentando modos de teorização que nascem das relações cotidianas e das armadilhas da identidade.
O que é
Ao contrário do racismo, que se orienta na identificação do sujeito como pertencente a certa raça para poder exercer a discriminação, o colorismo se orienta somente na cor da pele da pessoa.
O colorismo no Brasil é a discriminação ou hierarquização baseada no tom de pele e nos traços fenotípicos dentro de um mesmo grupo racial, especialmente entre a população negra (pretos e pardos). Cabelo crespo, nariz arredondado ou largo, dentre outros aspectos físicos, que a nossa cultura associa à descendência africana, também influenciam no processo de discriminação. Quanto mais escura a pele e mais marcados os traços africanos, maior é a exclusão social enfrentada.
O colorismo é muito comum em países que sofreram a colonização europeia e em países pós-escravocratas. Vem do período colonial e pós-abolição, quando estratégias de branqueamento e divisão social tentaram afastar a população da imagem da escravidão.
“O colorismo é uma ferramenta para fazer o sujeito sofrer com o racismo e para ser racista”, afirma Fernanda. “É uma máquina de automação do racismo”, sustenta.
De uma maneira simplificada, o termo quer dizer que, quanto mais pigmentada uma pessoa, mais exclusão e discriminação essa pessoa irá sofrer. Diferente de lugares com regras rígidas de origem (como os EUA), no Brasil a discriminação opera pela “marca” da aparência, afetando pretos e pardos de formas distintas.
Cria-se também uma escala de valor em que tons de pele mais claros recebem maior aceitação social por estarem mais próximos do padrão eurocêntrico.
Nessa gradação há dois conceitos opostos sobre a hierarquia de tons de pele dentro da população negra: o movimento centrífugo – tendência de afastar ou hierarquizar de forma negativa os corpos mais retintos (“quanto mais preto pior”), muitas vezes reduzindo a inclusão de pessoas negras mais escuras; e o movimento centrípeto – inverso da valorização da centralidade da negritude mais retinta (“quanto mais preto melhor”), vinculando-a muitas vezes a uma ideia estrita de autenticidade racial.
“Quando falo que sou negra de pele clara é uma forma de politizar e não para identificar o pardo. Reivindico o negro. Agora, reconhecer nossas diferenças pode nos trazer unidade na luta contra a branquitude”, reflete Fernanda Carrara.
Está em curso, desde o dia 19, a 12ª edição do Seminário de Integração dos Técnico-Administrativos em Educação, Sintae. Segue até o dia 23, no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), em formato híbrido. Esta edição conta com 226 trabalhos inscritos e 450 participantes entre autores e coautores; mais de 70 pessoas na Comissão Organizadora e de 40 instituições do Brasil, aglutinando cerca de 700 pessoas contando ouvintes.
O seminário tem a proposta de promover a integração dos TAE de todas as universidade e instituições de ensino superior do país, com foco na troca de conhecimentos e experiências, anunciam os organizadores, informando que o evento retornou em 2026 após um hiato de dois anos e que esta é a maior edição do seminário, pela primeira vez em modelo híbrido.
A programação é estruturada por meio de 19 Grupos de Trabalho (GTs), que organizam as apresentações e discussões por áreas temáticas. “Esses espaços permitem a circulação de experiências institucionais e contribuem para a reflexão sobre as atividades desempenhadas pelas(os) técnicas(os)-administrativas(os) no âmbito das universidades públicas”, informa o texto de abertura do caderno de programação.
Veja a íntegra em https://www.sintaeufrj.org/
Desafios TAEs ultrapassam os limites de uma única instituição
O evento é promovido por uma Comissão Organizadora interinstitucional de cerca de 100 pessoas composta por servidoras(es) técnico-administrativas(os), reforçando o caráter colaborativo da iniciativa. Integram esta equipe a coordenadora geral do SINTUFRJ Laura Gomes Barreto, e Guilherme da Silva e Souza, ambos técnicos-administrativos do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), que coordenaram também o GT 18, Práticas, saberes e produção do cuidado em espaços universitários. Eles produziram um relato sobre esta participação. Veja a seguir:
Visibilidade da produção TAE


“Participar da coordenação do GT 18, foi uma experiência de grande relevância profissional, acadêmica e humana. Para nós, Laura e Guilherme, essa vivência reafirmou a importância de reconhecer, valorizar e dar visibilidade aos conhecimentos produzidos pelos TAEs no cotidiano da universidade pública.
A experiência na coordenação do GT 18 também foi enriquecedora pela diversidade dos participantes. Recebemos trabalhos e contribuições de profissionais vinculados a outras universidades, inclusive do estado da Bahia, o que ampliou as possibilidades de intercâmbio e evidenciou que os desafios, as experiências e os saberes dos TAEs ultrapassam os limites de uma única instituição. Essa participação reafirmou a importância de construir redes de diálogo e cooperação entre universidades públicas, valorizando as particularidades de cada realidade e identificando possibilidades de atuação conjunta.
Sintae fortalece a identidade profissional
Os TAES possuem conhecimentos amplos, construídos ao longo de suas trajetórias profissionais, da formação acadêmica, da educação continuada e da atuação direta nos diferentes setores da universidade. Nos hospitais universitários, nas unidades acadêmicas, nos laboratórios, nos serviços administrativos, nos projetos de extensão e nas diversas áreas institucionais, esses trabalhadores acumulam experiências fundamentais para o funcionamento da universidade e para o desenvolvimento de ações que articulam ensino, pesquisa, extensão e assistência.
Entretanto, nem sempre esse conhecimento recebe a visibilidade e o reconhecimento que merece. Por isso, espaços como o SINTAE são tão importantes: permitem que os trabalhadores apresentem suas experiências, sistematizem suas práticas, compartilhem metodologias e demonstrem que também são protagonistas na construção do conhecimento institucional.
A apresentação de trabalhos acadêmicos por TAEs fortalece sua identidade profissional, amplia o diálogo entre diferentes áreas e contribui para superar a visão limitada de que esses servidores desempenham apenas funções técnicas ou operacionais. Coordenar esse grupo de trabalho foi, portanto, uma oportunidade de contribuir para a valorização dos colegas TAEs e para o fortalecimento de uma cultura institucional que reconheça a diversidade de conhecimentos presentes na UFRJ.
Cada trabalho apresentado representou uma experiência que merece ser conhecida, debatida e compartilhada, mostrando que o cotidiano profissional também é fonte de reflexão crítica, inovação e produção científica.
O SINTAE 2026 reafirmou, para nós, que os TAEs não apenas fazem a universidade funcionar: eles também pensam, pesquisam, desenvolvem práticas, produzem conhecimento e transformam a realidade institucional. Dar visibilidade a essa produção é fortalecer a universidade pública, ampliar o reconhecimento desses profissionais e reafirmar que o conhecimento se constrói”.
Carreira, salários, RSC, direitos e o futuro da educação pública dependem das nossas escolhas.
▶️ Confira o comparativo entre os diferentes períodos de governo e os resultados das nossas conquistas, fruto de muita luta, mobilização e negociação coletiva.
O nosso voto faz a diferença, pois é ele que define quem estará à frente do governo e se haverá compromisso com a negociação, a valorização dos(as) técnicos administrativos(as) em educação e o fortalecimento dos serviços públicos.
🗳️ No dia da votação, vote com a nossa realidade em mente!

Segundo turno, o que está em jogo para quem é TAE?
Carrera, salário, direitos e o serviço público também passam pelas nossas escolhas políticas.
De 2003 a 2010 vivemos um período de carreira, negociação e conquistas.

Em 2003, a criação da mesa nacional de negociação permanente.
Em 2005, a criação do plano de carreira dos técnico-administrativos em educação.
Em 2006, a regulamentação do incentivo à qualificação.
E entre 2008 e 2010, reestruturações e ganhos na carreira. (0:40) Já entre 2019 e 2022, ficamos sem reajuste geral e sem negociação. (0:46) Sem reestruturação negociada.
Os salários foram pressionados pela inflação.
E a inflação acumulada entre 2017 e 2022 ultrapassou-os 35%.

De 2023 a 2026, a negociação foi retomada.
Em 2023, 9% de reajuste geral.
Em 2024, greve e acordo para reestruturação do plano de carreira dos técnicos.
Em 2025, 9% na carreira e progressão por mérito de 18 para 12 meses.
Em 2026, mais 5% na carreira e o RSC em lei e regulamentado.
Conquistas construídas com a mobilização da categoria.
A diferença é clara
Com negociação temos reajustes, carreira estruturada, RSC e mais direitos.
Sem negociação temos congelamento, perdas salariais e carreira represada.

No segundo turno, também está em jogo o futuro do serviço público
Defende o serviço público e os nossos direitos? Valoriza quem mantém as universidades a funcionar? Tem compromisso com a educação pública? Vote com a nossa realidade em mente.
Começou, dia 19, a 12ª edição do Seminário de Integração dos Técnico-Administrativos em Educação.
Segue até o dia 23, no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), em formato híbrido. Esta vitrine da produção de conhecimento TAE conta
com 226 trabalhos inscritos e 450 participantes entre autores e coautores; mais de 70 pessoas na Comissão Organizadora e de 40 instituições do Brasil.
Somados aos ouvintes, são umas 700 pessoas, segundo Gustavo Cravo, da comissão organizadora. “O SINTAE é muito bacana. De técnicos para técnicos. Nosso foco é dar a primeira oportunidade de compor uma comissão, coordenar um GT, apresentar um trabalho”, disse.
A programação está em www.sintaeufrj.org.


As coordenadoras do Sintufrj Laura Gomes e Rosemere Roza coordenaram seus respectivos grupos de trabalho no XII Sintae.
Abertura
Participaram a vice-reitora Cássia Turci –que destacou a importância do papel dos TAE na UFRJ –, a vice decana do CCMN Walcy Santos, o coordenador-geral do SINTUFRJ Esteban Crescente, e Camila Baz e Gustavo Cravo. As coordenadoras do Sintufrj Maria Lenilva e Rosemere Roza estavam presentes.
Esteban apontou a importância da votação dia 25, quando se decide o projeto de país e se reafirma ou a estabilidade do serviço público, concursos, defesa
do papel da universidade rumo à soberania, ou o projeto oposto. E lembrou decisão da assembleia de defesa da candidatura Lula.
Carreira
Foi o tema da mesa seguinte com a participação de Esteban, Agnaldo Fernandes, da CNSC, Pedro e Sá, representante da comissão, com moderação de Paola Meirelles (da UNIRIO).
“Nos quatro anos de Bolsonaro, nos defendemos de ataques como a reforma da Previdência ou a Administrativa, com propostas de diminuir jornada de trabalho com redução de salários, e que agora, na atual conjuntura, por mais que tenha sido difícil a luta pelo RSC, a reestruturação da carreira e aumento nos benefícios, nós pudemos negociar”, ponderou Esteban.





À tarde, houve a oficina de letramento LGBTQIAPNB+ com Márcio Neves, diretor de Gênero e Pertencimento (DiGePe) da Superintendência-Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade (Sgaada) da UFRJ e a mesa redonda “Políticas Culturais Universidade”, com Jéssica Luzes, técnica em assuntos educacionais na Divisão de Esporte, Cultura e Lazer (DECULT) da Pró-Reitoria de Políticas Estudantis
Em recente matéria de uma emissora de TV, a âncora informou que o candidato do PL à presidência teria dito que usaria a maioria no Congresso para mudar a Constituição. Mas ela mesma passou o pano, dizendo que foi apenas “uma escorregada” do candidato, e que ele se referia a uma PEC (Proposta de Emenda à
Constituição) que precisava de mecanismos legislativos para ser aprovada.
DOMÍNIO TOTAL
“Gente, isso é muito sério, não minimizem”, chamou atenção um internauta sobre a realidade atual: “No Brasil existem o Poder Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O partido do candidato de oposição já ganhou maioria no Legislativo, se ele ganhar também a presidência, vai indicar cinco ministros do Supremo Tribunal Federal, ou seja, ele vai dominar o STF. Conclusão: vai dominar a Presidência, o Legislativo e o Judiciário. Quem vai fazer o contrapeso de tanto poder? Fora isso, ele ainda estará a serviço de Trump (EUA), entregando tudo”, alertou.
SINAL DE ALERTA
Muitos tiranos chegam ao poder por vias democráticas, quando então podem subverter ou destruir o sistema por dentro, com a erosão dos contrapesos
da Democracia, como são chamados os Três Poderes, que fiscalizam e limitam a atuação uns dos outros, impedindo que qualquer um se exceda.
Sem tais freios, pode-se desaguar em um controle absoluto de alguém sobre todas as esferas da vida pública e privada, que elimina a liberdade individual e a
oposição. Como no fascismo e no nazismo.
LULA DEFENDE A CONSTITUIÇÃO
Durante a sessão solene de promulgação da PEC que extinguiu a escala de trabalho 6×1, dia 16 de outubro, Lula ergueu a Constituição. Uma referência ao
gesto histórico do deputado Ulysses Guimarães, que levantou o exemplar da Carta Magna no momento de sua promulgação em 1988.

A denominada Constituição Cidadã foi resultado do esforço político pela redemocratização do país e símbolo do fim da ditadura civil-militar, que torturou e
matou trabalhadores e estudantes. Essa Constituição buscou assegurar direitos fundamentais e prerrogativas básicas para os indivíduos e grupos sociais em
relação ao Poder Público.
“NINGUÉM DÁ TODO PODER A UMA PESSOA SÓ”
“Numa democracia, ninguém dá todo o poder para uma pessoa só. E Flávio já tem (maioria) um Congresso Nacional para fazer o que quiser com a Constituição. Se (eleito e) ele quiser colocar a intolerância religiosa lá, de gênero, intolerância sexual, que mulher não deve votar, leva para o Congresso. Ele tem maioria.
Lula, não, terá que conversar, dialogar, negociar. Um é democrata. Outro, lamentavelmente, não. Pela democracia vamos votar 13”, disse Simone Tebet, que foi
ministra de Lula.
GOLPE, NÃO!
A deputada federal Jandira Feghali, alerta: “Esse momento é de preservar a democracia. Não podemos dar um cheque em branco. Permitir um golpe por dentro. Maioria do Parlamento. Maioria no Supremo e ainda do Executivo (se eleito). Isso seria um país sem contrapesos, sem mediação, sem medidas possíveis de
defesa das conquistas que temos. Direito conquistado não é necessariamente direito garantido. Não podemos jamais dar um passo atrás, para um retrocesso
que vai transformar o Brasil em um país-colônia (dos Estados Unidos). De apropriação de riqueza e superexploração do trabalho”.
CONCENTRAÇÃO DE PODER, NÃO!
“A história brasileira mostra as consequências da concentração autoritária de poder. Durante a ditadura militar, censura, perseguição política e repressão
aos movimentos sociais e sindicais foram utilizadas para silenciar opositores”, alerta a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Neiva Ribeiro.