ACOMPANHE A CHECAGEM DO ÚLTIMO DEBATE ENTRE LULA E FLÁVIO

 

 

Atenção trabalhadores da UFRJ: neste grande ato publiquem nas suas redes sociais e marquem o SINTUFRJ.

Vamos furar o bloqueio com muita agitação e publicações em nossas redes.

postem seus vídeos e selfies e marquem o Sintufrj.

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Fortaleça a mobilização e mostre a força da nossa categoria! ✊

Neste sábado, 24 de outubro, Copacabana será palco de mais uma grande mobilização em defesa da democracia, dos direitos do povo e da continuidade das conquistas sociais.

O SINTUFRJ convoca a categoria e toda a comunidade universitária para ocupar as ruas, fortalecer a participação popular e reafirmar a importância do voto consciente para o futuro do Brasil.

📍 Local: Posto 3, Copacabana 🕗 Concentração: 8h 🥁 Início da batucada: 9h

Vista sua camisa, leve sua alegria e venha fazer parte dessa mobilização!

É tempo de esperança, participação e democracia! Vamos juntos! ✊🔴

#SINTUFRJ #Carnalula #Democracia #Copacabana #UFRJ Brasil

Denise Góes, Superintendente-Geral da SGAADA (Superintendência de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade), disse na abertura do  “Conhecendo a UFRJ” – programa que recebe pelo menos seis mil estudantes do ensino médio – na manhã desta sexta-feira (23) que o evento está acontecendo num momento muito especial, “de levante” da juventude “na defesa deste patrimônio público que deve ser defendido com unhas e dentes”.

Denise, técnica-administrativa, fez as afirmações ao lado do reitor Roberto Medronho, da vice-reitora Cássia Turci, da pró-reitora de Extensão Ivana Bentes e da pró-reitora de Graduação da UFRJ, Maria Fernanda numa cerimônia que também abriu a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O auditório do Centro de Tecnologia (CT) estava lotado de jovens. O hall das instalações no bloco A estava povoado de estandes.

Aos estudantes – que estão na universidade para conhecer a maior instituição federal de ensino superior do país -, Denise observou que a UFRJ está em constante transformação. Ela lembrou sua militância no movimento negro para citar sua luta contra o racismo e observou que, hoje, a universidade deixou de ser um ambiente autocrático, antidemocrática para conviver com a diversidade.

“Aqui, pretos, pardos, quilombolas, trans convivem de forma pacífica”, disse Denise Góes disse que não só o direito ao acesso de estudantes tem que ser garantido, mas também a sua permanência. “A universidade é o local para se pensar o Brasil”, afirmou, acrescentando que, diverso de outros tempos, quando as instituições só atendiam ao um nicho, hoje “aqui, se respira políticas públicas”.

Na saudação que fez ao evento, o coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis destacou o papel dos técnicos administrativos na realização do  “Conhecendo a UFRJ” e na construção do dia a dia da instituição. FOTOS: RENAN SILVA

DENISE GÓES fez discurso enfático. Ela destacou que a universidade é um lugar para se pensar o Brasil num ambiente democrático.
ESTUDANTES DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO lotam o auditório do CT
REITOR ROBERTO MEDRONHO a bordo de veículo produzido em laboratório da universidade

Lobby a bordo

Por: Brasil de Fato

Segundo a ‘piauí’, senador ganhou um Rolex de empresário da Precisa, que tentava vender a Covaxin ao governo Bolsonaro

Print da página da Revista Piauí

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, participou em julho de 2020, no auge da pandemia de covid-19, de um passeio de lancha no Lago Paranoá, em Brasília (DF), organizado por empresários que tentavam vender ao governo de Jair Bolsonaro a vacina indiana Covaxin. A informação é de reportagem da revista piauí publicada nesta quarta-feira (21). Segundo a apuração, três garotas de programa foram levadas de São Paulo para o encontro com Flávio.

De acordo com a reportagem, o passeio aconteceu em 17 de julho de 2020 e foi bancado por Danilo Trento e Francisco Maximiano, diretor institucional e dono da Precisa Medicamentos, empresa que dizia representar o laboratório Bharat Biotech, fabricante da Covaxin. O grupo voou de São Paulo para Brasília em um jato executivo na noite anterior, com as mulheres e o agente de viagens Raphael Barão, contratado para organizar o churrasco na embarcação.

Flávio Bolsonaro chegou à lancha acompanhado do amigo e então sócio Alexandre Santini. A revista relata que o senador desceu à cabine da embarcação com garotas de programa durante a tarde e que, ao fim do passeio, Trento tirou o próprio relógio Rolex do pulso e o colocou no do senador, que foi embora usando o presente. No dia do passeio, o Brasil registrou 1.110 mortes por covid-19. A pandemia mataria mais de 700 mil pessoas no país.

Para reconstituir o episódio, a piauí afirma ter ouvido uma pessoa que estava na lancha, sob anonimato, além de pilotos, um ex-deputado e assessores parlamentares. A revista também cruzou dados de quebras de sigilo de Barão, Maximiano e Trento enviados às Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) da Pandemia, do INSS e do Crime Organizado, além de registros de voo.

Caso Covaxin

O contrato da Covaxin com o Ministério da Saúde previa o pagamento de R$ 80 por dose, contra cerca de R$ 56,30 oferecidos pela Pfizer e R$ 18 pela AstraZeneca. As negociações foram denunciadas pelo servidor da pasta Luis Ricardo Miranda e pelo irmão dele, o então deputado Luis Miranda. O contrato foi cancelado antes de qualquer pagamento. O relatório final da CPI da Pandemia recomendou o indiciamento de 78 pessoas, entre elas Flávio Bolsonaro, Trento e Maximiano.

Durante a CPI, o senador defendeu publicamente a Precisa e chegou a parabenizar a diretora da empresa, Emanuela Medrades, por ter “batalhado para que fosse economizado dinheiro público”. Três meses depois do passeio de lancha, segundo a piauí, Flávio Bolsonaro abriu caminho para que Maximiano fosse recebido pelo então presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, em busca de financiamento para outra empresa. O senador participou da reunião virtual. Na época, o banco informou que nenhum financiamento foi contratado.

Não é a primeira vez que um Rolex aparece associado ao senador. Em setembro, o site PlatôBR revelou que Santini promoveu encontros de Flávio Bolsonaro com garotas de programa e que o senador recebeu um Rolex Submariner Date, avaliado em R$ 305 mil, comprado pelo advogado Alan Belaciano, que representava interesses privados junto a autoridades em Brasília.

Até o fechamento da reportagem da piauí, Flávio Bolsonaro não havia se manifestado. Procurado pela revista, Trento interrompeu o contato depois de ser informado sobre o conteúdo da pauta. Os advogados de Maximiano não responderam. O Brasil de Fato mantém o espaço aberto para manifestação dos citados.

Leia em https://www.brasildefato.com.br/2026/10/22/flavio-bolsonaro-participou-de-festa-com-lobistas-da-covaxin-e-prostitutas-enquanto-pandemia-matava-mais-de-mil-pessoas-por-dia-diz-revista/

A reunião do GT Antirracista de 21 de outubro tratou de um tema singular. O Colorismo. O que é? Como funciona? A professora da Escola de Comunicação da UFRJ, Fernanda Carrara, foi a convidada que descortinou o tema.

Fernanda é autora do livro “Sarará: memórias de colorismo” . A obra apresenta em si mesma o que a autora sentiu na sua vivência de mestiçagem: O livro é um pacto entre a desconstrução de padrões e a memória, apresentando modos de teorização que nascem das relações cotidianas e das armadilhas da identidade.

O que é

Ao contrário do racismo, que se orienta na identificação do sujeito como pertencente a certa raça para poder exercer a discriminação, o colorismo se orienta somente na cor da pele da pessoa.

O colorismo no Brasil é a discriminação ou hierarquização baseada no tom de pele e nos traços fenotípicos dentro de um mesmo grupo racial, especialmente entre a população negra (pretos e pardos). Cabelo crespo, nariz arredondado ou largo, dentre outros aspectos físicos, que a nossa cultura associa à descendência africana, também influenciam no processo de discriminação. Quanto mais escura a pele e mais marcados os traços africanos, maior é a exclusão social enfrentada.

O colorismo é muito comum em países que sofreram a colonização europeia e em países pós-escravocratas. Vem do período colonial e pós-abolição, quando estratégias de branqueamento e divisão social tentaram afastar a população da imagem da escravidão.

“O colorismo é uma ferramenta para fazer o sujeito sofrer com o racismo e para ser racista”, afirma Fernanda. “É uma máquina de automação do racismo”, sustenta.

De uma maneira simplificada, o termo quer dizer que, quanto mais pigmentada uma pessoa, mais exclusão e discriminação essa pessoa irá sofrer. Diferente de lugares com regras rígidas de origem (como os EUA), no Brasil a discriminação opera pela “marca” da aparência, afetando pretos e pardos de formas distintas.

Cria-se também uma escala de valor em que tons de pele mais claros recebem maior aceitação social por estarem mais próximos do padrão eurocêntrico.

Nessa gradação há dois conceitos opostos sobre a hierarquia de tons de pele dentro da população negra: o movimento centrífugo – tendência de afastar ou hierarquizar de forma negativa os corpos mais retintos (“quanto mais preto pior”), muitas vezes reduzindo a inclusão de pessoas negras mais escuras; e o movimento centrípeto – inverso da valorização da centralidade da negritude mais retinta (“quanto mais preto melhor”), vinculando-a muitas vezes a uma ideia estrita de autenticidade racial.

“Quando falo que sou negra de pele clara é uma forma de politizar e não para identificar o pardo. Reivindico o negro. Agora, reconhecer nossas diferenças pode nos trazer unidade na luta contra a branquitude”, reflete Fernanda Carrara.

Está em curso, desde o dia 19, a 12ª edição do Seminário de Integração dos Técnico-Administrativos em Educação, Sintae. Segue até o dia 23, no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), em formato híbrido. Esta edição conta com 226 trabalhos inscritos e 450 participantes entre autores e coautores; mais de 70 pessoas na Comissão Organizadora e de 40 instituições do Brasil, aglutinando cerca de 700 pessoas contando ouvintes.

O seminário  tem a proposta de promover a integração dos TAE de todas as universidade e instituições de ensino superior do país, com foco na troca de conhecimentos e experiências, anunciam os organizadores, informando que o evento retornou em 2026 após um hiato de dois anos e que esta é a maior edição do seminário, pela primeira vez em modelo híbrido.

A programação é estruturada por meio de 19 Grupos de Trabalho (GTs), que organizam as apresentações e discussões por áreas temáticas. “Esses espaços permitem a circulação de experiências institucionais e contribuem para a reflexão sobre as atividades desempenhadas pelas(os) técnicas(os)-administrativas(os) no âmbito das universidades públicas”, informa o texto de abertura do caderno de programação.

Veja a íntegra em https://www.sintaeufrj.org/

Desafios TAEs ultrapassam os limites de uma única instituição

O evento é promovido por uma Comissão Organizadora interinstitucional de cerca de 100 pessoas composta por servidoras(es) técnico-administrativas(os), reforçando o caráter colaborativo da iniciativa. Integram esta equipe a coordenadora geral do SINTUFRJ Laura Gomes Barreto, e Guilherme da Silva e Souza, ambos técnicos-administrativos do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), que coordenaram também o GT 18, Práticas, saberes e produção do cuidado em espaços universitários. Eles produziram um relato sobre esta participação. Veja a seguir:

Visibilidade da produção TAE

“Participar da coordenação do GT 18, foi uma experiência de grande relevância profissional, acadêmica e humana. Para nós, Laura e Guilherme, essa vivência reafirmou a importância de reconhecer, valorizar e dar visibilidade aos conhecimentos produzidos pelos TAEs no cotidiano da universidade pública.

A experiência na coordenação do GT 18 também foi enriquecedora pela diversidade dos participantes. Recebemos trabalhos e contribuições de profissionais vinculados a outras universidades, inclusive do estado da Bahia, o que ampliou as possibilidades de intercâmbio e evidenciou que os desafios, as experiências e os saberes dos TAEs ultrapassam os limites de uma única instituição. Essa participação reafirmou a importância de construir redes de diálogo e cooperação entre universidades públicas, valorizando as particularidades de cada realidade e identificando possibilidades de atuação conjunta.

Sintae fortalece a identidade profissional

Os TAES possuem conhecimentos amplos, construídos ao longo de suas trajetórias profissionais, da formação acadêmica, da educação continuada e da atuação direta nos diferentes setores da universidade. Nos hospitais universitários, nas unidades acadêmicas, nos laboratórios, nos serviços administrativos, nos projetos de extensão e nas diversas áreas institucionais, esses trabalhadores acumulam experiências fundamentais para o funcionamento da universidade e para o desenvolvimento de ações que articulam ensino, pesquisa, extensão e assistência.

Entretanto, nem sempre esse conhecimento recebe a visibilidade e o reconhecimento que merece. Por isso, espaços como o SINTAE são tão importantes: permitem que os trabalhadores apresentem suas experiências, sistematizem suas práticas, compartilhem metodologias e demonstrem que também são protagonistas na construção do conhecimento institucional.

A apresentação de trabalhos acadêmicos por TAEs fortalece sua identidade profissional, amplia o diálogo entre diferentes áreas e contribui para superar a visão limitada de que esses servidores desempenham apenas funções técnicas ou operacionais. Coordenar esse grupo de trabalho foi, portanto, uma oportunidade de contribuir para a valorização dos colegas TAEs e para o fortalecimento de uma cultura institucional que reconheça a diversidade de conhecimentos presentes na UFRJ.

Cada trabalho apresentado representou uma experiência que merece ser conhecida, debatida e compartilhada, mostrando que o cotidiano profissional também é fonte de reflexão crítica, inovação e produção científica.

O SINTAE 2026 reafirmou, para nós, que os TAEs não apenas fazem a universidade funcionar: eles também pensam, pesquisam, desenvolvem práticas, produzem conhecimento e transformam a realidade institucional. Dar visibilidade a essa produção é fortalecer a universidade pública, ampliar o reconhecimento desses profissionais e reafirmar que o conhecimento se constrói”.

Proposta prevê que pelo menos 25% das emendas parlamentares obrigatórias sejam destinadas ao custeio da isenção.

Por: Congresso em Foco – 21/10/2026 12:27

A quatro dias do segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), Lula ocorreu durante a sanção do projeto que amplia benefícios destinados aos microempreendedores individuais (MEIs).

Foto: Ricardo Stuckert

 

Pela proposta apresentada pelo governo, a reserva das emendas obrigatórias representaria aproximadamente R$ 11,2 bilhões em 2027. Deputados e senadores ainda poderiam direcionar recursos adicionais para o programa.

O desenho busca financiar a gratuidade sem criar uma nova despesa federal diretamente no Orçamento e preserva a regra que obriga parlamentares a destinarem metade das emendas individuais para ações e serviços públicos de saúde.

O envio da PEC nesta quarta-feira transforma em proposta legislativa uma das medidas que Lula passou a defender nas últimas semanas. Por se tratar de uma mudança constitucional, o texto precisará percorrer Câmara e Senado e dependerá do apoio de três quintos dos parlamentares em dois turnos de votação em cada Casa para ser aprovado.

A proposta mexe diretamente em uma parcela das emendas de execução obrigatória. Pelo modelo anunciado, ao menos um quarto desses recursos deverá financiar o transporte público gratuito aos fins de semana.

Lula sanciona perdão de dívidas e novo teto de R$ 140 mil para MEIs

Presidente também assinou PEC que prevê uso de emendas parlamentares para tarifa zero em fins de semana.

Congresso em Foco

21/10/2026 | Atualizado às 12:48

O presidente Lula (PT) sancionou nesta quarta-feira (21) a nova legislação que amplia o limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI), permite a contratação de até dois empregados e estabelece a remissão de determinados débitos de microempreendedores com a União.

Pelo texto aprovado pelo Congresso Nacional, o teto anual, atualmente de R$ 81 mil, passará inicialmente para R$ 110 mil no ano-calendário de 2027 e chegará a R$ 140 mil a partir de 1º de janeiro de 2028. A medida também alcança, dentro das condições previstas na nova legislação, perdão a dívidas federais de pessoas regularmente enquadradas como MEI.

Lula também assinou PEC que prevê destinar pelo menos 25% das emendas parlamentares obrigatórias ao financiamento da tarifa zero, o equivalente a R$ 11,2 bilhões em 2027. Os congressistas poderão reservar valores adicionais. A proposta não altera a obrigação de destinar metade das emendas individuais à saúde e busca custear a gratuidade sem aumentar as despesas federais. Os detalhes de funcionamento dependerão de regulamentação posterior.

A proposta faz parte de um conjunto de medidas direcionadas aos trabalhadores por conta própria apresentado pelo governo federal. Além da ampliação do faturamento permitido para permanência no MEI, o texto aprovado pelo Congresso estabelece mudanças nas regras de contratação de funcionários, cria condições para o perdão de débitos federais e amplia possibilidades de participação dos microempreendedores em contratações públicas.

Aumento do teto

Pelo texto aprovado, haverá uma transição. Durante o ano-calendário de 2027, o limite anual será de R$ 110 mil. Para quem iniciar as atividades ao longo de 2027, será considerado o limite proporcional de R$ 9.166,67 por mês, multiplicado pelo número de meses entre o início da atividade e o fim daquele ano.

A partir de 1º de janeiro de 2028, passa a valer o teto definitivo de R$ 140 mil por ano. Nesse caso, para novos microempreendedores que começarem a trabalhar durante o ano, o limite proporcional será de R$ 11.666,67 mensais, considerando os meses de atividade.

Perdão das dívidas

Um dos pontos de maior impacto do texto aprovado pelo Congresso é a remissão integral de determinados créditos da União de responsabilidade de pessoas físicas regularmente enquadradas como MEI. A medida alcança créditos inscritos ou não na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026.

O projeto estabelece que podem ser abrangidas dívidas relacionadas às contribuições previstas para o regime do MEI e obrigações acessórias vinculadas a elas. Isso inclui, dentro das condições estabelecidas pelo projeto, juros, multas e encargos legais, mesmo quando os valores estiverem em cobrança administrativa ou judicial.

Contratação

Outra alteração importante envolve a contratação de funcionários. A legislação atualmente estabelece uma limitação mais restritiva para o microempreendedor. O projeto aprovado pelo Congresso permite que o MEI tenha até dois empregados, desde que cada trabalhador receba exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial correspondente à categoria profissional.

A regra também contempla atividades de industrialização, comercialização e prestação de serviços no âmbito rural. Nos casos de afastamento legal de um empregado, será permitida a contratação de trabalhadores em número equivalente ao daqueles que estiverem afastados, inclusive por prazo determinado, até o fim das condições que provocaram o afastamento.

Carreira, salários, RSC, direitos e o futuro da educação pública dependem das nossas escolhas.

▶️ Confira o comparativo entre os diferentes períodos de governo e os resultados das nossas conquistas, fruto de muita luta, mobilização e negociação coletiva.

O nosso voto faz a diferença, pois é ele que define quem estará à frente do governo e se haverá compromisso com a negociação, a valorização dos(as) técnicos administrativos(as) em educação e o fortalecimento dos serviços públicos.

🗳️ No dia da votação, vote com a nossa realidade em mente!

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Segundo turno, o que está em jogo para quem é TAE?

Carrera, salário, direitos e o serviço público também passam pelas nossas escolhas políticas.

De 2003 a 2010 vivemos um período de carreira, negociação e conquistas.

Em 2003, a criação da mesa nacional de negociação permanente.

Em 2005, a criação do plano de carreira dos técnico-administrativos em educação.

Em 2006, a regulamentação do incentivo à qualificação.

E entre 2008 e 2010, reestruturações e ganhos na carreira. (0:40) Já entre 2019 e 2022, ficamos sem reajuste geral e sem negociação. (0:46) Sem reestruturação negociada.

Os salários foram pressionados pela inflação.

E a inflação acumulada entre 2017 e 2022 ultrapassou-os 35%.

De 2023 a 2026, a negociação foi retomada.

Em 2023, 9% de reajuste geral.

Em 2024, greve e acordo para reestruturação do plano de carreira dos técnicos.

Em 2025, 9% na carreira e progressão por mérito de 18 para 12 meses.

Em 2026, mais 5% na carreira e o RSC em lei e regulamentado.

Conquistas construídas com a mobilização da categoria.

 

A diferença é clara

Com negociação temos reajustes, carreira estruturada, RSC e mais direitos.

Sem negociação temos congelamento, perdas salariais e carreira represada.

 

No segundo turno, também está em jogo o futuro do serviço público

Defende o serviço público e os nossos direitos? Valoriza quem mantém as universidades a funcionar? Tem compromisso com a educação pública? Vote com a nossa realidade em mente.

Começou, dia 19, a 12ª edição do Seminário de Integração dos Técnico-Administrativos em Educação.

Segue até o dia 23, no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), em formato híbrido. Esta vitrine da produção de conhecimento TAE conta
com 226 trabalhos inscritos e 450 participantes entre autores e coautores; mais de 70 pessoas na Comissão Organizadora e de 40 instituições do Brasil.

Somados aos ouvintes, são umas 700 pessoas, segundo Gustavo Cravo, da comissão organizadora. “O SINTAE é muito bacana. De técnicos para técnicos. Nosso foco é dar a primeira oportunidade de compor uma comissão, coordenar um GT, apresentar um trabalho”, disse.

A programação está em www.sintaeufrj.org.

As coordenadoras do Sintufrj Laura Gomes e Rosemere Roza coordenaram seus respectivos grupos de trabalho no XII Sintae.

 

Abertura

Participaram a vice-reitora Cássia Turci –que destacou a importância do papel dos TAE na UFRJ –, a vice decana do CCMN Walcy Santos, o coordenador-geral do SINTUFRJ Esteban Crescente, e Camila Baz e Gustavo Cravo. As coordenadoras do Sintufrj Maria Lenilva e Rosemere Roza estavam presentes.

Esteban apontou a importância da votação dia 25, quando se decide o projeto de país e se reafirma ou a estabilidade do serviço público, concursos, defesa
do papel da universidade rumo à soberania, ou o projeto oposto. E lembrou decisão da assembleia de defesa da candidatura Lula.

Carreira

Foi o tema da mesa seguinte com a participação de Esteban, Agnaldo Fernandes, da CNSC, Pedro e Sá, representante da comissão, com moderação de Paola Meirelles (da UNIRIO).

“Nos quatro anos de Bolsonaro, nos defendemos de ataques como a reforma da Previdência ou a Administrativa, com propostas de diminuir jornada de trabalho com redução de salários, e que agora, na atual conjuntura, por mais que tenha sido difícil a luta pelo RSC, a reestruturação da carreira e aumento nos benefícios, nós pudemos negociar”, ponderou Esteban.

 

À tarde, houve a oficina de letramento LGBTQIAPNB+ com Márcio Neves, diretor de Gênero e Pertencimento (DiGePe) da Superintendência-Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade (Sgaada)  da UFRJ e a mesa redonda “Políticas Culturais Universidade”, com Jéssica Luzes, técnica em assuntos educacionais na Divisão de Esporte, Cultura e Lazer (DECULT) da Pró-Reitoria de Políticas Estudantis

Em recente matéria de uma emissora de TV, a âncora informou que o candidato do PL à presidência teria dito que usaria a maioria no Congresso para mudar a Constituição. Mas ela mesma passou o pano, dizendo que foi apenas “uma escorregada” do candidato, e que ele se referia a uma PEC (Proposta de Emenda à
Constituição) que precisava de mecanismos legislativos para ser aprovada.

DOMÍNIO TOTAL

“Gente, isso é muito sério, não minimizem”, chamou atenção um internauta sobre a realidade atual: “No Brasil existem o Poder Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O partido do candidato de oposição já ganhou maioria no Legislativo, se ele ganhar também a presidência, vai indicar cinco ministros do Supremo Tribunal Federal, ou seja, ele vai dominar o STF. Conclusão: vai dominar a Presidência, o Legislativo e o Judiciário. Quem vai fazer o contrapeso de tanto poder? Fora isso, ele ainda estará a serviço de Trump (EUA), entregando tudo”, alertou.

SINAL DE ALERTA

Muitos tiranos chegam ao poder por vias democráticas, quando então podem subverter ou destruir o sistema por dentro, com a erosão dos contrapesos
da Democracia, como são chamados os Três Poderes, que fiscalizam e limitam a atuação uns dos outros, impedindo que qualquer um se exceda.

Sem tais freios, pode-se desaguar em um controle absoluto de alguém sobre todas as esferas da vida pública e privada, que elimina a liberdade individual e a
oposição. Como no fascismo e no nazismo.

LULA DEFENDE A CONSTITUIÇÃO
Durante a sessão solene de promulgação da PEC que extinguiu a escala de trabalho 6×1, dia 16 de outubro, Lula ergueu a Constituição. Uma referência ao
gesto histórico do deputado Ulysses Guimarães, que levantou o exemplar da Carta Magna no momento de sua promulgação em 1988.

A denominada Constituição Cidadã foi resultado do esforço político pela redemocratização do país e símbolo do fim da ditadura civil-militar, que torturou e
matou trabalhadores e estudantes. Essa Constituição buscou assegurar direitos fundamentais e prerrogativas básicas para os indivíduos e grupos sociais em
relação ao Poder Público.

“NINGUÉM DÁ TODO PODER A UMA PESSOA SÓ”

“Numa democracia, ninguém dá todo o poder para uma pessoa só. E Flávio já tem (maioria) um Congresso Nacional para fazer o que quiser com a Constituição. Se (eleito e) ele quiser colocar a intolerância religiosa lá, de gênero, intolerância sexual, que mulher não deve votar, leva para o Congresso. Ele tem maioria.

Lula, não, terá que conversar, dialogar, negociar. Um é democrata. Outro, lamentavelmente, não. Pela democracia vamos votar 13”, disse Simone Tebet, que foi
ministra de Lula.

GOLPE, NÃO!

A deputada federal Jandira Feghali, alerta: “Esse momento é de preservar a democracia. Não podemos dar um cheque em branco. Permitir um golpe por dentro. Maioria do Parlamento. Maioria no Supremo e ainda do Executivo (se eleito). Isso seria um país sem contrapesos, sem mediação, sem medidas possíveis de
defesa das conquistas que temos. Direito conquistado não é necessariamente direito garantido. Não podemos jamais dar um passo atrás, para um retrocesso
que vai transformar o Brasil em um país-colônia (dos Estados Unidos). De apropriação de riqueza e superexploração do trabalho”.

CONCENTRAÇÃO DE PODER, NÃO!

“A história brasileira mostra as consequências da concentração autoritária de poder. Durante a ditadura militar, censura, perseguição política e repressão
aos movimentos sociais e sindicais foram utilizadas para silenciar opositores”, alerta a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Neiva Ribeiro.