PRAÇA RUI BARBOSA
Centro, Nova Iguaçu
Baixada Resistente NOVA IGUAÇU 15/10 14:00
COMÉRCIO
Centro, Barra Mansa
Caminhada pelo Comérco do Centro de Barra Mansa BARRA MANSA 15/10 14:00
COLÉGIO SARAH KUBITSCHEK
Campo Grande, Rio de Janeiro
Protesto Estudantil RIO DE JANEIRO 15/10 15:00
PRAÇA ORLANDO DE BARROS PIMENTEL
Centro, Maricá
Maricá Com Lula MARICÁ 15/10 16:00
A ser adicionado Reunião do Comitê Lula Presidente Sul Fluminense A ser adicionado 15/10 18:30
PRAÇA DA CANTAREIRA
Centro, Niterói
Mobilização UFF com Lula NITERÓI 15/10 19:00

As manifestações por Lula no Rio de Janeiro e em São Paulo ganharam espaço na imprensa internacional. El País, Reuters, Deutsche Welle e outros veículos destacaram a participação da juventude e a defesa da educação, da democracia e da soberania brasileira.

Publicado em 12 de outubro de 2026 às 9:00 Por:
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Do Rio à Avenida Paulista, mobilizações recebem cobertura na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina e no Oriente Médio, com destaque para juventude, educação e democracia

Da REDAÇÃO*

As manifestações em apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva ganharam espaço na imprensa internacional ao longo da semana. A marcha estudantil realizada no Rio de Janeiro em 7 de outubro e a mobilização na Avenida Paulista neste domingo, 11 de outubro, foram noticiadas por agências e veículos de diferentes continentes.

A cobertura destacou a participação da juventude, a defesa da educação pública e da democracia e a oposição ao retorno do bolsonarismo à Presidência. Nas reportagens sobre São Paulo, ganhou força também o esforço para mobilizar eleitores que não compareceram ao primeiro turno. efe.com

Paulista recebe atenção de El País, Reuters e Cadena SER

O espanhol El País apresentou a manifestação na Paulista como uma demonstração de força para buscar a recuperação eleitoral de Lula. A correspondente Naiara Galarraga Gortázar destacou o protagonismo de jovens e da comunidade LGBT+, relacionando o ato à defesa da democracia e à busca pelos abstencionistas. elpais.com

A Marcha pela Democracia reuniu estudantes, movimentos sociais, comunidades de fãs de artistas, torcidas organizadas e organizações LGBT+. Segundo a Agência Brasil, diferentes grupos participaram de sua convocação. O ato contou com a presença de Lula e Geraldo Alckmin. agenciabrasil.ebc.com.br

A rádio espanhola Cadena SER, com informações da EFE, destacou a ocupação da avenida e o chamado de Lula para ampliar o comparecimento no segundo turno, especialmente entre idosos. cadenaser.com

A Reuters abordou a manifestação em uma reportagem sobre as atividades dos dois candidatos em São Paulo. Registrou o grande ato de Lula e suas declarações sobre segurança pública, enquanto Flávio Bolsonaro buscava apoio de lideranças locais. www.reuters.com

Marcha do Rio atravessa fronteiras

A mobilização paulista sucedeu uma semana de atos estudantis. A marcha no centro do Rio, entre a Candelária e a Cinelândia, recebeu cobertura de três grandes agências internacionais: Associated Press (AP), Agence France-Presse (AFP) e EFE.

A EFE descreveu milhares de estudantes nas ruas em defesa de seus direitos, contra o avanço da extrema direita e a favor da continuidade do governo Lula. A reportagem destacou a participação de professores e a tentativa de aproximar as reivindicações estudantis das famílias trabalhadoras.

O material foi publicado pelo paraguaio ABC Color. A teleSUR também noticiou o ato com informações da agência espanhola, enfatizando educação e democracia.

Educação e soberania na cobertura europeia

A Euronews em português destacou as reivindicações por financiamento da educação pública e manutenção do Pé-de-Meia, além das críticas à proximidade da família Bolsonaro com Donald Trump.

O ato carioca também apareceu nas edições francesa e alemã da rede. Nesta última, o título destacou a rejeição à ditadura. pt.euronews.com

A alemã Deutsche Welle publicou reportagem em inglês com informações de AP e AFP, ressaltando os cartazes em defesa da educação, da democracia e da soberania brasileira. amp.dw.com

No Reino Unido, o The Independent publicou a reportagem da AP. O texto registrou a tentativa dos manifestantes de recuperar os símbolos nacionais, incluindo o uso da camisa verde e amarela da seleção brasileira. amp.dw.com

Estados Unidos e Oriente Médio também noticiam

A reportagem da AP circulou em veículos estadunidenses como Local 10 e KSAT, acompanhada de fotografias da manifestação. www.local10.com

A cobertura da AFP, que relacionou a marcha ao receio de retorno da extrema direita e à memória da pandemia, chegou ao suíço Le Temps e ao saudita Arab News. www.afp.com

O francês Le Monde também publicou notícia com a AFP em sua edição em inglês, disponível na página dedicada ao Brasil. A Al Jazeera, do Catar, apresentou uma galeria fotográfica do aato carioca. www.lemonde.fr

A circulação desses materiais mostra que as mobilizações receberam atenção além das fronteiras brasileiras. Parte da cobertura resulta da reprodução de agências, enquanto reportagens como a do El País acrescentam observações de correspondentes. Em conjunto, os registros colocam a participação da juventude e a defesa da democracia entre os temas da cobertura internacional do segundo turno.

*Pela Redação: BTC.

Nota de transparência editorial: Esta matéria foi elaborada com auxílio de inteligência artificial na pesquisa de publicações da imprensa internacional, na organização das informações e na redação do texto. A responsabilidade editorial pelo conteúdo publicado é da RED.


Legenda da imagem da capa: Manifestações em apoio a Lula no Rio de Janeiro, à esquerda, e na Avenida Paulista, em São Paulo, à direita. Fotos publicadas originalmente nas redes sociais; montagem com auxílio de IA.

Créditos dos vídeos: Vídeo da Manifestação em São Paulo: Mídia Ninja; vídeo da Manifestação no Rio de Janeiro : Portal R7.

A luta é na rua: a arte de sambistas populares se incorporou naturalmente às manifestações que tem atraído milhares de pessoas Brasil afora pela reeleição do presidente Lula. Nessa segunda-feira, dia 12 de outubro, no feriado de Nossa Senhora Aparecida, na Lapa (Centro do Rio de Janeiro), ato cultural em apoio à reeleição do presidente Lula no 2º turno ganhou fôlego surpreendente envolvendo a alma de poesia e música presente na vida do Rio.

 

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Manifestantes defendem a educação e a garantia dos direitos sociais

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Milhares de apoiadores lotaram as duas faixas da orla de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, em apoio à democracia e à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na tarde desta segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida.

A professora aposentada Clara Davidorch, de 87 anos, foi à manifestação acompanhada de duas amigas, de 85 e 82 anos.

“Vim nesse ato pelo Lula e pelas mulheres que morreram para que eu pudesse votar. Tenho dois filhos e três netos e penso no futuro deles.”

Ela conta que está trabalhando nas ruas pela reeleição de Lula desde o dia 16 de agosto. “Venham votar. Estou muito otimista. A garotada nos encheu de gás”, disse a aposentada, em alusão às manifestações de estudantes em várias regiões do país.

A estudante de pós-graduação em Gestão do Conhecimento da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Suelen Geovana, de 25 anos, veio de Campo Grande, na zona oeste, para participar do ato.

“Estou aqui porque luto pela democracia, pelo acesso à educação, à saúde e à igualdade para todos. Graças ao governo Lula, pude fazer uma faculdade pública. Entrei como cotista porque venho de uma família pobre. Estou otimista. A gente vai virar”, afirmou a estudante, em referência ao resultado do primeiro turno, em que Flávio Bolsonaro (PL) teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%.

A advogada Carolina Estrela, de 43 anos, levou os filhos Larissa, de 11 anos, e Davi, de 8 anos, à orla de Copacabana.

“As crianças devem ser criadas dentro de um movimento de entender o que acontece na dinâmica social. Viver é um ato político. Este é um momento importante para o país, em que a gente não está apenas escolhendo um representante para chefiar nossa nação, mas também decidindo sobre direitos humanitários e a defesa da dignidade da pessoa humana.”

Carolina acrescentou que não há nada mais educativo do que mostrar às crianças os dois lados. “Não quero que meus filhos cresçam num ambiente onde todo mundo pensa igual. Eu quero que eles tenham o direito de discordar. Esse é o processo democrático.”

Nesta segunda-feira, também estavam previstos atos em apoio ao presidente Lula em outros pontos do estado do Rio de Janeiro: em Niterói, na Praça da Cantareira; na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão; nos Arcos da Lapa, no centro do Rio; e em Nilópolis, na Praça dos Estudantes.

Rio de Janeiro (RJ), 12/10/2026 – Ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é candidato à reeleição, reúne apoiadores em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

 

Ruas ocupadas

Presidente fez chamado à participação política de jovens e relembrou negacionismo de Jair Bolsonaro durante covid-19

Mais de um milhão de pessoas lotam a Avenida Paulista, em apoio ao presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert)
Mais de um milhão de pessoas lotam a Avenida Paulista, em apoio ao presidente Lula | Crédito: Ricardo Stuckert

Ao lado de aliados políticos, o presidente Lula fez um discurso na Avenida Paulista para mais de um milhão de pessoas que ocuparam as ruas da capital paulista neste domingo (11).

O candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT) destacou a força da juventude na mobilização dentro e fora das redes sociais e ressaltou a importância da participação dos jovens na política para garantir dignidade e direitos.

“Esse ato é uma lição. Ou vocês participam da vida política, ou ela não tem conserto. Vocês têm que assumir a responsabilidade, enquanto são jovens, de ir à luta. Esse país não pode perder a democracia, por pior que ela seja”, afirmou.

Ato na Avenida Paulista reúne milhares de jovens em defesa da democracia (Foto: Caroline Apple)
Ato na Avenida Paulista reúne milhares de jovens em defesa da democracia | Crédito: Caroline Apple/BdF

“700 mil mortes”

Lula também lembrou a atuação do governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia de covid-19. O presidente criticou o negacionismo e a falta de humanidade que atribuiu a Bolsonaro durante a crise sanitária, que matou mais de 700 mil pessoas no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.

Mobilização em São Paulo quer reverter votos para Lula no segundo turno
Mobilização em São Paulo quer reverter votos para Lula no segundo turno | Crédito: Ricardo Stuckert

Conquista de votos

Durante o discurso, Lula destacou a importância da participação dos eleitores no segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro. O presidente mencionou o número de abstenções no primeiro turno e ressaltou a necessidade de dialogar com as pessoas idosas sobre a importância do voto.

“Tivemos mais de 30 milhões de pessoas que não foram votar. Muitas pessoas com mais de 70 anos não votaram porque a lei não exige que votem. Temos que conversar com as pessoas que têm entre 60 e 70 anos e acham que não precisam votar. Ter 60 ou 70 anos não transforma a pessoa em inútil. Se a pessoa não quer votar por ela, tem que ir pelo filho, neto, bisneto e pela pátria para cuidar”, destacou o presidente.

Lula também fez referência à própria idade ao falar sobre motivação:

“Se o Lula, com 81 anos, está com a energia que está, é porque eu quero provar que a idade não faz a gente ficar velho. O que faz a gente ficar velho é a falta de motivação.”

Além de Lula, discursaram o vice-presidente Geraldo Alckmin; o governador eleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues; o governador eleito do Ceará, Elmano de Freitas; o governador eleito do Piauí, Rafael Fonteles; e a primeira-dama Janja.

 Editado por: Monyse Nunes

Manifestações do movimento estudantil disparam alerta e ganham fôlego nacional diante da ameaça da extrema direita

Após a divulgação do resultado das urnas no domingo (4) para a eleição presidencial em que Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula, os estudantes do Brasil começaram um tsunami de manifestações de rua. Até o segundo turno, os estudantes estão convocando atos diários em todo o estado do Rio de Janeiro.

A fagulha das manifestações começou logo na segunda-feira (5) em Niterói, região metropolitana do Rio, iniciada pelos alunos da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), convocados pelo Centro Acadêmico Evaristo da Veiga (CAEV).

“A mobilização foi tão grande que aquilo que seria uma assembleia se transformou em uma grande manifestação. Saímos das salas e ocupamos as ruas com a nossa rebeldia, a nossa indignação e, principalmente, com a esperança de que podemos construir um Brasil melhor”, declarou o estudante de Direito da UFF e presidente da Federação Nacional de Estudantes de Direito (Fened), Hugo Silva.

Como um rastilho de pólvora os estudantes da UFF protagonizaram o início do tsunami de protestos que tem se espalhado pelo país nas ruas e por mais de 40 universidades em 14 estados e no Distrito Federal, com assembleias, plenárias e passeatas que reúnem dezenas de milhares de jovens.

No Rio de Janeiro, o movimento estudantil puxou um ato histórico no centro da cidade em defesa da democracia, da educação e da cultura, contra o fascismo, o avanço da extrema direita e do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), em total apoio à reeleição de Lula. A mobilização no dia 7 de outubro atraiu milhares de estudantes mobilizando trabalhadores e a sociedade.

 FF antifascista

Os estudantes da UFF marcharam do campus do Gragoatá até Icaraí, estendendo na fachada da faculdade uma faixa com os dizeres “UFF Antifascista” sob o mote de que “o abalo e o espanto com o resultado de domingo precisam se transformar em movimento”.

“Nós, que estudamos a Constituição, o Estado e as instituições, sabemos que a democracia não se sustenta apenas nos livros ou nos tribunais. Ela precisa estar viva nas ruas, nas universidades e na participação popular. Na UFF, transformamos a indignação em mobilização e mostramos que a nossa geração tem coragem, memória e disposição para defender a democracia”, afirmou o presidente da Fened, Hugo Silva.

Manifestações diárias

Na terça-feira, 6, mesmo sob chuva forte, os estudantes voltaram a marchar em Niterói rumo à estação das Barcas na Praça Arariboia, recebendo a adesão espontânea de trabalhadores e entoando gritos contra a anistia a Jair Bolsonaro e pelo fim da jornada 6×1. Eles têm saído à rua todos os dias.

“Costumam dizer que a juventude é o futuro do Brasil, mas nós somos o presente. Estivemos nas ruas no “Ele Não”, protagonizamos os tsunamis da educação e mostramos que não aceitamos o autoritarismo como destino”, completou Hugo Silva.

Fascismo mostra a cara

Mas para tentar intimidar as manifestações o fascismo vem mostrando sua cara. Diante do crescimento das mobilizações nacionais de estudantes e trabalhadores em defesa da democracia e da Educação Pública e em apoio a Lula, o cenário de ameaças e ataques a universidades públicas vem crescendo.

A Universidade Federal Fluminense (UFF), informou em nota oficial, que, após receber denúncias em canais institucionais e tomar conhecimento de conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e redes sociais contendo ameaças à integridade da comunidade acadêmica e ao patrimônio da instituição, encaminhou, imediatamente, todo o material à Polícia Federal e aos demais órgãos competentes, para a devida apuração dos fatos e adoção das medidas cabíveis.

Rua é onde o povo tem voz

“A rua é onde a realidade de fato não tem filtros. Nós ali falamos de verdade com quem se absteve ou com quem foi enganado pelas fake news”, sustenta em entrevista a advogada de movimentos sociais, trabalhista e mulheres em situação de violência, Isa Penna, ex-deputada estadual de São Paulo.

A rua na história é o palco principal onde o povo tem voz real, sem manipulação. É lembrar no Brasil toda a nossa resistência as opressões, a ditadura, a extrema-direita fascista, e as tentativas de acabar com a liberdade que ainda é garantida pela nossa democracia. FOTOS IGOR JONES, BEBETO.JPEG E WILSON MADEIRA

 

 

A CUT deu orientações para a mobilização sindical e popular rumo ao segundo turno e lembra as bandeiras de luta em defesa do Brasil e da classe trabalhadora:

● Fim da escala 6×1
● Comida na mesa e redução do preço dos alimentos
● Redução do endividamento e da taxa de juros
● Mais e melhores empregos
● Mais e melhores políticas de saúde, segurança e educação
● Tarifa zero/Passe livre
● Serviço público e Estatais fortalecidas, contra as privatizações
● Salário mínimo e aposentadoria valorizadas
● Combate ao feminicídio

Propôs ações como:

Mobilização e diálogo permanente e diária com e onde o povo está.

Atenção especial às mulheres, jovens, pessoas idosas (60+ e 70+) e com quem não votou.

Mobilizar a base sindical com ações e programações diárias nos locais de trabalho.

Organizar bancas permanentes para distribuição de materiais e diálogo com trabalhadores e trabalhadoras em locais de grande fluxo de circulação de pessoas.

Ocupar as redes sociais e os grupos de mensageira como WhatsApp compartilhando os materiais nacionais produzidos pela CUT Brasil e disponibilizados diariamente nas redes oficiais da CUT.

Montar grupos pequenos de 5 a 10 pessoas (colegas, familiares ou vizinhos) que abstiveram-se ou votaram nulo/branco no 1º turno;
registrar contatos, acompanhar e reforçar o voto no 2o turno, inclusive na véspera e no dia da eleição.

 

Até agora, um terço dos servidores elegíveis ao RSC deu entrada. Há 1915 processos no sistema.

Os membros da Comissão de Reconhecimento de Saberes e Competências estão trabalhando a todo vapor para avançar nas concessões para cada vez mais companheiros. “Já houve um avanço considerável nas concessões de RSC se comparado às semanas anteriores”, avalia presidente da CRSC.

“Estamos quase fechando a sexta semana do RSC com cerca de 1915 aberturas processo registradas pelo sistema. Dos processos abertos, cerca de 36% (695 processos) já foram finalizados e tiveram o deferimento registrado. Desses, apenas 2 foram indeferidos, mas os requerentes já estão providenciando o recurso à CRSC. Considerando as etapas previstas na análise documental até a concessão do RSC, atualmente 25% dos processos estão na fase de preenchimento, 13% estão na Fase 1 aguardando a conferência do diploma ou certificado referente ao IQ (Incentivo à Qualificação), 14% estão em análise (Fase 2), 51 processos foram enviados de volta aos requerentes para correção de alguns itens e 8% (158 processos) estão na fase final aguardando a deliberação da CRSC”, explicou Emanuel Gotardo, vice-diretor da Divisão de TIC Macaé/SGTIC, e presidente da CRSC.

Gotardo esteve à frente da adaptação e implantação do módulo do SUAP (Sistema Unificado de Administração Pública) para o requerimento do RSC na UFRJ. Ele é também autor do manual didático que explica o passo a passo no sistema, desde o ingresso na plataforma e inserção de documentos até as dicas para elaboração do memorial.

Quase 1/3 deu entrada

Segundo levantamento da PR4, a UFRJ possui 6651 servidores e servidoras elegíveis a algum grau do RSC, explicou, ponderando: “Portanto até agora quase 1/3 (28,7%) dos elegíveis já deu entrada no pedido de RSC. Esses números mostram que já houve um avanço considerável nas concessões de RSC se comparado às semanas anteriores”.

O presidente explica que o início dos trabalhos se deu de forma mais lenta nas quatro primeiras semanas porque foi marcado pela necessidade de adaptação das comissões ao fluxo de trabalho do sistema recém implantado e isso gerou uma curva de aprendizado mais acentuada que o esperado.

Ao longo desse período inicial, conta ele, a presidência da comissão precisou se concentrar em orientar as comissões acerca do uso do sistema e ao mesmo tempo solicitar à SGTIC uma série de adaptações necessárias ao trabalho das comissões locais.

“Superadas as dificuldades iniciais, com a ajuda da SGTIC o sistema de avaliação das solicitações de RSC no SUAP finalmente está adaptado à necessidade das comissões locais e com isso percebemos mais fluidez dos trabalhos a partir da quinta semana, com um aumento considerável nas deliberações e conclusões dos processos a cada semana”, avaliou.

Comissões avançam nas concessões

O assessor da presidência da CRSC Agnaldo Fernandes reconhece que as comissões têm trabalhado bastante. Segundo ele, a expectativa é zerar a fila para folha de novembro. A Comissão do RSC na UFRJ conta com 90 membros, titulares e suplentes, composta de modo paritário por indicados pela Pró-Reitoria de Pessoal, Comissão Interna de Supervisão da Carreira e pelo CONSUNI (Conselho Universitário). Devido a grande quantidade de servidores elegíveis na UFRJ distribuído em várias unidades e centros de diferentes tipos de atividade, para descentralizar as análises e distribuições de processo, seus integrantes se subdividiram em seis subcomissões, ou Comissões Locais:

CRSC-PCCTAE I (tem 6 membros): Atende o CFCH, o CCJE e o FCC.

CRSC-PCCTAE II (tem 6 membros): Atende o CCS, o Campus Duque de Caxias e o CMM (Macaé).

CRSC-PCCTAE III (tem 6 membros): Atende o CT, o CCMN e o CLA.

CRSC-PCCTAE IV (tem 9 membros): Exclusiva para o HUCFF.

CRSC-PCCTAE V (tem 9 membros): Abrange os hospitais e institutos de saúde HESFA, ICES, IDT, IG, INDC, IPUB e IPPMG.

CRSC-PCCTAE VI (tem 9 membros — Administração Central): Abrange as unidades e órgãos da Administração Central.

 

Foto: Renan Silva

Membros da CRSC em uma das oficina de nivelamento, no CCMN

 

Diante do crescimento das mobilizações nacionais de estudantes e trabalhadores em defesa da democracia e da Educação Pública e em apoio a Lula, o cenário de ameaças e ataques a universidades públicas vem crescendo. Neste ambiente, não foi difícil circular a informação, na noite de ontem, de possível ameaça no CCS. Alguns comentaram até que o prédio estava sendo esvaziado.

Mas logo em seguida o prefeito Marcos Maldonado informou que é procedimento do centro, após determinado horário, é mesmo de fechar as portaria, mas que não houve nada de excepcional. Segundo ele, foi feito reforço na segurança e toda cidade universitária, outros campi e unidades isoladas. “Fizemos todo cinturão de segurança com a Polícia Federal, Civil, Militar e com a Diseg na vigilância interna dos prédios. E hoje (dia 9) está normal, já fizemos a ronda pela manhã e vamos fazer à tarde”, explicou..

De fato, a Decania do Centro de Ciências da Saúde (CCS) informou, em nota no dia 8, que o prédio do Centro funcionava normalmente: “Reiteramos que está em curso o protocolo de funcionamento padrão para períodos com baixo fluxo de pessoas, mantido há anos pelo Centro, que prevê o controle de acesso com circulação reduzida nas entradas do prédio. A Decania segue atenta a qualquer situação fora do normal em suas dependências”, informou a nota.

A Reitoria também divulgou nota na imprensa

“A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) informa que as atividades acadêmicas e administrativas estão sendo realizadas nesta sexta-feira (9/10), sem intercorrências. No Centro de Ciências da Saúde (CCS), na Cidade Universitária, o funcionamento é protocolar. O controle de acesso noturno segue um orientação de segurança adotado há anos, que prevê o monitoramento e redução das entradas da unidade. A Prefeitura Universitária informa que a Divisão de Segurança (Diseg), as equipes de vigilância e as polícias Militar, Civil e Federal fazem rondas e vistorias nos campi da UFRJ”, disse a nota divulgada no dia 9, explicando que a UFRJ está em contato com os órgãos de segurança para garantir a proteção da comunidade universitária e do patrimônio público.

Imagem: PU

Na UFF, nota oficial informa ações após ameaças à comunidade acadêmica

A Universidade Federal Fluminense (UFF) informa que, após receber denúncias em canais institucionais e tomar conhecimento de conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e redes sociais contendo ameaças à integridade da comunidade acadêmica e ao patrimônio da instituição, encaminhou, imediatamente, todo o material à Polícia Federal e aos demais órgãos competentes, para a devida apuração dos fatos e adoção das medidas cabíveis.

Paralelamente, a UFF estabeleceu contato com o gabinete do secretário de Gestão Integrada de Niterói para solicitar o reforço da segurança nos campi da universidade. Internamente, a Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) também foi acionada para intensificar as medidas de segurança no âmbito da instituição. A UFF acompanha a apuração em articulação com os órgãos responsáveis e permanece à disposição para colaborar integralmente com as investigações.

Seguimos atentos à situação, pautando nossa atuação pela agilidade e responsabilidade, para garantir a segurança de toda a comunidade universitária, a preservação da vida e a proteção do patrimônio público.

“BOLSONARO NUNCA MAIS! A UFRJ VOTA 13 CONTRA O FASCISMO!”, anunciou o perfil do DCE Mário Prata no Instagram, explicando que o Conselho de Entidades de Base dos estudantes aprovou o apoio ao Lula no segundo turno e um calendário de mobilizações.

O DCE organizou também Comitês antifascistas com Lula para lutar contra a extrema-direita e aprovou um manifesto: “A UFRJ vota 13 contra o fascismo”. Leia a íntegra em https://www.instagram.com/p/DeQBbpjDvAr/?img_index=1

 

Leia a íntegra em

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