Homenagem nacional a professores que formam profissionais para a saúde, comemorado no HUCFF e em outros 47 hospitais, foi marcado por falas potentes em defesa do SUS e da educação pública, e a convocação à luta contra ataques às políticas sociais e retrocessos nos direitos civis.

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, deputada federal Jandira Feghali (PCdoB), o presidente da HU Brasil, Arthur Chioro, participaram da cerimônia , nesta quinta-feira, 15, “Gerações do Cuidado — Dia dos Professores e da Educação na Saúde”*, no auditório Harley Pacheco, no 12º andar do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho.

Foto e Vídeo: Renan Silva

À mesa da cerimônia estavam o superintendente executivo do Complexo Hospitalar UFRJ–HU Brasil, Marcos Freire, a deputada federal Jandira Feghali, o ministro da Saúde Alexandre Padilha, o reitor Ricardo Medronho e o superintendente geral do CH-HU Brasil, Amâncio Paulino.

Pelo Sintufrj, estavam presentes os coordenadores Ana Célia, Maria Lenilva, Marly Rodrigues e Nivaldo Holmes.

Foi um evento simultâneo em hospitais universitários federais em todo o país para celebrar o papel de professores, preceptores, tutores, orientadores e demais profissionais que contribuem para a formação de trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS).

A programação incluiu a homenagem coletiva dos estudantes aos profissionais que participam de sua formação, além do reconhecimento de trajetórias que representam diferentes gerações do ensino em saúde.

 

Para um auditório repleto, Padilha destaca os avanços na Educação e na Saúde.

 

O reitor Roberto Medronho: “Devemos denunciar com firmeza quem transforma desinformação em instrumento de influência e coloca vidas em risco”.

As falas não apenas do ministro e do presidente do HU Brasil, mas do diretor do HU Marcos Freire, do superintendente Amâncio Paulino, destacaram a importância dos hospitais universitários na integração entre ensino e assistência e na formação de profissionais comprometidos com as necessidades de saúde da população brasileira.

Negacionismo quer apagar o que aconteceu na pandemia

Além de relacionar os investimentos feitos nos hospitais universitários e, em consequência, na formação dos profissionais, na assistência e na ciência, o ministro  Padilha destacou que hoje a sociedade enfrenta dois tipos de negacionistas: “Há os negacionistas da ciência, que negam vacina, negam evidências científicas.  Agora têm um tipo de negacionismo que quer fazer a gente esquecer o que aconteceu na pandemia nesse país. E a gente não vai esquecer. Não vai esquecer o que aconteceu nesse hospital, o que os profissionais de saúde tiveram que enfrentar. Trabalhadores e trabalhadoras de saúde mental, professores, estudantes. Uma geração inteira que entrou na faculdade quando foi instalada a pandemia. Durante um ano, dois anos, sofreu o impacto disso, algo que se prorrogou por mais tempo do que ´precisava se prorrogar no nosso país pela irresponsabilidade na condução. Eu acho que existe sim uma mobilização de espalhado em todo o país em defesa da saúde e da educação. Isso tem um peso muito decisivo para a construção do nosso
futuro”, disse ele, fazendo, em seguida, um balanço e prestação de contas nas ações que foram feitas e o impacto na formação profissional.

O ministro lembrou: “A gente tem muito orgulho de falar que o Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes a assumir esse desafio ousado de ter uma saúde pública universal (o SUS) para todos e todas. Lá na nossa Constituição”.

Lembrou também que o SUS é a maior escola de formação de profissionais de saúde no Brasil e certamente, uma das maiores escolas de formação de profissionais do mundo. Isso nos dá uma grande responsabilidade. É uma escola que começa na universidade”, segundo ele, uma universidade que está se transformando: “É muito simbólico ser um negro a representar o Centro Acadêmico de Medicina (o estudante Pedro Henrique, do CA Carlos Chagas)”, disse, apontando que quando se formou em sua faculdade havia dois estudantes negros numa turma de 100 alunos e hoje, negros e pardos são mais
da metade e muitos estudantes vem da escola pública. Estudantes que hoje estão transformando a universidade como um todo.

Ditadura nunca mais

Amâncio falou das gerações de professores, contou que sua família de imigrantes chegou ao Brasil na década de 50, momento em que a universidade publica cumpriu papel fundamental, mesmo que ainda não tivesse a cara da sociedade brasileira. E destacou alguns nomes de professores como Clementino Fraga filho, que deu nome ao hospital, delineando sua trajetória em prol da ciência e lembrando sua posição quando a policia, na ditadura, quis invadir o prédio na Praia vermelha e ele, se postando à frente dos policiais, disse que só passaria dali quem faz vestibular.

Hoje, contou, as universidades públicas se multiplicaram, com caráter público e gratuito, mas hoje com o retrato da sociedade brasileira. “A missão que a gente deve cumprir hoje é fortalecer a universidade pública, o SUS e ultrapassar nossas limitações. Nos juntamos em uníssono com o resto da sociedade para dizer: Universidade pública, sim. Ditadura nunca mais!”.

A defesa da ciência é compromisso com a vida

O reitor Medronho destacou que a defesa da universidade exige coragem, inclusive para enfrentar o o movimento antivacina. “A desinformação sobre saúde tem consequências na vida das pessoas. Quando? Quando o medo fabricado afasta a família da vacinação e o dano ultrapassa aquela família e ameaça a sociedade e a proteção coletiva. Há muitos anos atrás que a vacinação é um direito, mas um dever da população Precisamos combater as mentiras com evidências, com educação e com presença. Acolher quem tem dúvidas, ouvir suas inquietações e explicar com clareza. Ao mesmo tempo, devemos denunciar com firmeza quem transforma desinformação em instrumento de influência e coloca vidas em risco. A defesa da ciência é um compromisso com a vida. É desse compromisso podemos abrir mão”, disse o reitor, destacando ainda:

“Também não podemos silenciar diante dos ataques que a universidade pública vem sofrendo. Rejeitamos intransigentemente a desqualificação de seus professores, a hostilidade aos seus estudantes e as tentativas de desacreditar o conhecimento que ela produz. Quem conhece nossos hospitais, laboratórios, salas de aulas e projetos de iniciação sabe quanto trabalho existe aqui”.

E concluiu lembrando que o conhecimento precisa de liberdade para questionar. De espaço para divergência e de respeito ao diálogo. “Sem democracia não há
pensamento crítico, não há ciência, não há futuro”.

“Vote na democracia e na soberania”, defende Jandira

Durante evento, a parlamentar alertou para os riscos de uma escolha equivocada nas urnas: ameaças à pesquisa científica, à formação qualificada nas instituições federais de ensino, ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à liberdade de pensamento no ambiente universitário, com possíveis perseguições políticas a quem adotar uma postura crítica. “Vote Lula no dia 25”, recomendou uma das mais combativas deputadas do campo progressista na Câmara dos Deputados.

Veja sua manifestação.

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Homenagens emocionantes

Tiveram fala docentes homenageados simbolicamente em nome de todos os demais: a decana do Centro de Ciências da Saúde, Avany Fernandes, que recebeu a homenagem de alunos do Instituto de Nutrição, do qual é professora, e Joaquim Ribeiro Filho, do Programa de Pós-Graduação em Medicina, que recebeu a homenagem de um ex-aluno.

Transformando vidas

O representante do Centro Acadêmico Carlos Chagas, da Faculdade de Medicina, Pedro Henrique Souza de Castro, destacou: “Levaremos conosco muito daquilo que aprendemos com vocês. Quero expressar o quanto somos gratos por aprender com profissionais que, mesmo diante de tantos desafios, seguem dedicando seu tempo, conhecimento e experiência na formação. Em nome do Centro Acadêmico dos estudantes de Medicina da UFRJ, deixo aqui o nosso carinho, reconhecimento e sincero agradecimento. Talvez vocês nunca saibam quantas vidas se transformaram por meio de cada estudante que ajudaram a formar. Mas tenho a certeza que esse impacto existe e se multiplica. Ultrapassa gerações. Muito obrigado. E feliz Dia dos Professores”, concluiu o estudante.

  

O representante do CA de Medicina, Pedro Henrique à esquerda e a decana do CCS Avany ao centro. Também homenageado, o professor Joaquim, entre o reitor e o ministro da Saúde.      

Mudança começa 60 dias após promulgação e chega a 40 horas em 14 meses; saúde e segurança terão regras em acordos

A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221 de 2019 pelo Senado Federal estabelece a mais profunda alteração na organização da jornada de trabalho brasileira desde a promulgação da Constituição de 1988. Validado por 75 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), o texto extingue o modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e fixa a jornada máxima de 40 horas semanais com dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.

Por se tratar de emenda constitucional, o texto não depende de sanção ou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A promulgação cabe às Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado em sessão conjunta do Congresso Nacional. Uma vez promulgada e publicada no Diário Oficial da União (DOU), a emenda entra em vigor de forma escalonada, com prazos específicos de adaptação para empresas, categorias profissionais e o setor público.

Cronograma da transição

A transição da jornada de 44 horas para o modelo definitivo de 40 horas semanais e cinco dias de trabalho por dois de descanso (escala 5×2) ocorrerá em duas etapas principais:

Primeira etapa (60 dias após a publicação): dois meses após a publicação da emenda, o trabalhador passa a ter direito aos dois dias de descanso remunerado por semana, com preferência pelo domingo. Ao mesmo tempo, o limite da jornada semanal recua de 44 para 42 horas.

Segunda etapa (14 meses após a publicação): decorridos 12 meses da implementação da primeira etapa, totalizando 14 meses da publicação oficial, a carga máxima de trabalho semanal cai definitivamente para 40 horas, com limite de oito horas diárias.

Durante o intervalo de 12 meses em que vigorará o teto de 42 horas semanais, os empregadores deverão distribuir as duas horas excedentes ao longo dos dias úteis. Se repartidas de maneira uniforme entre os cinco dias trabalhados, a jornada diária passa a ser de 8 horas e 24 minutos.

Acordos e convenções coletivas de trabalho poderão autorizar jornadas diárias superiores a oito horas durante esse período transitório para acomodar a escala de 42 horas, desde que as duas folgas semanais sejam estritamente mantidas.

Concluída a transição de 14 meses, qualquer atividade que ultrapasse as oito horas diárias ou as 40 horas semanais exigirá o pagamento de horas extras ou compensação em banco de horas, mecanismos que continuam permitidos pela legislação trabalhista.

Regimes especiais e plantões

As novas diretrizes constitucionais não impõem um formato único de horário para todo o mercado e resguardam o funcionamento de atividades contínuas e serviços essenciais. Serviços ininterruptos, como hospitais e unidades de saúde, segurança pública, transporte coletivo, limpeza urbana e vigilância, poderão adotar modelos específicos de organização e compensação da jornada por meio de acordos ou convenções coletivas de trabalho.

Nessas áreas, a escala tradicional de plantão de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso (escala 12×36) não é extinta automaticamente pela PEC, mas precisará ser adaptada nas mesas de negociação entre sindicatos patronais e de trabalhadores.

A reorganização dos plantões deverá observar a redução da carga semanal e os períodos mínimos de repouso e alimentação previstos na Constituição. O texto também remete a leis específicas futuras a regulamentação complementar das condições de categorias com características operacionais próprias.

No caso dos trabalhadores submetidos ao regime de confinamento prolongado, como em plataformas marítimas de petróleo, emendas que propunham exceções prévias no texto constitucional foram rejeitadas pelo relator Omar Aziz (PSD-AM). O parlamentar assinalou que o regime de trabalho dos petroleiros embarcados deverá ser objeto de regulamentação legal posterior.

Compensação e média mensal de folgas

A PEC permite que empresas e sindicatos estabeleçam, de maneira excepcional e mediante acordo ou convenção coletiva, regimes de compensação de jornada com escalas diferentes do formato 5×2, inclusive viabilizando a continuidade eventual da escala 6×1.

Para que essa flexibilização seja válida perante a Justiça do Trabalho, a proposta exige o cumprimento de dois critérios obrigatórios: as folgas trabalhadas devem ser compensadas integralmente dentro do mesmo mês-calendário; e o trabalhador tem direito assegurado a pelo menos um dia de descanso no intervalo máximo de uma semana de serviço, devendo atingir, no fechamento do mês, a média de dois dias de repouso remunerado por semana.

As três exceções expressas

O texto aprovado pelo Congresso estabelece regras diferenciadas e condições específicas para três grupos de trabalhadores e segmentos econômicos:

Terceirizados da administração pública: para resguardar a continuidade de serviços públicos essenciais e preservar o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos administrativos, as empresas terceirizadas prestadoras de serviços ao Estado terão prazo de até 12 meses após a promulgação para adequar as escalas, em vez do prazo geral de 60 dias. Contratos aditados após 60 dias da publicação já deverão observar a nova jornada. Caso o poder público e as prestadoras não formalizem termo aditivo no período de um ano, a redução da jornada para os terceirizados passará a vigorar de forma automática, sem redução salarial.

Profissionais com diploma superior e salário a partir de R$ 21,1 mil: os chamados trabalhadores hipersuficientes, que são os empregados com diploma de curso superior e remuneração mensal igual ou superior a 2,5 vezes o teto dos benefícios da Previdência Social (atualmente R$ 21.188,87), ficam desobrigados dos limites gerais de jornada diária e do controle de ponto. Esses profissionais podem negociar diretamente seus horários com a empresa, mas mantêm o direito constitucional aos dois dias de descanso semanal remunerado. Essa exceção não se aplica a empregados públicos.

A legislação trabalhista já prevê situações em que não há controle tradicional de jornada, como no caso de empregados que ocupam cargos de confiança ou que trabalham fora da empresa em atividades nas quais não é possível controlar o horário.

Microempreendedores individuais e pequenas empresas: a PEC prevê que uma lei complementar posterior criará medidas transitórias de mitigação e apoio fiscal ou creditício para MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte. A concessão dos benefícios ficará expressamente condicionada à manutenção dos postos de trabalho e dos níveis de emprego nos estabelecimentos.

Contratos vigentes e convenções antigas

A aplicação da nova jornada aos contratos de trabalho em vigor é direta e imediata, não exigindo recontratação ou rescisão formal de vínculo. A Constituição assegura o princípio da irredutibilidade salarial, vedando qualquer corte nominal ou redução proporcional nos vencimentos dos empregados ou nos pisos salariais das categorias profissionais.

Para os trabalhadores que já cumprem jornada de 40 horas semanais ou menos, a emenda não gera nova redução na carga horária semanal. Contudo, esses empregados passam a ter direito garantido aos dois dias de repouso semanal remunerado.

No plano sindical, as cláusulas de convenções e acordos coletivos pactuadas anteriormente que tratem de duração do trabalho ou repouso semanal e sejam incompatíveis com os novos parâmetros constitucionais perderão integralmente a validade jurídica 60 dias após a publicação da emenda.

Impacto no mercado de trabalho

A transição da jornada alcança dezenas de milhões de trabalhadores que exercem funções operacionais, de atendimento e produção contínua em todo o país.

Um levantamento técnico elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que a medida beneficiará diretamente 26,8 milhões de trabalhadores.

O contingente é formado por 22 milhões de empregados com carteira assinada no setor formal (o equivalente a 54% dos celetistas do país) e cerca de 4,8 milhões de trabalhadores informais que registram jornadas semanais superiores a 40 horas.

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que 14,8 milhões de trabalhadores formais estavam submetidos diretamente à escala 6×1 em 2025, enquanto outros 29,7 milhões já exerciam atividades na escala 5×2.

A abrangência da mudança também se reflete no perfil das jornadas contratadas no Brasil. Estudos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estruturados a partir da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), revelam que 35,7 milhões de trabalhadores celetistas, cerca de 62% da mão de obra formal brasileira, cumprem atualmente jornadas situadas na faixa entre 40 e 44 horas semanais.

Uma breve cerimônia, na tarde desta quarta-feira, 14, na Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4), com a presença do SINTUFRJ, representado pelo coordenador Nivaldo Holmes, do reitor Ricardo Medronho e da pró-reitora Neuza Luzia, e diversos profissionais do setor, marcou mais um momento que ficará para a história da categoria: a assinatura pelo Reitor da primeira portaria que concede a algumas centenas de companheiros o Reconhecimento de Saberes e Competências.

Fotos: Renan Silva

Segundo o coordenador do Sintufrj, serão quase 600 servidores com o RSC implantado na próxima folha. “Uma vitória da nossa greve. É um momento histórico reconhecendo o valor desta categoria na construção da universidade pública, gratuita e de qualidade”, disse ele, lembrando que o RSC foi fruto da luta da categoria organizado pelo Sindicato, como em toda base da Fasubra. Fruto de uma greve longa, de muita luta, porém num governo em que houve diálogo e que possibilitou essa conquista.

O Sintufrj, lembrou, esteve à frente de toda organização e preparação, meses antes, para que, quando o RSC virasse lei e fosse implantado, a UFRJ já estivesse preparada para tocar esta grande tarefa, que hoje conta com o envolvimento direto de 90 companheiros da Comissão (CRSC) dedicados a analise dos pedidos e também de militantes e colaboradores do GT Carreira, dos membros do GT RSC (montado pela reitoria pro solicitação do SINTUFRJ), que se desdobraram ao estudo e preparação para este momento histórico.

No ato de implantação simbólica, a pró-reitora Neuza Luzia demarcou a importância da conquista, “porque é muito mais do que o valor a mais no nosso contracheque, enquanto técnico administrativo, é um avanço enorme na superação da invisibilidade dessa categoria. É muito importante o
reconhecimento do nosso fazer intelectual, que, na história da academia, nunca foi valorizado. O ato que reitor está fazendo hoje aqui tem um simbolismo imenso e é por isso que eu, particularmente, quero agradecer”.

Reitor agradece também ao Sintufrj

E o reitor retornou o agradecimento “Eu gostaria de agradecer o empenho de todos os colegas companheiros da PR-4, liderados pela Neuza Luzia e pelo Rafael (Pereira, superintendente). Agradecer também ao SINTUFRJ, que teve uma participação fundamental, cobrando que a gente fizesse o mais cedo possível o RSC. E nós jogamos toda a força para que esse reconhecimento fosse implantado o mais breve possível no contracheque de vocês. E hoje já tem a portaria assinada, já tem o primeiro colega implantado e todos os outros serão implantados a partir de hoje”, disse o reitor, completando:

“O reconhecimento financeiro da produção intelectual dos técnicos administrativos em educação é importante e necessário. Mas esse reconhecimento representa muito mais do que uma valorização econômica. Significa reconhecer e respeitar um trabalho muitas vezes silencioso, mas indispensável ao desenvolvimento, à produção do conhecimento e ao fortalecimento da universidade pública. Reconhecer que os técnicos administrativos também produzem conhecimento, constroem saberes e contribuem de forma decisiva para a nobre missão da nossa Universidade, que é formar cidadãos, construir e difundir conhecimento e mudar a vida das pessoas e fazer com que esse país seja mais justo, mais solidário, mais fraterno”,

Sem pensamento crítico, não há democracia

O reitor concluiu ponderando sobre o momento político, afirmando: “Nós reafirmamos que a universidade pública, gratuita e de qualidade não será vilipendiada. Não será atacada. E nós, todos nós, técnicos administrativos em educação, docentes e alunos defenderemos à Universidade intransigentemente, a nossa autonomia e também a democracia. Porque sem autonomia e sem democracia não há pensamento crítico, não há sociedade justa, não há futuro. Por isso, a nossa tarefa hoje é, cada um de nós, através de nossos saberes, construir esta universidade transformadora, inclusiva e que não se curvará a nenhum poder externo.Só estaremos dispostos a cumprir a nossa missão, custe o que custar”.

“A primeira portaria do RSC na UFRJ é uma conquista da luta dos trabalhadores!”

O coordenador-geral do SINTUFRJ, Francisco de Assis, saudou a publicação da portaria e destacou a importância da mobilização da categoria e do sindicato como instrumento de organização e luta por direitos. O dirigente também reconheceu o empenho dos servidores da PR-4 e o trabalho da Comissão responsável por viabilizar a concessão do benefício. Francisco relacionou essa conquista ao momento decisivo que o país atravessa, reforçando a importância da mobilização popular para impedir o avanço do fascismo e a retirada de direitos dos trabalhadores. Veja no vídeo a seguir:

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Fotos: Renan Silva

Expectativa: Zerar fila para folha de novembro

 

Os membros da Comissão de Reconhecimento de Saberes e Competências estão trabalhando a todo vapor para avançar nas concessões para cada vez mais companheiros. “Já houve um avanço considerável nas concessões de RSC se comparado às semanas anteriores”, avalia presidente da CRSC.

“Estamos quase fechando a sexta semana do RSC com cerca de 1915 aberturas processo registradas pelo sistema. Dos processos abertos, cerca de 36% (695 processos) já foram finalizados e tiveram o deferimento registrado. Desses, apenas 2 foram indeferidos, mas os requerentes já estão providenciando o recurso à CRSC. Considerando as etapas previstas na análise documental até a concessão do RSC, atualmente 25% dos processos estão na fase de preenchimento, 13% estão na Fase 1 aguardando a conferência do diploma ou certificado referente ao IQ (Incentivo à Qualificação), 14% estão em análise (Fase 2), 51 processos foram enviados de volta aos requerentes para correção de alguns itens e 8% (158 processos) estão na fase final aguardando a deliberação da CRSC”, explicou Emanuel Gotardo, vice-diretor da Divisão de TIC Macaé/SGTIC, e presidente da CRSC, em entrevista ao Jornal do Sintufrj no início de outubro.

Gotardo esteve à frente da adaptação e implantação do módulo do SUAP (Sistema Unificado de Administração Pública) para o requerimento do RSC na UFRJ. Ele é também autor do manual didático que explica o passo a passo no sistema, desde o ingresso na plataforma e inserção de documentos até as dicas para elaboração do memorial.

Quase 1/3 deu entrada

Segundo levantamento da PR4, a UFRJ possui 6651 servidores e servidoras elegíveis a algum grau do RSC, explicou, ponderando: “Portanto até agora quase 1/3 (28,7%) dos elegíveis já deu entrada no pedido de RSC. Esses números mostram que já houve um avanço considerável nas concessões de RSC se comparado às semanas anteriores”.

O presidente explica que o início dos trabalhos se deu de forma mais lenta nas quatro primeiras semanas porque foi marcado pela necessidade de adaptação das comissões ao fluxo de trabalho do sistema recém implantado e isso gerou uma curva de aprendizado mais acentuada que o esperado.

Ao longo desse período inicial, conta ele, a presidência da comissão precisou se concentrar em orientar as comissões acerca do uso do sistema e ao mesmo tempo solicitar à SGTIC uma série de adaptações necessárias ao trabalho das comissões locais.

“Superadas as dificuldades iniciais, com a ajuda da SGTIC o sistema de avaliação das solicitações de RSC no SUAP finalmente está adaptado à necessidade das comissões locais e com isso percebemos mais fluidez dos trabalhos a partir da quinta semana, com um aumento considerável nas deliberações e conclusões dos processos a cada semana”, avaliou.

Comissões avançam nas concessões

O assessor da presidência da CRSC Agnaldo Fernandes reconhece que as comissões têm trabalhado bastante. Segundo ele, a expectativa é zerar a fila para folha de novembro. A Comissão do RSC na UFRJ conta com 90 membros, titulares e suplentes, composta de modo paritário por indicados pela Pró-Reitoria de Pessoal, Comissão Interna de Supervisão da Carreira e pelo CONSUNI (Conselho Universitário). Devido a grande quantidade de servidores elegíveis na UFRJ distribuído em várias unidades e centros de diferentes tipos de atividade, para descentralizar as análises e distribuições de processo, seus integrantes se subdividiram em seis subcomissões, ou Comissões Locais:

CRSC-PCCTAE I (tem 6 membros): Atende o CFCH, o CCJE e o FCC.

CRSC-PCCTAE II (tem 6 membros): Atende o CCS, o Campus Duque de Caxias e o CMM (Macaé).

CRSC-PCCTAE III (tem 6 membros): Atende o CT, o CCMN e o CLA.

CRSC-PCCTAE IV (tem 9 membros): Exclusiva para o HUCFF.

CRSC-PCCTAE V (tem 9 membros): Abrange os hospitais e institutos de saúde HESFA, ICES, IDT, IG, INDC, IPUB e IPPMG.

CRSC-PCCTAE VI (tem 9 membros — Administração Central): Abrange as unidades e órgãos da Administração Central.

A 12 dias do segundo turno das eleições (25 de outubro), o ato UFRJ com Lula  com passeata na Cidade Universitária no campus do Fundão, promovido pelo DCE Mário Prata nesta terça-feira, 13, marcou o apoio dos estudantes da universidade à reeleição do presidente Lula (PT).

As principais bandeiras expostas na manifestação foram empreender uma luta antifascista, defender o fim da escala 6×1 e reivindicar mais verbas para a educação.

Os estudantes se concentraram no gramado da Faculdade de Letras onde fizeram muitas falas e depois seguiram em passeata até a entrada da Ponte do Saber.

“Precisamos sair da universidade, ir às ruas, ir aos bairros disputar o voto. Temos de radicalizar a democracia brasileira para arrancar as mudanças estruturais necessárias para o país. A participação popular é a única forma para transformar nossas vidas”, defendeu a secretária-geral da UNE, Camila Moraes.

Na Letras, falaram representantes do SINTUFRJ, da Associação dos Pós-Graduados (APG) da UFRJ, e os parlamentares do PCdoB, Dani Balbi e Elias Jabour, e do PSOL, Luciana Boiteux, os três professores universitários.

“Com a força da juventude e indo para as ruas para apoiar Lula vamos vencer as eleições!”, afirmou a coordenadora do sindicato, Marli Rodrigues. “É o momento de conversar e convencer. Voto não tem preço, tem consequência. É votar 13 dia 25 de outubro”, completou o coordenador Nivaldo Holmes.

Parlamentares

“Além do voto temos de politizar ao máximo nosso discurso. O inimigo é poderoso, trabalha 24 horas para alçar ao poder e tendo a seu lado a força do imperialismo norte-americano”, afirmou o deputado federal recém-eleito, Elias Jabour.

“É um momento desafiador, difícil e duro. Mas vamos vencer”, anunciou a deputa estadual recém-eleita, Dani Balbi, que é professora da UFRJ.

“É o momento de vermos quem está do lado de Lula e quem do lado da barbárie. E a juventude mostra toda a sua força e indignação. É hora de organizarmos a resistência pelo voto”, destacou Luciana Boiteux, deputada estadual e professora da Faculdade de Direito da UFRJ.

Fim da 6 X 1

O porteiro Matheus Ferreira Galdino, 30 anos, e morador do complexo da Maré, foi ao microfone falar de sua campanha pelo fim da escala 6×1. Ele trabalha num condomínio em Vila Isabel onde mora o professor da Letras, Marcos Scheffill. Marcos elaborou panfletos e adesivos explicativos que distribui à população e Matheus ajuda na distribuição.

“Sou a favor do fim da escala 6 x 1 porque preciso ter mais tempo para meus dois filhos pequenos, poder descansar e ter um pouco de diversão. E defendo o SUS, porque sem ele não temos acesso à saúde. Meu genro precisou fazer uma operação que custava R$ 40 mil. E pelo SUS fez de graça. Faço campanha também contra os bolsonaristas. Lá no condomínio me humilham o tempo todo, pela minha condição de porteiro e por causa da minha religião de matriz africana”, explicou Matheus.

A terça feira de 13 de outubro teve um significado muito forte para a campanha de Lula, afinal 13 é o seu número. Para marcar esse dia e as mobilizações crescentes para o segundo turno diversos atos aconteceram pelas cidades do país.

 

  • MAIS DIREITOS E RECONHECIMENTO: Após um apagão de quase sete anos sem negociações durante os governos Temer e Jair Bolsonaro, a reinstalação da Mesa Nacional de Negociação Permanente pelo governo Lula, em 2023, abriu o diálogo sobre acordos coletivos e pautas dos servidores. Houve reajuste linear emergencial de 9% em janeiro de 2025 e de 5% em abril de 2026; aumento de 160% no auxílio-alimentação de 2023 para 2026 e reestruturações de carreiras, como o PCCTAE.
  • MAIS CONQUISTAS: Com luta, mas também com diálogo por parte do governo, os técnicos administrativos em educação obtiveram uma das mais importantes conquistas dos últimos anos: o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC). Além disso, entre 2023 e 2026: 24,85% de reajuste acumulado; aumento dos steps; nova estrutura da Carreira, aceleração da progressão por capacitação e redução do tempo de progressão.
  • Veja só:

Agora compare com a triste era Bolsonaro

As eleições estão chegando, e a gente sabe muito bem o que está em jogo. 

Por: Fasubra Sindical

Entre 2016 e 2022, vivemos seis anos de terra arrasada. Salário congelado, auxílios corroídos, carreira atacada, universidade tratada como inimiga. Muita gente adoeceu, muita gente pensou em desistir. Mas a categoria não baixou a cabeça.

Fomos para a rua. Paramos a universidade na greve de 2024 e de novo na greve de 2026. Foi essa luta que arrancou reajuste, recompôs os auxílios e conquistou o RSC, uma reivindicação histórica que só saiu do papel porque nós não arredamos o pé.

Nada disso caiu do céu. Veio da nossa organização, e veio também porque, em outubro de 2022, derrotamos nas urnas o projeto que queria destruir a universidade pública. Greve e voto não se excluem: um sustenta o outro. Com o governo errado, não há mesa de negociação que se abra. Com o governo certo, ainda é preciso luta para que ela entregue alguma coisa.

Por isso, nestas eleições, o nosso voto tem lado. Vamos votar em quem defende a universidade pública, a soberania nacional e os direitos da classe trabalhadora, incluindo o fim da escala 6×1.

E vamos dizer com todas as letras: ainda é pouco.

Merecemos a redução da jornada de trabalho. Merecemos o fim do arcabouço fiscal, que tira dinheiro da saúde e da educação para entregar ao mercado. Merecemos universidades e institutos plenamente democráticos, condições dignas de trabalho e uma assistência estudantil à altura de quem estuda nesta instituição.

Por tudo isso a necessidade do voto no presidente Lula neste 2º turno das eleições, no domingo, dia 25 de outubro de 2026.

 

Veja mais sobre os ataques às universidades no Instagram da UNE

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Mantendo a necessária autonomia, e com o objetivo central de reeleger Lula para derrotar a candidatura de viés fascista representada pelo candidato Flávio Bolsonaro, a direção nacional da FASUBRA orienta:

Que as entidades filiadas reforcem a campanha pela reeleição do Lula. Nestes próximos 12 dias, a tarefa central da militância dos trabalhadores técnico-administrativos em educação é concentrar esforços na campanha eleitoral, dentro e fora das Instituições de Ensino. E ainda:

  • postagens divulgando a campanha do Lula, pedindo colab com o perfil da FASUBRA. Façam a divulgação e solicitem a publicação em conjunto com o perfil da Federação no Instagram.
  • visitas aos setores com panfletos específicos que tratem da realidade da categoria Técnico-administrativa em Educação e outro para equipe terceirizada do setor.

    #SeFlávioBolsonaroVenceVocêPerde!

    #DireitaEEsquerdaContraOBolsonarismo!

 

 

 

 

 

PRAÇA RUI BARBOSA
Centro, Nova Iguaçu
Baixada Resistente NOVA IGUAÇU 15/10 14:00
COMÉRCIO
Centro, Barra Mansa
Caminhada pelo Comérco do Centro de Barra Mansa BARRA MANSA 15/10 14:00
COLÉGIO SARAH KUBITSCHEK
Campo Grande, Rio de Janeiro
Protesto Estudantil RIO DE JANEIRO 15/10 15:00
PRAÇA ORLANDO DE BARROS PIMENTEL
Centro, Maricá
Maricá Com Lula MARICÁ 15/10 16:00
A ser adicionado Reunião do Comitê Lula Presidente Sul Fluminense A ser adicionado 15/10 18:30
PRAÇA DA CANTAREIRA
Centro, Niterói
Mobilização UFF com Lula NITERÓI 15/10 19:00

As manifestações por Lula no Rio de Janeiro e em São Paulo ganharam espaço na imprensa internacional. El País, Reuters, Deutsche Welle e outros veículos destacaram a participação da juventude e a defesa da educação, da democracia e da soberania brasileira.

Publicado em 12 de outubro de 2026 às 9:00 Por:
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Do Rio à Avenida Paulista, mobilizações recebem cobertura na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina e no Oriente Médio, com destaque para juventude, educação e democracia

Da REDAÇÃO*

As manifestações em apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva ganharam espaço na imprensa internacional ao longo da semana. A marcha estudantil realizada no Rio de Janeiro em 7 de outubro e a mobilização na Avenida Paulista neste domingo, 11 de outubro, foram noticiadas por agências e veículos de diferentes continentes.

A cobertura destacou a participação da juventude, a defesa da educação pública e da democracia e a oposição ao retorno do bolsonarismo à Presidência. Nas reportagens sobre São Paulo, ganhou força também o esforço para mobilizar eleitores que não compareceram ao primeiro turno. efe.com

Paulista recebe atenção de El País, Reuters e Cadena SER

O espanhol El País apresentou a manifestação na Paulista como uma demonstração de força para buscar a recuperação eleitoral de Lula. A correspondente Naiara Galarraga Gortázar destacou o protagonismo de jovens e da comunidade LGBT+, relacionando o ato à defesa da democracia e à busca pelos abstencionistas. elpais.com

A Marcha pela Democracia reuniu estudantes, movimentos sociais, comunidades de fãs de artistas, torcidas organizadas e organizações LGBT+. Segundo a Agência Brasil, diferentes grupos participaram de sua convocação. O ato contou com a presença de Lula e Geraldo Alckmin. agenciabrasil.ebc.com.br

A rádio espanhola Cadena SER, com informações da EFE, destacou a ocupação da avenida e o chamado de Lula para ampliar o comparecimento no segundo turno, especialmente entre idosos. cadenaser.com

A Reuters abordou a manifestação em uma reportagem sobre as atividades dos dois candidatos em São Paulo. Registrou o grande ato de Lula e suas declarações sobre segurança pública, enquanto Flávio Bolsonaro buscava apoio de lideranças locais. www.reuters.com

Marcha do Rio atravessa fronteiras

A mobilização paulista sucedeu uma semana de atos estudantis. A marcha no centro do Rio, entre a Candelária e a Cinelândia, recebeu cobertura de três grandes agências internacionais: Associated Press (AP), Agence France-Presse (AFP) e EFE.

A EFE descreveu milhares de estudantes nas ruas em defesa de seus direitos, contra o avanço da extrema direita e a favor da continuidade do governo Lula. A reportagem destacou a participação de professores e a tentativa de aproximar as reivindicações estudantis das famílias trabalhadoras.

O material foi publicado pelo paraguaio ABC Color. A teleSUR também noticiou o ato com informações da agência espanhola, enfatizando educação e democracia.

Educação e soberania na cobertura europeia

A Euronews em português destacou as reivindicações por financiamento da educação pública e manutenção do Pé-de-Meia, além das críticas à proximidade da família Bolsonaro com Donald Trump.

O ato carioca também apareceu nas edições francesa e alemã da rede. Nesta última, o título destacou a rejeição à ditadura. pt.euronews.com

A alemã Deutsche Welle publicou reportagem em inglês com informações de AP e AFP, ressaltando os cartazes em defesa da educação, da democracia e da soberania brasileira. amp.dw.com

No Reino Unido, o The Independent publicou a reportagem da AP. O texto registrou a tentativa dos manifestantes de recuperar os símbolos nacionais, incluindo o uso da camisa verde e amarela da seleção brasileira. amp.dw.com

Estados Unidos e Oriente Médio também noticiam

A reportagem da AP circulou em veículos estadunidenses como Local 10 e KSAT, acompanhada de fotografias da manifestação. www.local10.com

A cobertura da AFP, que relacionou a marcha ao receio de retorno da extrema direita e à memória da pandemia, chegou ao suíço Le Temps e ao saudita Arab News. www.afp.com

O francês Le Monde também publicou notícia com a AFP em sua edição em inglês, disponível na página dedicada ao Brasil. A Al Jazeera, do Catar, apresentou uma galeria fotográfica do aato carioca. www.lemonde.fr

A circulação desses materiais mostra que as mobilizações receberam atenção além das fronteiras brasileiras. Parte da cobertura resulta da reprodução de agências, enquanto reportagens como a do El País acrescentam observações de correspondentes. Em conjunto, os registros colocam a participação da juventude e a defesa da democracia entre os temas da cobertura internacional do segundo turno.

*Pela Redação: BTC.

Nota de transparência editorial: Esta matéria foi elaborada com auxílio de inteligência artificial na pesquisa de publicações da imprensa internacional, na organização das informações e na redação do texto. A responsabilidade editorial pelo conteúdo publicado é da RED.


Legenda da imagem da capa: Manifestações em apoio a Lula no Rio de Janeiro, à esquerda, e na Avenida Paulista, em São Paulo, à direita. Fotos publicadas originalmente nas redes sociais; montagem com auxílio de IA.

Créditos dos vídeos: Vídeo da Manifestação em São Paulo: Mídia Ninja; vídeo da Manifestação no Rio de Janeiro : Portal R7.

A luta é na rua: a arte de sambistas populares se incorporou naturalmente às manifestações que tem atraído milhares de pessoas Brasil afora pela reeleição do presidente Lula. Nessa segunda-feira, dia 12 de outubro, no feriado de Nossa Senhora Aparecida, na Lapa (Centro do Rio de Janeiro), ato cultural em apoio à reeleição do presidente Lula no 2º turno ganhou fôlego surpreendente envolvendo a alma de poesia e música presente na vida do Rio.

 

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