No último grande ato da campanha de Lula no Rio de Janeiro, o candidato do PT foi celebrado por uma multidão em caminhada da Candelária até a Cinelândia, roteiro histórico de manifestações políticas na cidade. O SINTUFRJ desfraldou bandeiras sinalizando a presença de trabalhadoras e trabalhadores da UFRJ que apostam da reeleição do presidente do Brasil de olhos voltados para a defesa da universidade pública e de seus servidores. O ato aconteceu numa atmosfera de vitória de Lula ainda no primeiro turno , como acredita muitos dos seus eleitores. E um dia após o episódio da implosão do debate da TV Globo, emissora de tradição golpista que havia preparado uma arapuca para a maior liderança popular da história recente do país. O grupo Globo, como setores de peso da burguesia, abraçou o projeto que representa o fascismo de um candidato vinculado a milicianos. FOTOS: RENAN SILVA

 

Uma data para celebrar a experiência, a sabedoria, a memória e as histórias de vida de milhões de brasileiras e brasileiros.

O SINTUFRJ homenageia especialmente os idosos e idosas da UFRJ — aposentadas e aposentados e também aqueles que continuam na ativa.

Cada um e cada uma traz consigo uma trajetória de dedicação à Universidade, ao serviço público e à sociedade.

1º de outubro. Dia Nacional do Idoso.

A todas as idosas e idosos da UFRJ, nosso respeito, carinho e reconhecimento.

SINTUFRJ — valorizando quem fez, quem faz e quem continua fazendo parte da nossa história!

Diretoria do Sintufrj, gestão 2025-2028, junto com a categoria!

Ouça a mensagem na Rádio Sintufrj

 

Mercado de trabalho atingiu recorde de ocupados e carteira assinada

Publicado: 29 Setembro, 2026 – 12h13 | Última modificação: 29 Setembro, 2026 – 12h17

Escrito por: Bruno de Freitas Moura, Agência Brasil

Bruno Peres / Agência Brasil – arquivo
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A taxa de desemprego no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,3%, a menor já registrada para o período desde 2012, quando se inicia a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o instituto registrou recorde no número de trabalhadores ocupados, carteira assinada, massa salarial e contribuição para a previdência.

O desempenho do desemprego no período de três meses até agosto representa recuo em relação ao trimestre móvel até maio (5,6%) e em comparação ao mesmo período de 2025 (5,6%). De acordo com a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o resultado veio em linha com a expectativa de analistas do mercado. 

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (29).

O levantamento mostra que no trimestre até agosto a população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, a maior já registrada. Esse contingente representa alta de 0,8% em relação ao trimestre até maio, isto é, mais 774 mil trabalhadores.

A pesquisa revela ainda que os grupamentos de atividade que puxaram a alta da ocupação foram a indústria geral (crescimento de 2%, ou mais 265 mil pessoas) e construção (4,1%, ou mais 306 mil pessoas).

Carteira assinada na máxima

O número de empregados do setor privado com carteira assinada atingiu 39,5 milhões, também recorde.

A população desocupada terminou o período em 5,8 milhões de pessoas, recuo de 4,6% (menos 281 mil) na comparação com o trimestre de março a maio.

A população desalentada, formada por aquelas pessoas que sequer procuram trabalho pois acreditam que não vão encontrar, somou 2,4 milhões até agosto – patamar estável em relação ao trimestre anterior e 11,9% menor (menos 317 mil) em relação ao mesmo período de 2025.

A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,5%, o que representa 38,8 milhões de pessoas. No trimestre anterior era 37,3%.

O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

Massa salarial recorde

O rendimento mensal médio do trabalhador ficou em R$ 3.777. No trimestre até maio era R$ 3.752. O maior já registrado foi R$ 3.804, no primeiro trimestre de 2026.

A massa salarial, somatório dos salários de todos os trabalhadores, dinheiro que acaba sendo usado para consumo, pagamento de dívidas, investimentos e poupança, alcançou R$ 385,6 bilhões, a maior da série, com crescimento de 1,4% no trimestre (mais R$ 5,2 bilhões) e de 4,8% (mais R$ 17,5 bilhões) em um ano.

Recorde de contribuintes para a Previdência

De acordo com a Pnad, o Brasil atingiu o maior número já apurado de trabalhadores contribuintes para institutos de previdência, 68,5 milhões de pessoas. Isso representa que de cada 100 trabalhadores, 66,2 contribuem.

Ao contribuir para institutos de Previdência, o trabalhador adquire garantias como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.

O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de Previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.

Retrato do mercado de trabalho

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.

Votação definirá a composição do Legislativo e as forças que conduzirão debates sobre trabalho, serviço público e políticas públicas

No próximo domingo, 4 de outubro, os brasileiros irão às urnas para escolher não apenas presidente da República e governadores, mas também os parlamentares que formarão o Congresso Nacional nos próximos anos. Estarão em disputa todas as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados e 54 das 81 vagas do Senado.

A dimensão dessa escolha vai além da renovação de nomes. É no Congresso que passam decisões sobre jornada de trabalho, negociação coletiva, serviço público, Previdência, orçamento, tributação, proteção social e outras políticas com impacto direto na vida da população. A composição das duas Casas determinará quais posições terão maior peso nesses debates a partir de 2027.

O Prognóstico do Novo Congresso Nacional – Eleições 2026, elaborado pelo DIAP, mostra uma disputa marcada pela forte presença de parlamentares que buscam permanecer no Legislativo. Na Câmara, 438 dos 513 deputados concorrem à reeleição. A projeção mais recente do Departamento estima renovação entre 39% e 43%, com aproximadamente 297 a 315 deputados reconduzidos ao mandato. O próprio estudo ressalta que as projeções estão sujeitas às incertezas características das eleições proporcionais.

No Senado, onde dois terços das cadeiras estarão em disputa, o cenário também pode produzir mudanças importantes. São 54 vagas em jogo, e 32 senadores tentam a reeleição. O DIAP projeta renovação entre 22 e 44 cadeiras, resultado capaz de modificar a correlação de forças na Casa.

Os números ajudam a mostrar por que a eleição parlamentar merece atenção. Para trabalhadores, servidores públicos e organizações sindicais, conhecer a trajetória, as propostas e a atuação dos candidatos é uma forma de avaliar como diferentes projetos poderão estar representados nas decisões sobre direitos, relações de trabalho, serviços públicos e políticas sociais.

A cinco dias das urnas, portanto, o debate não se resume a quantos nomes serão renovados. A questão central é qual será a composição política do Congresso que decidirá sobre temas de interesse da sociedade nos próximos quatro anos.

O DIAP seguirá acompanhando as eleições e, após o resultado das urnas, analisará a nova composição da Câmara e do Senado e seus possíveis reflexos sobre a agenda legislativa de interesse dos trabalhadores.

Como quase 17 milhões de pessoas acima dos 70 anos podem evitar ações nocivas nas decisões sobre Previdência, saúde, renda, cuidados e proteção social

Publicado: CUT 01 Outubro, 2026 – 09h19 | Última modificação: 01 Outubro, 2026 – 09h38

Escrito por: Luiz R Cabral

O Dia Internacional da Pessoa Idosa, celebrado em 1º de outubro, ganha importância especial neste ano por ocorrer poucos dias antes das eleições, marcadas para 4 de outubro. A proximidade entre as duas datas chama atenção para milhões de brasileiros que, todos os dias, lidam com questões como o valor da aposentadoria, o acesso a medicamentos, as consultas no SUS, o transporte e a necessidade de cuidados.

O Brasil está envelhecendo rapidamente. Já são mais de 34 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, segundo o IBGE. Esse crescimento também aparece nas urnas: quase 17 milhões de pessoas com 70 anos ou mais estão aptas a votar nas eleições de 2026, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse eleitorado representa mais de um em cada dez eleitores do país e cresceu 15,75% em relação a 2022.

À medida que a população envelhece, aumentam também as necessidades de aposentadorias que garantam segurança financeira, atendimento de saúde, assistência social, transporte, moradia, proteção contra a violência e uma rede de cuidados para quem precisa de ajuda no dia a dia.

É por isso que o voto das pessoas idosas tem importância nas eleições de 2026. No dia 4 de outubro, elas não escolherão apenas o presidente da República. Também vão decidir quem ocupará os governos estaduais, o Senado e as cadeiras da Câmara dos Deputados e das assembleias legislativas. São escolhas que podem fazer diferença na vida de quem quer envelhecer dignamente.

Eleitorado 70+ ganha peso nas eleições

Para quem tem 70 anos ou mais, o voto é facultativo. Isso significa que a pessoa pode decidir se quer ou não comparecer às urnas. Mas, ao optar por não participar, ela deixa que outras pessoas decidam quem terá o poder de definir políticas e leis que afetarão sua renda, seus direitos, sua saúde e seu futuro.

Para aposentados e pensionistas do INSS, porém, existe ainda outro motivo para ir às urnas: o registro da participação eleitoral pode ser utilizado na prova de vida, por meio do cruzamento de informações entre a Justiça Eleitoral e o Instituto.

Congresso já cortou direitos do trabalhador

Um exemplo concreto de como o Legislativo interfere na vida de trabalhadores e aposentados é a reforma da Previdência de 2019. A PEC 6/2019 aumentou a idade mínima para aposentadoria na regra geral — 62 anos para mulheres e 65 para homens —, alterou o cálculo dos benefícios e estabeleceu novas regras de transição.

Na prática, as mudanças passaram a exigir mais tempo de trabalho e contribuição de parte dos segurados para alcançar a aposentadoria e, em determinadas situações, reduziram o valor do benefício em relação às regras anteriores. A reforma também alterou critérios de cálculo e regras de benefícios previdenciários, incluindo mudanças nas pensões por morte em determinadas situações de acumulação.

A proposta enviada pelo governo de Jair Bolsonaro avançou no Congresso com ampla maioria. Na Câmara, o texto-base foi aprovado em primeiro turno, em 10 de julho de 2019, por 379 votos a 131, e, em segundo turno, por 370 votos a 124. No Senado, a votação do texto principal em segundo turno terminou com 60 votos favoráveis e 19 contrários. Entre os votos favoráveis estava o do então senador Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência.

Para o secretário de Pessoas Aposentadas, Pensionistas e Idosas da CUT, Ari Aloraldo, o resultado das votações da reforma da Previdência mostra a importância de o eleitor conhecer o histórico dos parlamentares antes de escolher seus representantes. Segundo ele, muitas pessoas deixam para decidir o voto para o Legislativo apenas no momento da votação.

“Estatísticas mostram que muitas pessoas deixam para decidir o voto para o legislativo na própria urna”. Para Aloraldo, a reforma da Previdência de 2019 é um exemplo concreto de como a escolha dos parlamentares pode ter consequências diretas e nocivas na vida dos trabalhadores e aposentados.

“A reforma da Previdência de 2019, que tirou muitos direitos, aumentou o tempo para a mulher se aposentar, mexeu e tirou 50% do valor das pensões e acabou com a Previdência por tempo de contribuição. Essas coisas que aconteceram na reforma de 2019 foram feitas por deputados, deputadas, senadores e senadoras que estão encerrando o mandato agora”, afirma.

A partir desse exemplo, o secretário alerta que mudanças nas regras previdenciárias podem voltar ao debate nos próximos anos e defende que os eleitores acompanhem as propostas apresentadas pelos candidatos e o histórico de seus posicionamentos.

“Se a gente quer evitar que aconteça uma nova reforma, é preciso ficar atento. Inclusive, os candidatos da extrema direita estão dizendo que tem que aumentar o tempo para aposentadoria. Também querem igualar o tempo da mulher com o tempo do homem e elevar para 70 anos de idade a aposentadoria”, diz.

Antes de votar, consulte o histórico dos parlamentares

Conhecer o histórico dos candidatos permite ao eleitor verificar como os parlamentares se posicionaram em votações que envolvem direitos previdenciários, trabalhistas e sociais. Os portais da Câmara dos Deputados e do Senado permitem consultar votações nominais e os votos registrados individualmente.

Na Câmara, é possível pesquisar a proposição e verificar o voto de cada deputado.

Consulta às votações nominais da Câmara dos Deputados

No Senado, o sistema permite consultar as matérias submetidas a votação nominal e os votos dos senadores.

Consulta às votações nominais do Senado Federal

“É extremamente importante que, antes de a pessoa votar, agora, na sexta e no sábado, faça a sua colinha, pesquise quem é o deputado, a deputada da sua região que está aparecendo na sua região, quem são essas pessoas, se são deputados e deputadas, em quem eles votaram, como votaram na reforma da Previdência”, orienta Ari Aloraldo.

Discussões no próximo mandato que afetam trabalhadores e aposentados

Olhar para o histórico dos parlamentares, porém, não basta. O próximo Congresso também terá de decidir sobre pautas que podem alterar direitos dos trabalhadores e aposentados.

“Agora nós temos algumas pautas importantes para o próximo período, que são essas cabeças que vão acabar decidindo: o fim da escala 6×1 e a retomada do benefício da pensão dos pensionistas, para que ele volte a ser integral como era antes da reforma de 2019”, afirma o secretário.

Envelhecimento exige políticas além da Previdência

O aumento da população idosa amplia necessidades que vão muito além da aposentadoria. Saúde, medicamentos, atendimento domiciliar, assistência social, proteção contra a violência, cultura, lazer, educação e combate ao etarismo também fazem parte da agenda de políticas públicas para essa população.

Uma das iniciativas recentes nessa área é o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil), lançado pelo Ministério da Saúde em junho de 2026. A iniciativa prevê o credenciamento de 1,2 mil equipes em 791 municípios, com potencial de beneficiar 427 mil pessoas idosas.

A Política Nacional de Cuidados, instituída pela Lei nº 15.069/2024, também estabeleceu um marco para o tema. A legislação reconhece o cuidado como um direito e prevê a articulação entre União, estados, Distrito Federal e municípios, além da participação das famílias, do setor privado e da sociedade civil. Entre o público prioritário estão pessoas idosas que necessitam de apoio ou assistência para realizar atividades da vida diária.

“As políticas sociais de cuidados, de cultura, de lazer, de educação, de acesso ao mercado de trabalho e de combate ao etarismo, tudo isso é decidido por essas pessoas que a gente vai delegar um poder por quatro anos para eles fazerem políticas ou não em nosso favor no próximo período”, disse Aloraldo.

O voto que ajuda a definir o futuro da população idosa

Nos próximos quatro anos, decisões tomadas por quem for eleito poderão aparecer na vida de milhões de pessoas idosas: no valor da aposentadoria, no acesso a um medicamento, na consulta pelo SUS, na proteção contra golpes e violência ou na existência de serviços para quem precisa de cuidados. Por isso, para quem tem 60, 70 anos ou mais, votar é também participar das decisões sobre o próprio futuro. É escolher quem terá a responsabilidade de defender direitos, garantir proteção social e criar condições para que a velhice seja vivida com renda, saúde, autonomia e dignidade.

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É o que orienta o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre. Ele alerta que discursos podem esconder práticas contra trabalhadores e trabalhadoras e apresenta ferramenta do DIAP para consultar a atuação de deputados e senadores

Escrito por: Redação CUT | texto: André Accarini

Com o objetivo de orientar a classe trabalhadora a avaliar a trajetória dos candidatos e candidatas antes de votar nas eleições de 4 de outubro deste ano, o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, divulgou em suas redes sociais um vídeo em que apresenta a plataforma Quem é Quem no Congresso, desenvolvida pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). A ferramenta permite consultar e comparar a atuação de deputados federais e senadores.

O dirigente alerta que promessas de defesa da saúde, da educação e dos direitos dos trabalhadores precisam ser confrontadas com aquilo que cada candidato fez ao longo da vida.

“Escolher bem um deputado federal e um bom senador ou senadora não é difícil se você não olhar só para o discurso”, afirma. “O discurso pode ser mentiroso, mas a prática e a história de vida do candidato não.”

A orientação é verificar quais interesses o candidato defendeu e de que lado esteve nas disputas que afetam a vida da população.

“Para escolher bem um candidato, olhe a sua trajetória e aquilo que ele praticou ao longo da vida”, diz o presidente da CUT.

Sério Nobre propõe observar se essa trajetória foi dedicada à luta do povo pobre e trabalhador ou, por exemplo, à defesa de bancos e grandes empresas que atuam contra os direitos da classe trabalhadora no Congresso. Ao tratar dessas disputas, ele destaca o fim da escala 6×1.

Para escolher bem um candidato, olhe a sua trajetória e aquilo que ele praticou ao longo da vida. Se ele tem uma vida dedicada à luta do povo pobre e trabalhador ou se passou a vida defendendo banco, grandes empresas que trabalham contra os direitos da classe trabalhadora no Congresso Nacional, em especial o fim da escala 6×1

– Sérgio Nobre

Veja o video:

 

Conhecer a atuação antes de votar

É para ajudar nessa avaliação que Nobre apresenta o Quem é Quem no Congresso. A plataforma reúne dados públicos sobre parlamentares, partidos e votações, facilitando o acompanhamento das decisões do Legislativo.

De forma ilustrada, o vídeo explica como pesquisar nomes, consultar votações e comparar informações. A proposta é permitir que o eleitor conheça a atuação dos representantes em temas que interferem no trabalho, na renda, nos serviços públicos e nos direitos da população.

A ferramenta organiza uma seleção de matérias com repercussão política, econômica, social e ambiental. Os critérios relacionam as votações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), que abrangem temas como saúde, educação, trabalho digno e combate às desigualdades.

O vídeo destaca que a consulta permite “conhecer e acompanhar a atuação dos seus representantes no Congresso Nacional”.

Como usar a plataforma

Para pesquisar, acesse o Quem é Quem no Congresso. Na página inicial, estão disponíveis as áreas de parlamentares, partidos, votações, bens declarados e critérios.

  • Buscar um parlamentar: selecione a opção de busca e digite o nome do deputado, deputada, senador ou senadora. Os filtros permitem refinar a pesquisa por estado, casa legislativa ou partido atual.
  • Consultar votações: escolha uma matéria e abra sua ficha para conhecer os detalhes e verificar como os parlamentares votaram.
  • Comparar partidos: consulte o histórico dos parlamentares vinculados a cada legenda.
  • Entender os critérios: confira como o DIAP selecionou as matérias, relacionou os temas aos ODS e calculou os resultados apresentados.
  • Consultar bens declarados: explore a área dedicada às informações patrimoniais dos parlamentares.

Ao reunir informações antes dispersas em diferentes bases públicas, a plataforma facilita a fiscalização do Congresso e oferece elementos para o voto consciente.

“Use a plataforma e vote bem”, pontua Sérgio Nobre na mensagem.

 

No mutirão de reuniões para explicar à categoria técnico-administrativa como se dá todo o processo do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) a direção do Sintufrj e integrantes da Comissão do RSC realizaram o encontro com os trabalhadores do Fórum de Ciência e Cultura na tarde do dia 29 de setembro, no Colégio Brasileiro de Altos Estudos (CBAE). A reunião também foi uma oportunidade para os trabalhadores do FCC colocarem suas demandas específicas sobre as relações de trabalho na unidade que não andam nada bem.

 

Passo a passo

Nessas reuniões é explicado o passo a passo de como o servidor pode proceder para obter o direito ao RSC e esclarecido muitas dúvidas. As ferramentas preparadas pelo Sintufrj para auxiliar o servidor foram apresentadas pela coordenadora-geral do sindicato Sharon Stèfani que tirou muitas dúvidas com o auxílio e participação dos integrantes da Comissão do RSC, Maria Lenilva (coordenadora de Educação, Cultura e Formação Sindical), Marisa Araújo e Luana Karla Oliveira.

Marisa, Luana, Lenilva e Sharon

 

Conquista

Antes de iniciar a reunião propriamente dita a coordenadora de Aposentados e Pensionistas do Sintufrj, Selene Vaz, fez um histórico sobre a conquista do RSC e sua importância para a categoria.

“Nós procuramos sempre ressaltar a participação do sindicato nesse processo de ganho do RSC. Embora o RSC fizesse parte do PCCTAE desde 2005 ele não foi implantado efetivamente. Tivemos que brigar por ele na greve de 2024 e conseguimos através do Termo de Acordo como um dos pontos pois além dele teve racionalização dos cargos, reposicionamento dos aposentados, aceleração. Mas somente nessa nossa última greve que conseguimos em mesa de negociação a implantação do RSC, no entanto desde 2024 o sindicato vem trabalhando através de reuniões setoriais para esclarecer, explicar e alertar à categoria dos ganhos para cada funcionário de acordo com sua pontuação. Criamos o GT Carreira que foi subdividido em outros GTs para estudarmos e formularmos propostas. Temos também uma cartilha muito bem elaborada.

A dirigente destacou também a participação dos aposentados.

“Com a regulamentação do RSC através do decreto e a criação das comissões o sindicato vem atuando mais efetivamente, inclusive indicando integrantes para a Comissão do RSC. Destaco também que junto com os ativos os aposentados sempre estiveram presentes em todo esse processo engrossando essa luta. E eles vão buscar o seu direito também, estamos começando a trabalhar nisso.

Selene Vaz finalizou sua fala fazendo um chamado para a sindicalização.

“É importante que o servidor que não estiver sindicalizado que venha se sindicalizar, porque o aprimoramento da nossa carreira é uma luta que não acaba agora. Lembramos que foram criados outros GTs que estão trabalhando nos outros itens que não foram concedidos que são a racionalização dos cargos, reposicionamento dos aposentados e desenvolvimento. Para quem diz que não ganhamos nada, nós reafirmamos que tivemos ganhos sim. Está aí a aceleração que todos tiveram direito, inclusive os aposentados, e agora o RSC. E esperamos que Lula ganhe para continuarmos negociando.”

 

Plantões “Tira-dúvidas”

Nessas reuniões nas unidades o Sintufrj vem também apoiando também a criação de comissões locais e oferecendo plantões na sede e subsedes para esclarecer os servidores e ajudá-los na reivindicação do direito, uma das mais importantes conquistas da categoria organizada em seus sindicatos (como o SINTUFRJ), das últimas duas décadas.

Coordenadores e colaboradores se dividem também nos plantões na sede do SINTUFRJ (Praça da Prefeitura, no Fundão), às terças e quintas-feiras, das 14h às 17h e quartas-feiras, das 9h às 16h. Nas subsedes do HUCFF (às quartas e quintas-feiras, das 8h às 12h) e da Praia Vermelha (agendado, das 14h às 20h). Os horários podem sofrer alteração caso surjam outras atividades sindicais. Nos demais horários da semana, caso tenha necessidade, o coordenador ou colaborador que estiver no Sindicato, poderá atender a quem procurar a entidade.

 

Você pode ter pontos e nem imagina: clique e confira

RSC O QUE VOCÊ PRECISA SABER

 

Já preparou o seu formulário para requisitar o RSC? Acha que não tem pontos suficientes?

Além da força-tarefa com coordenadores, integrantes da Comissão do RSC e colaboradores que se dividiram entre reuniões e plantões para auxiliar sindicalizados e não sindicalizados com dificuldades, o SINTUFRJ preparou um Espaço no Site especialmente dedicado: RSC O QUE VOCÊ PRECISA SABER

 

No Hotsite você encontra

Além das opções como Perguntas e Respostas, lei e decretos e explicações rápidas, o Hotsite traz, no link documentos, mais materiais para facilitar a compreensão, inclusive manuais e uma live com todo passo a passo para o preenchimento do formulário no SUAP (o sistema eletrônico para a requisição do RSC).

Quer entender melhor o mecanismo de pontuação? O Hotsite apresenta um simulador de pontuação onde você pode verificar quantos pontos representam fatos e acontecimentos que podem fazer parte de sua trajetória.

Por exemplo: Participou no enfrentamento da pandemia? Saiba que cada mês vale um ponto. Participou de órgão colegiado? São 3 pontos a cada ano ou fração acima de seis meses; Participou de organização, fiscalização, execução de concursos? vale 4.5 pontos. Exerceu mandato em entidade sindical? por ano ou fração acima de 6 meses: são 1.5 pontos.

 

Percorra as opções no simulador do Hotsite

https://sintufrj.org.br/cpd/rsc/

 

ONDE ENCONTRAR SEUS DOCUMENTOS NA UFRJ: o Manual do Servidor explica

Para facilitar a busca pelos comprovantes que comporão o seu requerimento, consulte os principais sistemas e canais oficiais da Universidade:

1 – Intranet UFRJ – SIRHu
2 – Assentamento Funcional Digital – AFD
3 – Boletins de Serviço da UFRJ – BUFRJ
4 – Sistema Eletrônico de Informações – SEI/UFRJ
5 – Seção de Gestão de Publicações do SIARQ

Clique para acessar o Manual-do-Servidor-Requisitante-RSC-v1.4.pdf

 

 

Técnicos administrativos em educação da UFRJ: Vamos unir corações e mentes e celebrar nossa vitória com o RSC e muitas outras conquistas, frutos de muitas lutas.
Para não vacilarmos no domingo, 4 de outubro.

Dia: sexta-feira, 2 de outubro
Horário: a partir das 15h.
Local: Espaço Cultural do SINTUFRJ

Coordenadores e membros da Comissão do RSC estiveram, a pedido de companheiros do Instituto de Ginecologia, em reunião na manhã desta terça-feira, 29 com trabalhadores locais para esclarecer dúvidas sobre como realizar o pedido do novo benefício através de requerimento eletrônico no SUAP (Sistema Unificado de Administração Pública, ferramenta digital usada para processos administrativos como os do Reconhecimento de Saberes e Competências.

Uma força-tarefa da entidade tem percorrido setores como os Institutos de Psiquiatria e Neurologia (Praia Vermelha), o IPPMG, a Maternidade Escola, Escola de Música em reuniões de apoio aos trabalhadores.

Na Ginecologia, as coordenadoras do SINTUFRJ Luciana Borges, Maria Lenilva, Marly Rodrigues e Selene Vaz e Edson Vargas (CIS), explicaram o passo a passo de como o servidor pode concretizar esse direito em seus contracheques. Apresentaram as ferramentas que o SINTUFRJ preparou para auxiliar o servidor, como o Hotsite, e convidou a todos que naveguem nas opções variadas em que se pode encontrar links para “Perguntas e respostas”, “Documentos”, manuais, a live com o passo a passo para o preenchimento do formulário no SUAP, e até um Simulador que mostra a pontuação de cada fato ou evento.

As coordenadoras recomendaram fortemente que os trabalhadores se organizassem em comissões locais para ajudar os companheiros na formalização dos pedidos de RSC.

Plantões “Tira-dúvida”- Coordenadores e colaboradores se dividem também nos plantões na sede do SINTUFRJ (Praça da Prefeitura, no Fundão), às terças e quintas-feiras, das 14h às 17h e quartas-feiras, das 9h às 16h. Nas subsedes do HUCFF (às quartas e quintas-feiras, das 8h às 12h) e da Praia Vermelha (agendado, de 14h às 20h), Os horários podem sofrer alteração caso surjam outras atividades sindicais. Nos demais horários , caso tenha necessidade, o coordenador ou colaborador que estiver no Sindicato, poderá atender a quem procurar a entidade.

Voto não tem preço, tem consequência!

Nas reuniões, as coordenadoras lembram a importância da participação da categoria organizada em seus sindicatos, na luta e negociação com o governo que levou à conquistas como o RSC, ponderando sobre e a necessidade de fortalecer o SINTUFRJ: “A partir de nossa mobilização conjunta, conquistamos esse reconhecimento”. E lembram que é preciso consciência de classe para eleger, nas próximas eleições, candidatos que defendam os serviços públicos e a democracia e parlamentares que favoreçam as pautas dos trabalhadores.

Você pode ter pontos e nem imagina: clique e confira

RSC O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Já preparou o seu formulário para requisitar o RSC? Acha que não tem pontos suficientes?

Além da força-tarefa com coordenadores, integrantes da Comissão do RSC e colaboradores que se dividiram entre reuniões e plantões para auxiliar sindicalizados e não sindicalizados com dificuldades, o SINTUFRJ preparou um Espaço no Site especialmente dedicado: RSC O QUE VOCÊ PRECISA SABER

No Hotsite você encontra

Além das opções como Perguntas e Respostas, lei e decretos e explicações rápidas, o Hotsite traz, no link documentos, mais materiais para facilitar a compreensão, inclusive manuais e uma live com todo passo a passo para o preenchimento do formulário no SUAP (o sistema eletrônico para a requisição do RSC).

Quer entender melhor o mecanismo de pontuação? O Hotsite apresenta um simulador de pontuação onde você pode verificar quantos pontos representam fatos e acontecimentos que podem fazer parte de sua trajetória.

Por exemplo: Participou no enfrentamento da pandemia? Saiba que cada mês vale um ponto. Participou de órgão colegiado? São 3 pontos a cada ano ou fração acima de seis meses; Participou de organização, fiscalização, execução de concursos? vale 4.5 pontos. Exerceu mandato em entidade sindical? por ano ou fração acima de 6 meses: são 1.5 pontos.

Percorra as opções no simulador do Hotsite

https://sintufrj.org.br/cpd/rsc/

ONDE ENCONTRAR SEUS DOCUMENTOS NA UFRJ: o Manual do Servidor explica

Para facilitar a busca pelos comprovantes que comporão o seu requerimento, consulte os principais sistemas e canais oficiais da Universidade:

1 – Intranet UFRJ – SIRHu
2 – Assentamento Funcional Digital – AFD
3 – Boletins de Serviço da UFRJ – BUFRJ
4 – Sistema Eletrônico de Informações – SEI/UFRJ
5 – Seção de Gestão de Publicações do SIARQ

Clique para acessar o Manual-do-Servidor-Requisitante-RSC-v1.4.pdf

 

A 2ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) retomará, entre os dias 5 e 13 de outubro, em sessão virtual, o julgamento dos recursos de cinco ex-gestores da UFRJ. Quatro professores – entre eles, o ex-reitor Carlos Levi – e um técnico-administrativo foram condenados em primeira instância em um processo relacionado ao contrato celebrado entre a Universidade e o Banco do Brasil, no início dos anos 2000.

Em dezembro de 2025, a Justiça Federal julgou improcedente a ação de improbidade administrativa referente aos mesmos fatos, reconhecendo que os recursos questionados foram empregados em benefício da UFRJ, sem enriquecimento ilícito ou prejuízo ao erário.

A decisão soma-se a manifestações anteriores de diferentes órgãos públicos que examinaram a execução do contrato e a aplicação dos recursos. Procuradoria da UFRJ, Controladoria-Geral da União (CGU), Advocacia-Geral da União (AGU) e Tribunal de Contas da União (TCU) produziram, em diferentes momentos e no âmbito de suas respectivas competências, conclusões que afastam ou não corroboram a tese de desvio de recursos que está no centro da acusação criminal.

. Com Adufrj

Ex-reitores de todo o país em defesa da Justiça

Carta aberta de ex-reitores de todo país em defesa da Justiça no recurso do professor Carlos Levi e dos demais citados no Processo nº 0812926–30.2008.4.02.5101

 

As universidades federais construíram, ao longo de sua história, uma tradição de pluralismo intelectual, compromisso com a ética na produção e na socialização do conhecimento, e respeito às instituições democráticas e com a democracia como valor fundamental dos povos.

Há pouco menos de seis meses, a comunidade da Universidade Federal do Rio de Janeiro comemorou o resultado do julgamento, na esfera cível, da ação de improbidade administrativa movida contra o ex-reitor Carlos Levi e outros quatro servidores da instituição.

Após mais de uma década de um processo longo e desgastante, a Justiça Federal descobriu aquilo que a comunidade universitária sempre imaginou: que os recursos sob escrutínio judicial, oriundos de um contrato celebrado entre o Banco do Brasil e a Universidade, foram integralmente usados ​​em benefício da própria UFRJ, sem qualquer enriquecimento ilícito ou desvio em benefícios pessoais dos gestores acusados.

É precisamente à luz desse reconhecimento recente que ex-reitores da UFRJ — representantes de diferentes momentos e orientações na história da instituição — e os signatários da presente Carta Aberta, também reitores e reitores de universidades federais brasileiras que acompanham a gestão do professor Carlos Levi manifestam, conjuntamente, sua profunda preocupação com o processo criminal ainda em curso contra os mesmos gestores.

Ao longo dos anos, todos os principais órgãos de controle da administração pública — Tribunal de Contas da União, Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União — consideraram que esses recursos foram empregados em benefício da universidade, sem desvio de específico ou prejuízo ao erário.

Ainda assim, interpretações profundamente equivocadas de aspectos técnicos do caso acabaram resultando na explicação criminal em primeira instância de gestores que atuaram no exercício regular de suas responsabilidades institucionais. A acusação de peculato contra o ex-reitor e outros dois gestores, por exemplo, baseia-se na suposição de que o Tribunal de Contas da União teria determinado a devolução de valores pagos pela universidade à Fundação Universitária José Bonifácio a título de impostos de administração, como se tais valores representassem um desvio de recursos.

No entanto, a decisão do TCU revela algo bastante diverso. O valor cuja devolução foi determinada correspondia apenas ao saldo remanescente existente na conta da Fundação quando o contrato foi encerrado antes da execução integral dos recursos previstos. Em outras palavras, aquilo que foi interpretado na sentença como devolução de um valor revelou “desviado” nada mais era do que o saldo residual que permanece na conta ao final da execução do contrato, e que, por determinação do próprio Tribunal de Contas, deveria retornar à universidade devidamente corrigida.

A confusão entre esses dois fatores diferentes — o pagamento legítimo por serviços prestados e o simples saldo remanescente de um contrato interrompido — acabou por simplificar um procedimento administrativo regular em acusação criminal. E este está longe de ser o único equívoco presente na sentença condenatória.

A universidade brasileira não pode permanecer indiferente diante da possibilidade de que decisões administrativas tomadas em defesa da universidade venham a ser reinterpretadas, anos depois, como condutas criminosas, sem que haja demonstração de dolo, benefício pessoal ou prejuízo ao interesse público.
A preservação da autonomia universitária e da segurança jurídica na gestão das instituições públicas exige que situações de natureza sejam examinadas com o máximo rigor técnico, serenidade institucional e respeito aos fatos.

Por essa razão, os signatários desta manifestação expressaram sua confiança de que o julgamento em curso na instância recursal permitirá a devida reavaliação do caso à luz das evidências documentais e das instruções já apresentadas pelos órgãos de controle da administração pública.

Mais do que o destino individual de qualquer gestor, está em jogo a proteção da integridade institucional da universidade pública brasileira e o reconhecimento de que decisões administrativas tomadas em benefício da universidade não podem, anos depois, ser convertidas em injustiça judicial.

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Nome, Instituição, Período do mandato

Alexandre Pinto Cardoso UFRJ 1989–1990

Amaro Henrique Pessoa Lins UFPE 2003–2011

Ana Dayse Rezende Dorea UFAL 2003–2011

Ana Lúcia Almeida Gazzola UFMG 2002–2006

Ana Maria Dantas Soares UFRRJ 2013–2017

Ângela Maria Paiva Cruz UFRN 2011–2019

Antônio Ibáñez Ruiz UnB 1989–1993

Arquimedes Diógenes Ciloni UFU 2000–2008

Carlos Alexandre Netto UFRGS 2008–2016

Carlos Frederico Leão Rocha UFRJ 2023–2023

Célia Maria Correa Oliveira UFMS 2008–2016

Cláudia Aparecida Marliére de Lima UFOP 2017–2025

Denise Pires de Carvalho UFRJ 2019–2023

Edward Madureira Brasil UFG 2006–2014, 2018–2022

Felipe Martins Muller UFSM 2009–2013

Fernando Menezes UFRR 2000–2004

Flávio Antônio dos Santos CEFET-MG 2003–2011, 2015–2023

Gilciano Saraiva Nogueira UFVJM 2015–2019

Helvécio Luiz Reis UFSJ 2004–2012

Henry de Holanda Campos UFC 2015–2019

Jesualdo Pereira Farias UFC 2008–2015

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