Faltam cerca de dois meses para as eleições 2026, momento que define os rumos dos próximos anos para a sociedade brasileira, em especial, para a classe trabalhadora .A representação política influencia diretamente temas como emprego, salários, direitos trabalhistas e desenvolvimento. Por isso, conhecer as propostas defendidas pelas diferentes candidaturas é parte importante do processo eleitoral.

Por isso, a CUT lançou na quarta-feira, 5, em plenária virtual com sindicalistas de todo o país, a Plataforma da CUT para as Eleições 2026, documento que reúne as principais propostas da entidade: as reivindicações consideradas prioritárias para a classe trabalhadora.

Mais do que consolidar as bandeiras históricas defendidas pela Central, a plataforma é uma referência durante o processo eleitoral. De um lado, oferece aos trabalhadores e trabalhadoras um conjunto de informações que pode ajudar na avaliação das propostas apresentadas pelas candidaturas. De outro, convida candidatos e candidatas aos cargos proporcionais e majoritários a assumirem compromisso público com pautas relacionadas ao emprego, aos direitos sociais, ao fortalecimento da democracia e ao desenvolvimento nacional.

Acesse aqui a Plataforma da CUT para as Eleições

Instrumento de debate

Na abertura da atividade, o presidente da CUT, Sérgio Nobre, destacou que discutir eleições faz parte da própria concepção sindical construída pela entidade desde sua fundação. “Nós somos movimento sindical. Lutamos por melhores salários, por condições de trabalho, mas essa luta, se for descolada da luta política, do país que a gente quer, é uma luta incompleta”, afirmou.

Segundo ele, a defesa de melhores condições de vida para os trabalhadores não termina nas negociações salariais. “Não adianta o trabalhador estar bem no local de trabalho e estar mal na sociedade onde ele vive. Portanto, temas como saúde, educação, emprego, democracia e soberania são fundamentais para a nossa central sindical”, disse.

A Plataforma da CUT para as Eleições 2026 foi construída a partir das resoluções aprovadas pela Central.  O documento organiza essas reivindicações em quatro grandes eixos e apresenta 16 pontos considerados prioritários para fortalecer o emprego, ampliar direitos, reduzir desigualdades e promover um projeto de desenvolvimento com distribuição de renda.

A proposta não é substituir os programas apresentados pelos partidos nem orientar o voto em candidaturas específicas, mas oferecer um parâmetro para que o eleitorado conheça quais propostas a CUT considera essenciais para a classe trabalhadora e possa identificar quais candidaturas demonstram compromisso com esses temas.

Ao mesmo tempo, a plataforma também funciona como um compromisso proposto aos próprios candidatos. A expectativa é que parlamentares e futuros governantes conheçam as reivindicações da CUT e assumam publicamente o compromisso de defendê-las durante seus mandatos.

A vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, explicou que a plataforma sintetiza debates acumulados pela Central ao longo dos últimos anos e reúne reivindicações consideradas inegociáveis para os trabalhadores.

“Esse é um documento que retoma as nossas reivindicações e afirma compromissos que são inegociáveis para a gente, fundamentais para a classe trabalhadora”, afirmou. Ainda de acordo com a dirigente, “democracia, soberania nacional e desenvolvimento econômico caminham juntos quando o objetivo é ampliar direitos”.

“Sem democracia não tem sindicatos fortes. A gente reafirma a importância da democracia e da soberania no cenário nacional e internacional”, destacou.

Plataforma: propostas construídas a partir da realidade do trabalho

Entre as prioridades apresentadas pela CUT estão temas que já fazem parte da agenda da entidade, como a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva e dos sindicatos, a regulamentação do trabalho por aplicativos e a revisão de pontos das reformas trabalhista e previdenciária. Veja quais são:

Eixo I: Prioridades estratégicas

  • Nova regulação sindicala CUT defende uma legislação que fortaleça a organização sindical, garanta a autorregulação das entidades, preserve a autonomia das assembleias, assegure o financiamento solidário e proteja o direito de greve.
  • Fim da escala 6×1 e redução da jornadaredução imediata da jornada para 40 horas semanais, com perspectiva de chegar a 36 horas, sem redução salarial.
  • Valorização do salário mínimo e das aposentadoriascontinuidade da política de valorização real do salário mínimo e dos benefícios previdenciários, preservando também a vinculação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao piso nacional.
  • Direitos para trabalhadores de aplicativosregulamentação que assegure remuneração digna, proteção previdenciária, limite de jornada, direito de defesa e liberdade de organização sindical para trabalhadores das plataformas digitais.
  • Transição justa e requalificação profissionalpolíticas públicas voltadas à formação permanente dos trabalhadores diante dos impactos da inteligência artificial e da automação, garantindo proteção aos empregos durante as mudanças tecnológicas.
  • Tarifa Zero no transporte públicoa proposta trata o transporte coletivo como um direito social, defendendo o passe livre como instrumento para ampliar o acesso ao trabalho, à educação, à saúde e ao lazer.

Eixo II: “Democracia e desenvolvimento”

  • Justiça tributáriaatualização anual da tabela do Imposto de Renda e a tributação de grandes fortunas, lucros e dividendos.
  • Segurança cidadã e direitos humanospolíticas públicas baseadas em inteligência, prevenção e combate às diversas formas de violência, incluindo feminicídio, racismo e ataques à população LGBTQIA+ – garantir a vida e a dignidade das mulheres com o combate intransigente ao feminicídio e a todas as formas de violência de gênero, fortalecendo e amplaindo a rede pública de proteção, acolhimento e assistência integral às mulheres e seus dependentes, articulada à luta antirracista e a defesa das trabalhadoras dentro e fora do local de trabalho.
  • Meio ambiente e transição ecológicaa CUT propõe enfrentar a crise climática preservando florestas, águas e demais recursos naturais, garantindo que riquezas estratégicas contribuam para o desenvolvimento nacional.
  • Enfrentar a epidemia das apostas virtuais (bets) e proteger a renda e a saúde da classe trabalhadora: combate rigoroso à exploração financeira promovida pelas plataformas de jogos, a proibição da publicidade predatória, a criação de mecanismos de bloqueio do uso de crédito e benefício social em apostas.

Eixo III: “Direitos sociais e trabalhistas”

  • Revisão das reformas trabalhista e previdenciáriarecuperação de direitos retirados pelas reformas e o fortalecimento das negociações coletivas.
  • Negociação coletiva no setor públicoregulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), assegurando negociação permanente, data-base e direito de greve para servidores públicos.
  • Fortalecimento do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)preservar o programa como política de segurança alimentar, impedindo sua descaracterização.
  • Ratificação da Convenção 156 da OITpolíticas que permitam conciliar trabalho e responsabilidades familiares, com medidas como ampliação de creches e maior flexibilidade para trabalhadores responsáveis por crianças, idosos e pessoas com deficiência.
  • Cumprimento dos pisos salariais nacionaiscumprimento integral dos pisos nacionais da enfermagem e do magistério, independentemente do vínculo de contratação.
  • Ratificação da Convenção 193 da OIT e regulação do trabalho por plataformas: o avanço das tecnologias digitais não pode servir de pretexto para o desmonte de direitos e a precarização da vida trabalhadora. Assegurar um marco regulatório que combata a superexploração, garanta cobertura previdenciária, restrinja punições e bloqueios arbitrários via algoritmos e garanta o direito de livre organização e representação para a categoria.

Eixo IV: “Soberania nacional e relações internacionais”

  • Defesa da Soberania nacional, dos serviços públicos e das estatais e dos direitos da classe trabalhadora. Defender a soberania do Brasil, preservando o controle público sobre empresas estratégicas, riquezas naturais e inovações tecnológicas, fortalecendo os serviços públicos e destinando o patrimônio nacional à geração de empregos, à redução das desigualdades e ao bem comum
  • Reindustrialização nacionalutilizar o poder de compra do Estado e das empresas públicas para fortalecer a indústria brasileira, gerar empregos e ampliar o desenvolvimento tecnológico.
  • Defesa do multilateralismo e da paza CUT reafirma a importância da cooperação internacional, do fortalecimento de espaços como Mercosul e Brics e da defesa da autodeterminação dos povos. 

Debate para além das eleições

Ao apresentar a plataforma ao Portal CUT, Juvandia explicou que o documento foi pensado para permanecer como instrumento de diálogo mesmo depois da campanha eleitoral. “Essa plataforma é para ser utilizada no debate nos estados, para ser complementada com os debates estaduais, para conversar com os candidatos, ter o compromisso desses candidatos”, afirmou.

Na avaliação da dirigente, ampliar a representação de parlamentares comprometidos com essas propostas pode facilitar o avanço de projetos defendidos historicamente pelo movimento sindical.

“E são esses candidatos que têm este compromisso para que a gente possa ter um Congresso Nacional que de verdade represente os interesses da classe trabalhadora e não que a gente fique tendo que fazer muita luta para aprovar, por exemplo, a redução da jornada e o fim da escala 6 por 1.”

Rede CUT

Durante a plenária, o secretário-geral da CUT, Renato Zulatto, afirmou que a plataforma será encaminhada às CUTs estaduais, aos ramos, aos sindicatos e às candidaturas do campo sindical. “A plataforma é o instrumento da CUT até para ajudar na narrativa dos nossos candidatos, da nossa militância”, afirmou.

Renato ressaltou que o documento reúne posições históricas da entidade e deve orientar o diálogo com trabalhadores durante todo o processo eleitoral. “A vida da CUT não se dissocia da vida da política brasileira”, observou.

Pontos de vista

Durante a atividade, o economista Sérgio Gabrielli afirmou que as propostas apresentadas pela CUT dialogam diretamente com os desafios do país. “Essa pauta que vocês apresentaram tem enormes identidades com o que nós estamos apresentando para a sociedade brasileira, incluindo os trabalhadores”, disse.

Para Gabrielli, as conquistas sociais sempre estiveram ligadas à organização dos trabalhadores. “Os trabalhadores sabem muito claramente que todas as conquistas que tiveram na vida são resultado da luta dos trabalhadores.”

O ex-ministro chefe da Secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, também destacou a iniciativa da CUT de apresentar uma plataforma construída a partir das reivindicações da classe trabalhadora e afirmou que o documento contribui para o debate sobre os rumos do país. Para ele, a eleição vai além da escolha de representantes e envolve a definição de um projeto para o Brasil.

“Esse é um momento muito especial das nossas vidas, porque nós não vamos apenas discutir a eleição de um presidente. Nós vamos escolher um caminho para os destinos do nosso país”, afirmou. Ao cumprimentar a Central pelo lançamento do documento, Gilberto acrescentou: “Quero cumprimentar mais uma vez vocês pela iniciativa da plataforma”, destacando a importância de fortalecer a organização dos trabalhadores e o debate sobre um projeto de desenvolvimento para o país.

Compromisso para além da campanha

A expectativa da CUT é que a plataforma permaneça como referência mesmo depois das eleições. Além de orientar o debate durante o período eleitoral, o documento deverá servir como instrumento de diálogo entre a Central, parlamentares e futuros governantes, permitindo acompanhar quais compromissos foram assumidos e cobrar sua implementação ao longo dos mandatos.

Representação sindical no Parlamento

Durante a plenária, o secretário de Administração e Finanças da CUT, Ariovaldo de Camargo, apresentou um levantamento preliminar sobre as candidaturas do campo sindical nas eleições deste ano.

Segundo ele, foram identificadas 157 candidaturas ligadas ao movimento sindical informadas pelas CUTs estaduais. Desse total, 108 disputam vagas nas assembleias legislativas47 concorrem à Câmara dos Deputados e uma é candidata à suplência do Senado.

Ariovaldo destacou que o objetivo do levantamento é “acompanhar a presença de dirigentes sindicais nas disputas eleitorais”.

 

Por André Accarini/ Site CUT Nacional

 

Na manhã desta quarta-feira (5 de agosto) aconteceu a segunda oficina de nivelamento da Comissão de Concessão do Reconhecimento de Saberes e Competências (CRSC-UFRJ) no NCE/UFRJ. A próxima oficina está programada para a quarta-feira (12 de agosto) com a presença do reitor Roberto Medronho.
Como se sabe, a Reitoria já publicou portarias oficializando os 90 nomes homologados no Conselho Universitário para integrar a CRSC. O treinamento dessa quarta já foi com a ferramenta on line que será utilizada no processo de recolhimentos de dados dos servidores que vão solicitar o RSC.

 

 

Pela primeira vez após o fim dos quatro meses de greve da categoria técnico administrativa em educação da UFRJ, a Coordenação de Aposentados e Pensionistas do SINTUFRJ convocou os dois segmentos para uma reunião, cuja principal pauta foi esclarecimentos e encaminhamentos sobre os dois processos ganhos pelo sindicato na Justiça, que irá resultar em dinheiro no bolso das companheiras e companheiros:

. O PSS (Plano de Seguridade Social) sobre o adicional de férias; e o Abono de Permanência sobre o 13º Salário e o Adicional de Féria (1/3).

A reunião foi conduzida pelas coordenadoras Ana Célia, Selene Vaz e Marli Rodrigues. Uma equipe do escritório de advocacia Cassel Ruzzarin, que assessora o SINTUFRJ, atualizou as informações sobre as ações judiciais vitoriosas e esclareceu as dúvidas dos presentes, coletivamente e individualmente – a advogada Thais Lopes e as assistentes Renata Carvalho e Isabelly Vieira.

As últimas informações sobre o Plano Bresser (26,06%) – número de participantes no processo e total de servidores que já receberam e ainda faltam ser pagos –, entre outras atualizações a respeito do processo, também foram passadas pela advogada Thais Lopes. FOTOS: RENAN SILVA

Atendimento diário

De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h, a assistente do escritório de advocacia Russel, Marcella Coutinho,  está à disposição das trabalhadoras e trabalhadores na sede do SINTUFRJ. O contato também pode ser feito pelos telefones do sindicato: (21) 3194-7105, 3194-7101 e 3194-7104. Cassel: (21)3035-6500 e (61) 99218-6258.

E-mail para saber sobre o Abono de Permanência: abono_sintufrj@servidor.adv.br

Execução_pss_sintufrj@sevidor.adv.br

. Matéria completa na próxima edição do Jornal do SINTUFRJ (1481, que fecha no dia 17 de agosto).

Estamos chegando ao fim do inverno e em setembro chegará a primavera e logo depois nosso agitado verão, possibilitando assim a realização de muitas atividades de lazer e cultura.

Nesse sentido, o convênio firmado entre o Sintufrj e o SESC para os servidores sindicalizados disponibiliza uma série de benefícios em cultura, lazer, esporte, saúde e educação. Os amantes de viagens têm toda uma infraestrutura pronta para recebê-los.

Hotéis na serra e no mar

O SESC têm uma rede no Rio de 3 hotéis na serra (Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo) e 4 na praia (Cabo Frio, Paraty, Grussaí e Copacabana) com estrutura completa para a família.

Saia da rotina, conecte-se com a natureza. Do mar à montanha, o turismo é garantido. São experiências únicas e roteiros acessíveis. É botar o pé na estrada, curtir e postar nas redes!

O Hotel Sesc Alpina, por exemplo, integra hospedagem, convivência, lazer e cultura em meio à paisagem serrana de Teresópolis. A unidade oferece apartamentos, piscina térmica, quadras, salão de eventos, áreas verdes e espaços de recreação que atendem famílias, grupos e visitantes ao longo do ano. Suas programações incluem atividades ao ar livre, práticas esportivas, oficinas, ações educativas e momentos de convivência.

O Hotel Sesc Cabo Frio está situado a poucos passos da Praia do Forte, principal praia da cidade.Além de suas belezas naturais, os hóspedes podem aproveitar sua estada para explorar uma diversidade de atrativos turísticos, surfar na onda dos melhores points da região e mergulhar na gastronomia local.

Sua localização privilegiada possibilita ainda uma visita às paradisíacas praias de Arraial do Cabo e aos encantos de Armação dos Búzios, um dos balneários mais famosos do mundo e a queridinha de Brigitte Bardot.

Para os apaixonados por cachorros, você e seu filho de quatro patas também poderão se hospedar. O hotel possui 124 acomodações, com café da manhã incluso na diária,  estrutura de lazer para todas as idades e muito mais.

Você Conhece o SESC Quitandinha?

O Centro Cultural Sesc Quitandinha foi inaugurado dia 17 de julho, junto com a abertura do Festival Sesc de Inverno, o Espaço Diversão, nova atração voltada ao entretenimento de crianças, jovens e adultos. Localizado no antigo rinque de patinação, abaixo da Cúpula do Quitandinha, o ambiente amplia as opções de lazer do complexo. Esse é um exemplo do que as unidades do SESC oferecem.

Com cerca de 1.300 metros quadrados, o novo espaço reúne brinquedos e atrações para diferentes faixas etárias, como carrinhos de bate-bate, playground indoor, cama elástica com trampolins, brinquedos eletrônicos, fliperamas, jogos esportivos, pinball, air hockey e outras experiências interativas. As atividades atendem públicos que vão desde crianças de 2 anos até adultos, respeitando as características e restrições de cada equipamento.

A inauguração representa mais uma etapa do amplo processo de revitalização e expansão do Centro Cultural Sesc Quitandinha. Nos últimos anos, o complexo recebeu investimentos como a revitalização do entorno do Lago Quitandinha, a modernização do tradicional boliche e melhorias em áreas de convivência.

Ainda este ano, está prevista a inauguração de uma sala de cinema com capacidade para 91 espectadores e de uma praça de alimentação, ampliando ainda mais as opções de lazer para o público. Também seguem em estudo novos projetos, como a implantação de um mercado gastronômico na antiga cozinha do hotel.

E o seu Bistrô?

Localizado no icônico Palácio Quitandinha, o Bistrô CCSQ combina história, charme e gastronomia em um dos endereços mais simbólicos de Petrópolis. Renovado e integrado à vida cultural da cidade, o espaço oferece uma experiência que une tradição, sofisticação e sabores contemporâneos.O Bistrô CCSQ resgata a memória do antigo Bar Central, primeiro ambiente a receber público durante a construção do Palácio, na década de 1940. A marca “Q”, presente em louças e talheres da época, inspirou a identidade visual original e marcou a passagem de grandes personalidades pelo local, entre elas os presidentes Harry Truman, Juan Domingo Perón, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, além de artistas como Carmen Miranda, Orson Welles, Greta Garbo e Oscarito.A proposta do bistrô valoriza a culinária contemporânea com um toque tropical, em um ambiente que preserva a elegância histórica do Quitandinha. Com bar, lounge de espera e uma varanda com vista privilegiada, o espaço convida a momentos de convivência, celebração e descoberta gastronômica.

O que vai encontrar lá

Culinária contemporânea – Pratos que destacam ingredientes autênticos e sabores tropicais.
Ambiente histórico – Sofisticação integrada à arquitetura e à memória do Palácio Quitandinha.
Bar e lounge – Espaço ideal para relaxar antes da refeição ou para encontros sociais.
Varanda panorâmica – Vista privilegiada, perfeita para uma experiência ao ar livre.

Como se associar

O convênio é aberto também aos seus dependentes (cônjuge, filhos até 25 anos e pais). Para isso é preciso que o sindicalizado solicite ao Setor de Convênio do Sintufrj uma carta de encaminhamento e façam sua carteirinha em alguma unidade do SESC no Rio de Janeiro e paguem nessa unidade uma taxa anual.

Sendo sócio o sindicalizado e seus dependentes podem ter acesso a uma programação cultural diversa, serviços de saúde, atividades esportivas, oficinas, recreações, hospedagens em centros de lazer e muito mais — com qualidade e valores acessíveis, alguns sem custo.

Orientações

A carta de encaminhamento pode ser solicitada pelo e-mail convenio@sintufrj.org.br ou pelo telefone (21) 3194-7102. O documento será enviado por e-mail ou poderá ser retirado presencialmente, de acordo com a preferência do sindicalizado. Sua validade é de 10 dias.

Com ela o servidor pode se dirigir a unidade do SESC mais próxima a sua casa e fazer a carteirinha, mediante o pagamento da taxa anual no valor de R$ 50,00. Se for incluir os dependentes essa taxa é acrescida de mais R$ 100,00. Deve levar também um documento de identidade com foto e os documentos dos dependentes, se for o caso.

O convênio é válido apenas para as unidades do Estado do Rio de Janeiro.  O Sintufrj oferece também convênios com o SESC de outros estados como Paraíba, Bahia e Minas Gerais e está em negociações para ampliar essa rede pelo país. Aqueles que já usufruíram desse benefício não tem o que reclamar. É só diversão e alegria nas viagens com a família.

 

ATENÇÃO

Uma informação importante é a de que para renovar o convênio não basta a solicitação do sindicato. O SESC exige que para manter o convênio é preciso ter 10% dos sindicalizados, isto é, 900 inscritos, conforme previsto no contrato.

Assim, a renovação está condicionada a participação de um quórum mínimo de sindicalizados. Se não houver esse número o convênio que é renovado todo mês de outubro acaba sendo suspenso.

Aos sindicalizados que já conhecem os serviços do SESC e para aqueles que desejam conhecer não deixem esse benefício correr o risco de acabar. Venham para o SESC! É bom. É barato. Tem bons serviços. E a diversão é certa.

 

Na segunda-feira, 3 de agosto, acontece a aula inaugural da 13ª edição do Curso de Extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos, das 17 às 20 horas, no Auditório do Nepp-DH/UFRJ. A aula terá transmissão ao vivo do debate pelo Canal MVDH no YouTube e pelo site https://www.youtube.com/watchv=VlrSs6auu4s
A aula começará com a exibição do documentário Cheiro de Diesel, que retrata os traumas coletivos da militarização das favelas do Rio de Janeiro – Maré, Penha e Morro do Salgueiro – ocupadas pelas Forças Armadas a partir de decretos de Garantia da Lei e Ordem (GLOs).
A partir de vozes de dentro das favelas, o filme documenta violações de direitos humanos e a luta por justiça e reparação coletiva. O documentário venceu dois prêmios no Festival do Rio 2025: Prêmio Especial do Júri e Melhor Documentário pelo Voto Popular.
Após a exibição, o debate contará com a presença das diretoras Gizele Martins, jornalista comunitária da Favela da Maré, doutora em Comunicação e Natasha Neri, jornalista, cineasta e pesquisadora em justiça criminal, entre outros convidados.
O Auditório do Nepp-DH/UFRJ fica localizado no 3o andar do prédio anexo do CFCH (ou prédio do Nepp-DH), campus universitário da UFRJ na Praia Vermelha (entrada pelo portão da Avenida Venceslau Braz, 71, Botafogo).
Aos alunos da modalidade presencial devido à grande procura, a presença nesse dia é pré-requisito para a continuidade no curso. A exibição do filme não será transmitida por conta dos direitos autorais. Para os as alunos da modalidade online apenas o debate estará disponível ao vivo pelo Canal MVDH no YouTube.

 

Ainda há tempo para os interessados se inscreverem na 12ª edição do Seminário de Integração dos Técnicos Administrativos em Educação (Sintae) da UFRJ. As inscrições foram prorrogadas ATÉ DOMINGO, 2 DE AGOSTO,  para quem for apresentar trabalhos, e até 23 de outubro para participantes em geral. Acesse:  https://www.sintaeufrj.org e/ou sintae@casadaciencia.ufrj.br. YouTube: https://www.youtube.com/@SINTAE.UFRJ.2026.

O 12º Sintae será realizado de 19 a 23 de outubro, em formato  híbrido, no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), na Cidade Universitária da Ilha do Fundão, com atividades presenciais e transmissões online, ampliando as possibilidades de participação. Além de apresentação de trabalhos, a programação diversificada inclui discussões em grupos e palestras.

“Este é um momento histórico”, afirmou o coordenador-geral do SINTUFRJ, Francisco de Assis, na abertura da reunião que deu início às oficinas de nivelamento. “A aliança com a Reitoria fortalece esse trabalho relevante”, disse

A realização, na quarta-feira, 29, da primeira oficina de nivelamento da supercomissão responsável por analisar os requerimentos dos milhares de técnicos administrativos da UFRJ que têm direito ao Reconhecimento de Saberes e Competências não deixa dúvidas: agora, a concessão do RSC pela universidade é pra valer! Auditório e salas da Decania do Centro de Tecnologia (CT) foram transformados em espaços de aprendizado, com direito a prova surpresa no final.

A expectativa é que ainda esta semana a Reitoria publique a portaria oficializando a nomeação dos 90 nomes homologados no  Conselho Universitário (Consuni) para integrar a Comissão de Saberes e Competências (CRSC-PCCTAE). As indicações dos servidores foram feitas pela Pró-Reitoria de Pessoal, Comissão Interna de Supervisão (CIS) da Carreira e pelos movimentos políticos-sindicais na UFRJ sob organização do SINTUFRJ.

“Este é um momento histórico”, afirmou o coordenador-geral do SINTUFRJ, Francisco de Assis, na abertura da reunião que deu início às oficinas de nivelamento do RSC. “É uma satisfação estar nesta fase de concessão do benefício na UFRJ. A aliança com a Reitoria fortalece esse trabalho relevante, e esperamos que seja mais fácil com as novas ferramentas do que foi na implementação do PCCTAE”, acrescentou.

O SINTUFRJ garantiu a estrutura para que a reunião fosse também on-line.

A pró-reitora de Pessoal, Neuza Luzia, fez um agradecimento aos 90 servidores que compõem a comissão do RSC. “Agradeço a todos que aceitaram essa tarefa, que não será fácil”. Segundo a ex-dirigente sindical, durante anos os técnicos administrativos realizam tarefas que o cotidiano exige, que vão muito além de suas funções. “A conquista, agora, do Reconhecimento de Saberes e Competências deixa a gente mais fortalecido na busca de respeito institucional”.

Dinâmica

O coordenador da supercomissão, Agnaldo Fernandes, faz parte da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC), e atualmente está lotado no gabinete do reitor. Ele conduziu a reunião de nivelamento, organizou e orientou os trabalhos nas oficinas, com o auxílio de alguns servidores. As oficinas foram montadas conforme serão compostas as subcomissões que atenderão os técnicos administrativos em todas as unidades da UFRJ.

Os 90 servidores foram divididos em seis grupos: três com nove pessoas cada um (titulares e mais respectivos suplentes) e três grupos com seis pessoas cada um (titulares e seus suplentes). Cada participante recebeu um kit contendo cinco casos de possíveis requerentes do RSC (com nome, Siape e instituições fictícias) e um checklist. .

Os três grupos maiores foram divididos da seguinte forma: 1 – Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF); 2- Todas as demais unidades hospitalares da universidade e 3- Administração Central. Já os grupos com menor contingente de pessoas ficaram responsáveis pelas unidades: 1- CT, CCMN e CLA; 2- CCS, UFRJ-Macaé e UFRJ-Duque de Caxias e 3- CFCH, CCJE e FCC.

Nesta primeira oficina, todos os documentos hipotéticos dos cases  foram considerados, sem comprovação. Nas próximas, segundo antecipou Agnaldo, uma das tarefas será treinar os participantes da comissão do RSC a proceder à análise do material encaminhado com vistas à pontuação. A supercomissão terá regimento e diretrizes.  Após o fechamento dos trabalhos nas oficinas, os participantes fizeram um teste (elaboraram um checklist próprio da UFRJ) e esclareceram as dúvidas.

Expectativas do Sintufrj

O coordenador Francisco de Assis acredita que mais duas ou três oficinas deverão acontecer, antes da estrutura que está sendo preparada pela Superintendência Geral de Tecnologia da Informação e Comunicação (SG-TIC), de adequação do sistema da UFRJ ao RSC, fiquem prontas. FOTOS: RENAN SILVA

FRANCISCO DE ASSIS, DIRIGENTE, na oficina de nivelamento preparando as equipes para a implementação do RSC
NEUZA LUZIA, pró-reitora de Pessoal, na reunião
AGNALDO FERNANDES, coordenador da supercomissão conduzindo a reunião

 

SERVIDORES NO SALÃO DO CT: treinamento para organizar o processo
VANIA E IGOR, trabalhadores que acompanha a jornada do RSC desde o início na comissão que definiu caminhos
NIVALDO HOLMES, de cabeça branca, que coordena a Comissão Interna de Supervisão (CIS)
UMA DAS OFICINAS de nivelamento
LAURA GOMES (BLUSA LISTRADA), CARLOS DALMAS (DE CALÇA AZUL, AO LADO DE LAURA) E MARIA LENILVA (DE BLUSA VERDE) – dirigentes sindicais em uma das oficinas

 

A praia mais famosa do Brasil foi ocupada na  manhã  luminosa de inverno do domingo (26) pela 12ª Marcha das Mulheres Negras pela dignidade e contra o preconceito. Foi uma espécie de happening com performance, percussão, explosão de cores, protesto político, debate de gênero e gente em busca de um mundo melhor. Expressões do movimento social e de sindicatos marcaram presença, como o SINTUFRJ, que levou para as ruas estandartes – entre os quais, a bandeira do GT Mulher, o grupo de trabalho do sindicato que se reúne para debater as questões de gênero.

Na edição do Jornal do Sintufrj que vai ao ar a partir de segunda-feira, 3 de agosto, vamos contar em detalhes esse dia importante para a mulher brasileira, latina e caribenha.

A seguir, imagens capturadas pelo fotógrafo Renan Silva.

Êxito total. A 5ª edição do Festival da Comunicação Sindical e Popular reuniu sindicatos e movimento social com exposições e publicações produzidas nas favelas, periferias e sindicatos.
Num ambiente de reflexão e debates, o acontecimento organizado pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) tem à frente Cláudia Santiago e é inspirado em Vito Giannotti, ativista de forte importância na comunicação popular.
Aliás, o tema deste ano foi “A comunicação popular e sindical na batalha das ideias”. A comunicação do SINTUFRJ esteve presente com painéis que reproduzem edições que integraram a exposição que marcou os 40 anos do Jornal do Sintufrj. FOTOS: RENAN SILVA

 

O país se prepara para a mais importante eleição desde o fim da ditadura e início da redemocratização. A democracia está em xeque, a soberania ameaçada e o espaço de organização dos trabalhadores em risco. O SINTUFRJ prepara lives que até setembro vão debater com convidados assuntos essenciais para a nossa vida. Nossa história recente e nossos desafios serão abordados.
Fique ligado. Não perca!