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ATO PELA SOBERANIA DO PAÍS

DIA: 1º DE SETEMBRO

LOCAL: CLUBE DE ENGENHARIA

18 HORAS

Na segunda-feira,  1º de setembro, ocorrerá um Ato Unificado em Defesa da Soberania Nacional no Clube de Engenharia, no Centro do Rio, a partir das 18h, que reunirá mais de cem entidades da sociedade civil. A data foi definida durante plenária realizada na noite do dia 14 de agosto, no Clube de Engenharia, com a presença de movimentos sociais, sindicatos, partidos progressistas e as centrais sindicais CUT e CTB.

O evento é convocado por diversas entidades da sociedade civil para discutir, defender a soberania nacional e lançar o ‘Manifesto pela Soberania Nacional, a Soberania do Brasil não se Negocia’ (veja  no site) que está sendo assinado por partidos políticos do campo progressista, sindicatos, associações, centrais sindicais, autarquias profissionais, universidades públicas, movimentos sociais, movimentos estudantis e de defesa da economia nacional, parlamentares, entre outros.

O objetivo é mobilizar a sociedade contra as agressões que as instituições da República e a Soberania Nacional vêm sofrendo. O manifesto informa que as entidades estarão em assembleia permanente contra qualquer interferência na soberania do Brasil.

No ato ocorrerá também o repudio a postura do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) e aliados, que vêm incentivando o governo norte-americano a aprofundar as sanções econômicas aplicadas contra o Brasil.

Manifesto

O “Manifesto pela Soberania Nacional” afirma que a soberania nacional está sob grave ameaça. “Interesses do governo de uma nação estrangeira buscam impor restrições à nossa economia, interferir em nossas instituições e ditar os rumos do nosso desenvolvimento. Infelizmente, com o incentivo e a colaboração de brasileiros, que traem nossa Pátria, em conluio com os agressores externos, atacando a Justiça de seu próprio País”, frisa o documento, em referência às sanções aplicadas pelo governo de Donald Trump (EUA) contra a economia brasileira e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O manifesto também critica as sanções não apenas pela dimensão econômica. “Trata-se de um ataque grave ao Estado Democrático de Direito e à autodeterminação de nossa Pátria. Não aceitaremos intimidações nem ingerências que atentem contra a liberdade do povo brasileiro de decidir seu próprio destino (….) unimo-nos em um só propósito: defender a soberania nacional como condição para a Democracia, o desenvolvimento e a justiça social”.

E finaliza reafirmando a soberania. “A soberania do Brasil é inegociável. É sobre ela que repousa o direito de nosso povo construir seu destino com dignidade e independência. Vamos permanecer vigilantes e atuantes como uma assembleia permanente até que cessem essas abomináveis agressões externas à nossa Pátria!”