Sob o tema Democracia, evento também celebrou 40 anos do jornal da categoria com exposição

A Festa da Democracia que celebrou os 40 anos do Jornal do Sintufrj reuniu cerca de 2.500 técnico-administrativos num dia de sol no Garden Party, em Jacarepaguá. Muito churrasco, cerveja gelada e bom som. Os conjuntos Clareou e Bom Gosto fizeram a festa do pessoal na pista de dança. Já a exposição de capas representativas do jornal foi um capítulo à parte na festa.

A comissão de organização da festa, integrada pelas coordenadoras Ana Mina, Sharon Stèfani e Vânia Godinho, subiu ao palco para agradecer à categoria. A coordenadora Laura Gomes, também da comissão, não pôde estar presente devido a doença na família. Confira em www.sintufrj.org.br

“Queremos agradecer aos colegas da gestão 2013, pois foram eles que inovaram com esse modelo de festa fora da Cidade Universitária, permitindo o encontro dos colegas a cada final de ano em um ambiente agradável e reservado para os sindicalizados curtir um dia de convivência. E passados 12 anos vemos o esforço das diferentes gestões buscando aprimorar a festa sempre pensando o melhor para a nossa categoria. Quero ainda agradecer a todos os Diretores (as) e a todos os funcionários envolvidos nessa organização e a todos os presentes. E falamos também em nome da Laura que nesse momento está passando por uma dificuldade pessoal e familiar. E sabendo que somos uma entidade de luta sindical nos conectamos com o pedido da comunicação para incluir a exposição dos 40 anos do Jornal do Sintufrj nomeando a FESTA DA DEMOCRACIA”, disse Ana Mina.

“Nós preparamos essa festa com muito carinho. Tivemos um ano muito duro, tivemos uma greve lá atrás, conquistamos avanços no plano de carreira e tudo isso porque não existe só o sindicato, existe toda essa base dando força e apoiando nossas ações. E nós viemos celebrar tudo aquilo que conquistamos e o que ainda temos para conquistar. Juntos em 2026, mais festas, mais vitórias, mais conquistas”, declarou Vânia.

“Agradeço a cada de um de vocês aqui presentes. No fundo estamos em duas festas, a da Democracia e a dos 40 anos do Jornal do Sintufrj. São 40 anos que ele vem cumprindo a sua função de informar, mobilizar e tratar da politica interna e nacional. Boas festas a todos”, afirmou Sharon.

Elionora Baptista, veterana do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, resumiu o clima que reinou na festa. “Nada apaga a nossa história. São muitos abraços, muitos amores. Tudo o que conquistamos e temos, principalmente nossos amigos, não têm preço. É muita emoção encontrá-los nessa festa de fim de ano”, disse emocionada. “E sigamos com fé e esperança”, completou Elionora.

 

Mergulho na história

A exposição com 40 capas selecionadas representativas da história do jornal ficou num quiosque à parte da festa e nele ficou passando o vídeo com depoimentos de dirigentes e ex-dirigentes sobre o jornal. Quem foi lá ver se emocionou.

“Foi com profunda emoção que visitei a exposição dos 40 anos do Jornal de Sintufrj na Festa da Democracia, a confraternização da categoria agora em 2025. A exposição, além de fazer um resgate histórico muito importante desse processo de luta construído em quatro décadas, ela expressa também a organização dessa categoria, a organização de trabalhadoras e trabalhadores que apostam no coletivo, que apostam na saída para todos, não nas saídas individualistas, numa lógica neoliberal. É o nosso sindicato, é o Sintufrj que vai atravessando gerações disse Roberto Gambine, ex-dirigente do Sintufrj.

 

CREDENCIAMENTO

 

CHEGADA DO ÔNIBUS

 

MESAS

PISCINAS / JOGOS / ALIMENTAÇÃO

 

SHOW GRUPO CLAREOU

SHOW GRUPO BOM GOSTO

SORTEIO

 

EXPOSIÇÃO 40 ANOS DO JORNAL DO SINTUFRJ

 

 

 

 

 

 

 

A Fasubra Sindical convoca as entidades de base para o Dia Nacional de Mobilização neste 16 de dezembro.  O objetivo é preparar a categoria para exigir do governo o cumprimento integral do Acordo de Greve.

Neste dia, 16 acontece a reunião reunião da Fasubra e do Sinasefe com o Ministério da Gestão e Informação. A Federação orienta a realização de atos e paralisação onde for possível.

A pronta resposta do movimento ao PL6170/25, apresentado pelo governo ao Congresso, que quer instituir uma proposta de Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) que contraria o acordo firmado na greve histórica de 2024, levou ao Ministério da Gestão e Inovação a marcar reunião nesta terça-feira, dia 16.

Portanto o dia 16 precisa ser dia de pressão nas redes e nas ruas pela aprovação de um RSC que possibilite um acesso mais democrático ao topo da categoria.

Por isso, a Direção Nacional elaborou, com o Sinasefe, uma Emenda Substitutiva, e orienta entidades filiadas a procurarem os parlamentares em seus estados, e busquem apoio para que o governo volte a conversar com as entidades, retirando o texto enviado e respeite o que foi acordado na CNSC-MEC e encaminhado ao MGI.

A Direção também procurou parlamentares, Centrais Sindicais e ministérios com o objetivo de pressionar o governo para que o texto sobre o RSC, fruto do Acordo de Greve nº 11/2024, incluído no PL 6170, seja retirado e substituída pela Emenda aprovada pela CNSC e encaminhado pelo MEC ao MGI.

Plenária nacional será dias 19 e 20

A Direção Nacional chama a atenção para a alteração do período de realização da Plenária virtual e também para a ampliação da pauta para debater os impactos do PL 6.170/2025.

 

PL da Dosimetria foi aprovado nesta semana na Câmara Federal e segue para análise dos senadores

Por Brasil de Fato

Este domingo (14) foi mais um dia de mobilização nas ruas do país, cobrando que o Congresso Nacional escute as demandas populares. Desta vez, o grito foi contra o chamado Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, que reduz consideravelmente as penas aos condenados pela tentativa de golpe, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL/RJ).

Na avenida Paulista, políticos e artistas participaram do ato, como Erika Hilton (Psol/SP), Ediane Maria (Psol/SP), Chico César, Romero Ferro e Zélia Duncan. A mobilização ocorre uma semana após os protestos do levante Mulheres Vivas, que reuniram milhares de pessoas em dezenas de cidades para denunciar a violência de gênero e os altos índices de feminicídio.

O cantor Chico César fez uma apresentação artística no ato e cobrou os presidentes da Câmara e do Senado. “O povo indo às ruas para dizer que o Congresso não pode fazer qualquer coisa, o povo está vigilante, a democracia participativa é exatamente isso, a força das ruas”, celebrou. Ao se referir a Hugo Motta (Republicanos) e Davi Alcolumbre (União Brasil), disse que o Brasil está “envergonhado”.

Zélia Duncan disse acreditar na força das ruas e reforçou a necessidade de escolher melhor os políticos nas eleições. “Todo brasileiro precisa se expressar, precisa ir pra rua e precisa, ano que vem, votar direito, gente. Por favor, pensa bem antes de votar. Vamos juntos, a gente é cada um de vocês. E a gente está aqui pra apoiar o Brasil. O Brasil é do povo. Vamos mostrar pra essa gente inimiga do povo que o povo está vendo.”

O ex-deputado federal e ex-presidente do PT José Genoíno participou do ato na avenida Paulista e destacou a importância da iniciativa para enfrentar as posições conservadoras do Congresso Nacional. “Aqui se decide a derrota da dosimetria. Aqui se decide a derrota do acordão. Aqui enfrenta-se o golpe continuado. Portanto, é um ato que está sinalizando para o país que o povo nas ruas, organizado, protestando, entra na conjuntura política como um elemento novo”, declarou.

“Congresso Inimigo do Povo”

“Anistia disfarçada” ou “anistia light” foram os apelidos mais escutados para se referir ao PL da Dosimetria. A extrema direita tentou articular que, de fato, avançasse um projeto de lei que garantisse a liberdade total aos condenados pela tentativa de golpe, mas o que avançou foi a proposta que reduz as penas impostas.

Caso o PL passe no Senado Federal, Jair Bolsonaro teria o direito de ficar pouco mais dois anos preso de fato, depois cumpriria em casa a condenação, por isso o apelido de “anistia disfarçada”. Pela trama golpista, ele foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta semana que só decidirá se o chamado PL da Dosimetria será sancionado ou não quando o texto chegar ao Palácio do Planalto. O projeto ainda passará pelo Senado antes de ser encaminhado ao Poder Executivo.

O PL da Dosimetria foi aprovado na madrugada de quarta-feira (10) e foi marcado por episódios de violência e repressão. O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) foi retirado à força do plenário após denunciar a pauta, além de resistir à votação da cassação dele.

“A minha presença na mesa diretora foi para mostrar que a gente não pode se render. Amanhã tem a votação da cassação. Eles podem até cassar o mandato, mas eles podem ter certeza que até o último minuto eu vou lutar não por mim e nem pelo mandato, mas para que eles não firam as liberdades democráticas. Nesse mesmo pacote, eles querem votar uma anistia como dosimetria, querem manter os direitos de um deputado [Eduardo Bolsonaro] que está fora do país”, afirmou na ocasião.

O sinal da TV Câmara foi cortado durante a sessão, em um episódio sem precedentes desde a redemocratização. Para os movimentos populares, isso apenas reforça a avaliação de que o Congresso atua descolado da sociedade.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, milhares de manifestantes se reuniram na orla da praia de Copacabana em um protesto que reuniu ato político com música. Na fala de parlamentares e movimentos populares, a necessidade de transformar o Congresso nas eleições de 2026 e torná-lo mais popular. Talíria Petrone (Psol) registrou a recente vitória com a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil reais, mas considera que isso é pouco.

Já Benedita da Silva (PT) exaltou a quantidade de pessoas na manifestação como demonstração da força da democracia. “Nós não conseguiríamos o que conseguimos até aqui sem a força de vocês”, declarou. Ela também prestou solidariedade ao deputado Glauber Braga (Psol), forçado a se licenciar do mandato de deputado federal para não ser cassado.

Em um dos momentos mais marcantes do ato, o cantor Chico Buarque cantou Vai Passar ao lado da atriz Fernanda Torres. O ato musical também contou com a presença de Caetano Veloso, Fernanda Abreu, Lenine, Fafá de Belém,  Moreno Veloso, Paulinho da Viola e Gilberto Gil.

MILHARES NA AVENIDA PAULISTA denunciam “anistia disfarçada” que é o projeto da dosimetria