Presidente diz em redes sociais que não pode fazer nada se salário mínimo está baixo. Economista da Unicamp diz que nada o impede de retomar a política de valorização do mínimo do governo Lula

Matéria retirada do site da CUT. 

Em mais um desatino mostrando que nada entende de economia, o presidente da Rep√ļblica, Jair¬†Bolsonaro¬†(ex-PSL), disse num v√≠deo em suas redes socais que reconhece que o¬†sal√°rio m√≠nimo¬†est√° baixo (R$ 1.045,00), mas¬†que nada pode fazer para resolver isso.

‚ÄúMuita gente reclama: ‚ÄėAh, o sal√°rio m√≠nimo t√° baixo‚Äô. Reconhe√ßo que t√° baixo. Mas a gente n√£o tem como aumentar‚ÄĚ, disse Bolsonaro.

O presidente não faz nada para dar aumento real para o salário mínimo porque não quer, afirma a economista da Unicamp, Marilane Teixeira, rebatendo a declaração de Bolsonaro.

Segundo ela, não há nada que o impeça de encaminhar no orçamento de 2021 uma proposta de reajuste do salário mínimo, acima da inflação. Só depende de vontade política, como fez Lula, diz se referindo ao ex-presidente que implementou a Política de Valorização do Salário Mínimo, uma conquista da CUT e demais centrais, que Bolsonaro decidiu acabar, prejudicando aposentados, pensionistas e trabalhadores que ganham os mais baixos salários do país.

‚ÄúA desculpa deste governo √© a de sempre, de que o aumento do sal√°rio m√≠nimo vai elevar os gastos com aposentadorias. O que ele quer na verdade √© ter dinheiro para¬†pagar o eleitoreiro programa renda cidad√£¬†e de alguma forma manter o aux√≠lio emergencial‚ÄĚ, diz a economista.

Impacto do salário mínimo nos rendimentos menores

Marilane critica ainda a obedi√™ncia de Bolsonaro no campo econ√īmico ao ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, que quer atender somente ao rentismo, mantendo uma pol√≠tica de austeridade fiscal, esquecendo que esse dinheiro, injetado direto na economia retorna para o governo em forma de receita tribut√°ria.

‚ÄúQualquer eleva√ß√£o do sal√°rio m√≠nimo tem um impacto muito grande sobre os rendimentos menores, e as pessoas que ganham o m√≠nimo gastam tudo consumindo alimentos, pagando contas. Do ponto de vista econ√īmico tem um efeito muito importante‚ÄĚ, afirma.

A t√©cnica do Departamento Intersindical de Estudos e Estat√≠sticas Socioecon√īmicas (Dieese), Adriana Marcolino tamb√©m discorda do presidente Bolsonaro. Para ela, o impacto do aumento do sal√°rio m√≠nimo √© positivo porque¬† vai ter mais dinheiro circulando, para o consumo das fam√≠lias.

‚ÄúDo ponto de vista social, principalmente neste per√≠odo de crise, agravada pela pandemia , uma renda mais condizente ajuda numa alimenta√ß√£o mais saud√°vel, ajuda a pagar ,inclusive, tarifas de servi√ßos p√ļblicos‚ÄĚ, diz Adriana.

Ao olhar para o n√ļmero friamente, como gasto, e n√£o como valor que beneficia a popula√ß√£o e ajuda a retomar a economia, Bolsonaro demonstra ter uma vis√£o m√≠ope e limitada do que √© finan√ßa p√ļblica e desenvolvimento econ√īmico e social

– Adriana Marcolino

Na mesma ‚Äúlive‚Äô, na noite da √ļltima quinta-feira (26), Bolsonaro disse que ‚Äú o governo n√£o suporta um aumento real‚ÄĚ, se referindo ao efeito do reajuste do m√≠nimo sobre outros benef√≠cios pagos pela Uni√£o.

De fato, o reajuste do sal√°rio m√≠nimo se reflete nos pagamentos da aposentadoria, aux√≠lio-doen√ßa, sal√°rio maternidade, pens√Ķes, Benef√≠cio de Presta√ß√£o Continuada (BPC), abono salarial e os pisos salariais de diversas categorias profissionais que utilizam o sal√°rio m√≠nimo como par√Ęmetro para suas reivindica√ß√Ķes em acordos coletivos de trabalho.

‚ÄúO sal√°rio m√≠nimo funciona como uma b√ļssola de refer√™ncia. Mesmo quem est√° na informalidade, ou por conta pr√≥pria, avalia seus ganhos pelo valor do m√≠nimo‚ÄĚ, explica Marilane Teixeira.

Outro ponto, destaca a economista, √© que 29% da for√ßa de trabalho ocupada no pa√≠s (a partir de 14 anos, em idade de trabalhar, sejam formais ou informais), ganham um sal√°rio m√≠nimo. Esse contingente √© de 30 milh√Ķes de pessoas. Se somarmos o n√ļmero de aposentados e pensionistas s√£o 50 milh√Ķes de pessoas recebendo R$ 1.045. Por isso que cada real de reajuste impacta na diminui√ß√£o da desigualdade salarial e social.

Bolsonaro quer dar R$ 22,00 de reajuste do salário mínimo 

O novo valor do salário mínimo foi encaminhado ao Congresso Nacional, no final de agosto deste ano. A princípio o governo estimou seu valor em R$ 1.067,00 (+ R$ 22,00). Mas, com a inflação batendo acima de 4%, a expectativa é que ele suba para R$ 1.088,00. A legislação permite ajustes no índice que deve ser analisado e votado ainda este ano pelo Congresso, bem como toda a peça orçamentária de 2021,a partir do índice da inflação.

O salário mínimo de 2021, se aplicada a política de valorização do governo Lula, seria reajustado em mais 1% tendo em vista que o PIB do ano passado foi pouco acima disso. Mesmo assim seriam R$ 10,45 a mais. Ou seja, o índice da inflação somado ao crescimento do PIB, valorizaria o salário mínimo, de 2021, em pelo menos R$ 53,45.

‚ÄúIsto significa comprar mais litros de leite, mais quilos de arroz e feij√£o. Mas este governo s√≥ pensa em arrochar e ampliar as condi√ß√Ķes de pobreza e ¬†estimular a concentra√ß√£o de renda, ¬†porque este dinheiro est√° indo para o rentismo, que est√° no topo da cadeia‚ÄĚ, conclui Marilane.

 

 

Nova onda de Covid-19 foi constatada pelos cientistas que atuam no Centro de Testagem e Diagn√≥stico (CTD) da UFRJ. Instalado no bloco N do Centro de Ci√™ncias da Sa√ļde (CCS), houve aumento da demanda e dos resultados positivos dos testes realizados. Diante da possibilidade de agravamento desse quadro, os pesquisadores do CTD recomendam recomendam a redu√ß√£o das atividades presenciais na UFRJ.

LEIA: UFRJ alerta sobre ondas da pandemia de COVID-19 se sobrepondo

A informa√ß√£o sobre o recrudescimento da propaga√ß√£o do novo coronav√≠rus foi levada ao Grupo de Trabalho P√≥s-Pandemia da universidade na √ļltima semana pela chefe do Departamento de Doen√ßas Infecciosas da Faculdade de Medicina e integrante do GT-Coronav√≠rus da UFRJ, Terezinha Marta Casti√Īeiras.

Segundo a infectologista, no CTD Covid-19 da UFRJ, ap√≥s per√≠odo de relativa estabilidade que marcou os meses de julho, agosto e setembro, os pesquisadores observaram um aumento do atendimento a partir de meados de outubro. ‚ÄúNas v√°rias semanas esta demanda de testagem aumentou substancialmente, assim como a positividade dos testes realizados (37% contra 15% a 20% nos meses anteriores)‚ÄĚ, disse.

Previs√£o √© de piora. Veja as recomenda√ß√Ķes: ¬†

Terezinha faz um alerta: ‚Äú√Č necess√°rio considerar a possibilidade de piora nas pr√≥ximas semanas com a proximidade das festas de final de ano, que representam potencial de aglomera√ß√£o explosivo¬†ao qual se acrescenta a desmobiliza√ß√£o geral, o descompromisso e a falta de recursos‚ÄĚ.

Os pesquisadores do CTD recomendam a redução das atividades presenciais na universidade indicando que devem ser limitadas, rigorosamente, àquelas consideradas assistenciais de enfrentamento da pandemia, com algumas atividades adicionais de suporte e estágios de conclusão de curso, mesmo assim se as tarefas estiverem inseridas no combate à Covid-19.

Os pesquisadores tamb√©m recomendam que a UFRJ retome efetivamente a dianteira no aconselhamento aos gestores externos (munic√≠pio/estado), visando maior impacto nas medidas de conten√ß√£o da epidemia no √Ęmbito coletivo.

Enquanto as autoridades não agem, cabe a cada um redobrar a atenção com os cuidados: máscaras, higiene das mãos, distanciamento. Há quem recomende o uso de duas máscaras em lugares como bancos ou supermercados.

GT indica a√ß√Ķes emergenciais

Com o recrudescimento da pandemia no Rio de Janeiro e com as informa√ß√Ķes debatidas no GT-P√≥s-Pandemia, o GT-Multidisciplinar para Enfrentamento da Coivd-19 (GT-Coronav√≠rus) reuniu-se na segunda-feira, dia 30 de novembro, e emitiu uma nota que dever√° ser publicada nas pr√≥ximas horas no site da UFRJ.

Segundo o coordenador do GT Multidisciplinar para Enfrentamento da Covid-19, Roberto Medronho, os dados do Centro de Testagem e Diagn√≥stico corroboram com o que se v√™ no munic√≠pio e nas v√°rias regi√Ķes do estado: uma eleva√ß√£o sustentada no n√ļmero de casos (o que significa que n√£o √© uma mera flutua√ß√£o), e que ao longo das semanas vem acontecendo, cujos resultados j√° impactam os servi√ßos de sa√ļde.

O infectologista citou dados divulgados um dia antes pela Prefeitura: 93,5% dos leitos de UTI est√£o ocupados. ‚ÄúEsse n√ļmero quer dizer que praticamente n√£o h√° leitos dispon√≠veis, e os leitos para interna√ß√£o hospitalar no munic√≠pio do Rio de Janeiro atingiram 100% de ocupa√ß√£o. Os pacientes est√£o nas Upas (unidades de pronto atendimento) sem poder ir para o hospital‚ÄĚ, disse. Medronho tamb√©m chamou a aten√ß√£o para o aumento de casos¬†de √≥bitos domiciliares por doen√ßas como c√Ęncer, entre outras, que necessariamente n√£o aconteceriam, mas est√£o ocorrendo em pessoas que tiveram a Covid-19.

O m√©dico e pesquisador est√° preocupado com o poss√≠vel colapso da rede hospitalar municipal, estadual e federal, e por isso alerta os governos para a necessidade de a√ß√Ķes imediatas, como ampla testagem e campanhas, abertura de leitos, contrata√ß√£o de pessoal, suspens√£o de eventos presenciais, fechamento de praias, e que considerem at√© a possibilidade de lockdown, caso a situa√ß√£o se mantenha ou se agrave.

Covidímetro

De acordo com os n√ļmeros do Covid√≠metro (ferramenta desenvolvida por pesquisadores da UFRJ que mostra o √≠ndice de cont√°gio no estado), a taxa est√° estacionada h√° algum tempo, mas segundo Medronho isso na verdade pode significar perspectiva de eleva√ß√£o. Dados mais recentes devem ser lan√ßados na ter√ßa-feira, 1¬ļ de dezembro.

Esta frase marcou a cerim√īnia de lan√ßamento da Liga Acad√™mica de Enfermagem em Sa√ļde da Popula√ß√£o Negra (Laespne) da UFRJ, e seu autor foi o professor Richarlls Martins, do N√ļcleo de Estudos de Pol√≠ticas P√ļblicas em Direitos Humanos (NEPP-DH/UFRJ), na sexta-feira, 27 de novembro, com transmiss√£o pelo canal da Liga no YouTube.

‚ÄúDentro de uma sociedade racista, tornar-se negro √© um ato de coragem. Amar a cor da sua pele, a textura do seu cabelo, o tamanho da sua boca, o nariz √© uma cura, e celebra a ancestralidade. Nessa perspectiva, a Laespne/UFRJ n√£o √© apenas uma Liga Acad√™mica, ela √© fruto de um aquilombamento com atividades afrorreferenciadas que visam propagar de forma integral a sa√ļde da popula√ß√£o negra. E ser uma mulher negra e favelada, e a primeira da fam√≠lia a cursar uma universidade, abala as estruturas da sociedade‚ÄĚ, pontuou a vice-presidente da Liga, Renata Laurindo.

A import√Ęncia da cria√ß√£o da Liga foi destacada tamb√©m pela sua presidenta, Giselle Natalina, e pelas professoras orientadoras Cec√≠lia Izidoro e Maria Soledade Sime√£o.

Conhecer a realidade

 para mudá-la

O evento debateu tr√™s tem√°ticas importantes para a popula√ß√£o afro- brasileira: ‚ÄúRacismo como Determinante Social em Sa√ļde‚ÄĚ, com a assistente social do Inca, Eliane Assis; ‚ÄúA Pol√≠tica de Sa√ļde da Popula√ß√£o Negra‚ÄĚ, com a enfermeira de Estrat√©gias de Sa√ļde da Fam√≠lia da Secretaria Municipal de Sa√ļde do Rio de Janeiro, D√©bora Carvalho, e ‚ÄúA Sa√ļde da Popula√ß√£o Negra como Direito Humano‚ÄĚ, com o professor Richarlls Martins.

‚ÄúUma f√°bula que nos foi contada √© a que somos todos iguais, calcada na ideia de democracia racial que n√£o existe. O racismo √© parte da estrutura social. Ele existe e est√° a√≠. O racismo √© o componente ideol√≥gico do capitalismo, que precisa dele para sobreviver‚ÄĚ, afirmou Eliane Assis. ‚ÄúN√£o se pode pensar em desenvolver os cuidados em sa√ļde isento desta realidade racista existente na nossa sociedade‚ÄĚ, acrescentou.

A enfermeira D√©bora Carvalho fez um relato sobre o que existe em termos de pol√≠ticas de sa√ļde para a popula√ß√£o negra no pa√≠s como consequ√™ncia das lutas dos movimentos negros, mas que na pr√°tica precisam do envolvimento dos profissionais de sa√ļde.

‚ÄúAo tra√ßar o perfil da popula√ß√£o negra, eu consigo estabelecer um plano de cuidados de qualidade que vai se adequar √†s necessidades desses cidad√£os. √Č assim que tem que se estruturar o cuidado do enfermeiro. Os negros est√£o em todo o lugar, e eu preciso saber quem s√£o eles. Quando a gente entende e conhece essa popula√ß√£o, come√ßamos a entender a import√Ęncia da implanta√ß√£o dessa pol√≠tica e a entender nosso compromisso enquanto enfermeiro para sua implanta√ß√£o. √Č o nosso compromisso e a nossa miss√£o implantar essa pol√≠tica e fazer a diferen√ßa na vida do nosso povo‚ÄĚ, disse D√©bora.

‚ÄúDe acordo com a S√≠ntese do IBGE, podemos reafirmar quem √© a popula√ß√£o pobre no Brasil. A pobreza no Brasil tem cor, e ela √© hegemonicamente negra‚ÄĚ, afirmou o professor Richarlls Martins, que apresentou n√ļmeros: ‚ÄúDo total de pessoas pobres no Brasil, 73% s√£o pessoas negras, sendo 38% mulheres pretas e pardas e 35% homens pretos e pardos. Na extrema pobreza, √© ainda maior a popula√ß√£o negra. Os √ļltimos dados oficiais do governo brasileiro indicam: 77% extremamente pobres no Brasil s√£o negros; destes, 40% s√£o mulheres negras e 37% homens negros.‚ÄĚ

Richarlls sustenta que a pobreza no Brasil √© um componente racial, o que demanda desafios: ‚ÄúIsso nos coloca um enorme desafio: que √© o de pensar efetivamente quais s√£o as estrat√©gias enquanto sujeitos que estamos nesse lugar de produ√ß√£o do saber, de disputa acad√™mica para o enfrentamento do racismo e a promo√ß√£o da igualdade racial num contexto altamente racializado como o brasileiro‚ÄĚ.

Para ele, iniciativas como a Liga t√™m um ‚Äúpapel central de possibilitar um movimento disruptivo de disputa‚ÄĚ. E finaliza sua apresenta√ß√£o citando desafios colocados para a Liga Acad√™mica de Enfermagem em Sa√ļde da Popula√ß√£o Negra/UFRJ, como despertar na categoria de enfermeiros da universidade a discuss√£o racial que os leve a realizar uma miss√£o social externa, que √© auxiliar na defesa dos postulados no campo da sa√ļde da popula√ß√£o negra e na defesa e implanta√ß√£o de uma Pol√≠tica Nacional de Sa√ļde da Popula√ß√£o Negra.

Intensificar a luta contra a reforma administrativa proposta pelo governo federal, que reduz o tamanho do Estado brasileiro e acaba com os servi√ßos p√ļblicos e os servidores, e retomar a mobiliza√ß√£o contra a Empresa Brasileira de Servi√ßos Hospitalares (Ebserh) que voltou √† pauta da UFRJ, em n√≠vel local e nacional, foram as duas principais resolu√ß√Ķes contidas no Plano de Lutas aprovado pela categoria, na assembleia desta segunda-feira, 30 de novembro, ap√≥s o debate sobre a conjuntura.

O Plano de Lutas também será levado à plenária nacional da Fasubra, que ocorrerá nos dias 12 e 13 de dezembro, pelos sete delegados eleitos na assembleia. Outra deliberação da categoria foi em relação à proposta da direção sindical de encerrar 2020 homenageando com um culto ecumênico os colegas de trabalho que faleceram durante o ano e de reverter o que seria gasto com a live artístico-cultural em investimentos nas lutas aprovadas pela categoria e também em auxílio às famílias dos sindicalizados que perderam a vida com a Covid-19.

Plano de Lutas na íntegra

A DEFESA dos hospitais universit√°rios p√ļblicos e contra a ades√£o √† Ebserh

O fantasma da Ebserh ronda a UFRJ. Em função disso, é fundamental que os trabalhadores e trabalhadoras se organizem e que o Sintufrj e a Fasubra encaminhem:

1) A realiza√ß√£o de um forte movimento unificado da UFRJ para barrar a Ebserh, organizando a luta atrav√©s do F√≥rum de Mobiliza√ß√£o e A√ß√£o Solid√°ria (Formas), composto pelas entidades representativas dos trabalhadores e estudantes da UFRJ ‚Äď Sintufrj, Adufrj, DCE M√°rio Prata, Associa√ß√£o dos P√≥s-Graduandos (APG) e Associa√ß√£o dos Trabalhadores Terceirizados da UFRJ (Attufrj).

2) A realização de uma campanha utilizando todas as formas de divulgação dessa luta (notas, vídeos, panfletos, faixas, entre outros meios).

3) Que essa luta seja organizada interna e externamente (aproveitando os f√≥runs de servidores contra a reforma administrativa, manifesta√ß√Ķes dos diversos movimentos sociais e campanhas das federa√ß√Ķes e centrais sindicais).

4) Que o Sintufrj leve √† plen√°ria da Fasubra a necessidade de realiza√ß√£o de uma campanha nacional contra a Ebserh e a unidade com os f√≥runs nacionais e estaduais contra a privatiza√ß√£o da sa√ļde.

5) Que seja feito aos parlamentares do Rio e de outros estados um pedido de audi√™ncia p√ļblica para tratar da quest√£o da Ebserh.

6) Buscar apoio para essa pauta durante o encontro de trabalhadoras e trabalhadores dos HUs a ser realizado no dia 5 de dezembro pela Fasubra.

7) Que o Sintufrj se posicione frente à Reitoria sobre a Ebserh e dê ampla publicidade sobre essa posição.

Resolução 1

A direção sindical já havia anunciado o cancelamento da live artístico-cultural, e a assembleia optou por utilizar os recursos que custeariam a atividade (80 mil reais) para financiar a campanha de lutas aprovada no ponto de conjuntura e destinar uma cesta de Natal ou um vale para as famílias dos servidores mortos pela Covid-19.

VEJA A √ćNTEGRA DA ASSEMBLEIA: