Coleta inicial de votos será realizada em 30 de julho

Nesta terça-feira, Sintufrj, Adufrj, DCE Mário Prata e integrantes da categoria realizaram reunião híbrida para organizar na universidade e seus campi a votação do Plebiscito Popular por um Brasil Mais Justo. No dia 30 de julho, dia de paralisação dos técnicos administrativos, haverá mutirão para um esquenta do plebiscito com urnas dispostas em alguns locais e horários, e no dia 18 de agosto ocorrerá o lançamento oficial da campanha na UFRJ com parlamentares da bancada do Rio.

O Plebiscito é nacional e tem como objetivo pressionar o Congresso Nacional a aprovar medidas que beneficiem a classe trabalhadora, como isenção do imposto de renda para quem ganhe R$ 5 mil, a taxação dos super-ricos e o fim da jornada de trabalho na escala 6 x 1. No Rio de Janeiro há também a defesa da não privatização da água e do saneamento. Há vários comitês já formados e se formando nas cidades, municípios e locais como associação de moradores, sindicatos, universidades, entre outros.

No dia 30 de julho haverá coleta de votos que será realizada em conjunto com as entidades da comunidade universitária com urnas no Fundão e Macaé. E se dará da seguinte forma:

7h às 9h – BRT Fundão

7h às 9h – Subsede HUCFF

9h às 13h – Sede Sintufrj

9h às 13h – Subsede da Praia Vermelha

11h às 13h – Restaurante Universitário Central

9h às 13h – Centro da Cidade de Macaé

O Comitê UFRJ do Plebiscito programou para o dia 18 de agosto o lançamento da campanha, às 11h, no Centro de Tecnologia, campus do Fundão. Serão convidados os parlamentares Lindberg Farias (PT), Jandira Feghali (PCdoB), Glauber Braga (Psol), Talíria Petrone (Psol), Rick Azevedo (Psol) e Maria Lucia Fattorelli, da Auditoria Cidadã da Dívida.

A próxima reunião do comitê está marcada para 6 de agosto.

 

Participe da construção do perfil da comunidade da UFRJ

Os organizadores da primeira pesquisa sobre a comunidade universitária solicitam que, nesta reta final, mais gente responda ao censo: “O preenchimento, rápido e sigiloso, faz diferença para a construção de uma UFRJ mais justa e plural. Quem se reconhece, transforma”.

A UFRJ estima que, somando professores, alunos e técnicos-administrativos, são cerca de 80 mil pessoas, número maior que a população de algumas cidades. Este enorme corpo social vem mudando nas últimas décadas, com a ampliação das políticas de acessibilidade e inclusão.

Mas quem somos de fato?

Para saber, a UFRJ vem realizando, desde agosto do ano passado, a 1ª Pesquisa sobre a Comunidade Universitária. “Conhecer nosso corpo social e a diversidade de nossa comunidade é importante para apresentarmos políticas de inclusão dos diversos grupos e que possam atender suas necessidades e expectativas”, explica a superintendente Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade (Sgaada), Denise Góes.

Um retrato de fato

A pesquisa vai completar um ano em 18 de agosto e até aqui, cerca de duas mil pessoas participaram. Mas é preciso que mais grupos estejam ali representados. “Que as pessoas respondam para que de fato tenhamos um retrato real da universidade. Porque a gente quer traçar um perfil. Se pessoas de uma determinada categoria não responderem, não vamos ter um perfil tão fiel da universidade”, pondera a professora Ana Bahia, professora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, integrante da Comissão de Diversidade do Instituto.

É fundamental “para mapear quem somos. Ela nos permite obter dados para construção de políticas mais inclusivas, promovendo igualdade de oportunidades, possibilitando que todas as vozes sejam ouvidas”, informa os organizadores, convocando todas as pessoas da comunidade — técnicos-administrativos, docentes, estudantes trabalhadores terceirizados, aposentados — a responderam ao formulário, independentemente de identidade, origem, função ou tempo na instituição.

Como

O preenchimento é rápido e sigiloso (leva entre 10 e 15 minutos), no link https://formularios.tic.ufrj.br/index.php/294728

Abrange temas como pluralidade do corpo social; presença de grupos minorizados no meio acadêmico ou profissional, satisfação, acessibilidade, discriminação, assédio ou apoio à diversidade no ambiente acadêmico.

Como surgiu

A ideia do censo, proposta da Comissão da Biofísica, ganhou dimensão com a parceria da Sgaada e da Reitoria, buscando abranger toda universidade.

A Comissão de Diversidade surgiu há alguns anos, fruto de outra comissão, a de Saúde Mental. Esta últimas havia se formado a partir da constatação, por parte do Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas: Biofísica, do crescimento da evasão de alunos por problemas que transcendiam questões relativas ao curso. Professores do programa propuseram, então, um projeto para uma fundação de amparo à pesquisa, através do qual conseguiram o suporte de duas psicólogas que realizavam encontros quinzenais com os alunos. “Entre os problemas que eles relatavam, o que mais vinha à tona era relacionado à diversidade, à população LGBTQIAPN+”, conta Ana, o que levou ao surgimento da Comissão de Diversidade, inicialmente como um comitê da Comissão de Saúde Mental.

Só que incomodava o fato de que, embora se propusesse a melhorar o Instituto com políticas de equidade, não se conhecia a diversidade da unidade, “a proporção de homens, mulheres, brancos, pretos pardos indígenas, a população que se denomina CIS, trans, enfim, não conhecíamos nosso instituto. Como prever ações para melhorar nossa instituição se gente não se conhecia?”, questiona.

Assim também é na UFRJ: “Temos mais de uma década de política de cotas e não temos o retrato fiel de como a universidade é nos dias de hoje, a diversidade de gênero, quantas pessoas são pretas, pardas, indígenas, qual o grau de satisfação com a universidade. Queremos ter uma ideia de como a universidade está estruturada”, conclui Ana.

 

Na foto, Ana Bahia, professora d IBCCF/UFRJ; Fernando Luz de Castro, Pós-doutorando da UFRJ;
Yare Mello, alune de Graduação da UFRJ;
Alfred Sholl, professor do IBCCF/UFRJ e Paula Terra Bandeira, pós-doutorando da UFRJ.
Outros integrantes da comissão:
Valéria Magalhães, professora do IBCCF/UFRJ;
Camila Chaves, aluno de Doutorado da UFRJ;
Fernando Luz de Castro, pós-doutorando da UFRJ;
Dener Soares da Costa Junior, aluno de Doutorado da UFRJ.

Pensando sempre em valorizar a saúde e a qualidade de vida de seus sindicalizados, a Gestão 2025-2028 do SINTUFRJ tem o prazer de anunciar um novo e importante convênio firmado com a TotalPass. A parceria inovadora garante aos membros do sindicato acesso a uma vasta rede de academias, estúdios e diversas modalidades de bem-estar por meio de uma única assinatura.

Com este convênio, os sindicalizados poderão escolher entre milhares de opções para cuidar do corpo e da mente, incluindo academias de musculação, estúdios de pilates e yoga, aulas de dança, além de sessões de terapia e meditação. A plataforma também oferece aulas online, garantindo flexibilidade para quem prefere se exercitar em casa.

Esta é mais uma ação da nova gestão, que reafirma seu compromisso em buscar benefícios concretos que impactem positivamente o dia a dia da nossa categoria.

Como ativar seu benefício? Siga o passo a passo!

O SINTUFRJ valorizando a saúde e o bem-estar de seus sindicalizados firmou convênio com a TotalPass. Esse convênio possibilita o acesso à várias academias, estúdios, aulas online e terapias.

Siga o passo a passo
1 – Faça o recadastramento pelo Qr Code ou pelo link: https://sistema.sintufrj.org.br
2 – 48h úteis após o recadastramento, baixe o aplicativo, avalie os planos e escolha a modalidade que melhor se enquadra no seu orçamento e nas suas necessidades”

Pronto! Você já pode usufruir do convênio
Obs.: O convênio só será liberado após o recadastramento (Passo 1)

SINTUFRJ
GESTÃO 2025-2028

Você sabia que, por meio do convênio firmado entre o Sintufrj e o SESC, você pode se tornar sócio da instituição e aproveitar uma série de benefícios em cultura, lazer, esporte, saúde e educação?

Servidores técnico-administrativos da UFRJ sindicalizados ao Sintufrj, além de seus dependentes (cônjuge e filhos até 21 anos ou até 24 anos, caso estejam estudando), podem solicitar uma carta de encaminhamento e emitir a carteirinha de associado do SESC.

PASSO A PASSO PARA SE TORNAR SÓCIO DO SESC PELO CONVÊNIO SINTUFRJ

1. Verifique se você está sindicalizado (a)

O benefício é válido para servidores sindicalizados ao Sintufrj. Se ainda não é sindicalizado, entre em contato com nosso atendimento para realizar sua sindicalização.

2. Reúna a documentação necessária

Para solicitar a carta de encaminhamento, você precisará informar seus dados pessoais e, se desejar incluir dependentes, os dados e documentos que comprovem o vínculo (certidão de casamento, RG dos filhos, comprovante de matrícula – se tiverem entre 21 e 24 anos, por exemplo).

3. Solicite a carta de encaminhamento do Sintufrj

Você pode solicitar sua carta de duas formas:

  • Pelo e-mail convenio@sintufrj.org.br
  • Ou pelo telefone (21) 3194-7102

4. Aguarde o envio da carta de encaminhamento

Após a solicitação, a equipe do setor de convênios do Sintufrj preparará sua carta personalizada com os dados necessários. O documento será enviado por e-mail ou poderá ser retirado presencialmente, se preferir.

5. Dirija-se a uma unidade do SESC

Com a carta de encaminhamento em mãos, vá até qualquer unidade do SESC no estado do Rio de Janeiro. Leve também um documento de identidade com foto e os documentos dos dependentes, se for o caso.

6. Faça sua carteirinha de sócio SESC

No SESC, você fará sua carteirinha de associado e poderá começar a usufruir de todos os serviços oferecidos pela instituição.

Benefícios para toda a família

Ser sócio do SESC é ter acesso a uma programação cultural diversa, serviços de saúde, atividades esportivas, oficinas, recreações, hospedagens em centros de lazer e muito mais — com qualidade e valores acessíveis.

Essa é mais uma conquista da Gestão 2022–2025 do Sintufrj em defesa do bem-estar dos trabalhadores técnico-administrativos da UFRJ.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o nosso setor de convênios.