Plebiscito vai estar no Instituto de Física (prédio novo) no Fundão nesta quinta (3) e na sexta (4) para votação, das 10h às 17h

TEXTO E IMAGEM: FONASEFE

Para defender a necessidade de uma Reforma Administrativa, o centrão e a extrema direita do Congresso Nacional argumentam que é preciso reduzir gastos e acabar com os direitos dos servidores em nome da “saúde financeira do estado brasileiro”.

Mas se, de fato, a preocupação desses deputados fosse de proteger a economia brasileira, por que eles derrubaram o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que buscava taxar os super ricos, deixando de arrecadar para o estado R$ 10 bilhões?

Por que não querem cobrar impostos justos para a minoria dos super ricos, mas votam pelo aumento da conta de luz que impacta diretamente no bolso da esmagadora maioria do povo brasileiro?

Se, de fato, a preocupação fosse em conter gastos públicos para, segundo eles, controlar déficits fiscais e dívidas públicas, porque aprovaram o aumento do número de deputados de 513 para 531 representantes? Uma ampliação que certamente impacta em ainda mais gastos públicos.

Está mais do que evidente que o Congresso defende uma austeridade seletiva: manutenção dos privilégios dos super ricos e cortes nos serviços públicos e benefícios sociais. E a reforma Administrativa é parte desse projeto fiscal de manutenção da desigualdade: um ataque geral aos serviços públicos que garantem à população o acesso a direitos básicos e fundamentais para o combate à injustiça social.

Quinta-feira (03/07)
18h (horário de Brasília)
No X (antigo Twitter)

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público convoca todas e todos para um grande XTACO nacional contra a #DEFENDAOSERVICOPUBLICO!

Vamos juntos levantar nossa voz e mostrar que o povo brasileiro não aceita retrocessos no serviço público!

Use a hashtag:
#DEFENDAOSERVICOPUBLICO

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A deputada Alice Portugal (PC do B/BA) – uma das coordenadoras da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, disse que defendeu no Grupo de Trabalho (GT) formado na Câmara para discutir a proposta de reforma administrativa três pontos básicos: A manutenção do regime jurídico único, conquista histórica dos servidores públicos; A escuta de mais entidades representativas, especialmente dos segmentos mais precarizados; O respeito à negociação coletiva e ao direito de greve, conforme previsto na Convenção 151 da OIT. A parlamentar reafirmou seus compromissos com a luta por um Estado forte, democrático e justo, que valorize o serviço público.