Nesta quarta-feira, 17 de setembro, 14h, no Espaço Cultural
Tema: Conhecendo o Feminismo Negro e o Mulherismo
Palestrantes: Jessica Raul, pedagoga, doutora em Educação
Aline Frutuoso, doutoranda em Ciência da Religião (PUC-SP)

Nesta quarta-feira, 17 de setembro, 14h, no Espaço Cultural
Tema: Conhecendo o Feminismo Negro e o Mulherismo
Palestrantes: Jessica Raul, pedagoga, doutora em Educação
Aline Frutuoso, doutoranda em Ciência da Religião (PUC-SP)

Há exatos 32 anos, 17 de setembro de 1993, na primeira metade dos anos 1990 que antecedeu a dura política neoliberal do governo de Fernando Henrique Cardoso, os técnico-administrativos da UFRJ galgaram mais um degrau de organização classista ao decidir em Congresso a transformação da nossa então Asufrj no Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ – Sintufrj.
O sindicato liderou a categoria no embate com o governo FHC que congelou por oito anos os salários, acelerou a privatização das empresas estatais e promoveu uma intervenção na UFRJ com a imposição de Henrique Vilhena de Paiva, o terceiro votado na eleição para reitor. A Reitoria foi ocupada por 44 dias e o Sintufrj esteve à frente na luta contra a intervenção que atravessou os anos de 1998, 2000, 2001 e 2002.
Foi nos anos 2000 que a organização dos trabalhadores da UFRJ mostrou sua força construída nos anos de resistência ao neoliberalismo de FHC. A categoria realizou a mais importante manifestação da greve do funcionalismo com mais de três mil fechando a Linha Vermelha, na altura da Ilha do Fundão.
Nos anos seguintes e com a chegada do PT ao governo, o Sintufrj seguiu junto aos trabalhadores, defendendo a instituição de uma carreira própria, lutando por salários dignos, defendendo a universidade pública, a autonomia universitária, nossos hospitais universitários, brigando pelos espaços de poder na universidade e defendendo a identidade do trabalhador em educação.
Resistimos ao golpe contra Dilma Rousseff, ao golpista Temer, ao governo de extrema direita de Jair Bolsonaro. Levantamos com orgulho a bandeira da democracia e da defesa da ciência, do conhecimento e da educação pública. Lutamos contra a privatização da saúde, fomos resistência na adesão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) na UFRJ e contra as reformas da Previdência, Trabalhista e Administrativa. Lutamos por mais orçamento para a Educação e viemos combatendo a exploração dos trabalhadores terceirizados.
Pauta ampliada
Em nossa casa criamos Grupos de Trabalho com a participação da categoria para tratar de nossas demandas específicas, abraçar os grupos minoritários e combater preconceitos. Ocupamos Brasília em várias Caravanas organizadas pelo sindicato e pintamos o planalto Central com nossas bandeiras.
Nesses 32 anos não saímos jamais das ruas porque acreditamos que os trabalhadores unidos, e foram muitas campanhas unificadas do funcionalismo e da classe trabalhadora, podem levar adiante o sonho de uma sociedade mais justa, igualitária e contra a barbárie capitalista que explora e mata.
A participação dos companheiros aposentados na construção e fortalecimento do Sintufrj teve e tem importância fundamental.
FOTOS: ACERVO SINTUFRJ



A série de reuniões de dirigentes do Sintufrj com trabalhadores na base teve continuidade nesta terça-feira (16) no Instituto de Computação. A pauta teve como itens informes gerais sobre ações judiciais; a luta pelo cumprimento do acordo de greve (RSC, 30h, regra de transição etc) e a reforma administrativa. Hoje, a dose se repete na CPST às 10h 30.

É o tema do encontro promovido pela Comissão Interna de Eventos da Decania do Centro de Tecnologia (CT) da UFRJ no dia 17 de setembro, às 14h. A iniciativa é em apoio à Campanha Setembro Amarelo que, em 2025, tem como mote “Agir salva vidas!”. O evento será online e transmitida ao vivo pelo Yutube da unidade: https://bit.ly/youtubedoct.
Participarão como convidados: Rhawy Chagas Ramos, psicanalista clínico, teólogo, filósofo e professor no Centro de Estudos de Terapias e Psicanálise (Cetep) do Rio de Janeiro, e Beatriz Miyata, psicóloga e preceptora da equipe Sentidos da Vida, vinculada ao Centro de Acolhimento e Suporte Acadêmico (Casa) – projeto coordenado pela Escola Politécnica e pela Escola de Química da UFRJ, em colaboração com o CT.
