Patrimônio Cultural: lugares de saberes e memórias

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 4 DE MARÇO DE 2026, COM INÍCIO DAS AULAS EM 26 DE FEVEREIRO.

ABERTO PARA SINDICALIZADOS, DEPENDENTES, TRABALHADORES TERCEIRIZADOS DA UFRJ E COMUNIDADE EXTERNA (APÓS AVALIAÇÃO DA DIREÇÃO DO SINTUFRJ).

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INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 4 DE MARÇO DE 2026, COM INÍCIO DAS AULAS EM 23 DE FEVEREIRO.

VIOLÃO, DANÇA, PINTURA E PATCHWORK

ABERTO PARA SINDICALIZADOS, DEPENDENTES, TRABALHADORES TERCEIRIZADOS DA UFRJ E COMUNIDADE EXTERNA (APÓS AVALIAÇÃO DA DIREÇÃO DO SINTUFRJ).

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INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 4 DE MARÇO DE 2026, COM INÍCIO DAS AULAS EM 23 DE FEVEREIRO.

METODOLOGIA DE PESQUISA, ORIENTAÇÃO PARA INGRESSO NO MESTRADO E DOUTORADO, REDAÇÃO ACADÊMICA, PORTUGUÊS PARA CONCURSO, INGLÊS INSTRUMENTAL, ESPANHOL REGULAR E INSTRUMENTAL.

ABERTO PARA SINDICALIZADOS, DEPENDENTES, TRABALHADORES TERCEIRIZADOS DA UFRJ E COMUNIDADE EXTERNA (APÓS AVALIAÇÃO DA DIREÇÃO DO SINTUFRJ).

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A cinco dias da assembleia na UFRJ para decidir a deflagração ou não da greve  dos técnicos- administrativos, a direção do sindicato foi ao Centro de Letras e Artes (CLA) em reunião híbrida concentrada no esforço coletivo para mobilizar a categoria.

A reunião presencial ocorreu no auditório da FAU e como tem sido nos demais encontros, a direção resgatou o processo negocial e explicou os pontos que foram ignorados pelo governo no acordo de greve – tendo como centralidade o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) cujo o PL encaminhado ao Congresso descaracteriza o que foi acordado nas negociações com os trabalhadores.

Uma das principais demandas do movimento é o RSC – mecanismo que permite, essencialmente, que o servidor avance um nível a mais na tabela do Incentivo à Qualificação, sem a necessidade do título.

Então esse importante mecanismo reivindicado pela Fasubra, a nossa Federação, foi destrinchado na reunião. O objetivo do Sindicato é fazer com que os trabalhadores tenham todas as informações e clareza sobre o que está em jogo nesse momento, por isso o chamamento para a greve. E consequentemente é fundamental a participação na assembleia para decidir pela deflagração ou não do movimento paredista.

A reunião foi conduzida pelos coordenadores Vânia Godinho e José Carlos Xavier. Os dois ficaram responsáveis por destrinchar o RSC. Vânia informou sobre as principais reinvindicações no processo de negociação e explicou o motivo porque nem toda a categoria e aposentados ficaram de fora do RSC. Ela observou que embora seja ano eleitoral, os técnico-administrativos têm de garantir o acordo de greve e a reformulação da carreira no que for melhor para toda a categoria.

José Carlos esclareceu sobre o debate feito nas plenárias e o que foi deliberado ressaltando o esforço concentrado da diretoria para levar todas as informações à categoria. Em seguida ele fez a leitura do que foi proposto pelo governo no projeto de lei e Vânia explicou sobre as mudanças que foram feitas quebrando o que foi acordado. Os dois esclareceram dúvidas.

TRABALHADORES COM DIRIGENTES DO SINTUFRJ que participaram da reunião do CLA

 

ESTEBAN E NIVALDO HOLMES na mesa da reunião desta quinta-feira, no CT

Nesta quinta-feira, 5, uma das bases que se reuniu com a direção do Sintufrj (presencialmente e online) foi o Centro de Tecnologia (CT). A pauta é a mesma que está sendo discutida pela entidade com todos os técnicos administrativos em educação da UFRJ: a tomada de decisão conjunta pela deflagração ou não de greve a partir de 23 de fevereiro, na assembleia de terça-feira, 10, pelo cumprimento integral do acordo assinado  com o governo em 2024.

“O objetivo destas reuniões com a base é convocar as companheiras e companheiros para a assembleia de deflagração de greve no dia 10, que vai acontecer simultaneamente em três locais: aqui, no CT, em Macaé e na Praia Vermelha. Nosso quórum, de acordo com o Estatuto do Sintufrj, é qualificado e o  movimento grevista tem que ser aprovado por 5% da categoria (cerca de 800 pessoas)”, informou o coordenador-geral do sindicato, Esteban Crescente.

Pendências do acordo

De forma sucinta o dirigente expôs os motivos de uma tomada de decisão de greve. “Conquistamos com a greve de 108 dias itens de impacto financeiro e social importantes, mas nem todos foram cumpridos pelo governo, a maioria diz respeito a prazos, como racionalização de cargos e reposição dos aposentados injustiçados em 2005, e o mais forte de todos: o Reconhecimento de Saberes e Competências, o RSC”.

Esteban listou os itens do acordo pelos quais a categoria deve lutar para que sejam prontamente cumpridos pelos governo: racionalização dos cargos, reposicionamento e aceleração para os aposentados, 30 horas para todos, implantação do RSC até abril e de acordo com o regramento proposto pela Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC), regulamentação dos plantões 12 x 60 e hierarquização de cargos. “Temos também a pauta unificada dos servidores públicos federais e se destacam as reivindicações pela equiparação dos benefícios com o Legislativo e o Judiciário, auxílio nutricional para os aposentados e o cumprimento dos acordos”, acrescentou o coordenador.

Pressão no Congresso

Na segunda-feira, 2, segundo Esteban, a Fasubra foi ao Congresso Nacional dialogar com as lideranças partidárias com o intuito de que a Câmara aprovasse as emendas elaboradas pela CNSC/Fasubra e Sinasefe (que representa os servidores técnicos administrativos dos institutos federais) ao PL 6170/25, determina as regras para o RSC. Nenhum substituto proposto foi aprovado pelos deputados e a matéria agora está no Senado.

“Muitas dessas emendas ao PL do RSC levadas ao Congresso foram discutidas e GT Carreira do Sintufrj e aprovadas em plenárias da Fasubra”, disse o coordenador do Sintufrj Nivaldo Holmes. Ele também lembrou que desde 2005, quando passou a valer o PCCTAE, a Fasubra briga pelo reposicionamento dos servidores que estavam aposentados nesta data. FOTOS: RENAN SILVA

 

 

 

 

No esforço de convocação dos trabalhadores para a assembleia de terça-feira (10) que vai discutir o indicativo de greve a partir de 23 de fevereiro, Francisco de Assis e Esteban Crescente, coordenadores-gerais do Sintufrj, conduziram a reunião híbrida no Salão Azul do Instituto de Biologia (CCS) na manhã desta quarta-feira (4).

Foi mais uma etapa da jornada de trocas de ideias e esclarecimentos a grupos de técnicos administrativos nas unidades promovidos pelo Sindicato com participação de dirigentes. Essa ação de mobilização dimensiona a importância da decisão que será tomada na assembleia que definirá os rumos imediatos no movimento na UFRJ.

Outros dirigentes do Sintufrj participaram da reunião.

 

“A Fasubra está indicando greve. Porquê?”

A abordagem na reunião do CCS foi aberta com uma ‘provocação’ sugerida por Francisco de Assis para trazer o grupo para o ponto central da reunião:  indagação acerca das razões que resultaram na ofensiva do movimento nacional propondo o indicativo de greve que pode ser deflagrada na segunda-feira, 23 de fevereiro.

No centro, como se sabe, a exigência do cumprimento integral do acordo de greve. O processo de negociação com o governo foi atropelado pela edição do  Projeto de Lei nº 6.170/2025 que trata do Reconhecimento de Saberes e Competência (RSC-TAE) –  desfigurado em relação ao que vinha sendo negociado.

O histórico que resultou no impasse com o governo é detalhado por Esteban e Francisco de Assis (detalhes podem ser encontrados na última edição do Jornal do Sintufrj cuja versão digital também está no www.sintufrj.org.br). Mas a mensagem fundamental das reuniões promovidas pelo Sintufrj é a convocação para a assembleia de terça na qual a decisão da categorial será fundamental.

Observação: há um quórum mínimo, pelo estatuto do sindicato, que determina que para se decidir sobre greve é necessário 5% da categoria.

 

No combo que envolveu a aprovação de medidas com a criação de 16 mil novos cargos para o Ministério da Educação e outros 1500 para o MGI (Ministério de Gestão e Inovação), a Câmara de Deputados aprovou o fim da lista tríplice para reitores das universidades federais. O Projeto de Lei que versa sobre vários aspectos – inclusive alguns relacionados com os técnicos administrativos das federais – assimilou o texto de outro projeto que já estabelecia o fim da lista tríplice. Trata-se de uma vitória para a comunidade universitária das instituições superiores de ensino, um avanço celebrado como fortalecimento da democracia interna das universidades. Agora o projeto será apreciado no Senado.

No contexto da semana de mobilização, a direção do Sintufrj reuniu-se de forma presencial com os companheiros do Museu Nacional nesta terça-feira, 3 de fevereiro. As reuniões têm sido híbridas, mas no caso do Museu questões técnicas impediram a  participação on line. Embora a presença não tenha sido o forte da reunião, houve um diálogo qualificado com muitas explicações e esclarecimentos dos dirigentes.

Há um esforço enorme para a realização do máximo de reuniões nos locais de trabalho para incentivar a participação na assembleia de 10 de fevereiro que decidirá pela aprovação da greve ou não conforme indicativo da Fasubra.

A direção tem explicado sobre as negociações e o que ainda está pendente do acordo de greve. Os dirigentes têm travado também diálogo sobre demandas específicas dos trabalhadores técnico-administrativos em seus setores.

O diálogo no Museu foi conduzido pelos coordenadores do Sintufrj, Paulo Roberto e Maria Lenilva, tendo a participação em diversos momentos dos coordenadores Rosemere Roza, Sharon Stéfani e Nivaldo Holmes. A reunião contou ainda com a presença dos coordenadores Luciano Cunha, Fabiano Pereira e Luciano Batista.

O diálogo girou principalmente sobre as negociações em torno do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) – mecanismo que permite, essencialmente, que o servidor avance um nível a mais na tabela do Incentivo à Qualificação, sem a necessidade do título.

A participação reduzida dos companheiros do Museu na reunião trouxe à baila reflexões sobre o Programa de Gestão de Desempenho (PGD) que regulamenta as atividades laborais de acordo com plano de trabalho firmado na unidade – o funcionário que adere passa a trabalhar de forma remota parcial ou integral.

Houve ainda troca de ideias sobre a posição dos parlamentares em relação aos servidores e a necessidade de se eleger aqueles realmente do lado dos trabalhadores, a atuação da PR-4 em relação a política de pessoal, a função da Comissão Interna de Supervisão e a realidade estrutural do Museu cujos trabalhadores convivem com problemas derivados do incêndio em 2018.

 

Próximas reuniões

Reuniões de base com a mesma pauta da assembleia. Para participar remotamente se inscrever no formulário para receber o link da reunião no dia escolhido: https://forms.gle/jfpuMEG16AcYmdt79. Exceção: Museu Nacional

04/02 (4a feira)

CCS – 10h – Reunião híbrida para os TAE do Prédio do CCS

Presencial: Bloco A. Salão Azul da Biologia.

05/02 (5a feira)

CT – 10h – Reunião híbrida para os TAE do Prédio do CT

Presencial: Bloco A, 2º andar. Salão Nobre.

05/02 (5a feira)

CLA – 10h – Reunião híbrida para os TAE do Prédio do CLA

Presencial: Auditório Archimedes Memória (JMM, 3º andar) FAU.

Paulo Roberto e Maria Lenilva fizeram um apanhado das negociações e explicaram sobre o RSC

 

Os companheiros do Museu Wander Siqueira, Aline Miranda e Edson Vargas tiraram dúvidas

 

Sheron Stéfani alertou que as reuniões de base, além de procurar mobilizar para a assembleia, objetiva também ouvir os TAEs sobre suas demandas específicas em seus locais de trabalho

  • Coordenador-geral expõe a técnicos do CCMN a trajetória do impasse que resultou do estado de greve.

  • Coordenadora de Aposentados diz o que desagradou a categoria

“Chegamos no limite da pressão ao governo e ele nem aí. Então decretamos o estado de greve e, com esse tensionamento, o MGI (Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos) recuou no regramento do RSC (Reconhecimento de Saberes e Competência)”, afirmou o coordenador geral do Sintufrj (e também coordenador de Comunicação da Fasubra), Francisco de Assis, na reunião com técnicos administrativos do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN).

Segundo o coordenador, o PL 6170, que trata dos detalhes do RSC, deveria ter sido elaborado junto com a Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC).  A reunião híbrida no CCMN na manhã desta terça-feira (3) cumpriu mais uma etapa da maratona de debates com as bases que antecede a assembleia simultânea convocada para terça-feira, 10 de fevereiro.

O dirigente fez um breve balanço das conquistas da greve de 2024: os itens já cumpridos pelo governo e os itens pendentes. E destacou a centralidade dos aposentados na discussão do RSC.

Ingratidão com aposentados

Na reunião  com a Fasubra e o Sinasefe em janeiro, dos 15 itens de regramento do RSC, o MGI atendeu 12. A coordenadora de Aposentados (as) e Pensionistas do Sintufrj, Marli Rodrigues, leu o que foi mantido no PL pelo governo que desagrada a categoria: Manutenção da vetação do RSC para quem está em estágio probatório; Manutenção de 75% somente para os ativos, excluindo aposentados e pensionistas e quem tem doutorado; Manutenção do interstício de três anos para os pedidos subseqüentes do RSC e Manutenção dos efeitos financeiros não retroativos ao pedido do RSC (120 dias).

“É uma ingratidão deixar de fora do RSC os aposentados e que está em estágio probatório. O governo faz isso para dividir a categoria. A gente precisa entender que fizemos uma greve longa para que todos fossem atendidos”, defendeu Marli.

Os técnicos administrativos que se manifestaram na reunião não descartaram a decretação de greve na assembleia do dia 10 de fevereiro, preocupados com os aposentados. Afinal, todos se aposentarão um dia e garantir a paridade entre ativos e aposentados nas conquistas financeiras futuras e o desejado.

Posicionamento

De acordo com Francisco de Assis, a Fasubra adotou a seguinte posição: segurar os 11 itens consensuados pelo governo sobre o RSC e, como plano B, aprofundar as articulações por emendas parlamentares para garantir o que o governo não atendeu do acordo de greve, e irmos avaliando em que nível está a nossa mobilização para deflagração da greve.

“A Fasubra não está parada, a pressão sobre o Parlamento tem sido forte visando emendas parlamentares. Embora saibamos que um quarto do orçamento do país encontra-se nas mãos do Congresso Nacional e dos 513 deputados e senadores, só temos como aliados 130. Porém, abraçamos essa causa como visão estratégica. Estamos trabalhando para arrancar aquilo que conquistamos com a greve. Mas, temos que ter responsabilidade”, afirmou o coordenador, lembrando equívocos do passado por avaliações ideológicas erradas sobre comportamento do governo.

“Essas rodadas de reuniões possibilitam que as falas de vocês sirvam de base para que na assembleia a gente (a direção) esteja orientado sobre se vale a pena ou não deflagrar a greve”, pontuou Marli Rodrigues.

“Em nenhum acordo de greve conseguimos o cumprimento integral. O grande debate que temos que fazer tem que estar direcionado a estimular a categoria a ir à assembleia no dia 10 e discutir amplamente sobre a greve, a nossa mobilização. Discursos de retóricas não avança a nossa luta. Hoje o eixo são o RSC e uma legislação que garante a jornada de 30 horas para todos”, concluiu Assis.

FRANCISCO DE ASSIS faz a narrativa da trajetória de luta e do contexto que resultou no estado de greve

01 reunião no CCMN em 3 de fevereiro

REUNIÃO foi acompanhada com atenção para o o relato do impasse com o governo

 

MARLI SILVA, DA COORDENAÇÃO DE APOSENTADOS, E FRANCISCO DE ASSIS, COORDENADOR-GERAL, fazem exposição na reunião com trabalhadores do CCMN

A semana de mobilização começou pelo campus UFRJ Duque de Caxias. Nesta segunda-feira, 2, 20 companheiras e companheiros participaram presencialmente da reunião, no auditório do bloco C, e três online.

Os coordenadores do Sintufrj Luciano Batista e José Carlos Xavier conduziram o debate. O objetivo dos encontros da direção sindical com a categoria no local de trabalho é explicar as razões pelas quais todos devem participar da assembleia no dia 10 de fevereiro.

Nesta assembleia, que será simultânea em três locais — Fundão, Praia Vermelha e UFRJ Macaé –, a categoria em conjunto deliberará pela deflagração ou não da greve pelo cumprimento integral do acordo assinado com o governo.

Essa decisão será tomada à luz das avaliações, em nível nacional, das últimas mesas de negociações entre a Fasubra e o Ministério de Gestão e Inovação no Serviço Público (MGI).

Área de convivência

Além do debate sobre conjuntura apontando para os rumos do movimento que será decidido na assembleia do dia 10, os trabalhadores (as) de Duque de Caxias discutiram com os dirigentes sindicais a necessidade de terem um local de convivência. Essa é uma das principais reivindicações local e só depende da direção do campus para se tornar realidade. Eles esperam contar com o apoio dos docentes.

É justa a reivindicação por uma área de convivência, aliás, nada mais saudável e recomendável do que os trabalhadores disporem de um ambiente dentro do espaço de trabalho dedicado ao descanso, descompressão e interação social entre eles. A iniciativa voltada ao bem-estar das pessoas, porque reduz o estresse e promove a troca de ideias, repercute no aumento da produtividade.

Confira o calendário das próximas reuniões:

Reuniões de base com a mesma pauta da assembleia. Para participar remotamente se inscrever no formulário para receber o link da reunião no dia escolhido: https://forms.gle/jfpuMEG16AcYmdt79. Exceção: Museu Nacional

 03/02 (terça-feira)

10h – CCMN

14hReunião de Base no Museu Nacional

04/02 (4a feira)

10h – Reunião híbrida para os TAE do Prédio do CCS

Presencial: Bloco A. Salão Azul da Biologia.

05/02 (5a feira)

10h – Reunião híbrida para os TAE do Prédio do CT

Presencial: Bloco A, 2º andar. Salão Nobre.

05/02 (5a feira)

10h – Reunião híbrida para os TAE do Prédio do CLA

Presencial: Auditório Archimedes Memória (JMM, 3º andar) FAU.