A primeira reunião do GT Mulher sob a direção da nova Coordenação de Políticas Sociais – Adriana Mattos, Fabiane Marcondes e Norma Santiago – realizada nesta quinta-feira, 10 de julho, começou com uma nova dinâmica. Tendo como tema a violência doméstica foi exibido documentário “Cicatrizes” para provocar o debate.
Além dessa nova dinâmica foi inaugurado o projeto “Leitura em Ação” com o objetivo de estimular a leitura. Em toda reunião do GT dois livros serão sorteados para quem estiver participando. As coordenadoras da pasta anunciaram com prazer as propostas para fortalecer e estimular a participação nas reuniões do GT e comemoraram o quórum. Mais de 20 companheiras foram ao Espaço Cultural prestigiar a atividade do GT.

A reunião teve direito a pipoca para acompanhar a exibição do documentário e, mesmo sob um tema complexo, foi uma tarde agradável para as mulheres. Ela foi aberta com uma dinâmica em que cada uma se apresentou e falou sobre o que a motivava como força de vida.

O documentário que foi produzido por um coletivo de jovens denominado Academia Educar aborda a violência doméstica sob uma ótica diferente, a violência física e psicológica de um pai com a filha. Essa outra ótica trazida pela coordenação para a reunião foi muito elogiada pelas participantes. O debate foi profundo e produtivo.
Houve troca de impressões, informações e alertas sobre a necessidade de união da categoria feminina, conscientização sobre a realidade machista na sociedade em que vivem e mensagens de encorajamento para se engajar e abraçar a luta das mulheres.
Ao fim da reunião, a coordenadora Adriana Mattos apresentou alguns números sobre a violência contra a mulher no Brasil, como por exemplo, o nosso país ocupar o 5º lugar em feminicídio em todo o mundo.

 

Departamento de Enfrentamento ao Assédio e Conflitos no Trabalho
Todas as terças-feiras de 10h às 13h e 14h às 15h
Subsede da Praia Vermelha – Telefone: (21) 96549-2471

Esta quinta-feira, dia 10, dia de manifestações em todo país, convocadas por movimentos sociais populares pela taxação dos super ricos, contra setores do Congresso nacional que querem barrar direitos dos trabalhadores e pelo fim da escala 6 x 1, o ato no Rio será às 17h, na Bolsa de Valores. Mas o Sintufrj também levou seu protesto ao Conselho Universitário.

O representante técnico-administrativo Milton Madeira informou sobre a importância do plebiscito popular – organizado pela CUT e outras centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais –, que está nas ruas em âmbito nacional sobre o fim da jornada de trabalho 6 x 1, isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil e taxação dos mais ricos, além de água e saneamento para todos.

Milton lembrou que este Congresso vem atacando direitos dos trabalhadores. “É urgente que todos se posicionem. Trabalhadores não têm privilégios, têm direitos”, disse o conselheiro.

Ele solicitou ainda à Pró-Reitoria de Pessoal explicação sobre cortes dos percentuais de insalubridade de servidores sem justificativa técnica em laboratórios vistoriados.

Comunidade do CAP conquista avanços

Houve também, no expediente do colegiado, uma manifestação de professores, técnicos-administrativos, pais e estudantes do Colégio de Aplicação (CAP) que reivindicaram da Reitoria e do colegiado, atenção para as condições precárias do colégio. O pátio está cercado por tapumes porque no dia 21 de junho houve a queda de um trecho considerável do muro da escola, antecipada em diversas iniciativas da direção e da comunidade, além de outros problemas.

 

A comunidade local organizou um manifesto público enviado ao colegiado solicitando prioridade para seus alunos.

A representante do Grêmio do CAP. Sophie Mayumi ponderou que a falta de verbas não é responsabilidade da Reitoria, mas que é sua responsabilidade gerir o recurso de forma que o mínimo seja garantido, contando que é uma escola sem cozinha, sem ventilação, sem águam, com rachaduras, sem salas de aula suficientes. “O CAP está caindo aos pedaços”, disse, lamentando pelo estado do tradicional colégio: “Isso é vergonhoso, a gente está numa das maiores escolas da universidade do país”, disse, convidando a Reitoria a visitar o colégio.

Cerca de 140 crianças redigiram cartas para os conselheiros entregues por representantes dos pequenos durante a sessão.

 

Conquistaram o compromisso do reitor Roberto Medronho de formação de uma comissão com a participação de todos os segmentos para acompanhar as inciativas para recuperação do mudo e dos problemas do colégio. O reitor comprometeu-se ainda com a ida da Reitoria ao colégio (a princípio no dia 30, às 8h) para reunião com a comunidade.

Luta por justiça social

O coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis, avaliou depois da sessão, que foi um avanço importante a criação da comissão, e da Reitoria reconhecer a importância do CAP e se dedicar a atender às demandas da comunidade. Mas destacou a importância do dia de hoje, “dia nacional de luta, em que a gente está lutando com justiça social, contra esse Congresso que é inimigo do povo. Se hoje o muro do CAP cai, é porque o Congresso não está construindo pontes com a universidade no sentido de liberar o orçamento suficiente do seu funcionamento. Se cai o muro, é porque caiu a vergonha dos parlamentares que estão sequestrando o orçamento público, e por conta disso a gente está vivenciando uma situação crítica na nossa universidade. O que o Congresso quer? Um beijo à mão daqueles que estão dominando o orçamento público. Um orçamento que deveria ser distribuído conforme previsto na Constituição”.

   

Resposta do Presidente Lula ao tarifaço de Trump sobre o Brasil

Tendo em vista a manifestação pública do presidente norte-americano Donald Trump apresentada em uma rede social, na tarde desta-quarta (9), é importante ressaltar:

O Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém.

O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais.

No contexto das plataformas digitais, a sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a liberdade democrática.

No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas. Para operar em nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras estão submetidas à legislação brasileira.

É falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano. As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos.

Neste sentido, qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica.

A soberania, o respeito e a defesa intransigente dos interesses do povo brasileiro são os valores que orientam a nossa relação com o mundo.

Presidente Lula

 

🌨️O inverno chegou e, com ele, a necessidade de amparar os estudantes em situação de maior vulnerabilidade alojados na residência estudantil. Neste sentido, a Prefeitura Universitária, através do Prefeito, Marcos Maldonado, convoca, mais uma vez, a comunidade acadêmica da UFRJ para multiplicar esforços e estender a rede de ajuda aos estudantes em dificuldade.

 

🫂Com o apoio da comunidade acadêmica, vamos receber os itens abaixo para doação:

 

🧥🧣🧤Casacos, calças, meias e calçados (limpos e em bom estado de conservação);

🛏️Mantas e cobertores.

 

🏷️ É importante que as doações estejam identificadas com uma breve descrição em etiqueta do lado de fora das embalagens ( tamanho e gênero) e que os sapatos estejam presos em pares, para facilitar a organização e destinação correta dos itens.

 

🗓️As doações podem ser feitas a partir da quarta-feira, dia 25 de junho, em dias úteis, das 09h00 às 16h00, na sede da Prefeitura Universitária e na sede da Subprefeitura da Praia Vermelha.

 

🧥O que doar: cobertores, agasalhos e calçados, novos ou usados, limpos e em bom estado de uso e conservação.

 

⏱️Quando doar:  de 25 de junho a 31 de julho, em dias úteis, das 9h às 16h.

 

📍Onde doar:

 

🚜Prefeitura Universitária (Recepção):  Praça Jorge Machado Moreira, 100, Cidade Universitária, Rio de Janeiro, RJ

 

🏛️Subprefeitura da Praia Vermelha: Avenida Venceslau Brás, 71 – Fundos

 

❔Dúvidas e sugestões: comunicacao@pu.ufrj.br  Tel.: +55 21 3938-0346