CUT, demais centrais, Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e movimentos sociais convocam a população brasileira para ir às ruas no 1º de agosto em defesa da nossa soberania e a pauta da classe trabalhadora

 

1º de agosto (sexta-feira) é uma data carregada de simbolismo para o povo brasileiro já que neste dia deve se iniciar a taxação de 50% sobre as nossas exportações aos Estados Unidos, o que deve provocar desemprego e perdas na economia do Brasil. Por isso é importante que a população saia às ruas em todo o país em defesa de nossa soberania.

O presidente da CUT Sergio Nobre durante o ato em defesa da democracia e da soberania nacional, na Faculdade de Direito da USP, na última sexta-feira (25), fez a primeira convocação para o ato.

 

Os atos estão confirmados nas seguintes capitais

SP São Paulo – 10h no Consulado dos EUA em São Paulo

BA Salvador – 15h no Campo Grande

RJ Rio de Janeiro – 18h no Consulado dos EUA

DF Brasília – 9h em frente a Embaixada dos EUA

RS Porto Alegre – 18h na Esquina Democrática

MG Belo Horizonte – 17h na Praça Sete

AM Manaus – 16h Praça da Polícia/Palacete provincial c/ caminhara até a praça do BK

PE Recife – 15h30 – Praça do Derby

SC Florianópolis – 19h30 na Praça da Alfândega

Além de um Brasil soberano os manifestantes defenderão:

Fim da escala 6×1;

Isenção do imposto de renda para até R$ 5 mil,

Taxação dos super-ricos;

Redução da jornada de trabalho;

Não ao PL da devastação;

Contra a pejotização irrestrita e;

Fim do genocídio em Gaza.

 

Por articulação da Sintufrj, Adufrj, DCE Mário Prata, o Plebiscito Popular por um Brasil Mais Justo na universidade – que será lançado oficialmente em 18 de agosto – terá um super esquenta nesta quarta-feira, 30 de julho, com urnas dispostas em alguns locais e horários.

O plebiscito é nacional e tem como objetivo pressionar o Congresso Nacional a aprovar medidas que beneficiem a classe trabalhadora, como isenção do imposto de renda para quem ganhe R$ 5 mil, a taxação dos super-ricos e o fim da jornada de trabalho na escala 6 x 1.

No Rio de Janeiro há também a defesa da não privatização da água e do saneamento. Há vários comitês já formados e se formando nas cidades, municípios e locais como associação de moradores, sindicatos, universidades, entre outros.

ONDE VOTAR

7h às 9h – BRT Fundão

7h às 9h – Subsede HUCFF

9h às 13h – Sede Sintufrj

9h às 13h – Subsede da Praia Vermelha

11h às 13h – Restaurante Universitário Central

9h às 13h – Centro da Cidade de Macaé

 

Ação unificada dos servidores públicos federais no Rio de Janeiro movimentou a Praça XV de Novembro, nas proximidades da Estação das Barcas que ligam o Rio a Niterói, numa panfletagem que procurou o diálogo com a população. A abordagem teve o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância dos serviços públicos em áreas como saúde, educação, moradia popular, segurança pública, e a ameaça que paira sobre esses serviços com a proposta de Reforma Administrativa que está no Congresso Nacional.

Esta reforma é uma tentativa de reeditar projeto semelhante ao do governo Bolsonaro, mas que foi abortado pela força do movimento dos servidores públicos. O ato envolveu vários sindicatos, com participação ativa de dirigentes do Sintufrj que estão envolvidos nessa breve maratona de 48h de paralisação orientada pela Fasubra com os seguintes objetivos: além de denunciar o significado da tal Reforma Administrativa, cobrar do governo federal o cumprimento integral do Acordo de Greve.

A manifestação denunciou, ainda, a ação do bolsonarismo traidor do país ao estimular e provocar o ataque do imperialismo americano expresso na figura abjeta de Donald Trump que ameaça a soberania nacional.

 

 

  • Começou agora há pouco diante do Hospital Universitário da UFRJ a jornada de paralisação de 48 horas dos técnicos administrativos orientada pela Fasubra na luta contra a proposta de Reforma Administrativa e pelo cumprimento integral do Acordo de Greve.
  • Outro ponto de destaque na movimentação política nesses dois dias, no âmbito da agenda interna, é a cobrança de uma reunião com a Pró-Reitoria de Pessoal para garantir que nenhum servidor ou servidora do HU seja deslocado da unidade de saúde de forma compulsória.
  • Vários setores do hospital foram percorridos por dirigentes e apoiadores em diálogo com trabalhadores

FOTOS: RENAN SILVA