No esforço de convocação dos trabalhadores para a assembleia de terça-feira (10) que vai discutir o indicativo de greve a partir de 23 de fevereiro, Francisco de Assis e Esteban Crescente, coordenadores-gerais do Sintufrj, conduziram a reunião híbrida no Salão Azul do Instituto de Biologia (CCS) na manhã desta quarta-feira (4).
Foi mais uma etapa da jornada de trocas de ideias e esclarecimentos a grupos de técnicos administrativos nas unidades promovidos pelo Sindicato com participação de dirigentes. Essa ação de mobilização dimensiona a importância da decisão que será tomada na assembleia que definirá os rumos imediatos no movimento na UFRJ.
Outros dirigentes do Sintufrj participaram da reunião.
“A Fasubra está indicando greve. Porquê?”
A abordagem na reunião do CCS foi aberta com uma ‘provocação’ sugerida por Francisco de Assis para trazer o grupo para o ponto central da reunião: indagação acerca das razões que resultaram na ofensiva do movimento nacional propondo o indicativo de greve que pode ser deflagrada na segunda-feira, 23 de fevereiro.
No centro, como se sabe, a exigência do cumprimento integral do acordo de greve. O processo de negociação com o governo foi atropelado pela edição do Projeto de Lei nº 6.170/2025 que trata do Reconhecimento de Saberes e Competência (RSC-TAE) – desfigurado em relação ao que vinha sendo negociado.
O histórico que resultou no impasse com o governo é detalhado por Esteban e Francisco de Assis (detalhes podem ser encontrados na última edição do Jornal do Sintufrj cuja versão digital também está no www.sintufrj.org.br). Mas a mensagem fundamental das reuniões promovidas pelo Sintufrj é a convocação para a assembleia de terça na qual a decisão da categorial será fundamental.
Observação: há um quórum mínimo, pelo estatuto do sindicato, que determina que para se decidir sobre greve é necessário 5% da categoria.



