Assembleia Simultânea
29 de abril, às 10h
Pauta: Negociações com o governo e avaliação da greve
NESTA QUARTA-FEIRA, 29, ASSEBLEIA SIMULTÂNEA
NO FUNDÃO (PILOTIS DA REITORIA),
PV (AUDITÓRIO DO CFCH) E
MACAÉ (BLOCO B, DO CENTRO MULTIDISCIPLINAR)

29 de abril, às 10h
Pauta: Negociações com o governo e avaliação da greve
NESTA QUARTA-FEIRA, 29, ASSEBLEIA SIMULTÂNEA
NO FUNDÃO (PILOTIS DA REITORIA),
PV (AUDITÓRIO DO CFCH) E
MACAÉ (BLOCO B, DO CENTRO MULTIDISCIPLINAR)

CINE MULHER
Filme: Mulheres Perfeitas
30 de abril, às 14h
Espaço Cultural do Sintufrj
Após a apresentação, haverá roda de conversa.

Cerca de até 20 milhões de trabalhadores brasileiros atuam na escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso). A maioria é de profissionais dos setores de comércio, varejo, serviços essenciais, saúde e restaurantes, com menor renda e escolaridade, incluindo trabalhadores domésticos, telemarketing e linhas de produção.
A redução da jornada, com a manutenção salarial, é uma questão dessaúde, dignidade e justiça social, concluem estudos realizados pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioecômicos (Dieese). A escala 6×1 precariza e leva os trabalhadores a exaustão. O fim desse modelo pode aumentar a produtividade e gerar 4,5 milhões de novos empregos.
Estudos apontam:
Precarização da Saúde – A escala de 6 dias de trabalho por 1 de descanso gera exaustão física e mental, elevando o risco de doenças ocupacionais e reduzindo a qualidade de vida.
Geração de Emprego — A diminuição da jornada de trabalho (por exemplo, para 4×3) é vista como alternativa para a criação de vagas, dividindo melhor o trabalho existente.
Produtividade — Defende-se que um trabalhador mais descansado é mais produtivo, refutando a ideia de que a redução da jornada prejudica a economia.
Redução sem perdas salariais — A pauta central é o fim da 6×1 com a manutenção dos salários atuais, visando combater a desigualdade social.
PEC 221/2019
Representantes do governo federal, especialistas no tema de esquerda e economistas progressistas apoiam fortemente o fim da escala 6×1, defendendo a redução da jornada de trabalho como forma de melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e aumentar a produtividade. A visão geral é que a escala 6×1 é desumana e gera exaustão, estresse, burnout e doenças, prejudicando o tempo de convivência com a família, para o lazer e estudos.
Estava previsto para quarta-feira, 15, dia da Marcha da Classe Trabalhadora, em Brasília, reunião da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, da Câmara dos Deputados, que analisaria, entre outros itens da pauta, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que trata da redução da jornada de trabalho no país. De autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e outros parlamentares, a proposta altera dispositivo da Constituição Federal para estabelecer a diminuição progressiva da jornada semanal para 36 horas, a ser implementa ao longo de 10 anos.
Técnicos administrativos em educação de várias partes do país, sob a liderança da Fasubra, participaram nesta quarta-feira, 15, em Brasília, da Marcha em Defesa da Classe Trabalhadora 2026. Os caravaneiros do Sintufrj fizeram a diferença pelo número superior de presentes na manifestação. O cumprimento integral do acordo de greve, com destaque para a regulamentação imediata do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) e o fim da Escala 6×1 sem redução de salário foram as bandeiras de lutas levadas ao Planalto Central pela categoria das instituições federais de ensino (Ifes).
Mas, a marcha organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras centrais sindicais, reuniu profissionais de inúmeras categorias e teve como objetivo pressionar os poderes públicos e ampliar a mobilização por mais direitos para a classe trabalhadora, geração de empregos, fortalecimento da saúde e investimentos na educação. A concentração foi às 8h no estacionamento do Teatro Nacional de Brasília e os manifestantes seguiram para a Esplanada dos Ministérios para entregar o documento com as pautas dos trabalhadores ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a ministros e para representes da Câmara dos Deputados do Senado Federal.

Além de atrasar o salário, auxílio transporte e de alimentação, não depositar o FGTS, entre outras barbaridades cometidas contra os cerca de 70 trabalhadores responsáveis pela produção diária da alimentação servida aos estudantes no Fundão, Praia Vermelha, Faculdade Nacional de Direito, Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) e Colégio de Aplicação (CAp), a empresa Nutryenerge não está cumprindo na risca o contrato de prestação de serviço assinado com a UFRJ. Com saúde não se brinca! O Sintufrj levou o problema à Reitoria, que dará início ao processo de licitação emergencial para substituir a Nutryenerge.

Veja as razões pelas quais tem novidade na prévia do seu contracheque. Quem explica é o coordenador-geral do Sintufrj, Esteban Crescente.
24/03 (3a feira)
10:30 – Reunião com trabalhadores dos RHs, no Salão Azul – CCS.
• Comissão de Infraestrutura: montar grupo de visita às unidades para dar visibilidade à greve
14h – Macaé: evento com a CIS/CLG
16h – Ato Unificado Contra o aumento das passagens, na Central do Brasil.
25/03 (4a feira)
10h – Assembleia – Fundão (Hall do CT), na PV e em Macaé
14h – Reunião GT-CARREIRA e CIS – Sala de Reuniões Sintufrj.
14h – GT- Mulher com Juliana Bauly, no Espaço Cultural Sintufrj
26/03 (5a feira)
9h – Encontro de sindicalistas com Presidente da CUT – Sede CUT/RJ
9h – Consuni – Prédio da antiga Reitoria.
14h – Ato Unificado da Educação Estudantes e Trabalhadores – Prefeitura do Rio.
16h – Atividade de Base: futebol da Pelada Coração na Prefeitura Universitária.

TER 24/03:
16h – Protesto Unificado Contra aumento das Passagens Central do Brasil
QUA 26/03:
14h – Ato unificado da Educação Prefeitura do Rio
QUA 01/04:
10H: ASSEMBLEIA ATO – ESCADARIA DO CCS EM FRENTE AO HUCFF UFRJ

FUNDÃO: Hall Bloco A do CT
PRAIA VERMELHA: Auditório do INDC
MACAÉ: Auditório do Bloco B do Centro Multidisciplinar UFRJ/Macaé
PAUTA:
Informes
Encaminhamentos do CLG
Avaliação da greve

Data: 24/3
Local: Auditório do Bloco B, Polo Universitário
Horário: 14h
Convidados: Flávia Vieira, Rosemere Roza e Vania Godinho, membros da Comissão Interna de Supervisão da Carreira (CIS).