1 – Como já ocorreu com advogados do Jurídico do Sintufrj, agora os estelionatários que procuram aplicar golpes em servidores voltam a agir usando o nome de Coordenadores do Sindicato.
2 – Nomes de dirigentes são invocados em ligações que atraem sindicalizados com ações na Justiça com a falsa informação acerca da liberação de processos judiciais.
3 – O escritório da assessoria jurídica do Sintufrj só entra em contato pelo e-mail e não existe pagamento de alvará ou custas de cartório para liberação de valores.
4 – FIQUE LIGADO. Informações corretas sobre processos podem ser obtidas pelos telefones do Departamento Jurídico do Sintufrj: (21) 96549-0243/96549-2530 e/ou (21) 3194-7122

 

 

 

Por falta de energia, está suspenso o expediente na sede do Sintufrj nesta quinta-feira, 12 de março.

Obrigado pela compreensão.

8 de Março: Dia Internacional da Mulher

Ato unificado no domingo, 8/3, em Copacabana.

Concentração: 10h, no Posto 3.

Vamos ocupar às ruas pelo direito à vida, por maior representação política, em defesa da soberania dos povos e pelo fim da escala de trabalho 6 x 1.

 

MANIFESTO – 8 DE MARÇO DE 2026

Coletivo da Mulher Trabalhadora da CUT

O 8 de março é um dia de memória, luta e reafirmação de compromissos com a vida das mulheres. É uma data que nasce da resistência das trabalhadoras, da coragem de quem enfrentou jornadas exaustivas, salários injustos e a violência cotidiana para conquistar direitos e dignidade.

No Brasil, seguimos vivendo uma realidade alarmante: a cada 24 horas, quatro mulheres são vítimas de feminicídio. Esse dado escancara o quanto a violência de gênero continua sendo uma chaga aberta em nossa sociedade, atingindo especialmente as mulheres trabalhadoras, negras, periféricas, indígenas e do campo.

Também denunciamos o avanço do imperialismo e das políticas que aprofundam a exploração, a desigualdade e a retirada de direitos em todo o mundo. As mulheres trabalhadoras são as primeiras a sentir os impactos das guerras, das sanções econômicas e das medidas de austeridade. Defender a vida das mulheres também é lutar pela soberania dos povos, pelo direito à autodeterminação, por desenvolvimento com justiça social e pela construção de um projeto de país que coloque a vida acima do lucro.

Diante desse cenário, a Central Única dos Trabalhadores reafirma a importância do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, iniciativa conjunta do Legislativo, Executivo e Judiciário que busca enfrentar, de forma integrada, a escalada da violência contra as mulheres. O pacto representa um passo fundamental para fortalecer políticas públicas, garantir proteção, responsabilizar agressores e afirmar o direito das mulheres à vida.

Mas sabemos: não há enfrentamento à violência sem justiça social. A precarização do trabalho, a sobrecarga gerada pelos cuidados domésticos — atribuídos geralmente às mulheres —, a desigualdade salarial e a falta de representação política aprofundam as condições de vulnerabilidade das mulheres. Por isso, nossa luta é ampla e coletiva.

Neste 8 de março, a CUT convoca as trabalhadoras e trabalhadores a ocuparem as ruas e os espaços de decisão com o mote: “Pelo direito à vida, por maior representação política, em defesa da soberania dos povos e pelo fim da escala 6×1.”

Defendemos políticas públicas que garantam autonomia econômica, combate ao assédio e à discriminação, creches, saúde integral, educação de qualidade e um mundo do trabalho que respeite a vida das mulheres.

Seguiremos organizadas, mobilizadas e solidárias, porque quando uma mulher avança, nenhuma deve ficar para trás. A luta feminista é uma luta por democracia, justiça social e dignidade para toda a classe trabalhadora.

No aquecimento para a superassembleia de quarta-feira, 4 de março, o Sintufrj tem intensificado a jornada de reuniões nas unidades da universidade. A palavra de ordem é mobilizar e acumular forças para assegurar quórum representativo de 5% da categoria – cerca de 800 trabalhadores. IPPMG, Instituto de Biologia, CCMN, Siarq, Museu Nacional e Maternidade Escola foram algumas das unidades nas quais reuniões foram realizadas com debates acerca da pauta da assembleia: informações sobre as negociações com o governo e indicativo de greve. Outras reuniões estão sendo marcadas para o Instituto de Ginecologia (IG), Prefeitura e na Praia Vermelha. Como se sabe, o movimento é nacional e, de acordo com dados da Fasubra, em 31 universidades paralisações já foram deflagradas desde o início da semana na defesa do cumprimento integral do acordo de greve. Caberá aos trabalhadores da UFRJ decidirem na assembleia de quarta-feira os rumos do movimento.

Fotos: Renan Silva
IPPMG

 

CCMN

 

MUSEU NACIONAL

 

Siarq
BIOLOGIA
MATERNIDADE ESCOLA

Assembleia decisiva

Greve ou não greve. Trabalhadores da UFRJ decidem nesta 4 DE MARÇO se aderem a movimento deflagrado em universidades. Assembleia simultânea de 10 de fevereiro manteve o estado de greve e intensificação de mobilização nas bases.

FUNDÃO

  • HALL DO ANTIGO PRÉDIO DA REITORIA

PRAIA VERMELHA

  • AUDITÓRIO DO INDC NO TÉRREO, PRÓXIMO AOS ELEVADORES NO TÉRREO

POLO MACAÉ

  • AUDITÓRIO DO BLOCO B DO CENTRO MULTIDISCIPLINAR MACAÉ 
ATENÇÃO!
Devido a problemas nos aparelhos de ar-condicionado do Espaço Cultural, a reunião presencial foi deslocada para a Sala de Reuniões na sede do SINTUFRJ, mas o horário e a parte online continuam iguais!
Tema: Corpo-Território e Educação Decolonial
Convidado: Eduardo Miranda, Doutor em Educação e professor de Relações Étnico-Raciais (UEFS).
Quarta-feira, 25 de fevereiro / 14h – Sala de Reuniões do SINTUFRJ

Patrimônio Cultural: lugares de saberes e memórias

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 4 DE MARÇO DE 2026, COM INÍCIO DAS AULAS EM 26 DE FEVEREIRO.

ABERTO PARA SINDICALIZADOS, DEPENDENTES, TRABALHADORES TERCEIRIZADOS DA UFRJ E COMUNIDADE EXTERNA (APÓS AVALIAÇÃO DA DIREÇÃO DO SINTUFRJ).

Leia o edital e faça sua inscrição.

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 4 DE MARÇO DE 2026, COM INÍCIO DAS AULAS EM 23 DE FEVEREIRO.

VIOLÃO, DANÇA, PINTURA E PATCHWORK

ABERTO PARA SINDICALIZADOS, DEPENDENTES, TRABALHADORES TERCEIRIZADOS DA UFRJ E COMUNIDADE EXTERNA (APÓS AVALIAÇÃO DA DIREÇÃO DO SINTUFRJ).

Leia o edital e faça sua inscrição.

 

 

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 4 DE MARÇO DE 2026, COM INÍCIO DAS AULAS EM 23 DE FEVEREIRO.

METODOLOGIA DE PESQUISA, ORIENTAÇÃO PARA INGRESSO NO MESTRADO E DOUTORADO, REDAÇÃO ACADÊMICA, PORTUGUÊS PARA CONCURSO, INGLÊS INSTRUMENTAL, ESPANHOL REGULAR E INSTRUMENTAL.

ABERTO PARA SINDICALIZADOS, DEPENDENTES, TRABALHADORES TERCEIRIZADOS DA UFRJ E COMUNIDADE EXTERNA (APÓS AVALIAÇÃO DA DIREÇÃO DO SINTUFRJ).

Leia o edital e faça sua inscrição.

No esforço de convocação dos trabalhadores para a assembleia de terça-feira (10) que vai discutir o indicativo de greve a partir de 23 de fevereiro, Francisco de Assis e Esteban Crescente, coordenadores-gerais do Sintufrj, conduziram a reunião híbrida no Salão Azul do Instituto de Biologia (CCS) na manhã desta quarta-feira (4).

Foi mais uma etapa da jornada de trocas de ideias e esclarecimentos a grupos de técnicos administrativos nas unidades promovidos pelo Sindicato com participação de dirigentes. Essa ação de mobilização dimensiona a importância da decisão que será tomada na assembleia que definirá os rumos imediatos no movimento na UFRJ.

Outros dirigentes do Sintufrj participaram da reunião.

 

“A Fasubra está indicando greve. Porquê?”

A abordagem na reunião do CCS foi aberta com uma ‘provocação’ sugerida por Francisco de Assis para trazer o grupo para o ponto central da reunião:  indagação acerca das razões que resultaram na ofensiva do movimento nacional propondo o indicativo de greve que pode ser deflagrada na segunda-feira, 23 de fevereiro.

No centro, como se sabe, a exigência do cumprimento integral do acordo de greve. O processo de negociação com o governo foi atropelado pela edição do  Projeto de Lei nº 6.170/2025 que trata do Reconhecimento de Saberes e Competência (RSC-TAE) –  desfigurado em relação ao que vinha sendo negociado.

O histórico que resultou no impasse com o governo é detalhado por Esteban e Francisco de Assis (detalhes podem ser encontrados na última edição do Jornal do Sintufrj cuja versão digital também está no www.sintufrj.org.br). Mas a mensagem fundamental das reuniões promovidas pelo Sintufrj é a convocação para a assembleia de terça na qual a decisão da categorial será fundamental.

Observação: há um quórum mínimo, pelo estatuto do sindicato, que determina que para se decidir sobre greve é necessário 5% da categoria.

 

A plenária nacional da Fasubra nos dias 24 e 25 de janeiro aprovou o indicativo de deflagração de greve a partir de 23 de fevereiro – confirmando proposta aprovada na nossa assembleia (veja na página 4). Na votação, antecedida por caloroso debate, 81pessoas votaram por essa data e 68 pela proposta de 2 de fevereiro. Cinco se abstiveram.

As delegações de todo o país – 38 entidades, com 161 delegados – apresentaram reflexões orientadas pelas assembleias de base sobre o indicativo, no debate conduzido pelas coordenadoras-gerais da federação, Cristina Del Papa, Ivanilda Reis e Loiva Chansis.

Foi aprovada a continuidade da plenária no dia 31 de janeiro, no modo virtual e com a mesma delegação, para avaliação do resultado da reunião da Fasubra com o Ministério de Gestão e Inovação no Serviço Público (MGI), dia 27 de janeiro.

Semana decisiva

“O grande destaque da plenária foi o contexto geral de unificação, de que a gente precisa realmente se armar para a greve, caso o governo não atenda as nossas demandas. A maioria aprovou o dia 23 de fevereiro, porque as entidades terão tempo para se organizar. Inclusive com o resultado da avaliação nacional da negociação com o governo dia 27”, pontuou o coordenador-geral do Sintufrj e da direção da Fasubra, Francisco de Assis,

 O coordenador-geral do Sintufrj Esteban Crescente, avaliou que é importante a construção da mobilização para a greve. Segundo o dirigente, o debate sobre a data teve a ver com a situação de cada base. “Há as que têm acúmulo para imediatamente entrar em greve e outras, não. Mas, o  fundamental é que se discuta a organização da greve como instrumento de pressão na mesa de negociação”, observou.

Pauta da greve

Eixo Específico : Cumprimento Integral do Termo de Acordo de Greve

Entre os principais pontos, que o RSC seja amplo e irrestrito, incluindo aposentados, pensionistas e doutores; redução da jornada para 30 horas semanais, sem redução salarial, para toda a categoria; aceleração para aposentados e pensionistas, reposicionamento dos aposentados e democracia nas IFE.

Eixo Geral: Continuar na Luta Contra a Reforma Administrativa

Live relata reunião com MGI

Poucas horas depois da reunião com o Ministério de Gestão e Inovação no Serviço Público (MGI, MEC e Sinasefe). no dia 27, a Fasubra apresentou, em uma live os resultados.

As coordenadoras gerais Cristina Del papa, Loiva Chansis e Ivanilda Reis e o coordenador de Relações Jurídicas e de Trabalho Marcelo Rosa detalharam os pontos em que houve ou não consenso.

Os coordenadores deixaram claro que não estava em questão a pauta da greve, com indicativo do dia 23 já aprovado na plenária realizada dias 24 e 25. E que na continuidade da plenária, no dia 31, seria avaliado o que foi consensuado ou não na reunião.

A reunião tratou do Projeto de Lei 6170/25, no que toca ao Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para os técnicos administrativos em Educação. Desde o anúncio do PL, a federação cobrou que se cumprisse o que ficou acordado na Comissão Nacional de Supervisão da Carreira. Por isso, o governo instalou mesa no MGI que, no dia 27, chegou a sua terceira reunião.

Explicação

Os coordenadores apresentaram uma tabela com 13 pontos, 9 dos quais, consensuados nesta reunião e quatro, sem acordo. São 15 no total mas dois já haviam sido consensuados antes. Portanto há 11 pontos em consenso. O material será remetido à base e para embasar o debate da plenária do dia 31.

Para eles houve o recuo do governo em pontos importante, embora haja outros essenciais que não foram contemplados. Os pontos, seguindo os coordenadores, poderão ser objeto de disputa no Congresso, em forma de emendas, e até, se for o caso, na Justiça.

Na pressão

Para Assis, a reunião só aconteceu por conta da pressão do movimento: “Conseguimos melhorar  redação. Não foi o que o governo publicou (em dezembro), nem o que a CNSC discutiu, mas um meio de caminho que vamos submeter a análise da categoria. Há ainda elementos que podem prejudicar a Carreira, no que se refere ao RSC e jornada de trabalho. A reunião trouxe elementos importantes dos 15 pontos (apresentados pela Fasubra), avançamos 11; os outros, a Fasubra vai continuar  na luta para que o governo traga resposta positiva. Se não trouxer, tem em pauta a greve e a possibilidade de buscarmos o paramento para apresentação de emendas”, informou.

Veja pontos sem acordo

Nas reuniões com o MGI dias 16 de dezembro, 19 e 27 de janeiro, estiveram em pauta 15 pontos. Em 11 houve consenso. Em quatro não houve acordo.

Entre os consensos, foram incluídos, entre os que podem solicitar RSC, os que estão em afastamento e cedidos; foram retirados limites dos percentuais das atividades (havia um teto para a pontuação), retirada da obrigatoriedade de homologação pelos conselhos superiores e da necessidade de interstício de três anos entre Incentivo a Qualificação e RSC; incluída a possibilidade pontuação complementar à última concessão; incluiu atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão, assistência especializada, representação, produção, prospecção e difusão de conhecimento científico ou técnicos.

Sem acordo – Foi mantido o percentual de concessão apenas para 75% dos ativos, o interstício de três anos para pedido subsequente e a vedação do RSC para quem está em estágio probatório; os efeitos financeiros não são retroativos ao pedido.