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Nesta segunda-feira, 28/07 – 16h30 – Central do Brasil

  • Abaixo o bloqueio econômico dos EUA contra Cuba

  • Pelo fim do genocídio do povo palestino

  • Contra os ataques de Trump à soberania do Brasil

 

MARCHA DAS MULHERES NEGRAS

27 de Julho, domingo

Concentração: 10h – Praça do Lido (Copacabana)

Atividade faz parte da 13 ª edição do Julho das Pretas e

pavimenta o caminho para a 2ª Marcha Nacional de Mulheres Negras

em novembro, Brasília

Integrante da bancada técnico-administrativa no Conselho Universitário, o conselheiro Milton Madeira destacou na sessão desta quinta-feira (23) a importância da instalação de urnas na universidade para a realização do plebiscito nacional que está sendo encaminhado pela CUT na sociedade brasileira.

O plebiscito é nacional e tem como objetivo pressionar o Congresso Nacional a aprovar medidas que beneficiem a classe trabalhadora, como isenção do imposto de renda para quem ganhe R$ 5 mil, a taxação dos super-ricos e o fim da jornada de trabalho na escala 6 x 1.

Na terça-feira (22), Sintufrj, Adufrj  DCE Mário Prata articularam em reunião na sede do sindicato o lançamento oficial do plebiscito na UFRJem 18 de agosto, inclusive com a presença de parlamentares do campo progressista. Ficou acertado, também, que em 30 de julho, dia de paralisação dos técnicos administrativos, haverá mutirão para um esquenta do plebiscito com urnas dispostas em alguns locais e horários

O conselheiro Milton Madeira conclamou na sessão do Consuni a realização de esforços para o êxito do plebiscito com o retorno das aulas.

Lista do HUCFF

O conselheiro também abordou na sua breve intervenção a preocupação surgida com uma portaria da PR-4 que determinaria a saida compulsória  de trabalhadores do HUCFF e que tem provocado surpresa e indignação entre servidores da unidade de saúde. Milton Madeira citou outra preocupação, cobrando mais atenção da Pró-Reitoria de Pessoal: com o direito à insalubridade dos trabalhadores..

 

“Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”. – Angela Davis

A população negra no Brasil corresponde a maioria, mais precisamente 54%, segundo o IBGE. De acordo com a Associação de Mujeres Afro, na América Latina e no Caribe, 200 milhões de pessoas se identificam como afrodescendentes. Porém, tanto no Brasil quanto fora dele, essa parcela populacional também é a que mais sofre com a pobreza: três em cada quatro são pessoas negras, ainda segundo o IBGE.

Os dados sobre violência e desigualdade, de acordo com o Mapa da Violência, demonstram essa e outras realidades que atingem massivamente a população negra. Em 1992, um grupo decidiu que era preciso se organizar de alguma forma para reverter esses dados e que uma solução só poderia surgir da própria união entre mulheres negras.

Assim, elas organizaram o primeiro Encontro de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas em Santo Domingo, na República Dominicana, onde levaram ao evento, discussões sobre os diversos problemas e alternativas de como resolvê-los. A partir desse encontro, nasceu a Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-Caribenhas. A Rede, junto à Organização das Nações Unidas (ONU) lutou para o reconhecimento do dia 25 de julho como o Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha.

O 25 de julho não é apenas uma data de celebração, é uma data em que as mulheres negras, indígenas e de comunidades tradicionais refletem e fortalecem as organizações voltadas às mulheres negras e suas diversas lutas.

No Brasil, em 2 de junho de 2014, foi instituído por meio da Lei nº 12.987, o dia 25 de julho como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, homenageando uma das principais mulheres, símbolo de resistência e importantíssima liderança na luta contra a escravização.

Fonte: Fundação Cultural Palmares

Tereza de Benguela: a escrava que virou rainha e liderou um quilombo de negros e indígenas

https://www.ufrb.edu.br/bibliotecacecult/noticias/220-tereza-de-benguela-a-escrava-que-virou-rainha-e-liderou-um-quilombo-de-negros-e-indios

Fonte: Universidade Federal do Recôncavo Baiano (Cecult).Parte superior do formulário

IMAGEM: Tereza de Benguela

Coleta inicial de votos será realizada em 30 de julho

Nesta terça-feira, Sintufrj, Adufrj, DCE Mário Prata e integrantes da categoria realizaram reunião híbrida para organizar na universidade e seus campi a votação do Plebiscito Popular por um Brasil Mais Justo. No dia 30 de julho, dia de paralisação dos técnicos administrativos, haverá mutirão para um esquenta do plebiscito com urnas dispostas em alguns locais e horários, e no dia 18 de agosto ocorrerá o lançamento oficial da campanha na UFRJ com parlamentares da bancada do Rio.

O Plebiscito é nacional e tem como objetivo pressionar o Congresso Nacional a aprovar medidas que beneficiem a classe trabalhadora, como isenção do imposto de renda para quem ganhe R$ 5 mil, a taxação dos super-ricos e o fim da jornada de trabalho na escala 6 x 1. No Rio de Janeiro há também a defesa da não privatização da água e do saneamento. Há vários comitês já formados e se formando nas cidades, municípios e locais como associação de moradores, sindicatos, universidades, entre outros.

No dia 30 de julho haverá coleta de votos que será realizada em conjunto com as entidades da comunidade universitária com urnas no Fundão e Macaé. E se dará da seguinte forma:

7h às 9h – BRT Fundão

7h às 9h – Subsede HUCFF

9h às 13h – Sede Sintufrj

9h às 13h – Subsede da Praia Vermelha

11h às 13h – Restaurante Universitário Central

9h às 13h – Centro da Cidade de Macaé

O Comitê UFRJ do Plebiscito programou para o dia 18 de agosto o lançamento da campanha, às 11h, no Centro de Tecnologia, campus do Fundão. Serão convidados os parlamentares Lindberg Farias (PT), Jandira Feghali (PCdoB), Glauber Braga (Psol), Talíria Petrone (Psol), Rick Azevedo (Psol) e Maria Lucia Fattorelli, da Auditoria Cidadã da Dívida.

A próxima reunião do comitê está marcada para 6 de agosto.

 

Participe da construção do perfil da comunidade da UFRJ

Os organizadores da primeira pesquisa sobre a comunidade universitária solicitam que, nesta reta final, mais gente responda ao censo: “O preenchimento, rápido e sigiloso, faz diferença para a construção de uma UFRJ mais justa e plural. Quem se reconhece, transforma”.

A UFRJ estima que, somando professores, alunos e técnicos-administrativos, são cerca de 80 mil pessoas, número maior que a população de algumas cidades. Este enorme corpo social vem mudando nas últimas décadas, com a ampliação das políticas de acessibilidade e inclusão.

Mas quem somos de fato?

Para saber, a UFRJ vem realizando, desde agosto do ano passado, a 1ª Pesquisa sobre a Comunidade Universitária. “Conhecer nosso corpo social e a diversidade de nossa comunidade é importante para apresentarmos políticas de inclusão dos diversos grupos e que possam atender suas necessidades e expectativas”, explica a superintendente Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade (Sgaada), Denise Góes.

Um retrato de fato

A pesquisa vai completar um ano em 18 de agosto e até aqui, cerca de duas mil pessoas participaram. Mas é preciso que mais grupos estejam ali representados. “Que as pessoas respondam para que de fato tenhamos um retrato real da universidade. Porque a gente quer traçar um perfil. Se pessoas de uma determinada categoria não responderem, não vamos ter um perfil tão fiel da universidade”, pondera a professora Ana Bahia, professora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, integrante da Comissão de Diversidade do Instituto.

É fundamental “para mapear quem somos. Ela nos permite obter dados para construção de políticas mais inclusivas, promovendo igualdade de oportunidades, possibilitando que todas as vozes sejam ouvidas”, informa os organizadores, convocando todas as pessoas da comunidade — técnicos-administrativos, docentes, estudantes trabalhadores terceirizados, aposentados — a responderam ao formulário, independentemente de identidade, origem, função ou tempo na instituição.

Como

O preenchimento é rápido e sigiloso (leva entre 10 e 15 minutos), no link https://formularios.tic.ufrj.br/index.php/294728

Abrange temas como pluralidade do corpo social; presença de grupos minorizados no meio acadêmico ou profissional, satisfação, acessibilidade, discriminação, assédio ou apoio à diversidade no ambiente acadêmico.

Como surgiu

A ideia do censo, proposta da Comissão da Biofísica, ganhou dimensão com a parceria da Sgaada e da Reitoria, buscando abranger toda universidade.

A Comissão de Diversidade surgiu há alguns anos, fruto de outra comissão, a de Saúde Mental. Esta últimas havia se formado a partir da constatação, por parte do Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas: Biofísica, do crescimento da evasão de alunos por problemas que transcendiam questões relativas ao curso. Professores do programa propuseram, então, um projeto para uma fundação de amparo à pesquisa, através do qual conseguiram o suporte de duas psicólogas que realizavam encontros quinzenais com os alunos. “Entre os problemas que eles relatavam, o que mais vinha à tona era relacionado à diversidade, à população LGBTQIAPN+”, conta Ana, o que levou ao surgimento da Comissão de Diversidade, inicialmente como um comitê da Comissão de Saúde Mental.

Só que incomodava o fato de que, embora se propusesse a melhorar o Instituto com políticas de equidade, não se conhecia a diversidade da unidade, “a proporção de homens, mulheres, brancos, pretos pardos indígenas, a população que se denomina CIS, trans, enfim, não conhecíamos nosso instituto. Como prever ações para melhorar nossa instituição se gente não se conhecia?”, questiona.

Assim também é na UFRJ: “Temos mais de uma década de política de cotas e não temos o retrato fiel de como a universidade é nos dias de hoje, a diversidade de gênero, quantas pessoas são pretas, pardas, indígenas, qual o grau de satisfação com a universidade. Queremos ter uma ideia de como a universidade está estruturada”, conclui Ana.

 

Na foto, Ana Bahia, professora d IBCCF/UFRJ; Fernando Luz de Castro, Pós-doutorando da UFRJ;
Yare Mello, alune de Graduação da UFRJ;
Alfred Sholl, professor do IBCCF/UFRJ e Paula Terra Bandeira, pós-doutorando da UFRJ.
Outros integrantes da comissão:
Valéria Magalhães, professora do IBCCF/UFRJ;
Camila Chaves, aluno de Doutorado da UFRJ;
Fernando Luz de Castro, pós-doutorando da UFRJ;
Dener Soares da Costa Junior, aluno de Doutorado da UFRJ.

Pensando sempre em valorizar a saúde e a qualidade de vida de seus sindicalizados, a Gestão 2025-2028 do SINTUFRJ tem o prazer de anunciar um novo e importante convênio firmado com a TotalPass. A parceria inovadora garante aos membros do sindicato acesso a uma vasta rede de academias, estúdios e diversas modalidades de bem-estar por meio de uma única assinatura.

Com este convênio, os sindicalizados poderão escolher entre milhares de opções para cuidar do corpo e da mente, incluindo academias de musculação, estúdios de pilates e yoga, aulas de dança, além de sessões de terapia e meditação. A plataforma também oferece aulas online, garantindo flexibilidade para quem prefere se exercitar em casa.

Esta é mais uma ação da nova gestão, que reafirma seu compromisso em buscar benefícios concretos que impactem positivamente o dia a dia da nossa categoria.

Como ativar seu benefício? Siga o passo a passo!

O SINTUFRJ valorizando a saúde e o bem-estar de seus sindicalizados firmou convênio com a TotalPass. Esse convênio possibilita o acesso à várias academias, estúdios, aulas online e terapias.

Siga o passo a passo
1 – Faça o recadastramento pelo Qr Code ou pelo link: https://sistema.sintufrj.org.br
2 – 48h úteis após o recadastramento, baixe o aplicativo, avalie os planos e escolha a modalidade que melhor se enquadra no seu orçamento e nas suas necessidades”

Pronto! Você já pode usufruir do convênio
Obs.: O convênio só será liberado após o recadastramento (Passo 1)

SINTUFRJ
GESTÃO 2025-2028

Você sabia que, por meio do convênio firmado entre o Sintufrj e o SESC, você pode se tornar sócio da instituição e aproveitar uma série de benefícios em cultura, lazer, esporte, saúde e educação?

Servidores técnico-administrativos da UFRJ sindicalizados ao Sintufrj, além de seus dependentes (cônjuge e filhos até 21 anos ou até 24 anos, caso estejam estudando), podem solicitar uma carta de encaminhamento e emitir a carteirinha de associado do SESC.

PASSO A PASSO PARA SE TORNAR SÓCIO DO SESC PELO CONVÊNIO SINTUFRJ

1. Verifique se você está sindicalizado (a)

O benefício é válido para servidores sindicalizados ao Sintufrj. Se ainda não é sindicalizado, entre em contato com nosso atendimento para realizar sua sindicalização.

2. Reúna a documentação necessária

Para solicitar a carta de encaminhamento, você precisará informar seus dados pessoais e, se desejar incluir dependentes, os dados e documentos que comprovem o vínculo (certidão de casamento, RG dos filhos, comprovante de matrícula – se tiverem entre 21 e 24 anos, por exemplo).

3. Solicite a carta de encaminhamento do Sintufrj

Você pode solicitar sua carta de duas formas:

  • Pelo e-mail convenio@sintufrj.org.br
  • Ou pelo telefone (21) 3194-7102

4. Aguarde o envio da carta de encaminhamento

Após a solicitação, a equipe do setor de convênios do Sintufrj preparará sua carta personalizada com os dados necessários. O documento será enviado por e-mail ou poderá ser retirado presencialmente, se preferir.

5. Dirija-se a uma unidade do SESC

Com a carta de encaminhamento em mãos, vá até qualquer unidade do SESC no estado do Rio de Janeiro. Leve também um documento de identidade com foto e os documentos dos dependentes, se for o caso.

6. Faça sua carteirinha de sócio SESC

No SESC, você fará sua carteirinha de associado e poderá começar a usufruir de todos os serviços oferecidos pela instituição.

Benefícios para toda a família

Ser sócio do SESC é ter acesso a uma programação cultural diversa, serviços de saúde, atividades esportivas, oficinas, recreações, hospedagens em centros de lazer e muito mais — com qualidade e valores acessíveis.

Essa é mais uma conquista da Gestão 2022–2025 do Sintufrj em defesa do bem-estar dos trabalhadores técnico-administrativos da UFRJ.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o nosso setor de convênios.

Ex-ministro defende punição a Bolsonaro e generais por golpe e pede Forças Armadas comprometidas com Constituição

POR BRASIL DE FATO

A possível prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os desdobramentos da tentativa de golpe de Estado articulada por ele e aliados precisam marcar uma virada definitiva na história brasileira, segundo Paulo Vannuchi, jornalista, ex-ministro dos Direitos Humanos e membro eleito do Comitê da Organização das Nações Unidas (ONU) contra Desaparecimentos Forçados. Em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato, ele afirma que a impunidade dos crimes da ditadura militar (1964-1985) abriu caminho para a ascensão do bolsonarismo e cobra uma punição exemplar para impedir o retorno do fascismo.

“A tese foi comprovada: se não houvesse a apuração rigorosa, individualizada e punições cabíveis para todos os que torturaram, mataram, massacraram, inclusive grupos indígenas e camponeses ao longo do período ditatorial, essa violência voltaria. E voltou, liderada por Jair Bolsonaro, que hoje ganha uma tornozeleira”, diz. “Agora é o passo para uma cadeia definitiva”, completa, citando os crimes de tentativa de golpe, elogio à tortura e, mais recentemente, o envolvimento em uma trama com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para desestabilizar a economia brasileira.

Vannuchi caracteriza o apoio de figuras como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) às taxas anunciadas por Trump como um “crime de lesa-pátria, de traição nacional”, que pode afetar profundamente o país e, inclusive, os aliados do ex-presidente. “Vai destruir em primeiríssimo lugar a fortuna dos seus aliados do agronegócio, os bolsonaristas empedernidos, que nunca imaginaram essa hipótese. E, pior ainda: não vão aprender a lição”, alerta.

O mandado de busca e apreensão contra Bolsonaro, cumprido nesta sexta (17) pela Polícia Federal (PF) é um ponto de virada, acredita o ex-ministro. “É o primeiro passo para estimular mais o novo momento que o povo brasileiro vive; para garantir que, em 2026, não volte o fascismo como estava planejado pelo mesmo agronegócio, agora sem Bolsonaro, mas com Tarcísio Freitas, que embarcou na onda, se lascou e eu espero que não se levante mais”, declara.

40 anos do ‘Brasil: Nunca Mais’

Ao comentar os 40 anos do lançamento do Brasil: Nunca Mais, livro que denuncia as torturas cometidas pela ditadura militar, o ex-ministro relembrou a atuação do autor da obra, o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, e lamentou que as recomendações da Comissão Nacional da Verdade, concluídas em 2014, não tenham sido levadas adiante. “O segundo governo [da ex-presidente] Dilma [Rousseff (PT)] já nasceu sob golpismo. O primeiro golpista foi Aécio Neves, que questionou o resultado das eleições e começou uma onda toda”, destaca.

Apesar do histórico de impunidade, Vannuchi demonstra otimismo. “Haverá uma condenação severa, pela primeira vez na história do Brasil, dos generais golpistas e do seu chefe, o clã Bolsonaro”, celebra. Ele também destaca a atuação dos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Edson Fachin para revisar a interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei da Anistia. “Foi um erro do Supremo em 2010 e agora este ano deve ser corrigido, pelo menos para os desaparecidos. Aqueles que não temos o corpo”, indica.

Vannuchi defende uma profunda reformulação das Forças Armadas. “É preciso aproveitar, espero que o presidente Lula (PT) faça isso, sem tardar. Vamos começar a criar agora Forças Armadas que conheçam os problemas e a miséria do povo brasileiro, as desigualdades regionais”, opina. Para ele, não se pode mais tolerar militares “formados por uma doutrina de segurança nacional que vê o ‘inimigo interno comunista’ em qualquer música de Chico Buarque”.