Atendendo ao convite da Decania do Centro de Ciências da Saúde, o Sintufrj participou da sessão ordinária do Conselho de Coordenação do centro, na manhã desta segunda-feira, dia 12, no Auditório Hélio Fraga, com o propósito de apresentar o andamento das ações judiciais. O coordenador de comunicação do Sintufrj Nivaldo Holmes explicou que aquele era um dia de paralisação nacional e que a federação das entidades dos técnicos-administrativos em Educação, a Fasubra, estaria presente na primeira reunião da mesa setorial de negociação permanente no MEC. Coordenadores e colaboradores da gestão panfletaram os jornais na entidade no centro e no Conselho.

Antes da fala de Nivaldo, pipocaram no colegiado diversos problemas sérios decorrentes da crise orçamentária (o governo contingenciou recursos agora em maio), das empresas terceirizadas que não pagam os salários dos trabalhadores (como no caso dos vigilantes) e da gestão da Ebserh nos HUS com prejuízo de diversos serviços.

Assim, ao destacar a força da greve de 113 dias realizada pela categoria em 2024, que conquistou não apenas os reajustes que os servidores viram este mês nos contracheques mas também suplementação de recursos para as universidades federais, o coordenador apontou a necessidade de mobilização da comunidade. E anunciou a próxima assembleia da categoria, dia 15, no Auditório do Quinhentão (no CCS, às 9h30, simultânea com as de auditórios no IFCS e do Polo de Macaé) e a próxima paralisação, dias 21 e 22 de maio pelo cumprimento integral do acordo que tem prazo até 31 de maio.

Fotos: Renan Silva

 

Thaís Lopes, sócia do escritório que assessora o Sintufrj, Cassel Ruzzarin Advogados, abordou as principais ações em andamento do SINTUFRJ: o Plano Bresser (reajuste de 26,06% referente ao período de junho de 1987 a dezembro de 1990); os 28,86% (referente ao período de 1993 a 1997, beneficiando servidores também na lista da ação coletiva);  o reflexo do Abono permanência sobre 1/3 de férias e sobre o 13o terceiro salário e, por fim a ação para desobrigação do pagamento  da cota de participação do servidor no auxílio-escolar.

Plano Bresser – segundo a advogada, o escritório ajuizou 760 processos de execução com grupos de até 10 pessoas que contemplam cerca de 4 mil servidores. Já chegou em fase final na Justiça do Trabalho. Até o momento teve precatórios pagos em 180 processo (que contemplam quase mil servidores). Cada execução está em uma fase e as consultas precisam ser individuais.

28% – Os advogados também atuam em fase de execução na ação dos 28,86%. Foram ajuizados mais de 700 processos mas ainda não está em fase de pagamento. A UFRJ segue recorrendo e os processos estão se encaminhando ao Superior Tribunal de Justiça. É preciso aguardar o julgamento do recurso da UFRJ.

Outras ações coletivas – uma delas, o abono permanência, teve decisão favorável do TRF 2 que garante que o abono seja computa na base de calculo do 1/3 de férias e 13o. Há recurso da universidade. “Mas é uma boa notícia porque foi garantido na segunda instância”, avaliou Thaís.

Outra ação refere-se a cota-parte do auxílio pré-escolar (para quem tem filhos até seis anos), para que os servidores não sejam obrigados a pagar este valor. Os advogados recorreram e vai ao Superior Tribunal Justiça e segundo ela, lá há entendimento da maioria que os servidores não devem arcar com cota-parte.

Cuidado com golpes – O advogado da ADUFRJ também expos ações da entidade. Ambos alertaram os presentes sobre o golpe dos precatórios em que criminosos se passando por sócios dos escritórios mandam mensagens e fazem ligações para o servidor ou familiares exigindo o pagamento de taxas e impostos que não são devidas. Por isso, Thaís alertou, é muito importante entrar em contato direto com o sindicato onde há pessoas todos os dias para este atendimento.

No dia nacional de paralisação, militantes distribuem jornais do Sintufrj no Conselho de Centro

               

 

 

9 de maio é a data em que o mundo celebra a vitória contra o nazismo na II Guerra Mundial. Em 1945 a Alemanha nazista, alguns dias após a morte de Hitler, e diante de um forte cerco do Exercito Vermelho, que construiu a maior ofensiva militar da história, iniciada nos arredores de Moscou, passando pela heroica batalha de Stalingrado, se rendia diante do exército vermelho da URSS, marcando o fim da Guerra Mundial da Europa. A derrota da Alemanha nazista e da Itália Fascista para os aliados teve participação fundamental e central da URSS que através do exército vermelho e do esforço do povo soviético, conseguiu não apenas resistir ao cerco nazista, mas construiu a maior contra ofensiva militar da história.

Hoje, 80 anos depois da derrota do nazismo, a extrema direita volta a estar presente em todos mundo, com uma ofensiva tanto institucional como na sociedade, como um todo. Contudo, o passado somente pode voltar, se ocorrer um desarmamento do presente e uma renuncia a construção do futuro. Mas, cabe a todos nós, trabalhadores, lembrarmos do perigo da extrema direita e de suas bandeiras e a necessidade de construir uma ofensiva dos trabalhadores em todos o mundo para enterrar de vez qualquer resquício da extrema direita.

TROPAS SOVIÉTICAS CHAGAM A BERLIM. Derrota do nazismo

Na última reunião do Grupo de Trabalho da Mulher do Sintufrj desta gestão (2022/2025) foi definida a delegação que irá ao Encontro da Mulher Trabalhadora da Fasubra que será realizado em junho, em Brasília.
O Sintufrj criou tradição em levar uma delegação da base para esse encontro. Nele, o objetivo é discutir as pautas das mulheres e fortalecer a luta por igualdade de gênero e melhores condições de trabalho.
O evento que geralmente ocorre em Brasília visa reunir mulheres de diversos sindicatos e entidades de base para compartilhar experiências, debater questões relevantes e produzir propostas de ação.
Na definição da delegação o critério para a escolha das companheiras foi a efetiva participação nas reuniões e atividades do GT.
Além disso, as companheiras do GT aproveitaram a última reunião promovida nesta gestão para trocar experiências, colocar suas opiniões, analisando o caminho que ainda têm de trilhar para romper o machismo na sociedade e principalmente no meio sindical.
A defesa do gênero é uma constante. “Somos mulheres. mulheres acima de coletivos e correntes. Como mulheres temos causas iguais e em todas as lutas temos de estar juntas”, defendeu a coordenadora Marli Rodrigues que se despede da pasta de Políticas Sociais e vai para a de Aposentados e Pensionistas, pois compôs a chapa vencedora do pleito para a direção do Sintufrj.
Uma dinâmica foi realizada através de um jogral de palavras e frases para essa despedida da atual gestão e para as boas-vindas à nova gestão.
O aguerrido GT Mulher do Sintufrj aproveitou também a oportunidade para iniciar a realização de um cronograma de reuniões e atividades para o ano, vide como é feito no GT Antirracismo.

Em decisão importante para a valorização da carreira dos técnico-administrativos em educação (TAEs), a Reitoria da UFRJ anunciou que irá aplicar, de forma imediata, as novas regras de transição da progressão por mérito e da aceleração da capacitação previstas na Medida Provisória 1.286/2024.

A medida foi tomada após análise conjunta com a Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4) e com base na Nota Técnica emitida pela Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC). De acordo com a Reitoria, não há necessidade de regulamentação adicional para aplicar os dispositivos da MP, uma vez que o texto já estabelece de forma clara os critérios de transição, o que garante a segurança jurídica para a sua implementação.

Compromisso com a valorização da categoria

Em abertura do Consumi na manhã desta quinta-feira, dia 08, o reitor Roberto Medrono reafirmou seu compromisso com os TAEs da UFRJ, destacando que a decisão visa garantir que nenhum servidor tenha prejuízo em relação à sua evolução funcional. Segundo a Reitoria, a PR-4 já está tomando as providências técnicas e administrativas para operacionalizar a aplicação das novas regras.

“Temos a convicção de que há, desde a edição da Medida Provisória, os requisitos legais para aplicar o novo regramento. Dessa forma, solicitamos à PR-4 que dê início aos preparativos e garanta sua execução, assegurando os direitos dos nossos servidores técnico-administrativos”, afirmou Medronho.

Veja o vídeo do anúncio no Consuni: 

O coordenador geral do Sintufrj Esteban Crescente avaliou a decisão:

“É um resultado da nossa luta acumulada desde a greve até agora pelo cumprimento integral do acordo e também pelo fato de termos reivindicado da reitoria uma reunião sobre o tema, porque o entendimento ainda não estava consolidado. É muito importante o reconhecimento da reitoria, a sensibilidade com o impacto que isso tem na vida dos servidores, técnicos estativos em educação, pois significa reajustes na condição remuneratória, ajudando a cobrir parte das perdas acumuladas que nós temos. Então, foi uma vitória no dia de hoje. A gente espera que as demais universidades no Brasil afora sigam esse exemplo da UFRJ de aplicação da transição das acelerações, pois já está bem evidente na medida provisória, como deve-se dar esse processo para as capacitações pretéritas a 1º de janeiro serem consideradas acelerações.

O que diz a MP 1.286/2024?

Publicada pelo Governo Federal em abril, a MP 1.286/2024 promove alterações na estrutura da carreira dos TAEs, regulamentando mecanismos como a progressão por mérito profissional e a aceleração por capacitação. A medida define regras de transição para quem já está na carreira, sem necessidade de regulamentação complementar, segundo avaliação da CNSC.

O Sintufrj, que acompanha de perto as discussões sobre a carreira, considera a aplicação imediata da MP um avanço importante. A entidade também reitera a necessidade de vigilância permanente por parte da categoria para que todos os direitos conquistados sejam respeitados durante esse processo de transição.

Milhares de alunos tomam o campus da Cidade Universitária no evento “Conhecendo a UFRJ”

 

Serão três dias, 7, 8 e 9, de mais uma edição do Conhecendo a UFRJ, o maior evento da UFRJ, que já se consolidou na agenda da instituição, e que abra as portas para que possam circular, em suas dependências, mais de seis mil alunos do Ensino médio do estado do Rio – mais exatamente 2.100 por dia – e seus professores, vindos de 168 escolas públicas e particulares (60% das escolas públicas) mas também de cursos preparatórios comunitários. Ávidos por conhecer o cotidiano acadêmico da maior universidade federal do país.

O evento foi aberto com palestra no auditório do Centro de Tecnologia e,. além do CT se estende por outros centros: o Centro de Ciências Matemáticas da Natureza e o Centro de Ciências da Saúde, todos no Fundão, sempre das 8h30 às 17h.

Fotos: Renan Silva

ABERTURA no auditório do CT

De tudo um pouco

No “Conhecendo” deste ano, além de palestras, mesas temáticas, estandes, filmes, oficinas e visitas guiadas nos três centros onde o evento acontece, para apresentação dos cursos de graduação e os laboratórios da UFRJ para os estudantes, e das rodas de conversas com docentes para cativar o interesse da garotada, haverá também palestras com integrantes da Sgaada, a Superintendência Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade.

ESTANDES no hall do CT

Segundo o reitor Roberto Medronho, o evento contribui para a ampliação do acesso à universidade pública. Para a pró-reitora de Extensão, Ivana Bentes, é uma oportunidade para os estudantes tirarem dúvidas sobre as áreas de interesse e entender como funciona a UFRJ “com seus 175 cursos de graduação, atividades de iniciação científica, laboratórios, as ações de extensão, a pesquisa e outros espaços. É um evento divertido e muito completo, pois queremos que eles voltem para casa dizendo: eu quero estudar na UFRJ”, explica a professora.

 

Centenas de técnicos-administrativos

A ação é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão e que mobiliza toda a Universidade. A equipe aglutina mais de uma centena de técnicos-administrativos, em particular a equipe da Superintendência de Integração e Articulação da Extensão, coordenada por Bárbara Tavela que tocam a organização desde megaevento interno.

Renata Soares, assessora e substituta Eventual da Superintendente conta um pouco da dimensão da equipe envolvida: só da PR-5 são 30 técnicos; das demais atividades são em torno de 75 técnicos.

Tem mas acabou

Na edição deste ano, só pode ir quem se inscreveu. O evento é aberto às escolas que se inscreveram previamente. Mas as escolas que quiserem participar da s próximas edições ou que queiram conhecer a UFRJ ao longo do ano, devem enviar e-mail para ciarte@pr5.ufrj.br indicando as unidades que têm interesse em visitar.

Para ter uma ideia

A PR-5 ilustra a magnitude da UFRJ em números:

A UFRJ é a maior universidade federal do Brasil, está em 371º lugar no mundo, 12º lugar na América Latina, terceiro lugar no Brasil e primeiro lugar entre as federais do país, de acordo com diferentes rankings internacionais.

Conta com nove hospitais universitários e unidades de saúde, 19 museus, 1.456 laboratórios, 43 bibliotecas e um parque tecnológico de 350 mil metros quadrados.

Sobre a Extensão – Além dos cursos de graduação, os estudantes do ensino médio podem fazer cursos de extensão ou participar das quase 2 mil ações de extensão da UFRJ que são abertas e gratuitas. A Extensão é a área da UFRJ responsável por conectar a universidade aos demais setores da sociedade. Só em 2024, foram 2149 ações de extensão desenvolvidas – 26 programas, 1326 projetos, 484 cursos e 313 eventos – que atingem um público de mais de 2 milhões de pessoas por ano, no Rio e em todo o Brasil, com pesquisas, eventos, cursos, oficinas e capacitações. E mesmo quem não é estudante da UFRJ pode fazer cursos de extensão ou participar dos eventos na universidade.

 

A direção da Fasubra reuniu-se com o MEC na última segunda-feira, 5 de maio, e cobrou o cumprimento integral do acordo de greve. Na oportunidade informou a decisão da plenária nacional de que a categoria se encontra em estado de greve.
Representaram a Fasubra no encontro as dirigentes Cristina del Papa, Ivanilda Reis, Lucimara da Silva, Melissa Elaine Campos, Márcia Abreu e Cláudia Lóssio. Pela Secretaria Executiva do MEC, participaram Leonardo Barchini e Gregório Grisa.
Durante a reunião, a Fasubra informou ao secretário-executivo Leonardo Barchini sobre o prazo final para a prorrogação do termo de acordo até o próximo dia 31 de maio, reforçando a deliberação da plenária nacional de que a categoria se encontra em estado de greve, com mobilizações sendo realizadas em todo o país até que o acordo seja cumprido na íntegra. Caso o termo não seja respeitado, a categoria está preparada para construir uma nova greve, em resposta ao descumprimento do que foi pactuado.
Os representantes do MEC solicitaram que a deliberação da Fasubra sobre o estado de greve seja enviada oficialmente ao ministério, a fim de que possam discutir o tema diretamente com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e agilizar o processo de cumprimento do acordo.
O MEC comprometeu-se a encaminhar uma resposta urgente à Fasubra até o final desta semana sobre a implementação das regras de transição na carreira, bem como a convocar, com urgência, a Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC).

Carreira
Entre os principais pontos debatidos, destacou-se a discussão sobre as regras de transição do desenvolvimento na carreira, item sobre o qual já havia entendimento firmado no pleno da CNSC e com o MEC, conforme previsto no acordo de greve. No entanto, até o momento, não houve devolutiva oficial por parte do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O MEC reafirmou que retomará o diálogo com o MGI para reafirmar a posição pactuada na CNSC.
Também foram discutidas pautas de competência específica do MEC que seguem sem posicionamento oficial, como a hora ficta, que já foi analisada e recebeu parecer favorável do MEC, mas ainda aguarda a emissão de uma instrução geral de implementação às universidades. Sem essa diretriz, os profissionais dos hospitais universitários permanecem desassistidos.
Outro ponto abordado foi a jornada de 30 horas, incluída no acordo como competência do MEC, que foi transferida unilateralmente para a Mesa do MGI. A Fasubra solicitou a retomada urgente dessa pauta pelo MEC, como forma de garantir o cumprimento do acordo.

Capacitação
Durante a reunião, também foi tratado o Decreto n.º 9.991/2019, que trata do plano de capacitação para universidades e institutos federais. A Federação reiterou a importância estratégica desse tema para o desenvolvimento e valorização dos servidores Técnico-Administrativos em Educação (TAEs). A direção reforçou ainda a necessidade de que o ministro da Educação, Camilo Santana, assuma um posicionamento político firme em favor da categoria, defendendo os avanços pactuados e priorizando o diálogo com as representações dos servidores.
O secretário-executivo do MEC, Leonardo Barchini, afirmou que o ministério lutará com todas as forças pelo cumprimento integral do acordo, encerrando a reunião com esse compromisso. A Fasubra orienta as entidades de base a manterem a pressão e intensificarem as mobilizações, buscando o apoio das reitorias e exigindo que as regras de transição sejam incluídas já na próxima folha de pagamento, conforme pactuado no termo de acordo da greve.

 

Projeto está sendo executado em parceria com a Petrobras/Cenpes e a COPPE

A Prefeitura Universitária está pavimentando determinados trechos do campus da Ilha do Fundão. A pavimentação, iniciada no fim de abril, faz parte de projeto feito em parceria com a Petrobras/Cenpes e a COPPE para promover sustentabilidade na infraestrutura viária com misturas asfálticas com práticas sustentáveis.
A pavimentação exigirá interdição parcial ao tráfego de trechos na pista de rolamento. Desta forma, a prefeitura solicita que a comunidade acadêmica tente evitar as regiões afetadas, buscando rotas alternativas, nos dias de pavimentação das vias. O prefeito Marcos Maldonado calcula que a recuperação de todos os trechos envolvidos no projeto leve cerca de 90 dias.
O trabalho foi iniciado na saída do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) e agora em maio começa a tomar a Cidade Universitária. Ela será executada em etapas, de acordo com o material disponibilizado pela parceria com a Petrobras e a COPPE e ainda contemplará os demais trechos da Avenida Horácio Macedo (até rotatória da Samira Mesquita), Avenida Pedro Calmon, Largo Wanda de Oliveira e Avenida Carlos Chagas Filho.
“A comunidade universitária tem muito a ganhar com esta parceria, já que o projeto irá recuperar trechos de asfalto degradado que podem colocar em risco a segurança de motoristas e pedestres que circulam pelo campus. A intenção é requalificar a infraestrutura urbana, aumentando a fluidez e a segurança no trânsito, assegurando a integridade do corpo social e a conservação dos veículos através da pavimentação em locais estratégicos com asfalto mais durável, de maior qualidade e com características mais sustentáveis. Apesar das restrições orçamentárias, estamos sempre buscando alternativas para fazer a UFRJ cada vez melhor”, afirma o prefeito Marcos Maldonado. (FOTOS: Renan Silva)

O projeto contará com as seguintes etapas

• Levantamento Topográfico: coleta de dados planialtimétricos para garantir uma pavimentação segura e durável.
• Estudos de Dosagem: desenvolvimento de misturas asfálticas otimizadas para resistência e durabilidade.
• Execução de asfalto: aplicação das novas misturas asfálticas por uma empresa especializada nas faixas de rolamento.
• Monitoramento e Avaliação.