HUCFF promove campanha e solicita mais doadores regulares. Dia Mundial do Doador de Sangue é celebrado dia 14 de junho. 

Junho é o mês em que se celebra o dia mundial do doador de sangue (14 de junho) e a conscientização sobre a importância da doação. Nesta oportunidade, o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ) promove uma bonita campanha, com atividades presenciais e nas mídias sociais, para incentivar a comunidade a fazer parte da corrente de solidariedade.

“Sua doação faz toda a diferença. Doe sangue. Doe vida”, conclama a campanha lançada pelo hospital, pedindo que cada um compartilhe a mensagem com amigos e familiares para que se amplifique cada vez mais o apelo para doações que salvam vidas.

“Doar sangue é um gesto de amor que salva vidas — e pode fazer bem também para quem doa!”, lembra Denise Pires, assistente social do HUCFF, uma das organizadoras da campanha desenvolvida pela Comissão de Humanização, e doadora voluntária.  Em um dos vídeos que integram a campanha, que divulgam recados de profissionais, pacientes e dirigentes da unidade sobre a importância da doação, Denise deixa um recado:

“Hoje, quero te fazer um convite muito especial: venha conhecer o Hemonúcleo do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. Doe sangue, viva essa experiência e ajude a salvar vidas.”

“Estamos no junho vermelho, mês em que comemoramos o dia internacional do doador de sangue. Neste mês, intensificamos a campanha de esclarecimento e incentivo a doação de sangue. Culturalmente, a nossa sociedade não tem grande adesão a campanhas e temos um número muito restrito de doadores regulares de sangue”, alerta a assistente social.

O HU tem seu setor de Hemoterapia que recebe as doações que o hospital, referência em alta e média complexidade, precisa. Não apenas para emergência, mas em cirurgias programadas. Por isso, Denise explica, a campanha de doação, na verdade, é realizada o ano todo. Mas que neste momento se intensifica para reforçar a importância dos doadores regulares.

Regulares são os doadores que procuram os hemonúcleos durante todo ano (homens podem fazer até quatro doações por ano e mulheres, até três). Segundo ela, existem estudos que afirmam que doar sangue é benéfico para o organismo. E há incentivos para quem doa, como a meia entrada em eventos culturais ou um dia de abono anual no trabalho.

 

Tenda chama atenção

Os estudantes também se mobilizam fortemente na campanha. Uma tenda foi erguida na entrada do Ambulatório, em que dois grupos de alunos da Extensão se revezam num trabalho educativo, abordando quem passa por ali, para chama atenção. Vai ficar até dia 27.

 

Sangue da UFRJ

Na semana de 23 a 27 de junho, a campanha contará também com a atuação do grupo Sangue da UFRJ. Estudantes da graduação de várias áreas se reuniram e fundaram há mais de 10 anos o grupo que realiza mutirões uma vez por mês para promover a doação.  O mutirão é on line, postam vídeos e chamadas para os demais estudantes, e até agendam dia e horários para as doações. “São nosso maior apoio. Eles conseguem trazer às vezes 100 alunos numa semana”, comemora Denise.

Campanha

“A necessidade vai muito além das emergências — ela é constante”, anuncia a campanha do HU, reforçada pelos depoimentos em vídeos, entre os quais, o do superintendente Executivo do HU, Marcos Freire: “Nós necessitamos rotineiramente porque nós temos pacientes que precisam ser operados, pacientes que têm doenças hematológicas que também precisam repor”.

Tem também o recado de um paciente. Rogério: “No início da quimioterapia, as plaquetas caem bastante, e a gente sempre precisa de sangue. Por isso, eu te peço: não deixe de doar. A sua doação faz toda a diferença pra quem está lutando pela vida.”

Fale com hemoter@hucff.ufrj.br

As doações podem ser feitas no 3º andar do HUCFF, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 15h. É preciso levar um documento com foto, estar bem alimentado e em boas condições de saúde.

Conheça os critérios

 

“Saúde da população negra e Personalidades negras: o reconhecimento histórico invisibilizado pelo tempo” foram os temas do debate deste mês no GT Antirracista do Sintufrj, realizado na terça-feira, 17 de junho, no auditório Azul, no Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFRJ, em formado hibrido. O evento foi conduzido pelos coordenadores sindicais Hilem Moises, da Coordenação de Organização e Política Sindical, e Norma Santiago, da Coordenação de Políticas Sociais.

Os debatedores convidados foram o enfermeiro de emergência e urgência de unidade hospitalar pública, Helder da Silva dos Santos, cujo trabalho que desenvolveu como coordenador de Política de Saúde Integral do município de Arraial do Cabo se tornou referência no estado do Rio de Janeiro, e a psicóloga e coordenadora de Políticas Sociais do Sintufrj, Fabiane Marcondes.

Helder fez uma análise crítica e comparativa dos 15 anos de implantação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e um histórico do racismo na saúde e a luta dos movimentos negros pela equidade no SUS. Ele destacou a gravidade da Doença Falciforme, que não é uma anemia, mas uma doença genética hereditária com graves consequências.  Fabiane complementou afirmando que o principal fator para o surgimento de transtornos mentais, na maioria dos casos, é o ambiente.

Três profissionais de saúde do século XIX foram apresentados pela coordenadora Norma Santiago como exemplos de personalidades negras brasileiras invisibilizados: os médicos Juliano Moreira, conhecido por sua atuação na área da saúde mental e por sua luta contra o racismo científico. Ele é considerado o pai da psiquiatria científica brasileira e um dos precursores da psicanálise no país; Maria Odília Maria Odília Teixeira, baiana, superou as barreiras do racismo e machismo no Brasil de sua época, tornando-se pioneira não apenas como médica, mas também como professora e pesquisadora; e Iracema de Almeida, também uma das primeiras mulheres negras formadas em Medicina no Brasil, ela foi pioneira no estudo da Doença Falciforme no país e lutou pela profissionalização de pessoas negras em plena ditadura militar.

Sorteio

A escritora maranhense, Maria Firmina dos Reis, nascida em 11 de novembro de 1822, considerada a primeira romancista negra da América Latina, também foi homenageada no GT Antirracista do Sintufrj. Uma das suas obras – “Ursula” – foi sorteada entre os presentes. Uma doação da coordenadora Norma.

Leia a matéria completa na edição do Jornal Sintufrj 1455 

 

As coordenadoras de Aposentados e Pensionistas do Sintufrj Ana Célia e Marly Rodrigues protocolaram na PR-4, através do superintendente da Pró-Reitoria de Pessoal, Rafael Pereira, no dia 12, pedido urgente de reunião com a participação da coordenação e do setor jurídico da entidade para tratar do processo de aceleração por capacitação e reposicionamento dos aposentados. A reunião será dia 1º de julho.

A ação foi parte das atividades desenvolvidas pelo Sintufrj no dia de paralisação convocado pela Fasubra (em função da reunião na mesa nacional de negociação no MGI). Cercada de aposentados, coordenadores e colaboradores do Sintufrj, Ana Célia solicitou atenção do superintendente para o assunto e reiterou o pedido de urgência no agendamento da reunião. Mostrando o grupo de aposentados presentes, Marly lembrou que para eles, a solução da questão é muito importante.

O superintendente assinou o recebimento do documento e se comprometeu a agendar a reunião o mais rápido possível. Explicou ainda que a equipe analisaria a situação sob a luz das mudanças recentes na Carreira e diante da margem possível de atuação

Segundo Ana Célia, a reunião será dia 1o de julho, às 14h30. Ela explicou que o objetivo central é saber porque não foi providenciada a aceleração da progressão por capacitação para os aposentados que não alcançaram o teto da tabela, ou a última referência. “Na medida provisória consta que a aceleração é para todos. Questionaremos isso e também sobre o reposicionamento dos aposentados. Embora o governo tenha retirado este item da medida, vamos pedir à UFRJ que, junto com a Fasubra, pressione para a retomada deste direito dos aposentados”, explicou.

O termo assinado com o governo após a greve (nº11/2024) que dispõe sobre a reestruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico Administrativos em Educação previa que o acordo feito se aplica aos aposentados, em conformidade com as regras que regem suas aposentadorias. A aceleração da progressão por capacitação, prevista na medida que entrou em vigor desde 1º de janeiro, visa acelerar a progressão na carreira, considerando a capacitação dos servidores. A medida estabelece também regras de transição para a aplicação da aceleração, permitindo o aproveitamento de capacitações realizadas anteriormente.

Você sabia que a PR4 está promovendo alterações no PGD?

E quais mudanças estão sendo executadas para validação em consulta pública?

Então se liga que a direção do SINTUFRJ ja solicitou prorrogação do prazo dessa consulta, pois identificou que essas mudanças podem gerar distorções entre as diferentes unidades da UFRJ.

Então participe da live, fiquem bem informado e vamos construir juntos.

A direção da Faculdade Nacional de Direito (FND) eleita por votos paritários (chapa Pela FND Sempre) no fim de maio toma posse na manhã desta quarta-feira, 18 de junho. O mandato dos novos diretores vai se estender até 2029. Após o pleito, trabalhadores técnicos foram atacados o que provocou repúdio do Sintufrj. Abaixo, confira a nota do sindicato.

                           Viva a democracia universitária!

  • As eleições para escolha da direção na Faculdade Nacional de Direito (FND) ocorreram dentro dos princípios que norteiam os demais processos da universidade, atendendo as regras do regimento eleitoral, com respeito à paridade.
  • Foram duas chapas concorrentes ao pleito num processo disputado e com os atuais gestores da FND concorrendo em chapas diferentes.
  • Como sempre ocorreu em todas as eleições na universidade, foi feita a ponderação de 1/3 dos votos para garantir a paridade entre técnicos administrativos em Educação, docentes e estudantes. O resultado garantiu vitória a uma das chapas.
  • Após o resultado, uma série de apoiadores da chapa que foi derrotada, em sua maioria estudantes e docentes, fizeram ataques ao peso de voto dos técnicos administrativos, bem como ameaças e violências simbólicas.
  • A quem interessa desqualificar os técnicos administrativos em educação por ter uma votação determinante para eleger uma das chapas?
  • Por que questionamentos desta monta não foram feitos quando o voto docente foi determinante em outros processos eleitorais? Vale destacar que nos órgãos colegiados superiores mantém-se uma desproporção injusta, com a vantagem de peso de 70% na ocupação das cadeiras.

Portanto, o Sintufrj lamenta profundamente os ataques e violências e repudia esse clima de hostilidade a trabalhadores.

Respeito à paridade! Viva a democracia!

 

10 DE JUNHO. Trabalhadores da Faculdade Nacional de Direito se reúnem com dirigentes do Sintufrj (foto: Renan Silva)

A Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC) se reuniu dias 10 e 11 no Ministério da Educação (MEC) para concluir decretos que tratam da regulamentação das descrições dos Cargos, do Desenvolvimento na Carreira e do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC).

Segundo a Fasubra, a reunião tratou da finalização das propostas de revisão normativa, de acordo com a Carreira dos técnicos-administrativos em educação, atendendo parcialmente à Cláusula 13 do Termo de Acordo nº 11/2024, que trata sobre os temas da pauta, firmado com o governo federal.

“Os representantes discutiram aspectos técnicos e jurídicos das mudanças, com o objetivo de consolidar um novo marco regulatório que valorize a qualificação, a experiência e o desempenho dos trabalhadores técnico-administrativos das instituições públicas de ensino superior”, informou a federação..

A delegação da Fasubra foi composta por Cristina del Papa, Marcelo Rosa, Vânia Gonçalves, Agnaldo Fernandes, Ronaldo Bastos, Rolando Malvasio e Fátima dos Reis. Participaram também os assessores Fernando Bandeira e Aida Maia.

A expectativa era que, ao final do encontro os textos dos decretos estivessem prontos para seguir os trâmites administrativos necessários à publicação, marcando, segundo a Fasubra, avanço significativo na valorização e no fortalecimento da carreira dos TAE.

Na mesa do MGI, Fasubra cobra posição sobre reforma administrativa

e decreto das aposentadorias

No dia nacional de paralisação, 12 de junho, a Fasubra participou da reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente, no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em Brasília. A federação foi representada pela coordenadora-geral Cristina del Papa.

O secretário de Relações de Trabalho, José Lopez Feijóo, informou que o principal tema da mesa seria a reforma administrativa. Segundo ele, será convocada uma reunião extraordinária com as entidades representativas dos trabalhadores na segunda quinzena de julho para debater as demandas da bancada sindical, apresentadas desde 2024, e o texto em construção com as centrais sindicais sobre a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata do direito à negociação coletiva no serviço público.

Segundo a Fasubra, Feijóo reiterou que o governo federal é contra a reforma administrativa e orientou os representantes das trabalhadoras e dos trabalhadores a não confiarem em informações veiculadas pela grande mídia. E propôs a construção conjunta de estratégias para barrar o avanço da reforma.

Centralização de aposentadoria e pensões

Cristina del Papa manifestou preocupação com o Decreto 10.620/21, que determina a centralização das aposentadorias e pensões do serviço público federal no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O decreto nº 10.620/21 trata da reestruturação da gestão de aposentadorias e pensões no âmbito do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores federais.  O decreto prevê um cronograma para transferência para novo órgão, suspenso temporariamente por outro Decreto, o de nº 11.756/2023, que tem prazo final em 31 de dezembro.

A coordenadora lembrou que o governo já prorrogou a vigência deste decreto duas vezes, mas restam apenas seis meses até o prazo final, o que pode acarretar problemas para a categoria caso a suspensão não ocorra novamente. Ela ainda cobrou transparência quanto a qualquer proposta de criação de unidade gestora (o decreto prevê estrutura para a futura implementação do órgão gestor único), solicitando que qualquer minuta de texto seja imediatamente compartilhada com a bancada sindical.

Ato no MGI

Dia 12, foi dia nacional de paralisação da Fasubra. Houve mobilizações de diversas representações da classe trabalhadora, que realizaram atos e discursos em frente ao prédio do MGI, reforçando a resistência à reforma administrativa e exigindo respeito às pautas históricas dos servidores públicos.

Fotos: Arquivo Fasubra

Decisão representa vitória para servidores e confirma a tese defendida pelas entidades sindicais assessoradas pelo Cassel Ruzzarin Advogados

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou, na quinta-feira (11/06/2025), o Tema Repetitivo 1233, fixando tese favorável aos servidores públicos federais e reconhecendo que o abono de permanência integra a base de cálculo do adicional de férias (terço constitucional) e da gratificação natalina (13º salário).

A tese firmada pela Primeira Seção do STJ, por unanimidade, foi a seguinte:

“O abono de permanência, dada sua natureza remuneratória e permanente, integra a base de incidência das verbas calculadas sobre a remuneração do servidor público, tais como o adicional de férias e a gratificação natalina (13º salário).”

A decisão confirma o entendimento há muito defendido pelas entidades sindicais assessoradas pelo escritório Cassel Ruzzarin Advogados, que atuaram como intervenientes interessados no processo.

 

Repercussões

Ponto relevante é que o entendimento do STJ abre discussão que não se limita apenas ao terço de férias e à gratificação natalina. Seguindo a linha do que foi decidido, diante do caráter remuneratório e permanente do abono,  todas as parcelas que tenham como base de cálculo a remuneração do servidor devem incluir o abono de permanência.

Isso abre espaço para revisão de outras rubricas salariais, inclusive em carreiras estaduais e municipais, onde a Administração Pública possa estar desconsiderando indevidamente o abono para efeitos de cálculo.

Essa definição jurisprudencial poderá fundamentar novas atuações para corrigir distorções que ainda persistem em todas as esferas do funcionalismo.

Atuação das entidades

Durante a tramitação do tema no STJ, as entidades sindicais demonstraram que o abono de permanência é uma verba de caráter remuneratório, paga aos servidores que, mesmo tendo preenchido os requisitos para aposentadoria, optam por permanecer em atividade.

Por possuir esse caráter permanente — embora cessado com a aposentadoria —, deve compor a base de cálculo de todas as vantagens calculadas sobre a remuneração, incluindo o terço constitucional de férias e o 13º salário, como já prevê a própria Lei nº 8.112/90.

O julgamento põe fim à controvérsia jurídica existente e garante aos servidores o direito de ver o abono de permanência considerado no cálculo dessas verbas, corrigindo injustiças praticadas pela Administração Pública que, em muitos casos, excluía indevidamente o valor dessas bases de cálculo.

 

Ação Coletiva do Sintufrj

Sobre a matéria tratada no Tema 1233, o Sintufrj possui ação coletiva na qual obteve sentença favorável. Conforme o sindicato já noticiou, recentemente o TRF da 2ª Região negou provimento ao recurso da UFRJ, confirmando a sentença. Contra essa decisão, porém, a UFRJ interpôs novo recurso, que aguarda juízo de admissibilidade no TRF2.

Agora, com o julgamento do Tema 1233, a assessoria jurídica irá se manifestar pedindo ao TRF2 que negue seguimento ao recurso, considerando que a decisão está em conformidade com o entendimento do STJ proferido em recurso repetitivo, visando acelerar o trânsito em julgado da decisão, para possibilitar a cobrança dos valores retroativos.

Coordenação de Aposentados do Sintufrj entregam ao superintendente da PR-4 documento acerca do tema

As coordenadoras de Aposentados e Pensionistas do Sintufrj Ana Célia e Marly Rodrigues entregaram ao superintendente da Pró-Reitoria de Pessoal, Rafael Pereira, um pedido urgente de reunião com a participação da coordenação e do setor jurídico da entidade para tratar do processo de aceleração por capacitação e reposicionamento dos aposentados.
Cercada de aposentados, coordenadores e colaboradores do Sintufrj, Ana Célia solicitou atenção do superintendente para o assunto e reiterou o pedido de urgência no agendamento da reunião. Mostrando o grupo de aposentados presentes, Marly lembrou que para eles, a solução da questão é muito importante.

O superintendente assinou o recebimento do documento do Sintufrj e se comprometeu a agendar a reunião o mais rápido possível.

ANA CÉLIA ENTREGA DOCUMENTO sobre capacitação ao superintendente Rafael Pereira