O Sintufrj, por meio da sua Coordenação Geral e do Departamento de Enfrentamento ao Assédio Moral e Conflito no Trabalho, apresentou à reitora em exercício da UFRJ, Cássia Turci, proposta de construção de um protocolo para tratar de situações de assédio no dia a dia das relações de trabalho da universidade, tema recorrente,

O protocolo, de acordo com a proposta, seguiria o modelo apresentado pela CUT, levando em consideração as convenções e tratados internacionais sobre a questão, como por exemplo a 108ª Conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), realizada em Genebra (Suíça), entre10 e 21 de junho de 2019, uma nova Convenção de número 190 e uma Recomendação complementar de número 206.

A reunião com Cássia Turci aconteceu na sexta-feira (17/10) com objetivo de unir forças na construção de uma política institucional para o assunto. De acordo com os dirigentes sindicais, a reitora em exercício foi sensibilizada pela exposição dos desafios enfrentados atualmente pelo departamento sindical que trata da questão.

Cássia Turci, segundo relato dos que participaram da reunião, mostrou sintonia com as propostas apresentadas, num claro compromisso com a efetividade das ações, bem como com a construção coletiva dessas medidas.

Francisco de Assis, coordenador geral do sindicato, presenteou a reitora com uma camisa em homenagem ao Professor Horácio Macedo

ALINE SILVEIRA, ANAI ESTRELA, CÁSSIA TURCI E FRANCISCO DE ASSIS na reunião que tratou de protocolo para tratar de assédio

Delegação do Sintufrj avalia importância do encontro. Veja ainda: trechos da Carta aos parlamentares e as propostas do Sintufrj para o documento final

O XII Encontro Nacional de Aposentados (as), Aposentandos (as) e Pensionista da Fasubra, em Brasília, que começou no quarta-feira, dia 15, e foi até esta sexta-feira, 17, consolida-se como relevante espaço de debates para as inúmeras delegações de entidades de base de todo país. O objetivo é fortalecer a organização deste segmento com a discussão de direitos e políticas públicas, para participação ativa nas lutas da categoria.

O Sintufrj foi representado no encontro pelas coordenadoras Ana Célia da Silva, Marli Rodrigues e Selene Vaz (de Aposentados (as) e Pensionistas) e pelas companheiras Elza Bastos Borges e Dora Lúcia Dias.

Debates, confraternização e ação política

A programação se dividiu em dois espaços principais – o Auditório da Saúde da Universidade de Brasília(UnB) e o Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados. Contou com debates sobre saúde, previdência, políticas públicas e convivência entre gerações, mas também com momentos de confraternização e articulação política.

A abertura, no dia 15, contou com as coordenações Geral e de Aposentados(as) e convidados(as) da Fasubra. À tarde, os participantes realizaram ação política no Congresso Nacional, com visitas a deputados e senadores e a entrega de carta dos aposentados(as), destacando as principais reivindicações da categoria.

(Leia trechos da carta ao final da matéria)

Transformações no mundo do trabalho

No dia 16, no Auditório Nereu Ramos, os presentes debateram pautas como reformas da Previdência e Administrativa, reestruturação da carreira, auxílio saúde, auxílio nutrição, reposicionamento dos aposentados(as) e isenção da contribuição previdenciária.

A abertura foi conduzida pela Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria representada pelas Coordenadoras Tereza Fujii e Elma Dutra. Teve como convidados Marcelo Rosa da Coordenação Jurídica e os advogados Luiz Fernando e Cláudio Silva, que apresentaram um panorama das principais questões jurídicas que envolvem a categoria, destacando o não cumprimento de algumas cláusulas do acordo firmado com a categoria.  À tarde, o debate foi sobre cuidado com as pessoas e relações no ambiente de trabalho. E a economista do DIEESE, Mariel Angeli, fez uma exposição sobre as mudanças intergeracionais e seus impactos no cotidiano da população e no mundo do trabalho.

No dia 17, saúde em foco

Nesta sexta-feira, 17, no Auditório Nereu Ramos, os debates são sobre saúde física, mental, emocional e social na terceira idade, planos de saúde e suas realidades para os aposentados(as).

Sintufrj apresenta proposta

O evento será encerrado com a votação das propostas e da Carta do XII Encontro Nacional, consolidando as deliberações que deverão orientar a atuação da FASUBRA e suas entidades de base na defesa dos direitos dos aposentados(as), aposentandos(as) e pensionistas.

A proposta da delegação do Sintufrj é de que sejam reforçados, na carta de propostas, os direitos dos aposentados sobre as regras da paridade e os acordos de greve que foram negociados com o governo diante do entendimento de que são passiveis (de extensão) aos aposentados como o Reconhecimento de Saberes e Competência, o Reposicionamento e aceleração por Capacitação. “Assim fortalecendo a luta dos que lutaram para que hoje (todos) tenham melhores condições de trabalho, visando também os futuros aposentados. Se o direito é para todos, isso inclui os nossos aposentados”, diz o texto, apontando que se o governo não atende as reivindicações dos aposentados, “acreditamos que nossa federação não vai deixar ninguém para trás. Essa luta é de todos nós e essa categoria, continua na linha de frente, na luta por seus direitos”, diz o texto.

“Estamos lutando por dignidade e reconhecimento daqueles que dedicaram suas vidas na construção das Universidades. Se capacitando, desenvolvendo atividades que contribuíram para um atendimento de excelência para a sociedade a qual servimos. Sendo assim, nada mais justo que (os aposentados) sejam reconhecidos e valorizados por tudo que contribuíram”, conclui o documento.

 

Trechos da Carta da Fasubra aos Parlamentares

Os(as) servidores(as) técnico-administrativos(as) em educação das Universidades e Institutos Federais, aposentados(as) e pensionistas, representados(as) pela FASUBRA Sindical e suas entidades de base, vêm por meio desta Solicitar o seu apoio às demandas urgentes e histórias que seguem sem resposta do Governo Federal.

Reivindicações ainda pendentes:

– Auxílio Nutrição, a perda na hora da aposentadoria, causa diminuição do rendimento e queda na qualidade de vida;

– Extensão da assistência saúde suplementar (Auxílio Saúde) para todos(as) os(as) servidores(as), independente de contratarem plano de saúde privado, garantindo condições dignas de acesso à saúde;

– Derrubada do Decreto 10.620 de 5 de fevereiro de 2021. que leva aposentados(as) e Pensionistas das Autarquias e Fundações para o INSS, hoje em espera de alguma ação do-MGI que não chamou as Entidades para conhecer e discutir um novo texto.

-Reposicionamento dos aposentados(as) e pensionistas na carreira do PCCTAE, Lei 11.091 de 12 de janeiro de 2005, que em seu Art. 15 conta para efeito de aposentadoria somente o tempo de efetivo serviço público federal, prejudicando quem já estava aposentado à época da implantação do PCCTAE, contando tempo de serviço em outras instituições e na iniciativa privada. A demanda do Reposicionamento foi incluída no último Acordo de Greve, mas não obteve apoio do Governo, que acabou com a mesa de negociação de maneira unilateral.

– Implementação de políticas de valorização do envelhecimento ativo, garantindo participação em programas de extensão, cultura, lazer e formação nas universidades;

⁃ Não assinar a Reforma Administrativa, que prejudica ativos e aposentados servidores públicos e acaba com os serviços públicos tão necessários à população brasileira.

Nosso pedido:

Solicitamos que Vossa Excelência apoie as pautas apresentadas pela Fasubra Sindical nas negociações junto aos Ministérios da Educação(MEC) e da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos(MGI) e  lideranças do Congresso Nacional para que se assegurem medidas que reconheçam e valorizem a contribuição histórica dos(as) aposentados (as). aposentandos (as) e pensionistas.

A construção de uma universidade pública forte passa, necessariamente, pelo respeito e valorização daqueles(as) que dedicaram suas vidas a este projeto coletivo.

Contamos com seu apoio para transformar essa luta em conquistas concretas.

Delegação avalia

A coordenadora Ana Celia avaliou que os temas do encontro foram importantes mas que seria interessante que os advogados abordassem um pouco mais a fundo questão das pautas de reivindicação. “Embora a gente saiba que o governo fechou (a negociação sobre temas como a aceleração por Capacitação no que toca aos aposentados), queria saber qual encaminhamento está sendo adotado. Foi orientado pela Fasubra que as entidades cobrassem das instituições. Nós (no Sintufrj) fizemos isso. Nos reunimos com a Pró-Reitoria de Pessoal que informou que depende de documento oficial que legitime a implantação da aceleração.  O que a gente gostaria é que houvesse uma luz no fim do túnel. A conjuntura está ruim. Precisamos unir forças e com mais mobilização”, disse Ana, comentando sobre a ação de entrega de carta aos parlamentares: “Fomos muito bem recebidos”, conta.

“Foi, como sempre, muito bom”, disse a coordenadora Selene. “Os temas dos debates foram pertinentes e atuais, como qualidade de vida, saúde mental e sexualidade na maturidade. Mas senti falta de aprofundar temas como a conjuntura atual e a Reforma Administrativa que vai atingir todos os servidores e não só os ativos. Também sobre direitos e a aceleração. Mas é sempre muito bom estar aqui com essa troca de informações e experiências com companheiros de outras instituições numa grande integração”, concluiu.

“Acabamos de ter uma sessão de exercícios físicos ao som de Gonzaguinha”, anunciou a coordenadora Marly, elogiando a qualidade das atividades preparadas pela organização do encontro, inclusive as palestras que, segundo ela, foram muito boas.

Marli informou as propostas que a delegação enviou para a carta do encontro que seria apreciada à tarde e comentou do sucesso da ação de entrega do documento da Federação nos gabinetes dos parlamentares na Câmara. “Estes evento está sendo muito enriquecedor. Estou aprendendo muito”, elogiou.

“Foi excelente o encontro, a receptividade, as atividades que estão acontecendo. Voltadas para os idosos. Maravilhoso. É minha primeira vez e saio impactada com tudo que está acontecendo de forma positiva. Contudo, vim muito para ouvir o que a Fasubra está apontando para enfrentar a Reforma Administrativa e não estou encontrando isso. E a reforma não é só para nós, aposentados, ou para os servidores públicos da ativa. Mas é um desmonte para a sociedade. Se a reforma passar, acabou. Precisamos estar mais fortalecidos, no entanto não me parece que esse debate foi aprofundado. Mas o encontro está muito bom”, avaliou a delegada Dora Lúcia.

“Eu gostei muito. Foi muito proveitoso. Todas as palestras estão sendo ótimas. Embora a abordagem tenha sido pouco quando a Reforma, teve muita coisa interessante do ponto de vista dos idosos. Todos os assuntos que tivemos aqui foram voltados para 60+. Muito bom, como a palestra de Hartur Marcel, de Pelotas que tocou em temas que precisamos ouvir na nossa idade, como a necessidade da gente se conhecer, saber das nossas limitações, por exemplo. Foi tudo muito bom”, elogiou a delegada Elza Bastos.

O GT Antirracista do Sintufrj convidou duas especialistas no tema “Ditadura, Negros e Indígenas” que, nesta quinta-feira, 16, deram uma aula de Brasil. A psicóloga e pesquisadora Áurea Alves Cardoso, autora da tese de doutorado “Mulheres do Araguaia – labuta como expressão do viver”, região onde nasceu e viveu no período em que as Forças Armadas perseguiu e assassinou 70 guerrilheiros — jovens que lutavam pelo fim do regime ditatorial –, fez um relato sobre como ocorreu o genocídio de indígenas, também de camponeses e famílias ribeirinhas, de 1969 a 1972. “Para tomar suas terras e distribuí-las a grandes empresas para implantação de projetos megalômanos”, observou, em nome do desenvolvimentismo capitalista criminoso.

A historiadora Luciana Lombardo, servidora da UFRJ mas cedida ao Arquivo Nacional, ilustrou sua narrativa sobre o tema com a  exibição do vídeo de 10 minutos produzido pela Comissão Memória e Verdade da universidade, da qual faz parte. Eram imagens da repressão militar nos centros urbanos, nas aldeias indígenas, nos bailes black e de remoção dos moradores pobres e negros do centro da cidade para localidades distantes do seu convívio social e do trabalho, como as Vilas Kenedy (nome em homenagem ao presidente dos Estados Unidos na época) e Aliança, e Cidade de Deus criadas para esse fim. Ao mesmo tempo em que as favelas eram invadidas e seus habitantes expulsos e lideranças de comunitárias que organizavam a resistência assassinadas.

A reunião foi híbrida (presencial e on-line). Leia a matéria completa na edição do Jornal do Sintufrj 1464.  FOTOS: RENAN SILVA

No dia 29 de outubro, servidores de todo país tomarão Brasília em defesa de seus direitos e do serviço público

A mobilização é parte da luta nacional das servidoras e servidores públicos contra a proposta de Reforma Administrativa do Congresso, que ameaça direitos históricos da categoria e os serviços prestados à população.
A Federação informa que a concentração está marcada para 9 horas, no Museu da República. A Marcha seguirá até o Congresso Nacional.
A Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa foi convocada pela CUT, demais centrais, confederações e federações de trabalhadores, com apoio das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

 

Presente como delegado na 17ª Plenária Nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o militante Milton Madeira (que também integra a bancada técnica administrativa no Conselho Universitário), saudou os 40 anos do Jornal do Sintufrj – a publicação mais tradicional da UFRJ e um dos jornais com maior histórico e periodicidade do sindicalismo brasileiro. Madeira, que vai propor ao plenário a aprovação de uma Menção Honrosa à publicação, também cumprimentou profissionais da comunicação do Sintufrj e a categoria técnico administrativa que é, na verdade, a razão de existir do JS. “O Jornal do Sintufrj sempre esteve ao lado dos trabalhadores e sempre foi cutista”, disse.

Dirigentes abordam ângulos diversos da proposta que ameaça direitos dos servidores e qualidade de serviços à população

A proposta de Reforma Administrativa defendida pelo Congresso Nacional foi tema do debate on-line promovido pela Comissão de Eventos da Decania do Centro de Tecnologia, na quarta-feira, 15, a partir das 14h. O evento fez parte do calendário da UFRJ pelo Dia do Servidor Público, comemorado 28 deste mês, e está à disposição nos canais do YouTube do CT (https://bit.ly/youtubedoct) e do Sintufrj.

Participaram como debatedores o coordenador-geral do Sintufrj Esteban Crescente e o coordenador Jurídico e de Relações de Trabalho da Fasubra, Flávio Sereno. A pró-reitora de Pessoal, Neuza Luzia, que também faria parte da mesa, não pode estar presente por problema de saúde de última hora. Agnaldo Fernandes, superintendente-geral do CT, mediou o debate.

“De qual a Reforma Administrativa estamos falando?”. Com esta indagação Flávio Sereno iniciou sua participação no debate. Ele quis destacar que já existe em curso uma reforma por parte do governo, conforme a própria ministra da Gestão e em Inovação do Serviço Público, Esther Dweck, tem afirmado, citando as diversas ações e projetos que estão sendo implementados de forma gradual e fragmentada. Mas que, segundo ela, diferentemente de propostas anteriores, como a PEC 32, que visava a redução do Estado.

Além da proposta contida no relatório do GT, que o relator deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) ainda não apresentou à Câmara para ser transformado em Emenda Parlamentar (PL), e as mudanças adotadas pelo governo, também o STF vem fazendo sua reforma ao julgar medida de contratações fora do Regime Jurídico Único (RJU), observou Flávio Sereno.

“A nossa greve pela reestruturação da carreira técnico administrativa em educação é uma reforma administrativa, só que positiva, porque partiu dos trabalhadores. A regulamentação do direito de greve no serviço também é positiva. O que temos que fazer é identificar pontos que nos interessam tanto no que propõe o governo como o Congresso”, propôs o coordenador da Fasubra

Contratações temporárias

Na avaliação do coordenador-geral do Sintufrj Esteban Crescente, a PEC 32 de 2021 do governo Jair Bolsonaro ainda não morreu. O que ocorre agora é que ganha destaque na mídia a propaganda de que a Reforma Administrativa proposta vai acabar com privilégios: supersalários de servidores, aposentadoria compulsória. “Mas, ao longo da tramitação no Congresso, isso pode cair”, alertou o dirigente.

Entre os pontos do relatório do GT, Esteban chama a atenção para a proposta do relator Pedro Paulo – “o afilhado de prefeito Eduardo Paes” – que embute mecanismo para ampliar a contratação temporária no serviço público, principal eixo, lembra o coordenador do Sintufrj, para acabar com a estabilidade do servidor.

  •  Assista a íntegra desse debate no canal do Sintufrj no YouTube.
  • Matéria mais detalhada na edição 1464 do Jornal do Sintufrj

Nesta quarta-feira, 15, a direção do Sintufrj reuniu-se com trabalhadores do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), no auditório Halley Pacheco, para esclarecer dúvidas sobre os principais assuntos do momento que afligem a categoria e ouvir as demandas geradas pela administração da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Um dos problemas dos profissionais RJU do Hospital Universitário diz respeito a divisão de trabalho com os contratados pela Ebserh, cuja relação está cada vez mais difícil. Assédio moral, fechamento de setores e dúvidas sobre o futuro do servidor na unidade sob gestão da empresa complementam a insatisfação manifestada pelos técnicos-administrativos em educação.

Esse conjunto de fatores está motivando a decisão da maioria dos insatisfeitos a reivindicarem a liberação para outras unidades hospitalares não gerenciadas pela Ebserh, tanto pelo pessoal da assistência como da área administrativa. Mas o pleito não está sendo atendido pela Reitoria.

Na reunião, as questões internas dos trabalhadores foram especialmente tratadas pelas coordenadoras do Sintufrj Laura Gomes e Maria Lenilva — ambas fazem parte do quadro da unidade, sendo que Lenilva já está aposentada. As demandas elencadas seriam levadas à tarde na reunião agendada pelo Sintufrj com o superintendente-geral do Complexo Hospitalar da Ebserh, Amâncio Paulino.

Informes e chamada para o

Dia de Luta na UFRJ

Os coordenadores-gerais do Sintufrj Francisco de Assis e Esteban Crescente convocaram os trabalhadores do Hospital Universitário para participarem do Dia de Lutas na UFRJ, na quinta-feira, 23 de outubro, quando, em carreata às 8h, a categoria sairá da sede do Sintufrj até o Instituto de Química (no CT), onde será realizada a sessão do Conselho Universitário.

A mobilização é contra a Reforma Administrativa, que tira direitos dos servidores e reduz a prestação de serviços públicos para a população; contra a cobrança de honorários de sucumbência dos 28,86% pela Advocacia Geral da União (AGU), uma justa reivindicação que deve ter o apoio da Reitoria, como também para o cumprimento das pendências do acordo de greve pelo governo (reposição dos aposentados, RSC, jornada de 30 horas semanais para todos, parte da reestruturação da carreira, entre outros itens|).

Os dirigentes também informaram sobre o calendário unificado de lutas dos servidores públicos de educação do estado do Rio de Janeiro (veja edição 1463 do Jornal do Sintufrj), com destaque para o dia 29 de outubro:

. Caravana nacional a Brasília contra a Reforma da Previdência.

. Ás 14h, Protesto Unificado em frente à Alerj contra a Reforma Administrativa. FOTOS RENAN SILVA

Sintufrj vai reunir caravaneiros no dia 24 num congraçamento de gerações inspirado no centenário no reitor que mudou a história da UFRJ

Para celebrar o centenário do primeiro reitor eleito da UFRJ, Horácio Macedo (que faria 100 anos neste outubro), foi inaugurado na desta terça-feira (14) a Vitrine Memorial que reúne o acervo desse personagem que marcou a história da universidade e influenciou na inserção do artigo da Autonomia Universitária na Constituição de 1988.

O memorial reúne cerca de 600 objetos entre imagens, documentos, 20 horas de áudio e depoimentos de vários entrevistados.

A ação foi organizada por pesquisadoras do Museu Espaço Memorial da Biofísica – Gabriella Mendes, Erika Negreiros e Caroline Leal.

Numa rápida exposição, elas explicaram a dinâmica do trabalho iniciado em 2022 que foi buscar em várias fontes, inclusive no Sintufrj, material para compor a Vitrine.

Na sessão no Salão Nobre do CCMN, vários depoimentos. O coordenador geral do Sintufrj, Francisco de Assis, que em 2024 organizou lives para lembrar a trajetória de Horácio Macedo, informou que no próximo dia 24 de outubro o sindicato vai realizar uma reunião com antigos caravaneiros e o tema será Horácio Macedo.

O dirigente sindical lembrou que essa reunião faz parte de preparação para a edição de um Projeto Memória que tem como fim a publicação pelo Sintufrj de um segundo número da revista que tem parte da história da universidade como alvo.

A Vitrine está exposta no Roxinho, onde funciona o Centro Cultural Horácio Macedo. FOTOS: RENAN SILVA

DIRIGENTES DO SINTUFRJ no memorial em homenagem a Horácio Macedo
FRANCISCO DE ASSIS anuncia o projeto Memória que resultará em publicação do sindicato no próximo ano

O nome de Horácio Macedo está presente por toda UFRJ, seja na avenida Horácio Macedo, seja no auditório Horácio Macedo, seja em quadros espalhados por departamentos, centros, institutos e, na sede do Sintufrj, e, está presente também na lembrança não apenas dos que conviveram com ele, como também dos que, ainda hoje, passam por uma universidade que tem a marca de uma reitoria popular, inclusiva e democrática.O nome de Horácio Macedo está presente por toda UFRJ, seja na avenida Horácio Macedo, seja no auditório Horácio Macedo, seja em quadros espalhados por departamentos, centros, institutos e, na sede do Sintufrj, e, está presente também na lembrança não apenas dos que conviveram com ele, como também dos que, ainda hoje, passam por uma universidade que tem a marca de uma reitoria popular, inclusiva e democrática. FOTO: RENAN SILVA

A Plenária de Sindicatos de Servidores do Rio de Janeiro Contra a Reforma Administrativa, realizada na terça-feira, 13 de outubro, na sede do Andes-RJ, aprovou o seguinte calendário de lutas unificado:

Terça-feira, 14/10 – Às 15h, protesto unificado dos Servidores Estaduais Contra PL6035 (ataque ao fundo do Rio Previdência), em frente a sede nova da Assembleia Legislativa (Alerj).

Quarta-feira, 15/10 – Às 13h30, ato na visita de Lula para p lançamento da carteira nacional de docente, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca. Organização Sindiscope.

Quinta-feira, 16/10 — Audiência Pública no Congresso Nacional sobre a Reforma Administrativa.

Terça-feira, 21/10 – Às 10h, ato da ASSIBGE em defesa do IBGE público. Local: na sede do IBGE, na Avenida Franklin Roosevelt – Centro do Rio.

Quarta-feira, 22/10 – Às 14h30, Mesa Nacional de Negociação dos Servidores Federais em Brasília.

Quinta-feira, 23/10 – Às 8h, carreata do Sintufrj contra a Reforma Administrativa e pela pauta interna entregue à Reitoria, na Cidade Universitária.

Quarta-feira, 29/10 — Caravana Unificada a Brasília contra a Reforma Administrativa.

Quarta-feira, 29/10 — Às 14h, Protesto Unificado no Rio de Janeiro contra a Reforma Administrativa com paralisação liderada pelo Sepe dos profissionais de educação da rede estadual. Local: em frente ao prédio novo da Alerj.

Segunda-feira, 3/11 — Às 14h, audiência pública na Alerj sobre a Reforma Administrativa.

A reunião foi dedicada a memória do comapanheiro Pedro Rosa,  ex-coordenador-geral do Sintuff, falecido recentemente.

Presentes na reunião

Sintufrj, Andes-RJ, Sindiscope, Sepe-RJ, Asfoc-SN, Sindisep-RJ, Sintuff, Assibge, Sintifrj, Sinal, Sindsprev, Sindiseguridade, Sinal, Sindiseguridade-Itaguaí, Aduff, Aduenf e Aduff.