24/03 (3a feira)
10:30 – Reunião com trabalhadores dos RHs, no Salão Azul – CCS.
• Comissão de Infraestrutura: montar grupo de visita às unidades para dar visibilidade à greve
14h – Macaé: evento com a CIS/CLG
16h – Ato Unificado Contra o aumento das passagens, na Central do Brasil.

25/03 (4a feira)
10h – Assembleia – Fundão (Hall do CT), na PV e em Macaé
14h – Reunião GT-CARREIRA e CIS – Sala de Reuniões Sintufrj.
14h – GT- Mulher com Juliana Bauly, no Espaço Cultural Sintufrj

26/03 (5a feira)
9h – Encontro de sindicalistas com Presidente da CUT – Sede CUT/RJ
9h – Consuni – Prédio da antiga Reitoria.
14h – Ato Unificado da Educação Estudantes e Trabalhadores – Prefeitura do Rio.

16h – Atividade de Base: futebol da Pelada Coração na Prefeitura Universitária.

 

TER 24/03:
16h – Protesto Unificado Contra aumento das Passagens Central do Brasil

QUA 26/03:
14h – Ato unificado da Educação Prefeitura do Rio

QUA 01/04:
10H: ASSEMBLEIA ATO – ESCADARIA DO CCS EM FRENTE AO HUCFF UFRJ

 

25 de março, quarta-feira, às 10h

FUNDÃO: Hall Bloco A do CT
PRAIA VERMELHA: Auditório do INDC
MACAÉ: Auditório do Bloco B do Centro Multidisciplinar UFRJ/Macaé

 

PAUTA:
Informes
Encaminhamentos do CLG
Avaliação da greve

 

Data: 24/3
Local: Auditório do Bloco B, Polo Universitário
Horário: 14h

Convidados: Flávia Vieira, Rosemere Roza e Vania Godinho, membros da Comissão Interna de Supervisão da Carreira (CIS).

Dia 31 de março, às 14h no auditório do Bloco A da Cidade Universitária.

Com a particpação de Cristiane Pires Teixeira Pacheco – Mediadora (Professora e pesquisadora com formação em Letras e doutorado em Ciências Ambientais, atua na UFRJ Macaé com projetos educacionais, pesquisa e extensão. Possui experiência do ensino infantil ao superior e é autora de e-books publicados.) – Márcia Regina Viana – Convidada (Nutricionista e Filósofa, Doutora em Filosofia e Nutrição, Especialista em DH/ENSP/FIOCRUZ, Profa. do Curso de Nutrição do CM UFRJ-Macaé; presidente da Comissão para os Direitos Humanos e Contra Violências do CM UFRJ-Macaé) – Anai Alves Estrela – Convidada (Formada em Serviço Social, Coordenadora do Departamento de Enfrentamento ao Assédio Moral e Conflitos no Trabalho do Sintufrj) – Aline Silveira de Assis – Convidada (Assistente Social, Mestre em Serviço Social – área Política Social e Trabalho). Atua no Departamento de Combate ao Assédio Moral e Conflitos no Trabalho do Sintufrj) – Antonia Karina Mesquita Lima – Convidada (Coordenadora de Comunicação Sindical do Sintufrj).

O Sintufrj marcou presença na cerimônia de posse dos novos concursados da UFRJ, realizada na tarde desta sexta-feira (20), no auditório da Incubadora da Coppe. Durante o encontro, dirigentes sindicais deram as boas-vindas aos novos servidores e apresentaram a importância histórica da entidade na defesa dos direitos da categoria.

A coordenadora-geral Sharon Stefani abriu a fala destacando o papel do sindicato nas conquistas recentes. Segundo ela, avanços como melhorias na carreira, o aumento do vale-alimentação e do auxílio-saúde são resultados diretos da mobilização da categoria. “Graças ao sindicato conseguimos diversas melhorias em nossa carreira, e todos vocês estão incluídos nessas conquistas”, afirmou.

Na sequência, o coordenador-geral Esteban Crescente realizou a entrega de materiais informativos aos novos servidores e ressaltou a importância da organização coletiva. Ele também destacou o trabalho desenvolvido pela Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4) na recepção dos ingressantes. “Que a gente absorva a importância dessa entidade para mudar nossas vidas. Nossas carreiras estão diretamente ligadas à história do sindicato”, pontuou.

O coordenador-geral Francisco de Assis abordou o atual cenário de mobilização da categoria, com destaque para a luta pela aprovação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC). Ele também resgatou o histórico de lutas pela democratização da universidade e enfatizou que os novos servidores fazem parte desse processo. “A categoria é soberana. Vocês podem participar e construir essa luta. Quem sabe daqui não saia um futuro reitor ou reitora da UFRJ?”, destacou.

Francisco também chamou atenção para pautas em andamento, como a recomposição orçamentária, a luta contra a reforma administrativa e a defesa dos serviços públicos diante das ameaças de terceirização, que impactam diretamente as condições de trabalho e a realização de novos concursos.

Durante a atividade, o coordenador de Políticas Sindicais, José Carlos Xavier, apresentou os benefícios oferecidos pelo sindicato aos filiados. Ele explicou que a contribuição junto ao sindicato garante acesso a uma rede de convênios e serviços, como o Espaço Saúde, academias por meio do TotalPass, atividades no Sesc, além de parcerias nas áreas de saúde, educação, estética e outros serviços. Ao final, convidou os novos servidores a visitarem a sede da entidade e conhecerem de perto o trabalho desenvolvido pelo Sintufrj.

Também participou da atividade Victor Silva, trabalhador da PR-2 e membro do comando de greve, reforçando a importância da mobilização coletiva no atual momento da categoria.

A recepção reafirma o compromisso do Sintufrj em acolher, informar e fortalecer os trabalhadores desde o início de sua trajetória na universidade.

 

Este foi o mote do ato do CLG no campus da Praia Vermelha, seguido de caminhada e panfletagem à população. 

Ato no campus da Praia Vermelha com panfletagem e diálogo com a população no sinal de trânsito da Avenida Venceslau Brás foi a ação do movimento grevista da UFRJ nesta quinta-feira, 19 de março. À comunidade universitária, o Comando Local de  Greve (CLG) reafirmou, nas manifestações no carro de som do Sintufrj, as razões pelas quais a categoria técnico administrativa, em nível nacional, encontra-se em luta. 

“Esta é uma greve nacional dos trabalhadores da educação das instituições federais de ensino (Ifes). É a continuidade do movimento deflagrado em 2024, porque o governo não cumpriu integralmente o acordo assinado com a Fasubra que pôs fim aos 113 dias de greve. Reivindicamos a valorização da carreira técnico administrativa e a valorização das universidades”, explicaram os companheiros e companheiras no ato. 

Regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para implantação em abril, conforme está previsto no acordo, e jornada de 30 horas para todos os trabalhadores das Ifes. Esses são os itens não cumpridos pelo governo que lideram a retomada da greve. Mas, ainda se encontra na mesa de negociação com o MEC e o MGI, a racionalização dos cargos; RSC para aposentados, técnicos com doutorado e técnico em estágio probatório, entre outros itens da pauta geral dos servidores.

O RSC é um benefício que valoriza o trabalhador pelo que ele produziu e construiu ao longo da sua vida profissional, e que os docentes já conquistaram há anos. Por isso é importante que o decreto de regulamentação siga as diretrizes discutidas e aprovadas na Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC)/Fasubra.

 

Panfletagem
Dezenas de panfletos foram entregues aos pedestres, aos motoristas de carros particulares e de ônibus durante o fechamento da Avenida Venceslau Brás. De forma suscinta, o  texto expunha a situação em que se encontram os trabalhadores da UFRJ, que amargaram um congelamento de salários desde 2010, cujas perdas ainda não foram repostas de modo que as contas das famílias fossem colocadas em dia. “Foi a nossa atuação no cotidiano da instituição que possibilitou que a cientista Tatiana  (Coelho de Sampaio) desenvolvesse a polilaminina, uma substância promissora para a regeneração da medula espinhal”, acrescentou um companheiro às informações à população.   

Também foi mostrada a situação de penúria em que sobrevive a universidade, em consequência dos cortes de verbas por um Congresso Nacional dominado por maioria de deputados e senadores de direita, que retiraram do orçamento da União em 2026, R$ 61 bilhões para emendas parlamentares, numa articulação política sem transparência e destinação duvidosa do dinheiro. 

“Este ano, os recursos destinados para a UFRJ equivalem a 30% do que foi enviado em 2012. Prédios históricos pegam fogo a todo momento ou estão caindo aos pedaços por falta de manutenção, os serviços são terceirizados e esses trabalhadores precarizados constantemente estão com salários atrasados. Enquanto isso, o Congresso Nacional trama contra os servidores e reduz cada vez mais investimentos na saúde e na educação pública. Por isso a nossa luta engloba a pauta de todos os assalariados, como o fim da escala de trabalho 6 x1”, esclareceu o CLG no megafone no sinal de trânsito na Venceslau Brás.    

Ato na Praia Vermelha.
Rio, 19/03/26

 

Ato na Praia Vermelha.
Rio, 19/03/26

 

Ato na Praia Vermelha.
Rio, 19/03/26

 

Ato na Praia Vermelha.
Rio, 19/03/26

 

Ato na Praia Vermelha.
Rio, 19/03/26

 

Ato na Praia Vermelha.
Rio, 19/03/26

Solidariedade a Cuba terá desdobramentos ao longo de 2026. Com bloqueio energético dos EUA, a crise humanitária se acirra. Participe da campanha em apoio aos irmãos cubanos.

Cuba vem sofrendo um de seus piores momentos. O bloqueio criminoso contra o povo cubano por parte dos Estados Unidos há mais de 60 anos, se acirrou de tal forma que hoje, diante da crise energética, há falta de alimentos, apagão, hospitais em dificuldades. Mas Cuba resiste. E está em curso uma campanha de solidariedade.

Segundo o embaixador de no Brasil, Victor Cairo, Cuba não vive crise, mas “estado de guerra”, diante da mais severa ofensiva dos Estados Unidos. São três meses sem receber combustível.  Depois de décadas de cerco econômico, Trump chegou a dizer que tem o direito de fazer “qualquer coisa” com Cuba, e pela primeira vez, lembra o secretário, Estados Unidos ameaçam tomar seu território pela via armada.

O embaixador proferiu aula inaugural na Universidade de Brasília, dia 17 de março, registrada pelo portal da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee).

“Cuba é um estado em guerra, não um estado falido”, declarou, explicando que o instrumento principal seria o cerco intensificado desde o final de 2025 com a promessa de sanções a países que vendam petróleo à ilha socialista. “O cerco econômico, comercial e energético nos obriga a pensar que existe uma intenção do presidente dos EUA [Trump] e do secretário de Estado [Marco Rubio] hoje em sufocar e assassinar Cuba de fome, miséria e ruptura da vida, e crise humanitária”, denunciou.

‘Catástrofe humanitária’ – A falta de combustíveis, diz ele, não é um problema setorial, mas uma catástrofe humanitária em curso. “Impacta a saúde, a educação, o transporte de alimentos, a cadeia de distribuição de medicamentos e o turismo, diminuindo a quantidade de aviões que podem chegar ao país”, enumerou.

Como se traduz: no cotidiano: hospitais reduzem operações, transporte público parado, cadeias de distribuição de medicamentos rompidas.

Flotilha Nossa América – uma campanha de solidariedade tem mobilizado parlamentares, lideranças sindicais e estudantis que participam de uma caravana internacional de solidariedade a Cuba. O grupo pretende levar mais de 20 toneladas de insumos, alimentos e medicamentos, para ajuda humanitária ao país caribenho. A Flotilha Nossa América está marcada para partir no sábado (21), por via marítima, aérea e terrestre.

Não há crise, há crime!

Leia a matéria do Portal Vermelho e, em seguida, veja a convocação da ativista Greta Thunberg à campanha e o pedido de colaboração da deputada estadual Marina do MST (RJ).

Por fim, em uma “Carta Aberta ao Mundo”, a autora, Ykay Romay, relata a gravidade da situação e pede que se compartilhe o documento, “para que o mundo saiba que em Cuba não há crise. Há um crime!”.

Foto: Miguel Díaz-Canel

Brigada brasileira leva solidariedade a Cuba em meio a bloqueio dos EUA

Em matéria do Portal Vermelho, Ana Prestes, do PCdoB, detalha missão à Conferência de Havana e campanha por medicamentos, energia e ruptura simbólica do cerco imperialista. (Publicado em 16 de março por Cezar Xavier). 

Uma nova jornada internacional de solidariedade a Cuba mobiliza organizações políticas, movimentos sociais e entidades populares de vários continentes. A viagem culmina na Conferência Internacional de Solidariedade a Cuba, marcada para os dias 19 a 21 de março, no Malecón, com a chegada da Flotilha Nuestra América, para debater a crise enfrentada pela ilha e organizar ações concretas de apoio ao povo cubano.

Em entrevista ao Portal Vermelho, a cientista política Ana Prestes, secretária de Relações Internacionais do PCdoB, detalhou os objetivos da missão e alertou para a gravidade do momento: “O bloqueio mais grave que já ocorreu dos Estados Unidos contra Cuba está em curso. É uma prioridade emergencial, a prioridade das prioridades”. Segundo ela, a conferência reúne diferentes redes do campo progressista internacional.

Doações e apoio concreto à população cubana

O encontro internacional será marcado pela entrega de doações arrecadadas por campanhas de solidariedade em diversos países. Entre os principais itens estão medicamentos, alimentos básicos e produtos de higiene.

“O objetivo é entregar tudo que já foi coletado, conhecer melhor a situação em Cuba, o que eles estão mais precisando, e discutir formas de solidariedade”, explicou Ana Prestes. A conferência reunirá partidos comunistas e progressistas, organizações populares, sindicatos e entidades estudantis em um gesto político de resistência ao imperialismo. Um dos itens mais importantes são os painéis solares, enviados para ajudar a enfrentar a crise energética provocada pela escassez de combustível.

A flotilha 

Um dos símbolos mais potentes da mobilização é a Flotilha Nuestra América, comboio global de ajuda humanitária liderado pelo brasileiro Thiago Ávila, que chegará a Havana no dia 21 de março. “Algumas embarcações vão se dirigir ali para Havana, justamente para mostrar esse furo do bloqueio”, destacou Ana.

A flotilha parte do México, da região de Yucatán, e busca romper fisicamente o cerco imposto por Washington, demonstrando que Cuba não está isolada.

Mobilização no Brasil

No Brasil, a campanha de solidariedade envolve diversas organizações populares, entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), movimentos sociais e partidos progressistas. Além da coleta de medicamentos e alimentos, uma das prioridades é a arrecadação de recursos para a compra de placas fotovoltaicas.

O que Cuba mais precisa: de alimentos a painéis solares

As campanhas de arrecadação no Brasil priorizam itens essenciais para enfrentar a crise humanitária agravada pelo bloqueio. Entre os produtos mais solicitados estão:

  • Alimentos básicos: leite em pó, itens de primeira necessidade;
  • Higiene pessoal: absorventes, sabonetes, produtos de limpeza;
  • Medicamentos: analgésicos e remédios de uso contínuo;
  • Energia renovável: placas fotovoltaicas, que já representam quase 20% da geração diária de energia necessária na ilha.

Questão estratégica para a América Latina

Ana Prestes classificou o endurecimento do embargo por Donald Trump — com medidas que autorizam o confisco de navios que levem petróleo a Cuba — como parte de uma estratégia regional de cerco. Para ela, a luta contra o bloqueio a Cuba é estratégica para o Brasil: “Como potência política e exportador de petróleo, temos capacidade de ser solidário a Cuba de forma estratégica”. A articulação com o governo Lula para envio de combustível à ilha é uma das frentes prioritárias da campanha.

A campanha também visa pressionar governos progressistas da região a enviarem combustível a Cuba.

Calendário de luta ao centenário de Fidel

A solidariedade a Cuba terá desdobramentos ao longo de 2026. Confira as principais datas:

      • 18 de março: Atividade na Assembleia Legislativa de São Paulo;
      • 21 de março: Lançamento da Campanha Nacional de Arrecadação de Medicamentos e chegada da Flotilha Nuestra América a Havana;
      • 26 a 29 de março: Conferência Internacional Antifascista, em Porto Alegre;
      • 15 de abril: Marcha das centrais sindicais em Brasília, com articulação do movimento sindical pela solidariedade a Cuba;
      • 1º de maio: Brigadistas internacionalistas participarão das comemorações do Dia dos Trabalhadores em Cuba, entregando medicamentos coletados;
      • 26 de julho: Dia Nacional da Rebeldia Cubana, com atividades políticas e culturais no Brasil;
      • 13 de agosto: Celebração do centenário de Fidel Castro, com iniciativas em todo o país.

Cuba, sim! Bloqueio, não!

Veja no Instagram da Mídia Ninja: a ativista Greta Thunberg ( @gretathunberg) denuncia estrangulamento de Cuba pelos EUA e anuncia 21 de março como Dia Internacional de Solidariedade com Cuba.

https://www.instagram.com/reels/DV36yF0AR45/

Cuba resiste

O instagran da deputada estadual Marina do MST (RJ), traz a mensagem: “Mesmo diante de tantas adversidades, Cuba segue resistindo. O país continua formando médicos, investindo em saúde pública e defendendo a dignidade do seu povo. Por isso, está em curso uma campanha de solidariedade para enviar medicamentos e apoiar o povo cubano. A solidariedade internacional sempre foi fundamental para enfrentar o bloqueio e garantir que a vida continue florescendo na ilha”, diz o post com Informações para doação (PIX): CNPJ: 11.586.301/0001-65, do Instituto Cultivar. No banco: Caixa Econômica Federal; Agência: 1231 | Operação: 1292; Conta Corrente: 000577559399-1

https://www.instagram.com/reels/DV6oJxfieu9/

 

Carta aberta:
“Meu povo vive hoje
não é uma crise. É um assassinato lento, calculado e friamente executado a partir de Washington”.

CARTA ABERTA AO MUNDO: DE CUBA, UMA MULHER A PÉ DENUNCIA O CRIME QUE NÃO QUEREM VER

Por Ikay Romay

À humanidade inteira, às mães do mundo, aos médicos sem fronteiras, aos jornalistas com dignidade, aos governos que ainda acreditam na justiça:

Meu nome é milhões. Não tenho apelidos conhecidos nem acusações importantes. Eu sou uma cubana comum. Uma filha, uma irmã, uma patriota. E eu escrevo isto com a alma rasgada e as mãos tremendo, porque o que meu povo vive hoje não é uma crise. É um assassinato lento, calculado e friamente executado a partir de Washington.

E o mundo olha para o outro lado.

👵 DENÚNCIA PELOS MEUS AVÓS:

Denuncio que em Cuba há idosos que morrem cedo porque o bloqueio impede que cheguem medicamentos para o coração, pressão, diabetes. Não é falta de recursos. É proibição deliberada. Empresas que querem vender a Cuba são multadas, perseguidas, ameaçadas. Seus governos estão calados. E enquanto isso, um avô cubano aperta o peito e espera. A morte não avisa. O bloqueio sim.

👶 DENUNCIA PELOS MEUS FILHOS:

Denuncio que há incubadoras em Cuba que devem ter sido desligadas por falta de combustível. Que há recém-nascidos lutando pela sua vida enquanto o governo dos EUA decide quais países podem nos vender petróleo e quais não podem. Que há mães cubanas que viram a vida dos seus filhos ameaçar porque uma ordem assinada em um escritório de Washington vale mais do que o choro de um bebê a 90 milhas da sua costa.

Onde está a comunidade internacional? Onde estão as organizações que tanto defendem a infância? Ou as crianças cubanas não merecem viver?

🍽️ DENUNCIA POR FOME INTENCIONAL:

Eu denuncio que o bloqueio é fome programada. Não é que falte comida só porque sim. É que eles nos impedem de comprá-la. É que navios com comida são perseguidos. As transações bancárias são bloqueadas. É que as empresas que nos vendem grãos, frango, leite são sancionadas.

A fome em Cuba não é um acidente. É uma política de Estado do governo dos EUA, refinada por 60 anos, atualizada por cada administração, recrudescida por Donald Trump e executada com sanha por Marco Rubio.

Eles chamam a isto “pressão económica”. Eu chamo de terrorismo com fome.

⚕️ DENÚNCIA PELOS MEUS MÉDICOS:

Denuncio que nossos médicos, os mesmos que salvaram vidas na pandemia enquanto o mundo inteiro desmoronou, hoje não tem seringas, nem anestesia, nem equipamento de raio-X. Não porque não saibamos produzi-los. Não porque não tenhamos talento. Mas porque o bloqueio nos impede de aceder a insumos, peças, tecnologia.

Nossos cientistas criaram cinco vacinas contra a COVID-19. Cinco. Sem ajuda de ninguém Contra vento e maré. Contra bloqueio e mentiras. E ainda assim, o império nos castiga por termos conseguido.

🌍 AO MUNDO EU DIGO:

Cuba não lhes pede esmola.
Cuba não lhes pede soldados.
Cuba não lhes pede que nos amem.

Cuba pede justiça. Nada mais. Nada menos.

Peço que parem de normalizar o sofrimento do meu povo.
Peço que chamem o bloqueio pelo nome: CRIME DE LESA HUMANIDADE.
Peço-lhes que não se deixem enganar pelo conto do “diálogo” e da “democracia” enquanto nos apertam o pescoço.

No queremos caridad. Queremos que nos DEJEN VIVIR.

Aos governos cúmplices que se calam:
A história vai dar-lhes conta.

Para a mídia que mente:
A verdade sempre encontra fendas.

Aos carrascos que assinam sanções:
O povo cubano não esquece e não perdoa.

Aos que ainda tem humanidade no peito:
Olhem para Cuba. Vejam o que lhe estão a fazer. E pergunte a si mesmo: De que lado da história eu quero estar?

Desta pequena ilha, com uma cidade gigante,
Uma cubana a pé que se recusa a render.

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Não me importo se você tem 10 amigos ou 10 mil seguidores.
Não me importo se o seu muro é público ou privado.
Não me importo se você nunca compartilha nada.

Mas isto é diferente.

Isto não é uma foto de um pôr do sol.
Isto não é uma notícia de espectáculo.
Isto não é mais uma opinião.

Isso é um GRITO. E os gritos não se guardam. OUVINDO. Eles se REPLICAM. TORNAM-SE MULTIDÃO

Não estou pedindo um curtida hoje.
Peço-te que uses os teus polegares para algo maior do que deslocar a tela.

COMPARTE.

Para que o mundo saiba que em Cuba não há crise.
Há um CRIME.

Para que as mães de outros países saibam que aqui tem bebês lutando em incubadoras apagadas pelo bloqueio.

Para que os avós de outras terras saibam que aqui há idosos que morrem esperando medicamentos que Washington não deixa entrar.

Para que os governos cúmplices sintam vergonha.
Para que a mídia mentirosa não tenha como fugir.
Para que os carrascos saibam que NÃO NOS CALAMOS.

Uma pessoa compartilhando isso não muda o mundo.
Milhares, milhões, sim.

(…)

FAÇA ESSA DENÚNCIA IR MAIS LONGE QUE O BLOQUEIO.

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#CubaDenunciaAlMundo
#ElBloqueoMata
#NiñosSinIncubadoras
#AncianosSinMedicinas
#HambreIntencional
#CrimenDeLesaHumanidad
#CubaVive
#COMPARTEporCuba
#QueElMundoNosEscuche
#DenunciaQueDuele
#CubaGrita
#ElBloqueoEsCrimen
#ViralizaLaVerdad
#PatriaOMuerte
#Venceremos

Ikay Romay

 

 

Cuba: sem perder a ternura 

Visite o HOT SITE do Sintufrj

Acesse o link https://sintufrj.org.br/cuba-sem-perder-a-ternura/

Ou clique nas imagens abaixo:

 

No mês da mulher, vamos nos reunir para um importante momento de diálogo, informação e acolhimento

Quarta-feira, 25 de março
14h às 17h
Espaço Cultural do Sintufrj
Atividade híbrida

Roda de conversa em celebração ao mês da mulher, com a participação da Dra. Juliana Bauly, que irá destacar as novas medidas do governo federal voltadas à proteção de vítimas de crimes contra a dignidade sexual.
Um encontro pensado para promover conscientização, compartilhar informações e debater os avanços nas políticas públicas.
Participe, fortaleça essa luta e ajude a ampliar esse debate!

 

O Grupo de Trabalho Antirracista do Sintufrj promoveu mais um debate qualificado nesta quarta-feira, 18 de março, transformando sua reunião mensal em atividade de greve. O tema em discussão foi “Letramento Racial” e teve como convidadas Luciene Lacerda, do Núcleo de Estudos de Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi/UFRJ) e Sandra Batista Martins, diretora de Relações Étnico Raciais da Superintendência Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade (SGAADA).

Cada vez mais o GT investe no trabalho de formação descortinando a pauta antirracista. O letramento racial é um conjunto de práticas pedagógicas e reflexivas que capacita indivíduos a reconhecer, criticar e combater o racismo estrutural e atitudes racistas no cotidiano. Visa conscientizar sobre a hierarquização racial, desconstruir preconceitos enraizados e promover a equidade, sendo essencial para transformar relações sociais e institucionais.

As palestrantes abordaram aspectos do letramento racial tais como conscientização estrutural e educação para o combate de atitudes racistas, fizeram uma reflexão sobre a branquitude abordando ações práticas para a mudança de comportamento focando na construção de um ambiente de trabalho e social mais inclusivo. O processo de letramento racial busca um entendimento profundo sobre raça, racialização, preconceito e discriminação, tornando-se uma ferramenta política fundamental para a igualdade.

 

Sandra Batista abordou a questão do racismo, começando com a ideia de “clarear” a situação e transformar o negativo em positivo. Ela falou sobre o uso de expressões racistas e como elas estão enraizadas na cultura, citando muitos exemplos. Ele reconhece a dificuldade de mudar essas atitudes, mas enfatizou a necessidade de combater o racismo e as palavras que perpetuam a discriminação.

“Uma das coisas que a gente tem de pensar, não é só como a gente ouve as palavras. Palavras racistas. Mais sim nas alternativas que a gente pode dar a essas palavras. Aí é onde a gente começa a entender e aprender a agir diante de uma fala racista. Você vai questionar aquela pessoa, vai corrigir ou vai simplesmente se calar? Porque às vezes não vale a pena na nossa cabeça e a pessoa vai continuar reproduzindo. E qual é o papel que nos cabe como pertencentes a UFRJ? Então eu acho que além de sabermos as expressões, eu acho importante sabermos como agir diante de uma situação de racismo, de uma palavra racista, trocar essas palavras, utilizar sinônimos”, refletiu.

Ao final de sua apresentação Sandra sugeriu para o GT a criação de um manual de bolso e ou cartilha para distribuir dentro da UFRJ para municiar as pessoas para a troca de palavras e expressões racistas.

 

Luciene Lacerda chamou a atenção para a importância de uma política que considere a diversidade e combata o racismo, especialmente em áreas como educação e representação política. Ela compartilhou sua experiência com a falta de representação de crianças negras em uma creche, destacando como isso transmite a mensagem de que certos grupos são mais importantes. Ela também criticou a forma como partidos políticos utilizam a imagem de mulheres negras sem que elas ocupem posições de poder real, questionando a autenticidade de políticas que dizem ser “para todos”.

Luciene enfatizou a necessidade de analisar criticamente as políticas e ações, buscando entender quem são os verdadeiros beneficiários e se elas refletem uma verdadeira inclusão.

“Você deve pensar em qualquer significado do seu trabalho olhando as relações raciais. Se olharem as chamadas de partidos políticos, como essa questão racial começa a chamar atenção. Como o fato, principalmente, com a repercussão que foi a morte da Mariele Franco, uma parlamentar, mulher, negra. Começou-se a perceber que se as mulheres negras são o maior número, são as que poderiam, por exemplo, mudar as leis. Todos os partidos têm suas apresentadoras como mulheres negras, todos, mas ela apresenta só o programa. E aí começa a aparecer quem dirige o partido ou então as figuras de parlamentares que são, principalmente, homens brancos. Então, você pode questionar a essas pessoas. Qual é a política que se pensa sobre isso? O que vai se fazer para essa questão, para essa política? Que política você está pretendendo fazer? Se for a farsa de mostrar uma pessoa negra por trás de uma política absolutamente racista, machista, homofóbica, lesmofóbica, ou que tipo de política se pretendeu? Quando alguém começa a dizer, isso é para todos, eu já começo a desconfiar. Todos, por que e para quem?”,  inquiriu Luciene, uma das idealizadoras da campanha 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo que está em sua 10ª edição.

 Livros

Ao final da atividade, o tradicional sorteio de livros do GT brindou Solanne Alves e Hilem Moisés com os livros de Conceição Evaristo, “Insubmissas Lágrimas de Mulheres” e “Literatura Negra”.

Lucien Lacerda fez sua apresentação on line

A secretária de Combate ao Racismo da CUT, Luiza Borba, afirmou que a central está junto com o GT do Sintufrj para a construção de uma sociedade antirracista