Protesto ocorre nesta quinta-feira (10), a partir das 17h, na Praça XV

Por Brasil de Fato

Movimentos sociais populares convocaram para esta quinta-feira (10), a partir das 17h, um protesto pela taxação dos super-ricos em frente à Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, localizada na Praça XV, no centro da cidade. A organização do ato é articulada nacionalmente pelas Frentes Povo sem Medo e Brasil Popular.

Segundo o texto assinado pelas frentes, o povo vai às ruas denunciar que setores do Congresso Nacional tentam barrar medidas que beneficiam o trabalhador, como a isenção de imposto de renda a quem ganha até R$ 5 mil e o fim da escala 6×1.

O ato faz parte de uma mobilização nacional que ganhou as redes sociais e vai ocupar as ruas com protestos confirmados em diversas capitais do país, em defesa de justiça tributária e políticas que reduzam as desigualdades.

“O povo vai às ruas de forma pacífica e democrática para pressionar o Congresso. Chega de fazer os pobres pagarem pela crise no orçamento! É hora de o andar de cima assumir sua responsabilidade”, afirmam as organizações populares.

Congresso encurralado

Segundo pesquisa da AtlasIntel, 58% dos entrevistados apoiam a chamada “taxação BBB” — bilionários, bancos e bets, as casas de apostas online. A mesma pesquisa indica que a população considera que o Congresso agiu para favorecer empresários e o mercado financeiro quando derrubou o decreto presidencial que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Para o deputado estadual Carlos Minc (PSB), é hora de encurralar o Congresso com a pauta da justiça tributária, pois o tema coloca o dedo na ferida dos políticos inimigos da vontade popular.

“A esquerda encontrou seu norte e seu mote e está colocando o dedo na ferida da injustiça fiscal e social, das emendas bilionárias, dos super salários, das isenções fiscais sem limite nem justificativa!”, afirmou.

Para a deputada estadual Renata Souza (Psol), o recado virá das ruas, nos atos da próxima quinta-feira (10) em todo país. “Enquanto o povo sangra diante de uma escala de trabalho desumana, sem acesso à saúde, moradia digna, emprego e renda, os super-ricos acumulam lucro em cima da miséria e da pobreza da população brasileira”, escreveu nas redes sociais.

Já o deputado federal Lindbergh Farias (PT) citou o levantamento da AtlasIntel para afirmar que a população brasileira defende as medidas de ajuste tributário propostas pelo governo federal. “O povo tá do nosso lado, do lado do presidente Lula! Quem ganha milhões precisa, sim, pagar mais. Chega de privilégio! É hora de justiça tributária”, afirmou o parlamentar.

Trabalhadores e entidades novamente empreendem mobilização contra nova tentativa de “reformar” o Estado e o serviço público aos moldes privatistas. Jornada de Lutas contra a Reforma Administrativa vem sendo realizada desde o início de julho, com atividades para pressionar os parlamentares a se posicionarem contra qualquer medida que ataque os direitos dos servidores e que contribua para o desmonte dos serviços públicos.

Ato em Brasília e nos estados serão realizados no dia 14, data prevista para apresentação do relatório final do GT da Reforma Administrativa e sua possível votação. No Rio, o Sintufrj realiza paralisação nos dias 15 e 16, com debate pela manhã e ato de rua no dia 15. A mobilização prossegue com assembleia dia 16.

Seminário converge para ações conjuntas

Nesta terça-feira, 8, ocorreu o” Seminário sobre a Reforma Administrativa” da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados. Para o dia 14, data prevista para apresentação do relatório final do GT da Reforma Administrativa, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), o qual a Fasubra faz parte, realizará ato no Anexo II da Câmara dos Deputados.

No seminário, parlamentares, especialistas e entidades representativas fizeram críticas à Reforma Administrativa e apresentaram os impactos sobre o serviço público e a sociedade brasileira.

“Os servidores não podem ser transformados em servidores em cargos em extinção. Estamos visualizando movimentos muito perigosos de modificações da estrutura de Estado sem um debate profundo com os servidores e a sociedade. Queremos realizar o debate necessário”, afirmou a presidente da Frente Parlamentar, a deputada Alice Portugal (PCdoB – BA), na abertura do seminário.

Ela sustentou que os servidores querem debater sim a permanência da mesas de negociação, a finalização dos processos negociais celebrados com o governo e o cumprimento  de legislações aprovadas como os pisos salariais de categorias “proletarizadas” como agentes de saúde e profissionais de enfermagem .

Ao final do seminário eles definiram ações em conjunto em defesa dos serviços públicos. A programação incluiu também, a apresentação de palestras com abordagens sobre as diretrizes para a transformação do Estado, a análise do contexto do serviço público brasileiro, além de um panorama das estratégias legislativas, em torno da Reforma Administrativa.

Segundo a Frente Parlamentar, em nota pública, a partir do momento em que foi instaurado, na Câmara dos Deputados, “um Grupo de Trabalho (GT) para a Reforma Administrativa — constituído de pouca representatividade e de quase total falta de diálogo com a sociedade —, o seminário surge como espaço legítimo de construção de alternativas e unificação de estratégias contra retrocessos”.

O discurso do GT é a valorização do serviço públicos, mas há propostas que precarizam vínculos e flexibilizam a estabilidade. O que se discute neste grupo que é composto pela oposição ao governo Lula e integrantes do Centrão – bloco de parlamentares que legislam em prol de interesses específicos – é o fim da paridade entre servidores ativos e inativos, a flexibilização de contratos de trabalho no serviço público, a regulamentação de contratações temporárias, regras para o teletrabalho, mudanças nos critérios de progressão nas carreiras e a criação de incentivos baseados em desempenho.

SEMINÁRIO EM BRASÍLIA discutiu a proposta de Reforma Administrativa

Trabalhadores da área de segurança na UFRJ realizaram nesta quarta-feira reunião preliminar para iniciar a organização da participação no Seminário Nacional de Segurança das Ifes e Ebtt. O evento está previsto para entre 6 e 10 de outubro, em Brasília.

 A incidência do imposto de renda viola a natureza compensatória do benefício

O SINTUFRJ ajuizará ação coletiva com o objetivo de impedir a cobrança de Imposto de Renda da Pessoa Física sobre o Benefício Especial pago aos servidores públicos federais que optaram pela migração ao Regime de Previdência Complementar, conforme previsto no art. 3º da Lei 12.618/2012.

A ação defenderá que o Benefício Especial possui natureza compensatória, pois tenciona ressarcir os servidores pelos valores que contribuíram para o Regime Próprio de Previdência Social além do teto do Regime Geral antes da migração. A manutenção da exação viola os princípios da legalidade tributária, da proteção da confiança, da vedação ao confisco e do respeito aos direitos adquiridos.

Segundo o advogado Rudi Cassel, sócio do escritório Cassel Ruzzarin Advogados, “não se trata de acréscimo patrimonial, mas de mecanismo de justiça contributiva e equilíbrio atuarial”. Além do depósito em juízo dos valores controversos, a ação pedirá a restituição dos valores indevidamente retidos nos últimos cinco anos, devidamente corrigidos e acrescidos de juros. A tese já foi acolhida em decisão recente, que reconheceu o caráter não tributável do Benefício Especial.

O sindicato ajuizará, ainda, ação coletiva objetivando também a isenção do imposto de renda sobre o benefício especial dos servidores aposentados com doença grave, hipótese na qual a tributação viola outros preceitos além daqueles relativos aos servidores em geral, especialmente porque a legislação isenta o imposto dos aposentados com doença grave.

 

“Violência contra a pessoa idosa” foi o tema da roda de conversa da reunião dos Aposentados(as) e Pensionistas do Sintufrj realizada nesta quarta-feira, 9, a partir das 10h, no Espaço Cultural da entidade. A exposição pela coordenadora Selene Vaz, advogada, teve como fontes a Constituição Federal e, especificamente, o Estatuto da Pessoa Idosa.

“Esse é um debate necessário e urgente e por isso a ONU instituiu a data de 15 de junho como Dia Mundial de Conscientização Sobre a Violência Contra a Pessoa Idosa. E a partir da deflagração da campanha Junho Violeta são realizadas ações, visando promover o respeito, a dignidade e o combate a todas as formas de violência contra pessoas com 60 anos ou mais”, explicou Selene.

“Expor as dificuldades impostas às pessoas idosas no seu dia a dia, alertá-las contra golpes, orientá-las sobre seus direitos e como se defender das várias formas de violência é também tarefa do Sintufrj para com os aposentados e pensionistas”, complementou a coordenadora Marli Rodrigues.

Lutas

A coordenadora Ana Célia abriu a reunião com informes sobre o resultado até o momento das mobilizações pelo cumprimento das pendências do acordo de greve que beneficiam os aposentados e dependem do governo, como o reposicionamento no PCCTAE, e da Reitoria, que é a implantação da aceleração.

Sobre a pauta interna entregue à Reitoria em 2024, que reivindica, entre outros direitos, que os aposentados participem dos colegiados superiores e possam votar na eleição para reitor, segundo Ana Célia, ainda é aguardada uma resposta.

Informações atualizadas

O coordenador-geral do Sintufrj e coordenador de Comunicação da Fasubra, Francisco de Assis, compartilhou a luta atual dos técnicos-administrativos em educação em todo o país e dos trabalhadores em geral, contra a aprovação da reforma administrativa que voltou como pauta no Congresso Nacional — uma reedição de parte da PEC 32, que determina o fim dos serviços públicos e tudo que a categoria já conquistou como servidor. “Já derrubamos essa PEC no passado com as mobilizações de rua, mas o grupo de parlamentares (deputados e senadores) inimigos do povo querem aprová-la de qualquer jeito”, disse o dirigente.

“Esses parlamentares emparedaram o governo para garantir seus privilégios. Por isso são contra a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e querem isentar as grandes empresas de pagarem mais impostos. Esse momento da conjuntura é de intensificar a mobilização contra a reforma administrativa e pelo cumprimento integral do acordo de greve, e pela participação no plebiscito popular”, acrescentou Assis.

Atenção em quem votar nas próximas eleições foi o alerta deixado pelos coordenadores na reunião e reforçado pelos participantes que se manifestaram sobre a conjuntura. Para que não se leve para o Congresso Nacional deputados e senadores que legislam contra os trabalhadores. O mesmo cuidado deve-se ter ao votar em prefeitos, vereadores e deputados estaduais.

  • Leia matéria completa na edição do Jornal do Sintufrj 1457.
ANA, MARLI E SELENE, coordenadoras na reunião de aposentados
SELENE VAZ, palestra acerca da violência contra idosos

 

FRANCISCO DE ASSIS atualizou informações sobre a agenda de luta

Representantes de entidades de servidores federais – entre os quais do Sintufrj – entregaram ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, agora há pouco, um documento onde cobram rejeição do governo ao texto base da proposta de reforma administrativa que sequestra direitos dos servidores, em gestação no Congresso. “Estamos juntos. Serviço Público é importante”, foi o que disse o ministro.

O documento também exige o cumprimento integral do acordo de greve assinado em 2024.

O ato aconteceu durante visita do ministro ao Hospital do Fundão para lançar nas unidades de saúde da UFRJ o programa ‘Agora tem especialista’.

Na visita, Padilha estava acompanhado da primeira-dama Janja da Silva. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e as deputadas Benedita da Silva (PT/RJ) e Jandira Feghali também estavam presentes. Padilha, Janja e comitiva foram recebidos pelo reitor Roberto Medronho.

Estão previstas para hoje uma maratona de cirurgias no HUCFF, Maternidade Escola e IPPMG.

O Programa Agora tem Especialistas é uma iniciativa do Ministério da Saúde cujo objetivo anunciada é reduzir o tempo de espera por atendimentos no Sistema Único de Saúde – SUS.

Reunidas no Fórum das Entidades do Serviço Público Federal no Estado do Rio de Janeiro, as organizações abaixo reafirmam a importância da mobilização contra a Reforma Administrativa e pela valorização dos serviços públicos.
Participaram da reunião:

ADUFF • ANDES-SN • ASFOC-SN • ASSIBGE (Núcleo Chile) • SINDISEP-RJ • SINDSCOPE • SINTIFRJ • SINTUFRJ • SINTUR-RJ

📌 INFORMES:
• O FONASEFE realizará ato nacional em Brasília no dia 14/7.
• O Fórum manterá reuniões semanais, fortalecendo a articulação entre as entidades do RJ.
• Encaminhado: buscar diálogo com sindicatos estaduais e municipais para construção de uma reunião unificada, pois a Reforma Administrativa é uma ameaça a todo o funcionalismo.

🗓️ AGENDA DE LUTAS

📍 SÁBADO – 05/07 | 9h – Fundão (UFRJ)

ATO na visita do MGI | Entrega de carta aberta e faixas
• Comissão de elaboração da carta: Esteban, Cláudia, Paulinho (ASFOC) e Raul
• A carta será subscrita pelas entidades presentes
• Elaboração do CARD do ato: responsabilidade da UFRJ
⚠️ Entidades devem confirmar presença no ato.

📍 TERÇA – 15/07 | 15h – Buraco do Lume (Centro)

PROTESTO UNIFICADO CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA

📍 QUARTA – 17/07 | 17h – Sede do Sindisep-RJ

📌 REUNIÃO AMPLIADA DO FÓRUM ESTADUAL DAS ENTIDADES
📍 Local: Rua Visconde de Inhaúma, 58, sala 1108 – Centro do Rio (próximo à Candelária)

🔊 É hora de ampliar a unidade e intensificar a mobilização em defesa dos nossos direitos e dos serviços públicos!

 

Temas importantes para a população ficam nas mãos de um congresso que legisla para os ricos, por isso um plebiscito popular sobre o fim da jornada 6×1, a isenção do Imposto de Renda e taxação dos mais ricos, e água e saneamento para todos, está nas ruas para que o povo possa dar seu voto e assim podermos pressionar o congresso e os parlamentares para que esses projetos entrem em pauta e sejam aprovados.

Na UFRJ a campanha foi iniciada com votação nos dias 3 e 4 de julho, no Instituto de Física. A iniciativa é de movimentos sociais, centrais sindicais, sindicatos, partidos políticos, igrejas, organizações populares e movimentos estudantis, que iniciaram a campanha em 1º de julho e que vai até 7 de setembro. A proposta do governo Lula para dar descontos ou isentar do Imposto de Renda (IR) mais de 90 milhões de brasileiros e a PEC que prevê o fim da escala 6×1 de autoria da deputada federal Erika Hilton (Psol) encontram resistência no Congresso.

O resultado do plebiscito será entregue a Lula e aos presidentes da Câmara de Deputados, Hugo Motta (Republicanos), do Senado, David Alcolumbre (União), e ao vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Edson Fachin. Pela página plebiscitopopular.org.br pode-se obter todas as informações para ajudar nessa mobilização.

Os participantes respondem a três perguntas:

1-Você é a favor da redução da jornada de trabalho sem redução salarial, e pelo fim da escala 6×1?

2-Você é a favor de que quem ganhe mais de R$ 50 mil pague mais imposto, para que quem ganhe até R$ 5 mil não pague imposto de renda?

3-Você concorda que a água e o saneamento devem ser considerados um direito de todos e não mercadorias para dar lucro?

Calendário das votações

1º a 6 de julho – 1º Mutirão de Votação

25 a 27 de julho – 2º Mutirão de Votação

29 a 31 de agosto – 3º Mutirão de Votação

1º a 7 de setembro – Semana Nacional de Mobilização com Grandes Votações

 

Isenção beneficiará 25 milhões de famílias

A proposta para dar descontos ou isentar do Imposto de Renda (IR) mais de 90 milhões de brasileiros é do governo Lula. Quem recebe até R$ 5 mil por mês não pagará o imposto — que também será cobrado em valor reduzido para quem ganha até R$ 7 mil mensais. Para compensar os cofres públicos, o projeto de lei (PL) 1.087/2025 propõe o estabelecimento de um piso na cobrança de Imposto de Renda de quem recebe mais de R$ 50 mil por mês. O texto prevê que o tributo mínimo ficará entre R$ 18,7 mil e R$ 120 mil por ano.

O governo espera que as regras de isenções funcionem a partir de 2026. Para isso, Câmara, que está com o texto, e Senado devem aprovar o projeto ainda neste ano. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o projeto do governo beneficiará 25 milhões de famílias.

 

Resistência

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Quaest dia 2 de julho revelou que a maioria dos deputados federais são contra o fim da escala 6×1. Segundo o levantamento, 70% dos parlamentares se opõem à  PEC que acaba com a jornada de seis dias de trabalho seguidos com apenas um dia de descanso. O estudo da Quaest mostra ainda que apenas 22% dos parlamentares apoiam o fim da escala 6×1, enquanto 8% não souberam ou preferiram não responder.

O levantamento ouviu 203 deputados (40% do total da Câmara) com amostragem definida com base em extratos de região e posicionamento ideológico dos partidos. As entrevistas foram realizadas entre os dias 7 de maio e 30 de junho. A margem de erro estimada é de 4,5 pontos percentuais.

O fim da escala 6×1, uma das principais pautas do movimento Vida Além do Trabalho (VAT), liderado junto ao vereador Rick Azevedo (Psol-RJ), é defendido por Erika Hilton (Psol) por ter efeitos indiretos sobre a informalidade. Ela compara a proposta, em impacto social, à implementação de cotas. “Abolir a escala 6×1 é também abraçar, acolher, respeitar e dar um afago a esse trabalhador tão judiado e violado em seus direitos desde a escravidão”, afirma.

Num país que se construiu sobre os alicerces da escravidão e que, ainda hoje, nega oportunidades, silencia vozes e extermina pessoas negras, combater o racismo é um dever diário e coletivo. O desafio persistente do racismo estrutural e institucional requer esforços contínuos da sociedade para superá-lo. Portanto, torna-se cada vez mais crucial investir e desenvolver políticas públicas inclusivas que promovam a igualdade racial em todo o país.

O racismo é considerado crime e deve ser denunciado em todas as instâncias. Nossa sociedade traz consigo as marcas de um passado de escravidão, uma realidade incontestável que permeia nossa história. Reconhecer essa herança é fundamental para erradicar atitudes racistas e lutar contra todas as formas de discriminação racial.

. O racismo é classificado como crime pela Lei nº 14.532, de 11 de janeiro de 2023, com pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. Não há possibilidade de fiança, e o crime é considerado imprescritível.

Está disposto na lei que “deve considerar como discriminatória qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou a grupos minoritários que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos em razão da cor, etnia, religião ou procedência.”.

A cor da pele nunca vai definir o valor de uma pessoa. Portanto, se presenciou ou foi vítima de discriminação racial, denuncie!

Disque 190 – Polícia Militar

Disque 100 – Direitos Humanos

Procure uma autoridade ou a delegacia mais próxima.

Fonte: Secretaria Nacional de Assistência Social / MDS / Blog Rede SUAS/ SindJustiça-Recife