FONTE: FASUBRA

Na manhã desta segunda-feira (14), a FASUBRA Sindical esteve presente em mais uma mobilização contra a Reforma Administrativa, desta vez em frente ao Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília. A manifestação integra a agenda da Jornada de Lutas contra a Reforma Administrativa, convocada por diversas entidades representativas do funcionalismo público.

A Direção Nacional da FASUBRA, acompanhada por representantes de entidades de base filiadas, reforçou o coro contra a proposta que ameaça direitos históricos dos servidores públicos e compromete a qualidade dos serviços prestados à população.

Com palavras de ordem, faixas e discursos firmes, os manifestantes denunciaram os impactos nocivos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32, que, segundo os movimentos sindicais, abre caminho para a privatização de serviços públicos, enfraquece a estabilidade dos servidores e promove a precarização das relações de trabalho no setor público.

Os dirigentes das entidades fizeram visitas aos gabinetes dos parlamentares do grupo de trabalho para verificar o andamento da publicação do relatório da reforma administrativa.

A FASUBRA Sindical volta a manifestar sua preocupação diante da reedição das ameaças contidas na famigerada PEC 32, agora ressurgindo por meio do Grupo de Trabalho (GT) da Reforma Administrativa na Câmara dos Deputados. Para a Federação, a movimentação recente do GT representa uma tentativa disfarçada de avançar com propostas que colocam em risco o serviço público, os direitos dos servidores e o acesso da população a políticas públicas essenciais.

A entidade reforça seu posicionamento contrário a qualquer forma de precarização do Estado e convoca a categoria e demais setores do funcionalismo a permanecerem em alerta e mobilizados para barrar qualquer retrocesso. A luta em defesa do serviço público de qualidade e dos direitos dos trabalhadores continua firme.

A presença da FASUBRA no ato reafirma o compromisso da entidade com a defesa do serviço público, da educação e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. A mobilização desta segunda-feira é mais uma entre as várias atividades previstas na Jornada de Lutas, que seguirá ao longo da semana com plenárias, visitas a parlamentares e novos atos nos corredores do Congresso Nacional.

A FASUBRA orienta sua base a manter-se mobilizada e vigilante frente à tramitação da PEC 32, reforçando a pressão sobre os parlamentares para barrar a aprovação da proposta.

  • Rudi Meira Cassel – Sócio do Escritório Cassel Ruzzarin Associados, participante dos debates do GT de Reforma Administrativa.
  • Robson Barbosa – Advogado da Equipe Cassel Ruzzarin Associados.
  • Paulo Lindesay – Diretor da Executiva Nacional da ASSIBGE-SN/Coordenador do Núcleo Sindical Canabarro/Coordenador da Auditoria Cidadã da Dívida Núcleo RJ/Professor tutor da Auditoria Cidadã.

Terça-feira, 15, Auditório Manuel Maurício de Albuquerque, CFCH – Praia Vermelha

MOBILIZAÇÃO CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA E PELO CUMPRIMENTO INTEGRAL DO ACORDO DE GREVE

TERÇA – 15/07

10h – Praia Vermelha CFCH Auditório Manuel Maurício de Albuquerque; Debate ‘‘Resistir à Reforma Administrativa’’
– Paulo Lindsey – Assibge e Auditoria Cidadã da Dívida Pública
– Robson Barbosa e Rudi Meira Cassel – Assessoria Cassel Ruzzarin.

15h – Protesto Unificado do Fórum de Servidores Federais do Rio de janeiro. Buraco do Lume, Centro do Rio, ao lado da Nova Alerj.

QUARTA – 16/07

9h30 – Assembleia Geral Simultânea: Conjuntura e eleição de delegados à Plenária Nacional da Fasubra.
– Fundão – Auditório Bloco A CT
– Museu Nacional – Sala da Biblioteca, 1º andar.
– Macaé – Decania, Bloco A 2º andar – Sala 214

14h – GT Antirrascista Sintufrj; Auditório Leme Lopes – IPUB.

Na próxima terça-feira, 15 de julho, a partir das 15h, o Buraco do Lume, no Centro do Rio de Janeiro, será palco de um ato unificado convocado pelo Fórum de Servidores Federais do RJ. A mobilização tem como principal pauta o enfrentamento à Reforma Administrativa, que tramita no Congresso Nacional e ameaça direitos conquistados ao longo de décadas.

Com o lema “Saúde, educação e previdência com qualidade para o povo”, o ato reúne trabalhadoras e trabalhadores do serviço público federal, sindicatos, movimentos sociais e apoiadores da causa em defesa de serviços públicos gratuitos, de qualidade e acessíveis para toda a população.

A Reforma Administrativa é vista como um projeto que pode fragilizar a estabilidade dos servidores, enfraquecer o funcionalismo público, reduzir concursos e abrir caminho para privatizações. Os organizadores alertam para os impactos diretos sobre áreas essenciais como saúde, educação e previdência, especialmente para a população mais pobre que depende desses serviços diariamente.

Além do protesto no Centro, as entidades têm intensificado ações em universidades, hospitais e órgãos públicos para conscientizar a população sobre os riscos da proposta. A manifestação também reforça a luta por justiça social, contra o desmonte do Estado e em defesa de uma gestão pública comprometida com o bem comum.

A concentração será às 15h, com presença de diversas categorias, falas públicas, intervenções culturais e distribuição de materiais informativos. A expectativa é que o ato reforce a pressão popular contra o avanço da Reforma Administrativa e fortaleça a mobilização nacional por direitos e dignidade.

SERVIÇO:

Ato Unificado Contra a Reforma Administrativa

Terça-feira, 15 de julho

15h

Buraco do Lume – Centro, Rio de Janeiro

Em defesa da saúde, educação e previdência públicas e de qualidade

 

O ano de 2025 deveria ser um momento de celebração dedicado às oito décadas de existência da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas pode entrar para a história como o ano em que a ordem internacional construída a partir de 1945 desmoronou.

 

Leia a íntegra do artigo publicado em jornais da França, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Itália, Japão, China, Argentina e México:

As rachaduras já estavam visíveis. Desde a invasão do Iraque e do Afeganistão, a intervenção na Líbia e a guerra na Ucrânia, alguns membros permanentes do Conselho de Segurança banalizaram o uso ilegal da força. A omissão frente ao genocídio em Gaza é a negação dos valores mais basilares da humanidade. A incapacidade de superar diferenças fomenta nova escalada da violência no Oriente Médio, cujo capítulo mais recente inclui o ataque ao Irã.

A lei do mais forte também ameaça o sistema multilateral de comércio. Tarifaços desorganizam cadeias de valor e lançam a economia mundial em uma espiral de preços altos e estagnação. A Organização Mundial do Comércio foi esvaziada e ninguém se recorda da Rodada de Desenvolvimento de Doha.

O colapso financeiro de 2008 evidenciou o fracasso da globalização neoliberal, mas o mundo permaneceu preso ao receituário da austeridade. A opção de socorrer super-ricos e grandes corporações às custas de cidadãos comuns e pequenos negócios aprofundou desigualdades. Nos últimos 10 anos, os US$ 33,9 trilhões acumulados pelo 1% mais rico do planeta é equivalente a 22 vezes os recursos necessários para erradicar a pobreza no mundo.

O estrangulamento da capacidade de ação do Estado redundou no descrédito das instituições. A insatisfação tornou-se terreno fértil para as narrativas extremistas que ameaçam a democracia e fomentam o ódio como projeto político.

Muitos países cortaram programas de cooperação em vez de redobrar esforços para implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030. Os recursos são insuficientes, seu custo é elevado, o acesso é burocrático e as condições impostas não respeitam as realidades locais.

Não se trata de fazer caridade, mas de corrigir disparidades que têm raízes em séculos de exploração, ingerência e violência contra povos da América Latina e do Caribe, da África e da Ásia. Em um mundo com um PIB combinado de mais de 100 trilhões de dólares, é inaceitável que mais de 700 milhões de pessoas continuem passando fome e vivam sem eletricidade e água.

Os países ricos são os maiores responsáveis históricos pelas emissões de carbono, mas serão os mais pobres quem mais sofrerão com a mudança do clima. O ano de 2024 foi o mais quente da história, mostrando que a realidade está se movendo mais rápido do que o Acordo de Paris. As obrigações vinculantes do Protocolo de Quioto foram substituídas por compromissos voluntários e as promessas de financiamento assumidas na COP15 de Copenhague, que prenunciavam cem bilhões de dólares anuais, nunca se concretizaram. O recente aumento de gastos militares anunciado pela OTAN torna essa possibilidade ainda mais remota.

Os ataques às instituições internacionais ignoram os benefícios concretos trazidos pelo sistema multilateral à vida das pessoas. Se hoje a varíola está erradicada, a camada de ozônio está preservada e os direitos dos trabalhadores ainda estão assegurados em boa parte do mundo, é graças ao esforço dessas instituições.

Em tempos de crescente polarização, expressões como “desglobalização” se tornaram corriqueiras. Mas é impossível “desplanetizar” nossa vida em comum. Não existem muros altos o bastante para manter ilhas de paz e prosperidade cercadas de violência e miséria.

O mundo de hoje é muito diferente do de 1945. Novas forças emergiram e novos desafios se impuseram. Se as organizações internacionais parecem ineficazes, é porque sua estrutura não reflete a atualidade. Ações unilaterais e excludentes são agravadas pelo vácuo de liderança coletiva. A solução para a crise do multilateralismo não é abandoná-lo, mas refundá-lo sob bases mais justas e inclusivas.

É este entendimento que o Brasil – cuja vocação sempre será a de contribuir pela colaboração entre as nações – mostrou na presidência no G20, no ano passado, e segue mostrando nas presidências do BRICS e da COP30, neste ano: o de que é possível encontrar convergências mesmo em cenários adversos.

É urgente insistir na diplomacia e refundar as estruturas de um verdadeiro multilateralismo, capaz de atender aos clamores de uma humanidade que teme pelo seu futuro. Apenas assim deixaremos de assistir, passivos, ao aumento da desigualdade, à insensatez das guerras e à própria destruição de nosso planeta.

Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente da República do Brasil

Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202507/nao-ha-alternativa-ao-multilateralismo-afirma-lula-a-jornais-estrangeiros

A primeira reunião do GT Mulher sob a direção da nova Coordenação de Políticas Sociais – Adriana Mattos, Fabiane Marcondes e Norma Santiago – realizada nesta quinta-feira, 10 de julho, começou com uma nova dinâmica. Tendo como tema a violência doméstica foi exibido documentário “Cicatrizes” para provocar o debate.
Além dessa nova dinâmica foi inaugurado o projeto “Leitura em Ação” com o objetivo de estimular a leitura. Em toda reunião do GT dois livros serão sorteados para quem estiver participando. As coordenadoras da pasta anunciaram com prazer as propostas para fortalecer e estimular a participação nas reuniões do GT e comemoraram o quórum. Mais de 20 companheiras foram ao Espaço Cultural prestigiar a atividade do GT.

A reunião teve direito a pipoca para acompanhar a exibição do documentário e, mesmo sob um tema complexo, foi uma tarde agradável para as mulheres. Ela foi aberta com uma dinâmica em que cada uma se apresentou e falou sobre o que a motivava como força de vida.

O documentário que foi produzido por um coletivo de jovens denominado Academia Educar aborda a violência doméstica sob uma ótica diferente, a violência física e psicológica de um pai com a filha. Essa outra ótica trazida pela coordenação para a reunião foi muito elogiada pelas participantes. O debate foi profundo e produtivo.
Houve troca de impressões, informações e alertas sobre a necessidade de união da categoria feminina, conscientização sobre a realidade machista na sociedade em que vivem e mensagens de encorajamento para se engajar e abraçar a luta das mulheres.
Ao fim da reunião, a coordenadora Adriana Mattos apresentou alguns números sobre a violência contra a mulher no Brasil, como por exemplo, o nosso país ocupar o 5º lugar em feminicídio em todo o mundo.

 

Departamento de Enfrentamento ao Assédio e Conflitos no Trabalho
Todas as terças-feiras de 10h às 13h e 14h às 15h
Subsede da Praia Vermelha – Telefone: (21) 96549-2471

Esta quinta-feira, dia 10, dia de manifestações em todo país, convocadas por movimentos sociais populares pela taxação dos super ricos, contra setores do Congresso nacional que querem barrar direitos dos trabalhadores e pelo fim da escala 6 x 1, o ato no Rio será às 17h, na Bolsa de Valores. Mas o Sintufrj também levou seu protesto ao Conselho Universitário.

O representante técnico-administrativo Milton Madeira informou sobre a importância do plebiscito popular – organizado pela CUT e outras centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais –, que está nas ruas em âmbito nacional sobre o fim da jornada de trabalho 6 x 1, isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil e taxação dos mais ricos, além de água e saneamento para todos.

Milton lembrou que este Congresso vem atacando direitos dos trabalhadores. “É urgente que todos se posicionem. Trabalhadores não têm privilégios, têm direitos”, disse o conselheiro.

Ele solicitou ainda à Pró-Reitoria de Pessoal explicação sobre cortes dos percentuais de insalubridade de servidores sem justificativa técnica em laboratórios vistoriados.

Comunidade do CAP conquista avanços

Houve também, no expediente do colegiado, uma manifestação de professores, técnicos-administrativos, pais e estudantes do Colégio de Aplicação (CAP) que reivindicaram da Reitoria e do colegiado, atenção para as condições precárias do colégio. O pátio está cercado por tapumes porque no dia 21 de junho houve a queda de um trecho considerável do muro da escola, antecipada em diversas iniciativas da direção e da comunidade, além de outros problemas.

 

A comunidade local organizou um manifesto público enviado ao colegiado solicitando prioridade para seus alunos.

A representante do Grêmio do CAP. Sophie Mayumi ponderou que a falta de verbas não é responsabilidade da Reitoria, mas que é sua responsabilidade gerir o recurso de forma que o mínimo seja garantido, contando que é uma escola sem cozinha, sem ventilação, sem águam, com rachaduras, sem salas de aula suficientes. “O CAP está caindo aos pedaços”, disse, lamentando pelo estado do tradicional colégio: “Isso é vergonhoso, a gente está numa das maiores escolas da universidade do país”, disse, convidando a Reitoria a visitar o colégio.

Cerca de 140 crianças redigiram cartas para os conselheiros entregues por representantes dos pequenos durante a sessão.

 

Conquistaram o compromisso do reitor Roberto Medronho de formação de uma comissão com a participação de todos os segmentos para acompanhar as inciativas para recuperação do mudo e dos problemas do colégio. O reitor comprometeu-se ainda com a ida da Reitoria ao colégio (a princípio no dia 30, às 8h) para reunião com a comunidade.

Luta por justiça social

O coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis, avaliou depois da sessão, que foi um avanço importante a criação da comissão, e da Reitoria reconhecer a importância do CAP e se dedicar a atender às demandas da comunidade. Mas destacou a importância do dia de hoje, “dia nacional de luta, em que a gente está lutando com justiça social, contra esse Congresso que é inimigo do povo. Se hoje o muro do CAP cai, é porque o Congresso não está construindo pontes com a universidade no sentido de liberar o orçamento suficiente do seu funcionamento. Se cai o muro, é porque caiu a vergonha dos parlamentares que estão sequestrando o orçamento público, e por conta disso a gente está vivenciando uma situação crítica na nossa universidade. O que o Congresso quer? Um beijo à mão daqueles que estão dominando o orçamento público. Um orçamento que deveria ser distribuído conforme previsto na Constituição”.

   

Resposta do Presidente Lula ao tarifaço de Trump sobre o Brasil

Tendo em vista a manifestação pública do presidente norte-americano Donald Trump apresentada em uma rede social, na tarde desta-quarta (9), é importante ressaltar:

O Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém.

O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais.

No contexto das plataformas digitais, a sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a liberdade democrática.

No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas. Para operar em nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras estão submetidas à legislação brasileira.

É falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano. As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos.

Neste sentido, qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica.

A soberania, o respeito e a defesa intransigente dos interesses do povo brasileiro são os valores que orientam a nossa relação com o mundo.

Presidente Lula

 

🌨️O inverno chegou e, com ele, a necessidade de amparar os estudantes em situação de maior vulnerabilidade alojados na residência estudantil. Neste sentido, a Prefeitura Universitária, através do Prefeito, Marcos Maldonado, convoca, mais uma vez, a comunidade acadêmica da UFRJ para multiplicar esforços e estender a rede de ajuda aos estudantes em dificuldade.

 

🫂Com o apoio da comunidade acadêmica, vamos receber os itens abaixo para doação:

 

🧥🧣🧤Casacos, calças, meias e calçados (limpos e em bom estado de conservação);

🛏️Mantas e cobertores.

 

🏷️ É importante que as doações estejam identificadas com uma breve descrição em etiqueta do lado de fora das embalagens ( tamanho e gênero) e que os sapatos estejam presos em pares, para facilitar a organização e destinação correta dos itens.

 

🗓️As doações podem ser feitas a partir da quarta-feira, dia 25 de junho, em dias úteis, das 09h00 às 16h00, na sede da Prefeitura Universitária e na sede da Subprefeitura da Praia Vermelha.

 

🧥O que doar: cobertores, agasalhos e calçados, novos ou usados, limpos e em bom estado de uso e conservação.

 

⏱️Quando doar:  de 25 de junho a 31 de julho, em dias úteis, das 9h às 16h.

 

📍Onde doar:

 

🚜Prefeitura Universitária (Recepção):  Praça Jorge Machado Moreira, 100, Cidade Universitária, Rio de Janeiro, RJ

 

🏛️Subprefeitura da Praia Vermelha: Avenida Venceslau Brás, 71 – Fundos

 

❔Dúvidas e sugestões: comunicacao@pu.ufrj.br  Tel.: +55 21 3938-0346