Com Laura Gomes
• Coordenadora de Administração e Finanças do Sintufrj
• Graduada em Educação Física, especializada em Fisiologia do exercício e Treinamento
10/09/25 – Quarta-feira – 10h
Local: Espaco Cultural

Com Laura Gomes
• Coordenadora de Administração e Finanças do Sintufrj
• Graduada em Educação Física, especializada em Fisiologia do exercício e Treinamento
10/09/25 – Quarta-feira – 10h
Local: Espaco Cultural

De acordo com determinação da Assembleia Geral de segunda-feira, 8 de setembro, um grupo de técnicos administrativos da UFRJ (com trabalhadores de outras universidades) partiram na caravana coletiva a Brasília para os atos nestas quartas (10) e 11 (quinta), na Esplanada dos Ministérios. Cada entidade da base da Fasubra no Rio de Janeiro dividirá as despesas de um ônibus de viagem, mas a estadia e a alimentação dos caravaneiros serão pagas pelos seus respectivos sindicatos.

PARALISAÇÃO NACIONAL CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA E PELO CUMPRIMENTO INTERGRAL DO ACORDO DE GREVE
Quarta-Feira, 10 e Quinta-Feira, 11 de setembro

GT MULHER
Tema: Conhecendo o Centro de Referência para Mulheres Suely Souza de Almeida
Convidadas: Natália Molina Romano – psicóloga, e Bárbara Zilli Haanwinckel – Assistente Social, ambas da equipe técnica do CRM
Quinta-feira, 11 de setembro, 14h

QUARTA-FEIRA, 10/9:
QUINTA-FEIRA, 11/9:

A categoria em peso presente nesta segunda-feira, 8 de setembro, na assembleia híbrida no Fundão, Praia Vermelha, campus Macaé, aprovou a adesão aos dois dias de paralisações de 48 horas (10 e 11) recomendados pela Plenária Nacional da Fasubra, e às ações propostas pela direção do Sintufrj para essas duas datas.
Os técnicos-administrativos em educação também deliberaram pela participação na caravana coletiva a Brasília para os atos dias 10 e 11, na Esplanada dos Ministérios. Cada entidade da base da Fasubra no Rio de Janeiro dividirá as despesas de um ônibus de viagem, mas a estadia e a alimentação dos caravaneiros serão pagas pelos seus respectivos sindicatos.
O calendário de lutas deliberado pela Plenária Nacional também foi aprovado pela assembleia.
Porque lutamos
As deliberações da Plenária Nacional da Fasubra objetivam fortalecer as lutas contra a Reforma Administrativa e pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve da categoria. Outra orientação foi reforçar a necessidade das entidades de base a continuarem na coleta de votos do Plebiscito Popular durante o mês de setembro, quando se encerra o movimento.
Conforme ocorreu no Grito dos Excluídos, no 7 de Setembro, quando as entidades se uniram e levaram para as ruas do Rio de Janeiro cerca de 10 mil trabalhadores, a assembleia reafirmou o que a Plenária Nacional da Fasubra aprovou. Ou seja, que os sindicatos filiados à federação se somem à agenda do Fórum Nacional dos Servidores Federais (Fonasefe) e às mobilizações convocadas pelo Fórum do Rio de Janeiro dos Servidores Públicos Federais, Estaduais e Municipais em defesa do serviço público e contra a Reforma Administrativa; Redução da Jornada de Trabalho – Fim da Escala 6x1sem redução salarial; Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil reais, com aumento de cobrança para quem ganha acima de R$ 50 mil mensais e Sem anistia para golpistas.
Análise de conjuntura
O centro das preocupações das companheiras e companheiros que se manifestaram na assembleia foi a possibilidade de os seguidores de Bolsonaro (fascistas, extrema direita e direita) estarem orquestrando mais um golpe para 2026. Muitos acreditam que a destruição do Estado brasileiro com a Reforma Administrativa prestes a ser votada no Congresso, faz parte do plano pela derrubada da democracia e a soberania nacional, com a ajuda do governo americano.
“A Reforma faz parte do golpe; no Parlamento não tem deputados e senadores, mas empresários e empresários não defendem o povo”, afirmou Walmir (Jacaré).
“Não estamos na luta pela nossa carreira, mas contra o desmonte do serviço público”, disse Luciano, do campus Duque de Caxias. “É preciso que o servidor tenha consciência e entenda a importância do serviço público”, acrescentou Milton Madeira, da UFRJ-Macaé.
“A gente tem que ficar atentos e lutar contra esse Congresso conservador e de direita. Anistia para vagabundos traidores da Pátria, nunca!”, defendeu Marisa Araújo.
“Nosso inimigo central são os fascistas. Corremos risco de a universidade ser privatizada. Nosso repúdio ao Trump! Não há guerra no nosso Continente. Precisamos fazer luta de base com as pautas do povo, como salário, moradia, saúde e educação públicas de qualidade, pelo cumprimento do nosso acordo e em defesa da soberania nacional”, afirmou o coordenador-geral do Sintufrj, Esteban Crescente.
“Nesta segunda-feira, 8, a UFRJ comemora 105 anos e o Sintufrj está completando 65 anos de existência. Nós, técnicos-administrativos em educação fazemos parte da história desta instituição e muita coisa que a universidade oferece hoje foi fruto da luta desta categoria. Mas eleger um técnico reitor ainda faz parte dos nossos planos. Essa tão sonhada conquista esta na pauta do acordo de greve”, lembrou Francisco de Assis, coordenador-geral do Sintufrj e coordenador de Comunicação da Fasubra.
Calendário de Mobilização e Paralisação
QUARTA-FEIRA, 10/9:
. 9h — Concentração para o ato em frente ao HUCFF.
.10h – Reunião do GT Aposentados, no Espaço Cultural Sintufrj.
.14h — Ato em solidariedade à Luta das Mulheres em Defesa da Casa de Acolhimento Almerinda Gama, no Largo do Machado.
QUINTA-FEIRA, 11/9:
. Pela manhã — Doação de sangue no HUCFF.
.14h – Reunião do GT Mulher Sintufrj, no Centro de Referência da Mulher Suely Souza de Almeida (prédio ao lado da Prefeitura Universitária).
.16h –Ato Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, na Candelária, Contra a e Reforma Administrativa e pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve.


O choque da Polícia Militar do governador Cláudio Castro e a Guarda Municipal de Eduardo Paes, numa ação combinada e recorrendo a extrema violência, despejaram 100 famílias com crianças e idosos de um imóvel pertencente ao Governo Federal. A ação desproporcional deixou cerca de 20 feridos, entre as quais uma pessoa que teve seu dedo amputado.
O cerco envolveu bombas de gás lacrimogênio e até helicóptero para estabelecer uma atmosfera de terror. Dois parlamentares que tentavam mediar as negociações foram agredidos pelos policiais.
Tarcísio Motta, deputado federal, e Professor Josemar, deputado estadual, ambos do Psol, não foram ouvidos pelo comando da operação e denunciaram o governador e o prefeito como responsáveis pelo ataque a quem luta pelo direito à moradia.
A ocupação atacada com despejo foi a Luiza Mahin, ao lado do Cais do Valongo, na Zona Portuária do Rio de Janeiro. O prédio pertence ao governo federal, e de acordo com Tarcísio, estaria listado para ser usado como ocupação social.
A ocupação foi organizada pelo Movimento de Luta nos Bairros Vilas e Favelas – MLB. E neste 7 de setembro aconteceram outras 18 ocupações
em todo o país. Uma em cada estado. Houve repressão no Rio, São Paulo, Goiás e Bahia. Mas 14 ocupações estão de pé para cobrar terrenos e moradias sem uso social.
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Cerca de 10 mil pessoas participaram do Grito dos Excluidos no Centro do Rio. As defesas da democracia e da soberania do país, além do grito “Anistia, Não”, deram o tom da manifestação. Trabalhadores da UFRJ convocados pelo Sintufrj, marcaram presença. Francisco de Assis, coordenador-geral do Sintufrj, no seu discurso, depois de fortalecer as bandeiras presentes na pauta do Grito dos Excluídos (defesa da democracia e da soberania, prisão para Bolsonador), conclamou a esquerda a se unir para mudar a correlação de forças no país diante da presença forte da extrema direita. Mais de 10 mil pessoas estiveram na manifestação no Centro da cidade nesse domingo. (FOTOS: RENAN SILVA)

