A expectativa da categoria esta semana é que a partir do ofício enviado dia 26 pela Fasubra ao Ministério da Educação  se abram as negociações efetivas, já que o MEC já tinha oficializado esse interesse e agora a FASUBRA também o fez. Só que, quanto ao decreto necessário a regulamentação da Lei que instituiu o Reconhecimento de Saberes e Competências, ainda não se tem informações. Portanto, a mobilização tem que seguir firme e forte, como tem feito a delegação do Sintufrj e demais companheiros do Comando Nacional de Greve (CNG) da Fasubra.

Compõem a delegação da UFRJ, os companheiros Marisa Araújo, Rosângela Marins, Fernando André, Milton Madeira, Edson Vargas, Cícero Rabello e Almiro dos Santos.

Nesta quinta-feira, 27, por exemplo, os membros do CNG atuaram no Congresso. Acompanharam reuniões deliberativas das comissões de Saúde e Educação da Câmara e o debate com o Ministério da Saúde sobre prioridades para 2026.

 

Em defesa do cumprimento do acordo

Delegação do Sintufrj no CNG conversou com parlamentares. Sâmia Bonfim (Psol SP) defende a greve e pelo cumprimento do acordo de 2024.

 

A Fasubra encaminhou, nesta terça-feira, 26, à Secretaria Executiva Adjunta do Ministério da Educação (MEC), ofício em que comunica deliberação da categoria, em reunião no mesmo dia, após consulta aos sindicatos de base, de aceitar os pontos apresentados na reunião de negociação com o MEC do dia 13 de maio.

Estes foram formalizados na ata encaminhada à Federação dia 15 de maio e divulgado para a base. A assembleia da UFRJ apontou o aceita da negociação.

(Veja a íntegra clicando aqui _Ata reunião Fasubra )

 

O aceite, diz a Fasubra, está condicionado a alguns pontos:

1) Publicação do Decreto do RSC;

2) Definição de Cronograma para os Grupos de Trabalho com início e fim para entrega, principalmente dos levantamentos dos impactos financeiros dos pontos, dando prioridade para o GT com os pontos dos aposentados;

3) Alteração do artigo 16 da IN 02/2018 para inclusão do plantão 12hx60h;

4) Envio pelo MEC de Orientação para os Hospitais Universitários sobre a implementada, via folga, da hora ficta;

5) Compensação de Greve: no termo de acordo deve constar que a compensação será por tarefas represadas.

A categoria, informou a Fasubra ao MEC.  deliberou também pela continuidade da greve e aguarda retorno e agendamento de nova reunião para dar prosseguimento as negociações.