Em reunião da Coordenação de Aposentados, Dirigente do Sintufrj sugere dicas para tornar mais prazeroso o cotidiano

“É o que você gosta de fazer. O que você acha melhor para você, para a sua vida, que faz você se sentir bem, que lhe deixa feliz. Caminhar, dançar soltinho, ficar de pernas para o ar vendo tevê, visitar e receber os netos, fazer um bolo para levar para a igreja, ler, estudar, praticar um esporte, ir ao cinema, teatro. Jogar conversa fora com os amigos. Qualquer coisa. Simples assim”.

Com essas dicas, Laura Gomes, coordenadora do Sintufrj e com 43 anos de experiência no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) cuidando de quem cuida de pacientes, técnica de enfermagem e graduada em Educação Física, iniciou sua palestra sobre Qualidade de Vida e Saúde na Terceira Idade para as aposentadas, aposentados e pensionistas, nesta quarta-feira, 10, no Espaço Cultural Sintufrj.

A especialista subdividiu a exposição em três temas: Estilo de Vida e Atividades, Prevenção de Acidentes Domésticos e Quedas e Vacinas Essenciais. O Espaço Saúde Sintufrj fechou as orientações de saúde e bem-estar com uma aula de ginástica na cadeira e meditação, sob orientação da coordenadora pedagógica Carla Nascimentos e os estagiários Carlos Miguel e Jonas Lima.

Calendário mensal

Uma vez por mês, a Coordenação de Aposentados(as) e Pensionistas do Sintufrj realiza encontros do segmento com rodas de conversa sobre assuntos relevantes para as companheiras e companheiros. Momento também em que a direção sindical analisa com eles os principais fatos da conjuntura nacional e internacional e atualiza os informes das lutas gerais da categoria.

A reunião desta quarta-feira coincidiu com o primeiro dia de paralisação nacional dos técnicos-administrativos em educação por decisão da Plenária Nacional da Fasubra. A mobilização continua nesta quinta-feira, 11. A luta é contra a Reforma Administrativa e em defesa dos serviços públicos, cumprimento integral do acordo de greve, pela democracia e a soberania do país, e prisão de todos os envolvidos no golpe contra o Estado Brasileiro. O coordenador-geral do Sintufrj e coordenador de Comunicação da Fasubra, Francisco de Assis, conversou sobre as mobilizações e lutas com os 50 aposentados presentes no Espaço Cultural da entidade.

Homenagem

As coordenadoras de Aposentados(as) e Pensionistas, Ana Célia e Selene Vaz junto com a coordenadora de Políticas Sociais, Norma Santiago, dirigiriam a reunião. A terceira dirigente da Pasta, Marli Rodrigues, não estava presente porque fez parte da caravana a Brasília para ato no Anexo 2 do Congresso Nacional e visita aos gabinetes dos parlamentares do Rio para pressionar pela rejeição à proposta de Reforma Administrativa – Campanha “Se votar, não volta” —,

Este mês, os homenageados foram os aniversariantes dos meses de julho e agosto.

Atenção: matéria completa sobre a palestra e resumo dos informes políticos na edição do Jornal do Sintufrj 1461. 

LAURA GOMES. Dicas de qualidade de vida

Pelo alto-falante do carro de som do Sintufrj ou no “corpo-a-corpo” com servidores e a população usuária do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, coordenadores e militantes de base mandaram seu recado, na manhã desta quarta-feira, dia 10: a Reforma Administrativa vai atacar serviços públicos e retirar direitos do povo como saúde e educação.

O ato na porta do HU marcou o início dos dois dias de paralisação nacional dos técnicos-administrativos em educação, dias 10 e 11 de setembro, para, além do protesto contra a Reforma Administrativa, cobrar o cumprimento do acordo assinado com o governo em 2024 depois da histórica greve da categoria de 113 dias.

“Hoje é dia nacional de luta. Servidores do Brasil inteiro estão em frente ao Congresso Nacional, para fazer pressão sobre os parlamentares contra a aprovação dessa “deforma” administrativa que tira o direito da sociedade ao serviço público, que retira direito dos trabalhadores. Nós temos que resistir, fazer o enfrentamento e ter muita organização para não deixar que essa Reforma Administrativa seja aprovada, derrotá-la, como derrotamos na época do governo Temer e Bolsonaro. E lutar para que o termo de acordo seja cumprido integralmente pelo governo”, apontou o coordenador-geral Francisco de Assis.

O assessor sindical Bayron Thadeus apontou que a reforma pretende precarizar ainda mais os serviços públicos, colocando em risco empregos dos servidores públicos mas também a prestação de serviço à população: “Por isso estamos aqui, para conscientizar a polução dos perigos que representa essa reforma. O serviço público corre perigo, consequentemente o acesso da população à saúde, educação, aposentadoria. Os grupos empresariais, deputados do Centrão da Extrema direita planejam uma reforma que, na verdade, pretende atacar o acesso a direitos constitucionais da população e dos trabalhadores e das trabalhadoras ao serviço público.  Defenda seus direitos, defenda o serviço público!”.

O coordenador geral Esteban Crescente também apontou que naquele exato momento aconteciam protestos em Brasília pelo cumprimento integral do acordo de greve e conta a Reforma Administrativa. “Nós tivemos um ganho importante na greve, que foram ganhos econômicos que já estão no nosso contracheque, mas entre as nossas vitórias há ainda outras que não foram cumpridas pelo governo e além de tudo estamos sendo ameaçados pela liderança dos partidos de direitos e extrema direita no Congresso com a Reforma Administrativa. Por isso estamos aqui hoje, marcamos aqui essa primeira atividade de diálogo com a base”, disse ele, chamando categoria e população para as demais atividades destes dias de paralisação.

Coordenadores explicam à população a importância da atividade

“Esses dois dias de paralisação são para pressionar o Governo pelo cumprimento integral do acordo de greve, pressionar o Governo a enfrentar a proposta do Congresso Nacional de Reforma Administrativa, que atinge o conjunto dos servidores”, anunciou Esteban.

“O governo precisa cumprir com o que assinou, a regra de transmissão dos nossos apresentados, o debate sobre as 30 horas para fortalecer o serviço público e a ampliação do serviço; a discussão do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), e muitos outros pontos valiosos para a categoria e que tem a ver com a democracia da universidade, em que a gente está lutando para que o técnico-administrativo também possa ocupar o cargo de reitor”, disse Francisco.

“Sem anistia para os golpistas! Sem anistia para os golpistas! Taxação dos super-ricos! Isenção do imposto de renda (para quem ganha até R$ 5 mil)! Pelo fim da escala 6×1, sem perda salarial!”, disseram os demais.

Sintufrj percorre universidade

 

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No primeiro dos dois dias de paralisação, dias 10 e 11 de setembro, depois do ato no Hospital Universitário, coordenadores e militantes da base do Sintufrj percorreram unidades para fortalecer a mobilização, algumas das quais enfrentando questionamentos por parte de chefias quanto à suspensão das atividades, outras com setores sensíveis que não podem parar, com atividades consideradas essenciais.

Entre os setores visitados estão pró-reitorias e a Coordenação de Políticas de Saúde do Trabalhador (CPST), setor que está saindo de um período de crise, mas que, no que toca a paralisação também está cumprindo a exigência de manutenção das atividades essenciais.

Os coordenadores verificaram a atividades nos setores, conversaram com os trabalhadores e fortaleceram a organização entre os que de fato podem parar sem implicação nas atividades essenciais. “Foram visitas importantes porque as pessoas sentiram a presença do sindicato valorizando o servidor”, comentou o coordenador-geral Francisco de Assis.

O coordenador Esteban Crescente lembrou a categoria das demais atividades nestes dias de paralisação.

QUARTA-FEIRA, 10/9:

  • 14h — Ato em solidariedade à Luta das Mulheres em Defesa da Casa de Acolhimento Almerinda Gama, no Largo do Machado.

QUINTA-FEIRA, 11/9:

  • Pela manhã — Doação de sangue no HUCFF.
  • 14h – Reunião do GT Mulher Sintufrj, no Centro de Referência da Mulher Suely Souza de Almeida (prédio ao lado da Prefeitura Universitária).
  • .16h –Ato Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, na Candelária, Contra a e Reforma Administrativa e pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve.

 

Fotos: Renan Silva

                        Acima, atividade em frente ao HU. Depois, coordenadores visitam setores

 

A Reforma Administrativa de tendência neoliberal une Pedro Paulo (PSD-RJ), o bolsonarista Zé Trovão (PL-SP), interesses do Centrão, lobbies empresariais e MGI de Esther Dweck para impor o desmonte do Serviço Público, a criação de cabides de emprego e a ampliação das privatizações!

É ruim para o servidor(a), é péssimo para a população!

Além disso, no Rio de Janeiro, estamos sofrendo com os desdobramentos da militarização das corregedorias e com o Decreto/RJ 49217/24, que permite a demissão e a cassação de aposentadoria de servidores de forma unilateral e sem critérios objetivos. Configura-se assim um ataque direto aos nossos direitos e à qualidade dos serviços que prestamos à população.

Vivemos uma política de perseguição, cujo caso mais grave é a demissão arbitrária do educador e cartunista João Paulo Cabrera. Sua punição, por criticar em suas charges a privatização e a repressão, escancara o caráter político e a urgência de revogar este decreto.

No dia 11/9 (quinta-feira da próxima semana), às 16h, vamos às ruas lutar contra o desmonte do serviço público e a perseguição dos/das servidores/as públicos.

Nosso ponto de encontro será na Candelária, de onde sairemos em caminhada rumo à Praça XV. Sua presença é fundamental para mostrar a nossa força. Vamos juntos defender nossos direitos!

#ParaTodosVerem: Card com fundo branco com os dizeres em letras pretas “Ato público contra a Reforma Administrativa. Não é reforma, é desmonte! Abaixo o decreto/RJ 49217/24! Contra as perseguições políticas na educação! Candelária rumo à Praça XV, 11/9, 16h”. No topo há os logos do Fórum Unificado em Defesa do Serviço Público e Estatais e abaixo há três fotos de políticos envolvidos Paulo Guedes, Zé Trovão e Pedro Paulo, em preto e branco, e com manchas vermelhas por cima deles. Fim da descrição.

Com Laura Gomes
• Coordenadora de Administração e Finanças do Sintufrj
• Graduada em Educação Física, especializada em Fisiologia do exercício e Treinamento
10/09/25 – Quarta-feira – 10h
Local: Espaco Cultural

De acordo com determinação da Assembleia Geral de segunda-feira, 8 de setembro, um grupo de técnicos administrativos da UFRJ (com trabalhadores de outras universidades) partiram  na caravana coletiva a Brasília para os atos nestas quartas (10) e 11 (quinta), na Esplanada dos Ministérios. Cada entidade da base da Fasubra no Rio de Janeiro dividirá as despesas de um ônibus de viagem, mas a estadia e a alimentação dos caravaneiros serão pagas pelos seus respectivos sindicatos.

PARALISAÇÃO NACIONAL CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA E PELO CUMPRIMENTO INTERGRAL DO ACORDO DE GREVE
Quarta-Feira, 10 e Quinta-Feira, 11 de setembro

GT MULHER
Tema: Conhecendo o Centro de Referência para Mulheres Suely Souza de Almeida
Convidadas: Natália Molina Romano – psicóloga, e Bárbara Zilli Haanwinckel – Assistente Social, ambas da equipe técnica do CRM
Quinta-feira, 11 de setembro, 14h

QUARTA-FEIRA, 10/9:

  •  9h — Concentração para o ato em frente ao HUCFF.
  • .10h – Reunião do GT Aposentados, no Espaço Cultural Sintufrj.
  • 14h — Ato em solidariedade à Luta das Mulheres em Defesa da Casa de Acolhimento Almerinda Gama, no Largo do Machado.

 

QUINTA-FEIRA, 11/9:

  • .Pela manhã — Doação de sangue no HUCFF.
  • 14h – Reunião do GT Mulher Sintufrj, no Centro de Referência da Mulher Suely Souza de Almeida (prédio ao lado da Prefeitura Universitária).
  • .16h –Ato Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, na Candelária, Contra a e Reforma Administrativa e pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve.

 

A categoria em peso presente nesta segunda-feira, 8 de setembro, na assembleia híbrida no Fundão, Praia Vermelha, campus Macaé, aprovou a adesão aos dois dias de paralisações de 48 horas (10 e 11) recomendados pela Plenária Nacional da Fasubra, e às ações propostas pela direção do Sintufrj para essas duas datas.

Os técnicos-administrativos em educação também deliberaram pela participação na caravana coletiva a Brasília para os atos dias 10 e 11, na Esplanada dos Ministérios. Cada entidade da base da Fasubra no Rio de Janeiro dividirá as despesas de um ônibus de viagem, mas a estadia e a alimentação dos caravaneiros serão pagas pelos seus respectivos sindicatos.

O calendário de lutas deliberado pela Plenária Nacional também foi aprovado pela assembleia.

Porque lutamos

As deliberações da Plenária Nacional da Fasubra objetivam fortalecer as lutas contra a Reforma Administrativa e pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve da categoria. Outra orientação foi reforçar a necessidade das entidades de base a continuarem na coleta de votos do Plebiscito Popular durante o mês de setembro, quando se encerra o movimento.

Conforme ocorreu no Grito dos Excluídos, no 7 de Setembro, quando as entidades se uniram e levaram para as ruas do Rio de Janeiro cerca de 10 mil trabalhadores, a assembleia reafirmou o que a Plenária Nacional da Fasubra aprovou. Ou seja, que os sindicatos filiados à federação se somem à agenda do Fórum Nacional dos Servidores Federais (Fonasefe) e às mobilizações convocadas pelo Fórum do Rio de Janeiro dos Servidores Públicos Federais, Estaduais e Municipais em defesa do serviço público e contra a Reforma Administrativa; Redução da Jornada de Trabalho – Fim da Escala 6x1sem redução salarial; Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil reais, com aumento de cobrança para quem ganha acima de R$ 50 mil mensais e Sem anistia para golpistas.

Análise de conjuntura

O centro das preocupações das companheiras e companheiros que se manifestaram na assembleia foi a possibilidade de os seguidores de Bolsonaro (fascistas, extrema direita e direita) estarem orquestrando mais um golpe para 2026. Muitos acreditam que a destruição do Estado brasileiro com a Reforma Administrativa prestes a ser votada no Congresso, faz parte do plano pela derrubada da democracia e a soberania nacional, com a ajuda do governo americano.

“A Reforma faz parte do golpe; no Parlamento não tem deputados e senadores, mas empresários e empresários não defendem o povo”, afirmou Walmir (Jacaré).

“Não estamos na luta pela nossa carreira, mas contra o desmonte do serviço público”, disse Luciano, do campus Duque de Caxias. “É preciso que o servidor tenha consciência e entenda a importância do serviço público”, acrescentou Milton Madeira, da UFRJ-Macaé.

“A gente tem que ficar atentos e lutar contra esse Congresso conservador e de direita. Anistia para vagabundos traidores da Pátria, nunca!”, defendeu Marisa Araújo.

“Nosso inimigo central são os fascistas. Corremos risco de a universidade ser privatizada. Nosso repúdio ao Trump! Não há guerra no nosso Continente. Precisamos fazer luta de base com as pautas do povo, como salário, moradia, saúde e educação públicas de qualidade, pelo cumprimento do nosso acordo e em defesa da soberania nacional”, afirmou o coordenador-geral do Sintufrj, Esteban Crescente.

“Nesta segunda-feira, 8, a UFRJ comemora 105 anos e o Sintufrj está completando 65 anos de existência. Nós, técnicos-administrativos em educação fazemos parte da história desta instituição e muita coisa que a universidade oferece hoje foi fruto da luta desta categoria. Mas eleger um técnico reitor ainda faz parte dos nossos planos. Essa tão sonhada conquista esta na pauta do acordo de greve”, lembrou Francisco de Assis, coordenador-geral do Sintufrj e coordenador de Comunicação da Fasubra.

 

Calendário de Mobilização e Paralisação

 

QUARTA-FEIRA, 10/9:

. 9h — Concentração para o ato em frente ao HUCFF.

.10h – Reunião do GT Aposentados, no Espaço Cultural Sintufrj.

.14h — Ato em solidariedade à Luta das Mulheres em Defesa da Casa de Acolhimento Almerinda Gama, no Largo do Machado.

 

QUINTA-FEIRA, 11/9:

. Pela manhã — Doação de sangue no HUCFF.

.14h – Reunião do GT Mulher Sintufrj, no Centro de Referência da Mulher Suely Souza de Almeida (prédio ao lado da Prefeitura Universitária).

.16h –Ato Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, na Candelária, Contra a e Reforma Administrativa e pelo Cumprimento Integral do Acordo de Greve.

 

 

 

Polícias de Claudio Castro e Eduardo Paes despejam famílias de ocupação em imóvel sem uso há 20 anos

O choque da Polícia Militar do governador Cláudio Castro e a Guarda Municipal de Eduardo Paes, numa ação combinada e recorrendo a extrema violência, despejaram 100 famílias com crianças e idosos de um imóvel pertencente ao Governo Federal. A ação desproporcional deixou cerca de 20 feridos, entre as quais uma pessoa que teve seu dedo amputado.

O cerco envolveu bombas de gás lacrimogênio e até helicóptero para estabelecer uma atmosfera de terror. Dois parlamentares que tentavam mediar as negociações foram agredidos pelos policiais.

Tarcísio Motta, deputado federal, e Professor Josemar, deputado estadual, ambos do Psol, não foram ouvidos pelo comando da operação e denunciaram o governador e o prefeito como responsáveis pelo ataque a quem luta pelo direito à moradia.

A ocupação atacada com despejo foi a Luiza Mahin, ao lado do Cais do Valongo, na Zona Portuária do Rio de Janeiro. O prédio pertence ao governo federal, e de acordo com Tarcísio, estaria listado para ser usado como ocupação social.

A ocupação foi organizada pelo Movimento de Luta nos Bairros Vilas e Favelas – MLB. E neste 7 de setembro aconteceram outras 18 ocupações

em todo o país. Uma em cada estado. Houve repressão no Rio, São Paulo, Goiás e Bahia. Mas 14 ocupações estão de pé  para cobrar terrenos e moradias sem uso social.

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