Cerca de 10 mil pessoas participaram do Grito dos Excluidos no Centro do Rio. As defesas da democracia e da soberania do país, além do grito “Anistia, Não”, deram o tom da manifestação. Trabalhadores da UFRJ  convocados pelo Sintufrj, marcaram presença. Francisco de Assis, coordenador-geral do Sintufrj, no seu discurso, depois de fortalecer as bandeiras presentes na pauta do Grito dos Excluídos (defesa da democracia e da soberania, prisão para Bolsonador), conclamou a esquerda a se unir para mudar a correlação de forças no país diante da presença forte da extrema direita. Mais de 10 mil pessoas estiveram na manifestação no Centro da cidade nesse domingo. (FOTOS: RENAN SILVA)

 

(clique na imagem ou aqui para acessar o ID).

A luta pela derrota da proposta de reforma administrativa atualmente em curso no Congresso e a luta pelo cumprimento integral do Acordo de Greve se inserem na pauta específica

Ampliar a mobilização da classe trabalhadora e aliar as lutas gerais em defesa da democracia e da soberania com as pautas específicas dos trabalhadores, servidores públicos das três esferas e da Fasubra são tarefas de todos os sindicatos de base da federação e dos trabalhadores técnico-administrativos em educação das instituições públicas do Brasil. Este é o centro da avaliação de conjuntura aprovada na plenária nacional realizada entre 29 e 31 de agosto.

A plenária aprovou também que as entidades de base se somem à agenda do Fonasefe, em especial à paralisação de 48 horas nos dias 10 e 11 de setembro. A luta pela derrota da proposta de Reforma Administrativa atualmente em curso no Congresso e  pelo cumprimento integral do Acordo de Greve se inserem na pauta específica dos técnico-administrativos em educação.

A plenária reforçou ainda a orientação para que os sindicatos filiados continuem na coleta de votos do Plebiscito Popular no decorrer de setembro, quando se encerra o movimento e participem da mobilização convocada pela Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo para o dia 7 de setembro, data que historicamente acontece a mobilização popular do “Grito dos Excluídos” em todo o país.

 

Veja pontos da análise

 

Ataques da Extrema direita

A extrema direita internacional, capitaneada pelo governo Trump, pelos magnatas das Bigtechs, pelos países que usam a guerra como instrumento de dominação e opressão, como Israel, utilizam as redes digitais com o objetivo de desestabilizar governos que não estão alinhados politicamente. Os ataques realizados passam por ações como o tarifaço e outras medidas de coerção, como a tentativa de interferência no Judiciário brasileiro.

Ataque à política nacional

As faces dos desafios e dificuldades impostas pela conjuntura nacional e internacional em seu aspecto reacionário mantém a politica nacional sob forte ataque. A conjuntura se agudizou frente ao tarifaço imposto por Trump contra a economia brasileira, bem como seus ataques à soberania nacional e ameaças a países sul-americanos, como Venezuela e Colômbia.

Ampliar a mobilização

Diante desse cenário hostil é necessário ampliar a mobilização da classe trabalhadora e aliar as lutas gerais em defesa da democracia e da soberania com as pautas específicas dos trabalhadores, servidores públicos das três esferas e da Fasubra.

Derrotar a Reforma Administrativa

Cabe destacar que para o conjunto dos servidores públicos federais, a centralidade é a derrota das propostas de reforma administrativa.

Lutar contra a reforma administrativa que, em linhas gerais, traz lógicas contrárias ao que reivindicamos e defendemos como conquistas e vem para promover a desconstrução de diversos ganhos na carreira obtidos pela greve de 2024. O que tornará nulos, em médio prazo, diversos e garantias previstos no PCCTAE.

Para nós, técnico-administrativos em educação, além de lutar contra a reforma, temos a luta pela abertura da Mesa de Negociação e pelo cumprimento integral do termo de acordo assinado em 2024.

Defender a democracia e a soberania

É fundamental reforçar a orientação para que as entidades filiadas integrem e fortaleçam nos municípios e estados as frentes em defesa da democracia e da soberania, as frentes dos trabalhadores e do serviço público, agregando-se às atividades propostas pelas entidades sindicais, movimentos sociais e de juventude para que se construa uma ampla frente e intensifique-se a pressão sobre os parlamentares (deputados e senadores) nos estados, com atos nos aeroportos e articulação de audiências públicas e debates sobre os seguintes temas:

– Defesa do Serviço Público: Contra a Reforma Administrativa (contratações temporárias, avaliação de desempenho, supersalários). Defesa do RJU e dos Concursos Públicos.

– Pelo cumprimento integral do Acordo de Greve (RSC, mesmos efeitos para médicos veterinários do PCCTAE e para aposentados, implementação de 30h)

– Redução da Jornada de Trabalho (Fim da Escala 6×1 sem redução salarial)

– Isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais com aumento da cobrança para quem ganha acima de 50 mil mensais

– Sem anistia para golpistas – A Plenária Nacional da Fasubra reitera a necessidade de as entidades filiadas prosseguirem na mobilização política dentro e fora das Instituições de Ensino para que Jair Bolsonaro e todos os demais articuladores da tentativa de golpe de Estado sejam responsabilizados e que se enterre de vez esse movimento criado para derrotar nossa democracia.

FATÍDICO 8 DE JANEIRO. Massa de manobra usada por Bolsonaro e militares golpistas ataca prédios do Congresso, do STF e do Palácio do Planalto

 

 

Cineasta se destacou por retratar trajetórias de Jango, JK e Josué de Castro

Por Brasil de Fato

Morreu nesta sexta-feira (5), aos 75 anos, o cineasta Silvio Tendler. Ele estava internado em um hospital em Copacabana, no Rio de Janeiro, e faleceu por causa de uma infecção generalizada.

Com cinco décadas de carreira, Tendler era conhecido como o “cineasta dos sonhos interrompidos”. Foi responsável por documentar, no cinema, a trajetória de presidentes, como João Goulart, o Jango, Juscelino Kubitsckek e intelectuais, como Josué de Castro, Oswaldo Cruz e Milton Santos. O filme sobre Jango está entre as maiores bilheterias da história do cinema nacional, considerado o sexto documentário mais assistido do país.

Temas cruciais para a soberania nacional também estiveram no repertório do cineasta. Em 2011, ele lançou O Veneno está na mesa, o primeiro filme da Trilogia da Terra. A obra trata sobre o uso de agrotóxicos pelo agronegócio brasileiro e como esses produtos contaminam a alimentação, além de apontar a importância da agricultura familiar camponesa para o país.

Em nota, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra(MST) lamentou o morte do cineasta e relembrou da contribuição dele para a luta pela reforma agrária.

“Silvio foi um dos maiores cineastas brasileiros, militante sempre aliado às lutas da classe trabalhadora. Registrou em tela a história de grandes lutadores do povo brasileiro. Como amigo do MST, uns de seus maiores legados são os dois filmes O Veneno Está na Mesa (2011 e 2014). Nestas obras, Silvio realiza uma das mais importantes denúncias do uso de agrotóxicos em nossa alimentação. As duas produções cumpriram um papel fundamental na denúncia do uso de agrotóxicos”, pontuou o movimento.

O trabalho de Silvio Tendler preservou a memória de importantes pensadores da realidade brasileira, como Josué de Castro, Carlos Marighela e Milton Santos. Ele também filmou temas como o golpe militar de 1964 e o papel das estatais no desenvolvimento nacional. Registrou episódios da luta do povo negro no Brasil e fatos sobre o Sistema Único de Saúde (SUS).

Um cineasta apaixonado pela história

Silvio Tendler nasceu no Rio de Janeiro, no dia 12 de março de 1950. O início da relação com o cinema foi por meio dos cineclubes. Em 1968, ele tomou posso como presidente da Federação dos Cineclubes do Rio de Janeiro.

Na década 1960, realizou o seu primeiro filme, a respeito da Revolta da Chibata, movimento realizado, em 1910, por marinheiros contra os castigos aplicados pela Marinha do Brasil.

Com o golpe militar de 1964, o cineasta se exila no Chile e, de lá, segue para Paris, na França. No exterior, se dedicou aos estudos cinematográficos. Na década de 1970, se forma em história pela Université de Paris VII e participa da primeira turma do curso de Cinema e História organizada por Marc Ferro.

Nos anos 1980, Silvio Tendler fundou a Caliban, produtora de cinema que daria continuidade à estética e à abordagem iniciadas por ele nos anos 1960, com foco em biografias de lutadores povo, intelectuais e lideranças políticas.

O Sintufrj convoca a categoria para participar da Assembleia Simultânea, que será realizada na segunda-feira, 8 de setembro, com pauta centrada em três pontos fundamentais: conjuntura, informes da Plenária da Fasubra e paralisação.

A atividade acontece de forma descentralizada, garantindo a participação dos(as) trabalhadores(as) em diferentes campi da UFRJ. Confira os locais de realização:

  • Fundão: Auditório do CT
  • Praia Vermelha: Auditório do CFCH
  • Macaé: Polo Universitário – Bloco A, sala 205

A assembleia é um espaço democrático de construção coletiva, onde os(as) trabalhadores(as) têm voz ativa para deliberar sobre os próximos passos da luta em defesa da categoria e da universidade pública.

O governo Cláudio Castro quer despejar a Casa Almerinda Gama – uma instituição de acolhimento de mulheres vítimas de violência funda há três anos pelo Movimento Olga Benário.

O imóvel na Rua da Carioca, 37, estava abandonado há mais de 8 anos, completamente inútil, sem função social. A partir de 2022 passou a atender mulheres em situação vulnerável.

Na tarde desta quarta-feira, 3 de setembro, uma manifestação foi realizada diante da Secretaria de Mulheres no Centro da cidade. Mas a secretária se recusou a receber o grupo que protestava contra o despejo e que, em seguida, marchou até a Assembleia Legislativa em busca de apoio parlamentar para neutralizar a intenção do governo.

Marli Rodrigues, uma das coordenadoras do Sintufrj e ativista do Olga Benário, no seu discurso, denunciou a ameaça de despejo e cobrou uma posição do governo para evitar o pior.

“É um absurdo que queiram fechar a Casa Almerinda Gama que ampara mulheres ameaças e vítimas de violência. O estado devia assumir suas responsabilidades com essas mulheres e não tentar acabar com a ação de quem busca acolhê-las”, sustentou, indignada.

Na Casa Almerinda Gama, as mulheres acolhidas recebem atendimento jurídico e psicológico, participaram de oficinas, palestras e cursos. (FOTOS: RENAN SILVA)

 

 

A Comissão Interna de Supervisão (CIS-UFRJ) realiza nesta quinta-feira, 4 de setembro, às 13h30, uma reunião com pauta central na Reforma Administrativa. O encontro contará com a presença do advogado Rudi Cassel, assessor jurídico do Sintufrj, que trará uma análise detalhada dos impactos da proposta para os servidores públicos e para a universidade.

A atividade será transmitida ao vivo pelas redes sociais do Sintufrj, ampliando o acesso da comunidade universitária e da categoria a informações fundamentais para o entendimento do tema.

A Reforma Administrativa é um dos pontos mais debatidos na atual conjuntura nacional, com repercussões diretas nas condições de trabalho, no serviço público e na vida dos trabalhadores da educação. Por isso, a participação da base é essencial neste momento de mobilização e resistência.

Reunião CIS-UFRJ

  • Data: Quinta-feira, 4 de setembro
  • Horário: 13h30
  • Convidado: Rudi Cassel (Assessor Jurídico do Sintufrj)
  • Transmissão: Redes sociais do Sintufrj

Palestra alerta que a vida humana depende da preservação das florestas com espécies vivas saudáveis e reproduzindo

O Dia do Biólogo, nesta quarta-feira, 3, foi comemorado pelo Instituto de Biologia da UFRJ com a palestra “Preenchendo com vida florestas vazias” pelo pesquisador da unidade e diretor executivo do Refauna, Marcelo Rheingantz. Estudantes lotaram o Salão Azul. A celebração constou também da inauguração de um novo item na coleção taxidérmicos na exposição permanente “Árvore da Vida”: um ouriço-caixeiro.

Cinco biólogas organizaram o evento: Margaret Correa, Ana Boneckr, Vania Alves, Raquel Monteiro e Marcia Gomes. Foram   técnicos-administrativos em educação os responsáveis pela instalação da exposição “Árvore da Vida”, inaugurada em 2018, quando a unidade completou 50 anos. “São biólogos coordenando e assinando projetos de extensão e conquistando voz no instituto. Nossa atuação mostra que também somos responsáveis pela formação dos estudantes”, registrou Margaret.

A exposição começa no pátio de entrada do Centro de Ciências da Saúde (CCS) que dá acesso ao Instituto de Biologia, ocupa uma extensão do hall, segue pela escada geológica (cada degrau mostra as etapas de transformação da Terra) e chega ao segundo andar. São vários ambientes com exemplares de biomas marinhos, terrestres e de água doce.

Um mundo em transformação

Ex-aluno de graduação, mestrado e doutorado, técnico-administrativo concursado, Marcelo Rheingantz atua principalmente com a biodiversidade, biologia da conservação, manejo de fauna e fauna ameaçada de extinção, com foco no planejamento e execução de translocações de animais em ambientes naturais. Ele e sua equipe são responsáveis por repovoar com fauna o Parque Nacional da Tijuca, inicialmente com três espécies: jubuti-tinga, cutia-vermelha e bugio-ruivo.

O mesmo, segundo o especialista, ocorre no Mosaico Central Fluminense (uma experiência de gestão integrada e participativa de unidades de conservação federais, estaduais e municipais e outras áreas protegidas, localizadas no centro do estado do Rio de Janeiro). O objetivo é promover a conservação e restauração da Mata Atlântica garantindo a conectividade ecológica entre as áreas remanescentes e buscando o desenvolvimento socioeconômico sustentável da região. Estão sendo levadas para lá animais mamíferos, como antas, para se misturarem às espécies já existentes. Um trabalho que requer muita pesquisa, observação constante e conscientização da população em torno, assim como acontece no Parque Nacional da Tijuca.

Refaunação

“A refaunação faz parte de uma agenda mais proativa de conservação, que busca restaurar ecossistemas e garantir a manutenção da vida no planeta — inclusive a nossa. Ela tem como objetivo recuperar o funcionamento e o equilíbrio de ambientes naturais, especialmente das florestas tropicais, que são riquíssimas em biodiversidade e estão entre os ambientes mais ameaçados do mundo”, explicou Marcelo.

“Muitas espécies de animais desapareceram desses locais por causa da caça e da destruição de habitats, e com elas se perderam funções essenciais, como a dispersão e a predação de sementes, a polinização e o controle natural de populações. Ao reintroduzirmos essas espécies nas florestas, recuperamos as interações ecológicas que mantêm a floresta viva e saudável. Isso ajuda a restaurar serviços fundamentais, como a produção de água, a regulação do clima e a preservação da biodiversidade, que têm impacto direto na vida de todos nós. A refaunação também busca inspirar uma nova relação entre as pessoas e a natureza: para termos ecossistemas realmente funcionais, precisamos recuperar ao máximo o que foi perdido e, assim, construir um futuro mais equilibrado para as próximas gerações”, conclui o biólogo.

Colaboração do Museu Nacional

O ouriço-caixeiro que agora faz parte do acervo da exposição Árvores da Vida, do IB, foi uma contribuição do biólogo Carlos Rodrigues, do Museu Nacional, que coordenou o processo de taxidermia do doutorando Pedro Ivo. “Estou emocionado, porque é a minha primeira inauguração de matéria taxidermia. Esse cantinho da exposição será sempre especial para mim”, disse o estudante.

Dados

Marcelo apresentou na palestra alguns dados importantes: 95% do planeta passou por interferência humana e 84% têm múltiplos impactos humanos: urbanização, agricultura, mineração, indústrias e transportes. A primeira onde de extinção de espécies foi feita por humanos. De acordo com o especialista, as áreas protegidas não são suficientes para manter a biodiversidade.

 

 

 

A UFRJ realiza, nesta quinta e sexta-feira, dias 4 e 5 de setembro, a quinta edição do Festival do Conhecimento, com o tema “Re-Amazonizar o Brasil”, com a reflexão sobre sustentabilidade, saberes ancestrais, inovação tecnológica e o papel das universidades na construção de um futuro socioambiental justo. É gratuito, no formato híbrido e contará com uma série de atividades, além das mesas-redondas, todas de conversa e lives, como feira gastronômica, demonstração de tecnologias, mostra VR, roda de carimbó e exibição de filmes. As atividades presenciais acontecem no Colégio Brasileiro de Altos Estudos (Av. Rui Barbosa, 762, Flamengo). As virtuais podem ser acompanhadas pelo canal da Extensão UFRJ no YouTube.

“Entre os diversos assuntos do Festival estão clima e saúde, educação e ativismo ambiental, arte e cultura amazônica. E ainda, um destaque especial: discutiremos os desafios da COP30 com a ilustre presença dos representantes do Brasil na conferência”, informam os organizadores.

Saudação do Sintufrj

“Nós saudamos esse 5o Festival do Conhecimento da UFRJ com um tema muito pertinente, muito importante na atual conjuntura em que vivemos. Re-Amazonizar o Brasil, que na nossa opinião tem que significar inverter um jogo, um jogo de séculos, que foi imposto ao território amazônico, com a colonização que preparou um desenvolvimento de um capitalismo predatório, que tem a marca da grilagem de terra para o garimpo ilegal, o massacre, o roubo da vida de povos originários naquele território. A Amazônia é muito importante para o Brasil e para o mundo, porque ela significa formação dos nossos rios, ela significa regulação do clima, e ela significa cultura e aprendizados históricos ancestrais que. Devemos acumular para poder convivermos no mundo de fato sustentável. Não há sustentabilidade num sistema de capitalismo predatório como que nós vivemos. Daí a importância das entidades de classe como nós, o Sintufrj, nos somarmos na luta para mudar esse quadro. É amazonizar de fato, sustentabilidade de fato, questionar o sistema e as imposições que estão colocadas aos povos da Amazônia e a Floresta Amazônica”, disse em vídeo de saudação ao evento, o coordenador geral do Sintufrj Esteban Crescente.

 

COP 30

O festival, portanto, pretende antecipar debates importantes para a COP30, a 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas, em Belém, Pará de 10 a 21 de novembro, reunindo líderes mundiais, cientistas e representantes da sociedade civil para discutir e definir ações contra as mudanças climáticas. Estarão em pauta debates como emergência climática, letramento ambiental, sustentabilidade, biomas, Amazônia, políticas públicas, entre outros.

No dia 4, às 10h a abertura conta com o reitor Roberto Medronho, e pró-reitores como Ivana Bentes, João Torres, Neuza Pinto e Eduardo Mach. Também haverá o lançamento do manifesto “Clima é Saúde, Saúde é Clima”, proposto pela articulação de Hospitais Saudáveis.


A conferência de abertura, conta com a presença especial de Sineia do Vale, líder indígena Wapichana da Terra Indígena Serra da Lua (RR), gestora ambiental e mestranda em Sustentabilidade na UnB, representante dos povos indígenas brasileiros na COP30. O evento conta ainda com a participação de Eduardo Viveiros de Castro, professor de Antropologia Social da UFRJ, referência no pensamento ameríndio e no conceito de perspectivismo.

“Esperamos nossos convidados mais que especiais para pensar a integração de ancestralidade e inovação como caminho estratégico para o desenvolvimento sustentável”, dizem os organizadores, anunciando a presença de representantes da universidade, agentes sociais e integrantes do Governo.

Entre eles, Adana Omágua Kambeba, integrante do povo Kambeba, também conhecido como “Povo das Águas”, presente em várias regiões da Amazônia, Ray Baniwa, membro originário do povo Baniwa, é comunicador e cofundador da Rede Wayuri, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ.

Saiba mais: Inscrição e detalhes da prorgramação em https://festivaldoconhecimento.ufrj.br/