“Reconhecimento de Saberes e Competências para todos e todas”, “Democratização e paridade já!”, “Reposicionamento, Aceleração e RSC para aposentados e pensionistas, “Mais vagas para concurso.” E “Mais verbas para a Educação”. Portando cartazes com estes dizeres, companheiros que compõem o Comando Nacional de Greve, inclusive da delegação do Sintufrj. realizaram mais um ato, no dia 21, desta vez na entrada do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), reivindicando a abertura de negociação.

O coordenador do Sintufrj Nivaldo Holmes explica que, por deliberação do Comando Nacional, todas às quintas-feiras, seus integrantes realizam atividade como esta no MGI, das 9h às 12h, abordando, em particular, trabalhadores do MGI, apresentando a insatisfação da categoria com o fato do governo não ter atendido a categoria em greve ou às reivindicações para cumprimento do acordo de greve.

O grupo se dividiu também em panfletagem na Rodoviária, junto à população, apresentando os motivos da greve nacional, e em corpo a corpo com parlamentares, lideranças dos partidos, por apoio para que o Comando Nacional de Greve e a Fasubra sejam recebidos.

Além de Nivaldo, participaram das atividades os companheiros da UFRJ Marly Rodrigues (coordenadora de Aposentados e Pensionistas), Luciano Cunha (Esporte e Lazer), Carlos Alberto, Edna, Ivone e Maria José.

A quantas anda

Circulava a informação de que o decreto que regulamenta o Reconhecimento de Saberes e Competências seria assinado muito em breve. Mesmo se isso se concretizar, ainda há pautas importantes pendentes, itens não cumpridos do último acordo de greve, como a extensão do RSC para todos, inclusive aposentados e pensionistas.

No dia 13, houve negociação mas apenas com o MEC. As bases  enviam suas deliberações quanto  a continuidade de negociação com o ministério, o que definirá se e quando se buscará reunião (está prevista uma messa no dia 28 mas é setorial com o MEC), e a greve, portanto, se mantém.

O que falta para o RSC

A Lei do RSC (nº 15.367/2026) foi sancionada em março, mas há necessidade do texto regulamentador para que o processo de concessão seja iniciado, o decreto que ainda não foi publicado.

A minuta foi enviada pelo MEC ao MGI e à Casa Civil, mas não havia informação sobre a assinatura até a tarde desta sexta-feira, da 22. O que há por enquanto são expectativas, conforme avalia  o coordenador de Reações Jurídicas e de Trabalho da Fasubra Marcelo Rosa:

“A nossa expectativa é que o decreto seja publicado o mais rápido possível. Estamos fazendo monitoramento diuturno junto ao MEC”, disse ele, comentando que até chegou informação de que o MEC está trabalhando para que a publicação (pela Casa Cilvil) aconteça até segunda-feira. “Agora, é expectativa porque a gente não tem informações detalhadas de como está o trâmite interno na Casa Civil. Estamos fazendo pressão”, concluiu.

Por enquanto

O Sintufrj tem se reunido com o GT Carreira, com a Comissão Interna de Supervisão da Carreira, profissionais de Recursos Humanos para construir um plano que agilize o processo de concessão assim que o decreto for assinado. Mas enquanto isso, é preciso adiantar o levantamento de diplomas, certificados de capacitação para que o memorial esteja pronto quando o processo for iniciado.

A votação do fim da escala 6×1 se aproxima — e agora é a hora da classe trabalhadora ocupar as ruas e mostrar sua força! ✊🔥

Enquanto milhões sofrem com jornadas exaustivas, baixos salários e falta de tempo para viver, descansar e estar com a família, deputados articulam para manter tudo como está e ainda articulam um golpe: querem que o fim da escala 6×1 comece só em 2036! Queremos redução da jornada já!

As frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e Vida Além do Trabalho convocam:

📢 SEGUNDA-FEIRA, 25 DE MAIO
📍 Candelária – 16h
🚶‍♂️ Saída às 17h para a Cinelândia

Chegou a hora de transformar indignação em mobilização popular.
Pelo fim da escala 6×1!
Pela redução da jornada sem redução salarial!
Por mais tempo de vida para o povo trabalhador!
Contra as emendas que desvirtuam o fim da escala 6×1 e adiam seus efeitos por 10 anos

 

O professor Eduardo Santiago, mestre e doutor em Direito, foi o convidado especial do GT Antirracista de 20 de maio. Ele veio de Sergipe para o Rio de Janeiro lançar seu livro “O Racismo Estrutural como Limite às Políticas Públicas de Combate à Discriminação” e deu uma aula de história e direitos sobre o tema, fazendo uma prévia do lançamento do livro.

Esse livro destaca os principais aspectos conceituais inerentes ao tema, revisitando tópicos essenciais relativos aos instrumentos necessários para a construção de uma sociedade antirracista. Por outro lado, o autor também visita questões e paradoxos que o racismo estrutural apresenta para a compreensão do processo de manutenção das desigualdades e da discriminação no Brasil contemporâneo.

“O nosso objetivo fundamental nesse momento é identificar como a questão racial se passa e se manifesta nos vários momentos da vida social”, declarou. O professor perpassou alguns tópicos como racismo estrutural, branquitude, desenvolveu através de situações de fato algumas questões envolvendo interseccionalidade, e apresentou uma expressão desenvolvida no  livro que é a expressão racismo jurídico interpretativo. Falou também como a questão racial atravessa os tópicos inerentes a segurança pública. E citou autores e pesquisadores para embasar o conteúdo de sua apresentação.

“A discriminação de raça e cor é instrumento de exploração econômica e de manutenção de espaço e de poder. Não adianta alguém querer iniciar uma discussão acerca da questão racial conosco sem discutir isso”, defende.

Eduardo Santiago bebe no episódio do assassinato por policiais de George Floyd, um negro, nos EUA em 2020 e o comparou ao caso do assassinato de Genivaldo dos Santos também morto por policiais em Recife em 2022, os dois por asfixia, coincidentemente no mesmo dia 25 de maio. Com esse exemplo ele buscou uma forma de fazer com que se compreenda que o racismo se perpetua e se reproduz da mesma forma afirmando que não se pode e não se deve deixar casos como esses se perderem no passado.

Para combater o negacionismo racial e promover uma discussão profunda sobre o tema, Eduardo Santiago aponta que é necessário  dialogar com os núcleos de estudo da violência como os da USP, UFMG e UFF. Falar de números. Mostrar o Atlas da Violência. Falar do números da Justiça. Nesse quesito percorreu Leis, a Constituição e o Código Penal.

Sobre a desigualdade racial, Eduardo Santiago mostrou e apresentou números sobre a concentração de pessoas brancas entre os mais ricos e a baixa representatividade de negros e dados relativos ao ensino – pessoas com mais de 15 anos de estudo – os quais também mostram uma porcentagem ínfima de negros ou pardos (3%) frente a brancos (78%). Ele incentiva também o debate sobre racimo a partir de dados.

“Falar de racismo é falar de números. Falar de discriminação é visitar estudos. Não se permitam conversar sobre questão racial com ninguém, principalmente com o racista, se não for a partir de números”, ensina o professor.

Em relação a segurança pública, um dos debate mais importantes em sua avaliação, apresentou a estatística do MDIP – Mortes Decorrentes por Intervenção Policial – do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Dessas mortes 84% são negros e 15% são brancos. No Rio de Janeiro 80% das vítimas são negros.

O professor tratou ainda de questões de preconceito racial e estereótipos. Ao fim de sua apresentação Eduardo Santiago afirmou que é necessário colocar o dedo na ferida da escravização – tópico que também fez parte de sua apresentação – e lembrar para não esquecer o quanto sofreram os ancestrais do povo negro.

O autor

O Professor Eduardo Santiago é Doutor e Mestre em Direito; Professor Titular de Direito Penal do Departamento de Direito da Universidade Tiradentes, tendo ingressado na docência do Ensino Superior em 2002; Advogado; Pós-graduado em Gestão Estratégica da Segurança Pública; Pós-graduado em Direito Penal e em Processo Penal; Graduado em Direito pela Universidade Federal de Sergipe.

Autor dos livros ”O Racismo estrutural como limite às políticas públicas de combate à discriminação”; ”Segurança Pública: parâmetros constitucionais para atuação da polícia militar”; e Latrocínio não é roubo seguido de morte: mentiras, verdades e curiosidades do Direito Penal”.

Produtor de Conteúdo Digital em Direito Penal, Segurança Pública e Questões Raciais, com mais de 120.000 seguidores no conjunto dos canais professor santiago_oficial no Tik tok, Kwai, instagram e youtube.

Foi Corregedor-geral da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania do Estado de Sergipe; Tem experiência em Direito Penal, com ênfase na área de crimes de racismo, discriminação e Direito Penal Econômico, atuando, principalmente, nos temas: Preconceito e discriminação de raça e cor, crimes contra as ordens tributária e econômica e segurança pública e cidadania.

Eduardo Santiago fará o lançamento de seu livro na Kaza 123 em Vila Isabel no dia 23 de maio a partir das 16h

Exposição vai até o final do mês no corredor entre os blocos L e K

Mesas de debate, exposição, oficinas e apresentação orais de trabalhos compuseram a programação do III Encontro de Memória, Patrimônio e Acervos Universitários que reuniu, entre os dias 18 a 20 de maio, no prédio do Centro de Ciências da Saúde (CCS), estudantes, técnicos-administrativos, professores, pesquisadores gestores e curadores que atuam nos museus e coleções universitárias, e o público em geral para discutir a “Interface entre coleções históricas e científicas na construção do patrimônio cultural universitário”.

Aurea Ferreira Chagas, técnica em Restauração da Decania e coordenadora de Acervos culturais do CCS, dirige o evento. Segundo ela, esse encontro teve sua primeira edição em 2019, como atividade do Grupo de Trabalho Acervos Culturais do CCS, e em 2021 (por meio virtual) e ganhou continuidade com a Coordenação de Acervos Culturais, criada em 2022.

Segundo Aurea, a equipe executora do projeto conta com membros do Instituto de Biologia, Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, Instituto de Ciências Biomédicas, Instituto de Microbiologia Paulo de Góes, Decania do CCS, Escola de Educação Física e Desportos, Escola de Belas Artes, Sistema de Museus, Coleções e Patrimônio Cultural da UFRJ.

O encontro, que tem financiamento da Faperj, contou com diversas atividades: exposição dos museus e coleções do CCS, banners descritivos das suas atividades, objetos com amostra da diversidade tipológica.

Museus e coleções do CCS

Além da mesa de abertura, no dia 18 de maio, no auditório Hélio Fraga, o evento contou, nos dias 19 e 20, com mesas de debate, com a professora Letícia Julião da Universidade Federal de Minas Gerais e o antropólogo José do Nascimento Junior, sobre a constituição e os desafios da preservação de acervos culturais em universidades.

A exposição, aberta no dia 18, está montada no Carreirão (corredor entre o bloco L e K) do CCS até o final do mês (prazo que pode se estender).

O encontro ofereceu também duas oficinas de conservação documental, dias 19 e 20, no Laboratório Didático Multiusuário do Instituto de Biofísica, realizadas pelas conservadoras-restauradoras Carolina Xavier e Maria Eduarda Cosme, com apoio do Núcleo de Pesquisa e Documentação- NPD, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo- FAU. Foram realizadas no Laboratório Didático Multiusuário do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho.

Foram realizadas ainda três sessões de apresentação de trabalhos (também nos dias 19 e 20) vinculados a ações de discentes de graduação e pós-graduação em museus e coleções universitários, no ambiente virtual nos eixos: Formação de Coleções, Gestão e Sistemas, Pesquisa aplicada à Conservação, e Mudanças Climáticas, Sociedade e Educação Patrimonial. Estes farão parte da divulgação dos resultados do evento.

Na manhã chuvosa desta quarta-feira (20), assembleia simultânea (Fundão, Macaé, Praia Vermelha) de trabalhadores da UFRJ decidiu manter a greve iniciada em 9 de março pelo cumprimento integral do acordo selado com a categoria pelo governo em 2024. Além da continuidade da greve, reunião (no Fundão foi realizada no auditório do Bloco A do CT) aprovou várias resoluções, após leitura da ata da reunião com o MEC em Brasília, informes específicos acerca das ações do movimento e análise de conjuntura.

Veja as resoluções da Assembleia

Aceitar a negociação da FASUBRA com o MEC com os seguintes acréscimos:

 

  • Publicação do Decreto do RSC imediatamente

 

  • Prazos para os grupos de trabalho entregarem resultado em até 60 dias.

 

  • Começar o plano de compensação das atividades represadas durante o período da greve.

 

  • Continuidade da greve

Homenagem

Com um minuto de silêncio, a assembleia fez homenagem a dois companheiros da Diseg que falceram recentemente: Paulo Silva e Mesquita

FALHAS NA TRANSMISSÃO

Problemas técnicos prejudicaram a transmissão da assembleia simultânea desta quarta-feira (20), comprometendo entendimento do que estava sendo decidido por quem acompanhava o evento pela internet  Pedimos desculpas e informamos que diagnóstico está sendo feito para que a falha não seja recorrente.

 

 

Uma força tarefa com integrantes do Comando Local de Greve (CLG) realizou na manhã de hoje atividades de mobilização convocando para a assembleia desta quarta-feira, 20 de maio. Na pauta, avaliação de conjuntura, leitura da ata de reunião com o MEC e eleições de delegados ao Comando Nacional de Greve (CNG). A ação de convocação foi feita no CCS, Odontologia e IPPMG. Trata-se de um momento importante para a nossa greve e a presença de cada um é fundamental.
ASSEMBLEIA SIMULTÂNEA
Data: 20 de maio (quarta-feira).
Horário: 10h.
Locais: Fundão — Auditório do CT.
Praia Vermelha — Auditório da Escola de Serviço Social.
Centro Multidisciplinar UFRJ – Macaé — Sala 211, Bloco A.

FOTOS: RENAN SILVA

 

A validação cadastral e a prova de vida são obrigatórias e devem ser realizadas pelo aplicativo SouGov.br ou na agência bancária.
A prova de vida deve ser feita no mês do seu aniversário.
O prazo da validação cadastral vai até 31/05/2026.
Público-alvo:
• Aposentados
* Aposentadas
* Pensionistas
* Servidores(as) ativos(as)

Acesse: sougov.br e mantenha seu cadastro regularizado para evitar bloqueios e transtornos.

Nesta segunda-feira, 18 de maio, o Sintufrj conseguiu avançar em mais uma etapa para a implantação do RSC na UFRJ.

Em reunião com o reitor Roberto Medronho, a pró-reitora de Pessoal, Neuza Luzia, coordenação-geral do Sintufrj, integrantes da Comissão Interna de Supervisão da Carreira (CIS), integrantes do Grupo de Trabalho de Carreira do Sintufrj e militantes da categoria, foi entregue e aceita proposta de portaria para institucionalizar o Grupo de Trabalho de Reconhecimento de Saberes e Competências – GT-RSC.

Antecipando-se a publicação do decreto que oficializará o deslanche do trabalho nas universidades, esse grupo terá como tarefa organizar as diretrizes que nortearão o trabalho das comissões do RSC que serão formadas na universidade. A iniciativa faz parte da institucionalização prévia para a implantação do RSC na universidade. Houve ajustes de texto e a proposta foi encaminhada ao reitor para assinatura.

Na reunião foi entregue também uma lista preliminar composta de 12 servidores do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) que solicitam o direito a movimentação para outra unidade de saúde.

A terceirização na Faculdade de Odontologia foi outro ponto tratado. Foi informado que o Sintufrj busca uma reunião com a direção da Faculdade para chegar a um consenso em relação a contratação do serviço terceirizado para o serviço de esterilização, uma iniciativa que fere a greve da categoria.

 

Estudantes da UFRJ de pelo menos cem cursos de graduação aprovaram paralisação geral para esta terça-feira, 19. O indicativo de um dia de greve, ratificado pelas assembleias dos Centros Acadêmicos (CA), foi aprovado na reunião do Conselho de Entidades de Base, em 15 de abril.

Durante a manhã, uma série de atividades ocorrerão em cada curso ou Centro, como oficinas, rodas de conversa e debates (veja programação no Instagram do DCE Mário Prata e de cada curso). Está previsto para a hora do almoço grande protesto nos bandejões. Às 13h, acontece a assembleia estudantil no antigo prédio da Reitoria, e às 15h, manifestação unificada estudantes e técnicos administrativos em greve.

O coordenador do DCE Mário Prata, Henderson Ramon, informou que a paralisação tem três pautas principais, que foram aprovadas no Conselho de Entidades de Base: a aplicação do protocolo de segurança já aprovado no Conselho Universitário; solução para o problema nos bandejões: pela saída imediata da empresa Nutryenerge, responsável pela produção das refeições; contra o corte de bolsas de monitoria (no início do ano foram cortadas 200 bolsas e osestudantes exigem a reversão desses cortes). Ele explicou que há ainda outras reivindicações, como a melhoria das condições do Alojamento Estudantil, acessibilidade, necessidade de intérpretes de Libras, reparodos elevadores, consertos das goteiras e dos banheiros, entre outros problemas que tornam o dia dos alunos da universidade degradantes. Os cursos que já aprovaram paralisação também apresentam suas próprias demandas.

 

“Fora Nutryenerge! Queremos Licitação Emergencial já!”

Reivindicam os estudantes da UFRJ, denunciando má qualidade da alimentaçãoservidca nos bandeijões. Eles afirmam que a empresa serve comida estragada “e ainda deixa atrasa os salários dos trabalhadores”, conforme as publicações nas redes sociais. “Comida Mofada, Baratas, Ratos etc. fazem parte da rotina do bandejão. A situação de insalubridade nos Restaurantes Universitários está terrível e a cada dia fica pior”, alertam os posts.

O Restaurante Universitário Central foi alvo de matéria de um telejornal que mostrou imagem de insetos em meio às refeições.

A coordenadora de Políticas Sociais do Sintufrj, Norma Santiago, representará a entidade na 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), de 30 de junho a 2 de julho, em Brasília. A indicação da dirigente sindical cutista ocorreu durante a Conferência Estadual ODS18, na sexta-feira, 15, no Museu de Arte do Rio de Janeiro.

A 1ª Conferência Nacional ODS é de grande relevância para promover um diálogo amplo e inclusivo sobre as questões que afetam a sustentabilidade do nosso planeta. Os ODS, estabelecidos pela ONU em 2015, consistem em 17 objetivos que visam enfrentar desafios globais como a pobreza, a desigualdade, a mudança climática e a degradação ambiental. O Brasil também inclui em suas discussões o ODS 18.

A Conferência das Conferências tem como propósito central sensibilizar, mobilizar e formar amplamente a sociedade brasileira em torno do debate público sobre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Busca-se assegurar máxima legitimidade, representatividade e participação social, promovendo um amplo processo democrático de construção de propostas e estratégias para implementação efetiva dos ODS em território nacional, bem como a promoção do letramento dos cidadãos e cidadãs sobre a Agenda 2030 e os ODS.
“Ecocídio é racismo: ODS 18 é enfrentamento e superação” estão na pauta.